Estarei ao Teu Lado
31 Meu irmão é tudo pra mim
Notas iniciais
Como todos sabe a nova regra do nyah proibiu ter histórias com banda ou seja pessoas que já existem então eu vou terminar a fic bem rápido e antes de dezembro, fiquei bem triste com isso pois eu já tinha ideias de uma nova fic mas fazer o que né?
Espero que gostem do capítulo e boa leitura.
Acordei como sempre com meu celular tocando. Demorei um pouco, mas levantei ainda nem estava acordada direito e atendi sem olhar quem era.
-Eu preciso falar com você. – uma voz conhecida dizia.
-Da pra pelo menos dizer quem é. – digo irritada. –Me liga praticamente de madrugada e não se identifica.
-É o Tom Fernanda. – ele disse com uma voz de quem estava impaciente, eu que devia estar impaciente. –E pra você saber já são quase 2 da tarde.
-Mas pra mim é de madrugada. –digo. –Mas o que você quer? Se for pra falar dos tapas que dei na sua loira oxigenada pode ir esquecendo ela me provocou, e eu sinto que devia ter batido mais nela.
-Também temos que falar sobre isso. – deu pra escutar um sorriso dele. –Mas é sobre outro assunto.
-Sobre o que você que falar? –pergunto.
-Posso ir à sua casa?
-Não. – digo rápido. –Tom eu acho que estou envolvida com seu irmão.
-Eu sei disso. – ele disse rápido. –Mas eu só quero conversar.
-Pode vim aqui em casa. –digo.
-Pode ser agora? – ele pergunta.
-Pode.
-Então abre a porta. – ele começa a rir.
-Tom não é assim também eu acabei de acordar, estou toda atrapalhada, meu cabelo está todo embolado. – digo assustada. –Não vou abri a porta agora.
-Fernanda você tem que ficar produzida pro Bill.
-Estou descendo.
Coloquei qualquer roupa, fiz um coque todo bagunçado no meu cabelo e fui abri a porta.
-Achei que ia demorar mais. – Tom entra.
-Bom dia Tom, pode entrar. – digo irônica. –O que você quer?
-Nossa até outro dia morria de amor por mim até se humilhou e me ligou. – ele senta no sofá. –Agora me trata assim?
-Tom, nós dois sabemos que você não é muito de conversar. – sento em outro sofá. –Fala logo o que você quer.
-O que você quer com o Bill? – ele me olhou sério. –Fernanda até pouco tempo você queria voltar pra mim, você era minha e ontem eu vi você aos beijos com meu irmão.
-Engraçado que eu vi você aos beijos com uma loira.
-Isso não vem ao caso. – ele encosta-se ao sofá. –Eu não quero que meu irmão sofra você pelo menos tem algum sentimento por ele?
-Tenho.
-Você terminou comigo por causa dele? – ele continuou o interrogatório.
-Tom eu deixei bem claro quando terminamos.
-Mais você queria voltar pra mim.
-Foi naquela época. – sento no sofá que ele está. –Tom eu gosto muito do seu irmão sempre gostei, eu e você fomos um erro, estávamos carentes foi só isso.
-Eu gostei de você de verdade, foi a primeira que eu amei. – ele segura minha mão. –Mas isso foi passado.
-Eu concordo, vamos deixar isso enterrado, eu confesso depois que eu li aquela carta que você fez pra mim antes de eu te falar aquelas coisas minha vontade foi ir atrás de você e te obrigar a voltar comigo.
-Seria engraçado se você fizesse isso. – ele sorrir.
-Mas eu ia levar um fora. – também sorrio. –Só que liguei pro seu celular e quem atendeu foi o Bill, ele achou melhor que eu me afastasse, você estava muito magoado, e eu aceitei. Ele também se afastou, eu perdi vocês dois de uma vez, eu fiquei sem saber quem eu amava por um tempo.
-Você sempre esteve dividida? – ele pergunta.
-Em algum tempo sim e algum tempo não. Eu mesma não sabia o que queria. Mas eu tive bastante tempo pra pensar e refletir tudo. Ontem de manha chegou um presente pra mim e eu jurei que era você por causa daquela carta e você se lembrou bem cedo que era meu aniversário.
-Eu não mandei nada. – ele disse.
-Eu sei seu irmão confessou que foi ele. – abaixo a cabeça. –E eu fiquei aliviada por ele ter me dado o presente. Eu amo o Bill e sempre amei, mas também gostei muito de você só que meu sentimento pelo seu irmão é maior.
O Tom apenas me deu um abraço apertado e ficamos alguns minutos calados, dava pra ouvir o coração dele acelerado, mas o silencio foi interrompido quando o celular dele tocou.
-Alô. – ele disse me soltando.
-Tom você está a onde. – essa voz é irreconhecível. –O Gustav e o Georg estão aqui.
-Já estou indo pra casa Bill.
-Ok, mas não demora. Tchau. – ele desliga.
-Acho que tenho que ir. –Tom levanta.
-Obrigado pela visita. – também levanto.
-De nada. – ele vai até a porta e a abre. –Fernanda só me prometa uma coisa.
-O que?
-Nunca faça meu irmão sofrer, por favor. — ele segura a minha mão. –O Bill é minha vida e não ia suportar vê-lo sofrendo.
-Tom. – seguro seu rosto. –Eu te prometo que vou fazer do seu irmão o homem mais feliz do mundo.
-Que bom. – ele me abraça. –Mas será que podemos ser amigos?
-Lógico, eu gosto muito de você.
-Vou ir, minha amiguinha. – ele rir. –Meu irmão está me esperando.
-Tchau.
A conversa com o Tom foi ótima, quando ele chegou achei que era brigar comigo, mas ele só quer proteger o irmão e eu acho isso lindo. O dia continuou o mesmo nem sinal do Bill eu tive. Quando foi por volta das oito da noite eu escutei a companhia tocando, mas continuei no meu quarto. Minha mãe começou a me gritar e fui correndo saber o que é.
-Maria Fernanda nem atender a porta mais não? – minha mãe já começou a falar que nem doida.
-Foi mau mãe. – nem dei muita atenção. –Quem era?
-Vai lá fora pra saber. – ela foi para seu quarto.
-Bill. – fui à direção dele. Ele lindo como sempre, está vestido com uma calça jeans, de tênis e um, casaco bem grosso, pois aqui na Alemanha somos agraciados com o frio.
-Oi. – ele me aperta. –Estava com saudades de você.
-Achei que você tinha me esquecido. – dei um beijo em seu rosto. –Mas vamos entrar aqui está muito frio.
-Vamos pra dentro do meu carro, eu preciso conversar com você sério e não quero que a sua mãe escute. – ele foi entrando no carro. –Fernanda o Tom te procurou hoje?
-Quem te falou isso. – fiquei assustada.
-Me fala a verdade. – ele me olhava sério.
-Ele veio aqui de manhã, quando você ligou ele ainda estava aqui. – digo.
-Ele te pediu pra voltar? – ele me olha triste.
-Não.
-Me fala a verdade. – ele segura meu braço. –Eu não quero que ele sofra se ele quer voltar com você eu vou entender, mas eu nunca quero magoa-lo e você sabe que meu irmão é tudo pra mim.
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