Não sei o que eu fazia de diferente.

O que me fazia, para ele, atraente.

Eu ansiava ver, ao menos vê-lo!

Confesso ter estado em algum lugar onde estivemos e ter quase revivido o momento, o cheiro, a voz e seus olhares lançados ao fundo dos meus olhos.

Quando estava comigo, era metido a engraçado, de olhar por mim, encantado.

O beijo era cheio de cuidados, calmo, me envolvendo aos poucos.

Quando seus braços circundavam a mim, ele tremia.

Tinha um jeito curioso de transformar bobagens em coisas de extrema importância. Eu só percebia a diferença, quando em sua ausência.

Seu sorriso era mágico! Era como um atraente imã, atraindo o meu.

Também sabia sorrir com os olhos, sem movimentar um músculo facial. Só me observando, derretia meu mau humor.

Sorriamos de extremidades opostas, quando não podíamos nos tocar.

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Atração, talvez fosse. Ele despertava borboletas ensandecidas.

Era forte, porém, doce, cativante, meigo e protetor.

Ele fez momentos tão raros, parecerem décadas! Eu queria saber se era amor… Se duraria.

Corríamos um para o outro, mas no trajeto, algo nos interrompeu.

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Notas finais
Não vivo de memórias, mas quando penso, é ele quem transborda!

Obrigada por ler, mesmo no anonimato!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!