Estranha Maneira de amar (Pausada)
37 A máscara caiu
Notas iniciais
Pov Juliana
Os dias tem passado rapidamente mais rápido do que gostaria meus pais partiram a uma semana apesar de que prometeram que logo estrão de volta, estou com um pouco mais de 2 meses de gestação, os garotos são sempre super fofos comigo ainda bem que as brigas entre eles cessaram pelo menos na minha frente não os vejo discutindo.
—Está pronta Ju – Giovanna me pergunta
Hoje era o aniversário do André iremos fazer um evento social na boate da Karen, apenas para os mais íntimos, apesar de surpresa o André e os rapazes se tornaram bons amigos e a irmã do Marcos a Amanda e uma comedia ela e a Karen se deram super bem
—Sim, vamos – falo
Seguimos até o carro da Giovanna por insistência de todos parei de dirigir apesar de achar isso exagero
—Amiga posso te falar uma coisa? -Karen me pergunta
—Fala – digo
—Lembro do Ricardo – ela fala
Puxo pela memória e me lembro
—O cara da boate? — Pergunto
—Sim – ela me fala
—Nos meio que estamos ficando – ela fala e fica vermelha
—Aí amiga, serio – falo me animando
—Sim – ela sorri
Continuamos o assunto com um papo bem leve e descontraído até que finalmente chegamos a boate da Karen, estava com um vestido branco até a altura do joelho e Giovanna com um azul marinho, pego o presente do André na parte de trás do carro e seguimos até a entrada
—Finalmente – Karen fala assim que nos vê
—Não exagera – Karen fala
Em uma mesa um pouco no quanto vejo eles e incrível como ainda me sinto envolvida emocionalmente com eles
—Fecha a boca se não baba – Karen fala
—O que? — Pergunto e as duas caem na gargalhada
Me sento em uma das mesas quando vejo o André chegando com a sua irritante namorada, os cumprimentos, eles se sentam junto comigo quando vejo Amanda se aproximar ela se senta conosco e começa a conversa com o André acho que ela gosta dele, no fundo torço para que eles se acertem porque esta mulher que ele namora não presta.
—Acho que agora e a hora da festa de verdade – Karen fala ao ligar o som e uma música agitada preenche o ambiente
Karen começa a dançar na pista de dança e puxa a Giovanna junto a ela, em poucos minutos todos nós estamos na pista de dança agitando nossos corpos, sinto mãos em minha cintura me puxando contra o seu corpo e colando sua boca em meu ouvido
—Você dança bem – Arthur sussurra em meu ouvido, nenhum deles encostaram em mim deste daquele dia em minha casa
Me viro assustada e olho para ele, percebo que ninguém está prestando atenção no que acabou de acontecer, ele sorri para mim e dá uma piscada voltando a dançar como se nada tivesse acontecido, irritada e excitada saio da pista em direção ao banheiro, respiro fundo tentando me acalmar
—Acho que precisamos conversar – Valeria fala ao entrar e trancar a porta do banheiro
—O que você quer falar comigo – falo
—Quero que você afaste aquela....mulher de perto do André — ela me fala
—Que mulher? — Pergunto
—A irmã do Marcos Amanda ela não entendeu que o André namora – ela me fala
—Valeria me desculpa mais eu não tenho nada a ver com essa história – falo tentando passar por ela mas ela bloqueia minha passagem
—Não, foi você que trouxe essa mulher para cá — ela me fala
—Eu? — Pergunto já irritada
—Sim, você não sabe abrir as pernas para apenas um macho e eu que tenho que levar a culpa – ela fala irritada
—Garota eu não tenho culpa se você não confia no seu taco e está com medo se ser chifrada – falo perdendo a paciência
—Olha só quem está mostrando as garrinhas, pelo amor de Deus deixa de ser retardada eu faço o quero com André tudo que eu peço ele me dar
—Então porque precisa da minha ajuda? — Falo
—Porque você que começou essa palhaçada — ela fala
—A garota vai se ferrar – falo e tento passar novamente sou barrada pelo seu corpo – garota sai da minha frente ou eu te tiro
—Eu não tenho medo de você vagabunda – ela fala, não penso duas vezes e desfio um tapa naquela cara deslavada
—Você me bateu – ela fala surpresa com a mão no rosto
—Isso e só o começo sai da minha frente – falo já puta da vida
Ela me empurra dou um passo para trás
—Agora que a brincadeira estava ficando interessante, nunca vou entender como aqueles gostosos olha para você — ela fala se olhando no espelho – olha só para mim – ela fala mostrando o seu corpo com a mão — sou linda, corpo perfeito e mesmo assim nenhum deles me deu a mínima
—Você deu em cima deles? — falo com ainda mais raiva
—Várias vezes fiz de tudo para que eles descobrissem a vagabunda que você é – ela fala apontando o dedo na minha cara – todas as vezes que tive a oportunidade de tentar algo com algum deles eu fazia, provavelmente eles têm algum tipo de problema mental só isso para justificar o fato de eles escolherem você do que a mim
—Você e uma piranha, nunca pensou no André? — falo
—Realmente acha que uma mulher como eu se contenta com um homem como o André ele e bom para mim faz as minhas vontades mas e claro que tenho as minhas aventuras por aí
—Você realmente acha que não vou contar isso para o André
—Então vai lá conta – ela fala e abre espaço para mim –veremos em que ele vai acreditar
—Você não presta garota, quer saber farei de tudo para que a Amanda fique com o André
Ela começa a rir descontroladamente – Aquela sonsa nunca vai chegar aos meus pés
—vadia – falo e passo por ela indo em direção a porta do banheiro, quando sinto meu braço sendo puxado
—Sabe foi tão fácil enganar vocês — puxo meu braço de suas mãos — sabia que foi eu que fiz com que eles se encontrassem e descobrissem a vagabunda que você realmente é
—O que? — falo surpresa
—Eu peguei o seu celular naquele dia na sua casa mandei mensagem para cada um marcando um encontro e contei toda a verdade – ela fala sorrindo
—Como você e baixa- falo
—Sabe Juliana o que tenho mais pena e desse bebê ela vai crescer como um filho de uma prostituta – assim que ela toca no nome do meu bebê perco completamente o controle e a jogo no chão do banheiro e começo a estapear sua cara
—ME SOLTA SUA MALUCA – Ela grita e tenta se desviar dos meus tapas
—VOCÊ VAI TER O QUE MERECE VADIA –Falo e continuo batendo nela
—SOCORRO – ela fala
—VOU TE ENSINAR A NUNCA MAIS SE METER NA MINHA VIDA –Falo batendo nela
De repente sinto meu corpo sendo puxado e o banheiro com todos da festa a nossa volta
—ME SOLTA EU VOU ACABAR COM ESSA VADIA –Falo tentando me soltar
—André essa mulher e louca – ela fala puxando o André
—O que está acontecendo? — André pergunta
—André eu só queria conversa com ela tenta ser amiga dela como você tinha me pedido mas ela não quis disse coisas horríveis para mim, e quando tentei sair do banheiro ela me agrediu – ela fala chorando
—AI QUE GAROTA FALSA E MENTIRA – Falo tentando me soltar dos braços que só agora percebi que são do Marcos
—CHEGA –André grita –Vamos embora Valeria e converso depois com você Juliana espero mesmo que você tenha uma boa explicação
—André eu..- tento falar
—Depois Juliana –ele me interrompe
Ele sai abraçado com aquela vadia, enquanto ela derrama suas lagrimas de crocodilo
—O que aconteceu? –Karen pergunta
—Você está bem? — Arthur pergunta
—Sim – falo
—Acho que quem não está bem e a Valeria – David fala rindo, fazendo com que sorrio também
Sou levada até a mesa e percebo que a música foi desligada
—Agora pode contar o que aconteceu? — Giovanna pergunta
Conto tudo o que aconteceu deste o momento em que fui até o banheiro
—Vadia – Karen fala
—Ela está com ciúmes de mim – Amanda fala – Ele nem olha para mim
—Não que você veja Amanda – Marcos fala contragosto
—Como assim? – Amanda pergunta
—Esquece – Marcos fala
-Você tem certeza que está bem ? — David fala
—Tenho, acho melhor ir para casa – falo
—Amiga preciso resolver algumas coisas aqui não vai da para te levar – Karen fala – Falando nisso o André tinha me dito que iria me ajudar com algumas caixas será que algum de vocês podem me ajudar
—Eu posso ficar – Marcos fala –Pode voltar para casa sozinha Amanda
—Claro – ela fala
Seguimos até a saída e vou embora junto com a Giovanna e Arthur e David vão embora cada um no seu carro, damos uma carona para a Amanda e assim que chego em casa me jogo na cama a única coisa que quero e que esse dia chegue ao fim
POV KAREN
—Nunca imaginei que veria a Juliana daquele jeito – Marcos fala ao seguimos até o porão para mostrar a ele quais caixas que preciso que ele carregue
—Você não viu nada, Juliana parece uma onça quando e irritada – falo
—Percebi – ele fala
Depois de algum tempo Marcos finalmente termina
—Vem cá, porque você não contrata alguém para te ajudar com isso? — ele me pergunta
—Porque amigos são de graça — sorrio
—Você e besta hein! – ele ri
—Então vamos? — pergunto
—Claro.
Seguimos até a saída, encontro o meu segurança o Toni
—Já está indo senhora Karen ? — ele me pergunta
—Sim, pode ir Toni – Falo – Feche tudo para mim por favor e desligue a energia
Assim que o carro da partida me lembro que esqueci minha bolsa em minha sala
—Droga – falo
—O que foi? — Marcos pergunta
—Esqueci minha bolsa- falo
Marcos volta com o carro e estaciona na parte dos fundo do prédio e mais rápido entrar pelos fundo
—Espera um pouco – falo descendo do carro
—Não eu vou com você — ele fala
Abro a porta com um segredo e entro subimos ate a escadas e entramos na minha sala de repente tudo fica escuro
—O que? — Marcos fala
—Droga o Toni já desligou a energia – falo
—Vamos embora Karen – ela fala
Marcos tenta abrir a porta mais não consegue
—Porque a porta está fechada
—As fechaduras da parte superior da boate são automáticas quando desligamos a energia
—As portas não abrem – ele completa o meu raciocínio
—E agora como vamos sair daqui? — ele pergunta
Abro minha bolsa a procura do meu celular para tentar entrar em contato com o Toni, ao pegar meu celular vejo que ele esta sem bateria
—Droga estou sem bateria – falo – liga do seu
Marcos começa a passar as mãos pela calça e blusa e não o encontra
—Droga ficou dentro do carro – ele fala
—Maravilha – falo
—E agora como vamos sair daqui? — Marcos pergunta
—Simples pela manhã o Toni vai abrir a Boate e só ai que iremos sair
—Esta maluca pela manhã — ele fala
—Tem ideia melhor — falo
—Seu telefone – ele aponta para mesa
—Sem linha, estou marcando um dia para o técnico aparecer e arrumar – falo e me sento no sofá que tem na sala
Após algum tempo com o Marcos tentando abrir a fechadura sem sucesso ele desiste se sentando ao meu lado
—Desisto a empresa na qual você comprou essas fechaduras está de parabéns — ele fala
Me levando e sigo até a mesa, e encontro uma pequena adega pegando uma dose de uísque para mim e Marcos
—Toma – falo entregando o copo para ele
—Você...esquece — ele fala e pega o copo das minhas mãos
Bebemos praticamente a garrafa inteira, estávamos no mínimo animados
—Sabe quando eu conheci a Juliana pensei que tinha finalmente uma chance de seguir em diante – ele fala
—Como assim? — Pergunto
—Eu fui casado minha mulher morreu grávida — ele fala e vejo seus olhos encherem de água
—Sinto muito – falo
—Você acha que a Juliana gosta de mim? — pergunto
—Claro, porque não gostaria você e um cara bacana gente boa e lindo – sem perceber me aproximo dele
—Você também e muito linda, sabe quando de vi entrando por aquela cozinha naquela dia pensei o quão gata você é! — ele fala e também se aproxima
A única coisa que pensei nesse momento e que estava trancada em uma sala com um homem lindo e atraente a alguns centímetros da minha boca poderia ser pelo efeito do álcool mais não pensei em absolutamente nada e me joguei contra ele beijando sua boca com vontade.
Fale com o autor