Este não é o fim do jogo
1 Revolução Herotasticamente Bizarra - Parte 1
Notas iniciais
Oi gente
Essa é uma história que eu escrevi com 9 anos ;-; então não
achem nada demais porque pode estar meio ruim ou não...
Essa é uma história que eu escrevi com 9 anos ;-; então não
achem nada demais porque pode estar meio ruim ou não...
Numa casa de madeira, bem longe da vila, de manhã cedinho, duas pessoas dormiam.
O sol da manhã, fraco, porém aquecedor, entrava pela janela, e iluminava o quarto, onde os dois habitantes estavam. Em uma das duas camas que haviam ali, dormia um rapaz moreno, e na outra, uma moça ruiva. No quintal da casa, um cachorro brincava com uma borboleta; era a casa de Alex e Steve, isolada, e tranquila, onde ambos viviam aventura inesperadas. Então, Alex começou a despertar. Ouvia os latidos de Fluffy, o cachorrinho deles, no quintal, enquanto se divertia com a tal flor. Ela riu do amiguinho, e pôs-se a se preparar para o novo dia. Claro que, ao som dos roncos de Steve. Então, ela desceu, e calçou as botas de cano alto que estavam na frente da porta. Abrindo um baú, pegou alguma coisa, e saiu da casa. Lá, Fluffy ainda tentava capturar a borboleta, em vão. — Bom dia, Fluffizinho... você quer brincar..? — recebe em resposta, um latido alegre do cachorrinho — Tá bom... vai pegar!! — joga um osso Fluffy corre para alcançar o osso. Ela ri e vai atrás dele.Aos poucos, Steve despertou. Viu logo que Alex na havia acordado, e ouviu seus risos vindos do quintal, misturados aos latidos de Fluffy. Se levantou, e, se arrumando, também sai da casa. Era uma manhã de sábado, então deixavam aquele dia para descanso. Ele encontra ela e o cachorro brincarem, e solta algumas risadas. — Bom dia, dorminhoco — Alex disse, se voltando para ele. — Bom... — ele responde, tentando conter o riso — como a minha ruivinha amanheceu? — Bem... — ela respondeu, se sentando na grama.Herobrine havia conseguido, finalmente, reunir todas as entidades. Farlander... Ela meio que, "acariciava" a própria barriga ( P.S.: ela tava grávida viu pov ), Entity batia os dedos na mesa, impaciente. Null segurava a mão de Anti-Null, acariciando-a. Lapis praticamente estava dormindo, apoiada nos próprios braços, e Deathlord assobiava, descontraído. Alexbrine estava de braços cruzados, num canto da parede... E o próprio Herobrine. Ele disse: — Então, pessoal. O que há de se fazer? — Eu que vou saber? — Anti disse, sarcástica. — Talvez... — Entity começou, pensativo — essa seja a hora deles se envolverem na situação... — Entity. Eles não são a melhor ideia. Você sabe o que nós já passamos por culpa deles... — Mas, Farlander. Não temos mais tantas opções. O que mais temos pra escolher..? — Herobrine disse, mais sério. — Ah, tá bom, por ser... — ela bufou. Então, eles foram liberados. Mas Alexbrine não saiu. Ela estava pensativa. — Alexbrine? O que foi? — Herobrine perguntou. — Hero... você leva muito a sério isso de... se vingar do seu irmão. Afinal, o que ele fez? — Alexbrine... não sou só eu. Acredite. Steve vai pagar por todas as vezes que me chamou das coisas e me subjulgou a me passar por um ser demoníaco... E eu não sou nada disso, né? — Não, claro que não... — ela respondeu.
Notas finais
Tchau e espero que gostem
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