Estou melhor sem você.
7 O novo bebê.
P.O.V. Klaus.
Caroline está grávida outra vez e isso é incrível pra mim. Para ela no entanto, não parece ser tão agradável.
Ela está mais mal humorada do que o normal, está inchada e dolorida.
–Mãe!
–Fale Hope!
–Cadê você?
–Estou deitada.
–O que você está fazendo ai? Tá na hora do almoço.
–Eu sei filha.
–E você não vai fazer o almoço?
–Se tá brincando né?
–Não.
–Acha mesmo que eu consigo levantar daqui e ficar de pé na frente do fogão por duas horas?!
–Porque duas horas?
–A nossa família é grande querida e eu tenho que fazer comida pra esse povo todo.
Subi ás escadas.
–Sua mãe tem razão, ela tem que carregar o peso dela mais o peso do bebê.
–Não é como se o bebê pesasse 20 toneladas.
–Olha, você tem muita sorte de eu não conseguir levantar sozinha. Porque se eu conseguisse a minha mão já estaria na sua cara faz tempo.
–Amor, tente ficar calma.
–Não me mande ficar calma! Ai. Ai!
–Caroline?
–Tá doendo! Tá doendo!
Vi a água escorrendo pelas pernas dela.
–Ai! Ai! Como isso dói!
Caroline estava se contorcendo de dor.
–Klaus! Hospital! Agora!
–Tá bem.
Tive que carregá-la até o carro e ela meteu as unhas na minha nuca.
–Ai Caroline!
–Pare de reclamar! Dói mais em mim do que em você. Ai!
P.O.V. Hope.
Minha mãe acaba de entrar em trabalho de parto e vou te falar parece que ela tá morrendo.
–Tia Rebekah! Davina! Tio Elijah! Tia Freya!
–O que foi menina?
–Temos que ir pro hospital.
–Porque?
–A mamãe vai ter o neném.
–Onde ela está?
–Papai já levou ela.
–Então vamos logo!
Todo mundo dentro do carro fomos correndo pro hospital e a mamãe já estava no quarto.
–Eu quero anestesia!
–Credo mãe, parece que vai morrer.
–Menina, você nunca esteve em trabalho de partoooo! Contração! Ai!
Ela acidentalmente quebrou a mão do papai.
–Ai! Que isso mulher.
Duas horas de gritos depois o médico veio dar a anestesia nela.
–Pronto.
–Obrigado.
A mamãe ficou dilatando o dia todo e o neném só nasceu á noite. Tipo, três da manhã.
–É uma menina.
–Posso segurar?
–Vou lavá-la e já voltamos tá bem mamãe?
–Tá.
–Que nome vamos dar pra ela Klaus?
–Ella.
–Gostei. Ella Forbes Mikaelson.
–Oi mamãe, voltamos. Aqui.
–Oi, querida. Seja bem vinda.
A mamãe e o papai estavam chorando.
–Quer segurar Klaus?
–Como?
Ela ajeitou a neném no colo dele e ele ficou tipo hipnotizado.
–Faz tanto tempo desde que segurei um bebê pela última vez.
Notei que a tia Freya estava chorando.
–O que foi tia?
–Eu me lembrei do meu filho. Ele nem teve a chance de nascer.
–Oh, desculpe. Eu sinto muito, mas um dia você vai conseguir ter um bebê só seu.
–Espero que tenha razão querida.
–Tenho sim. Vou perguntar pra Renesmee e ela vai saber a verdade.
–Quem é essa tal Renesmee?
–A prima da Elena.

Fale com o autor