Estou apaixonada
2 Pós prólogo
Notas iniciais
13 anos depois:
Geralmente, os adolescentes e as crianças que roubam, matam, entre outras coisas ilegais vão para uma instituição para melhorarem o seu comportamento até terem 18 anos ou começarem a ser boas pessoas.
Isso não é diferente na aldeia de Konoha. Um lugar geralmente calmo e pacifico que atrai imensos turistas. E ninguém imaginaria que esta já esteve em Guerra.
Há vinte anos esta era a instituição mais dura de sempre eram nulas as pessoas que saiam de lá antes dos 18. Situava se no local mais afastado da Aldeia possível e como o caminho era secreto havia muitas curvas e passagens desconhecidas, por estes motivos demorava se 2 horas a lá chegar. Quando as pessoas qualificadas passavam por lá para deixar mantimentos sentiam um ar assombroso vindo lá de dentro, e a estrutura do edifício também não ajudava em nada. As paredes cheias de musgo todas rachadas, as janelas partidas, os gritos que se ouviam. E por dentro não era melhor. As paredes estavam iguais ao exterior, o chão rangia todo, o tecto pingava e rachava e não havia portas em todos os cómodos. As camas não tinham colchões só lençóis e estes estavam todos sujos. As casas de banho não tinham descarga, nem papel higiénico e nem sequer água limpa e quente para poderem tomar banho. A cozinha estava impregnada de ratos, baratas, aranhas e por ai fora. A sala tinha sofás todos rotos e mais nada nem lareira, nem estantes. Em todos os cómodos haviam lâmpadas mas estas não ligavam. As salas de aulas não tinham o material necessário para ensinar; não tinham quadros, onde geralmente a professora escrevia a matéria e passava a lição de casa; não tinha livros, cadernos, lápis, canetas borrachas e etc.
Mas, actualmente, estava tudo irreconhecível. Agora aquilo estava com melhores condições. E tudo graças a uma nova ama. A única que sobreviveu. A única que não foi ao manicómio. A única que conseguiu domar os antes aclamados demónios. Houve muitos anteriores mas mesmo muitos antes desta.
Crianças. Esse era o problema da instituição. Sim pois já não é...
Vou contar esta parte melhor:
À 12 anos:
9 crianças entravam na instituição. 5 garotas uma com cabelos rosa, duas loiras uma com cabelos compridos e a outra curtos, uma morena com coques e a última com cabelos azulados; e 4 rapazes dois eram ruivos distinguindo-os apenas pela marca na testa que o mais baixo continha, um loiro bastante parecido com a loira de cabelos compridos e um moreno.
— Sejam bem-vindos ao inferno, o vosso novo lar – Disse um guarda com uma máscara branca e detalhes vermelhos.
— O inferno? Hahahahaha! – Riu-se a loira de cabelos curtos.
— Posso saber qual a graça? – Questionou o homen mascarado retirando uma arma de choques do bolso.
— A Graça? Não há nenhuma aqui. Há? – Perguntou a Mini mulher sapeca aos outos.
Todos abanaram a cabeça num não mudo. O guarda fartou se e tentou ataca-la. Mas ela se desviou com um salto para trás e assim consecutivamente até o homen se fartar e ir atacar os outros que se estavam a rir dele. 1º tentou acertar a loira de cabelos compridos e esta deu um salto mortal para trás do guarda que enquanto via o mortal foi acertado por um murro super forte da rosada que o fez largar a arma no chão e cuspir sangue. A morena aproveitou, pegou nela e eletrocotou ele fazendo o desmaiar. O loiro e o ruivo mais alto pegaram nos pertences dele como armas e identificação e camiharam para dentro do protão junto com os outros exceto pela azulada que estava tremer desde o inicio, mas logo correu atrás deles quando o mascarado se remexeu de dor.
Continuação.....................
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