Estarei ao Teu Lado
18 A gente vai brincar um pouco
Notas iniciais
Tomei um banho super rápido do jeito que o Tom é safado depois de tudo que eu falei pra ele já deve está chegando.
–Bill? – saio do banheiro. – Que roupa devo usar?
–Você tem que usar uma roupa sexy. Consegue me entender? – ele da piscada pra mim.
–Entendi. – abro meu guarda roupa. – Mais uso uma saia? Um short curto? O que eu uso?
–Fernanda, qual parte de uma roupa sexy você não entendeu? – ele vem perto de mim.
–É que eu não sei se tenho esse tipo de roupa aqui. – digo irritada.
–Procura que você acha. – ele senta na minha cama.
–Ok. Mal educado. – pego um short e uma blusa e vou para o banheiro vestir.
Acabei usando um short curto uma blusa decotada. Acho que isso já faz aquele anjinho do Tom pensar alguma besteira.
–Bill assim está bom? – apareço no quarto com aquela roupa curta.
–Está ótima. – ele me encara da cabeça aos pés. – Sabe até eu teria pensamentos pervertidos se eu fosse normal.
–Ainda bem que você não é normal. – sento perto dele. – Bill. Eu estava pensando em como vamos conseguir ti ajudar. Eu nem sei como começar.
–Não se preocupa. – ele me olha. – Eu já sei como vocês vão me ajudar.
–Como? – pergunto. – Mas só eu consigo te ver.
–Fernanda deixa isso comigo.
– Está bom. – levantei. – Vou à cozinha comer alguma coisa.
–Fernanda? – meu pai chega na cozinha. – Você estava conversando com alguém no quarto?
–Não pai, por quê? – pergunto preocupada.
–É que eu escutei você conversando. – ele diz.
–Eu estava no celular.
–Seu celular estava bem alto, estava dando pra escutar do meu quarto a outra pessoa falando.
–Como assim pai. – digo sem entender. – Ele nem estava alto.
–Mais eu escutei um menino falando, e não gostei disso. – ele diz. – Estamos indo filha. Você promete que vai ficar bem?
–Vou sim. Eu vou com vocês até a porta. – vou atrás deles.
–Tchau linda. Até mais tarde. – Helene se despede de mim.
–Até. – sorrio.
Como meu pai escutou a voz do Bill? Só eu consigo conversar com ele. Sou só eu que o vejo. Eu tenho que contar isso pra ele agora.
–Bill. – entro no quarto gritando. – Você está aqui?
Ele sumiu, ele sempre faz isso quando mais preciso dele ele desaparece. O Tom já está quase chegando e ele some de novo, o que eu vou falar para o Tom? Ele está pensando que eu quero fazer outra coisa com ele. Escuto alguém bater na porta. O Tom chegou.
–Tom. – abro a porta. – Tudo bem?
–Sim. Vou estar melhor daqui alguns segundos. – ele me encosta na porta e começa a me beijar.
–Calma Tom. – afasto dele. – Senta aqui um pouco. – aponto para o sofá.
–Fernanda eu já te falei que eu perdi uma gostosa...
–Tom. – o interrompo. — Não continua eu já entendi que você perdeu uma mulher pra vim aqui.
–Pois é. – ele levanta. – Vamos para seu quarto e fazer o que temos que fazer.
–Eu sabia que você não tinha sentimentos. – saio de perto dele.
–Como assim eu não tenho sentimentos? – ele vai atrás de mim.
–Você pensa só em sexo. – entro no meu quarto.
–Você me chamou aqui para isso. – ele entra no quarto. – Inclusive você já até me trouxe para seu quarto. Você que isso.
–Não Tom eu não quero isso. – olho para ele nervosa. – Você está aqui é porque alguém precisa da sua ajuda.
–Quem? Parece que só está você aqui. – ele fecha a porta.
–É que se você quiser esperar você vai saber. – sento na cama.
–Garota você me chamou aqui pra nada? – ele se aproxima de mim. – Você está pensando só porque eu fui legal com você aquele dia você pode fazer o que quiser?
–Não eu não pensei nada. – levanto. – Eu sabia que aquele Tom não existia. E você acreditou naquilo que eu te falei sobre o Bill?
–Em alguns momentos eu acreditei.
–Pois é eu fiz ora com a sua cara Tom. – minto. – Eu não vejo seu irmão coisa nenhuma, eu apenas queria saber como é fazer ora com a cara de um cara safado que nem você. – grito.
–Você é louca garota. – ele diz furioso. – Como você brinca com isso?
–Brincando Tom. – começo a ri. – Eu adoro brincar sabia.
–Então eu vou te mostrar o que é brincar com as pessoas. – ele vem pra cima de mim e me joga na cama e começa a me beijar.
–Para Tom. – tento o fazer parar. – Você vai é fazer sexo comigo sem eu querer? Seria legal uma manchete do jornal “Guitarrista da banda Tokio Hotel estrupa fã”
–É seria. Mas pelo menos eu não vou sair no prejuízo. – ele beija meu pescoço. – Mais acho que você vai gostar do que vamos fazer Fernandinha.
–Para Tom, por favor. – grito. – Me desculpa.
–Agora você pede desculpa? – ele para. – Depois do que você me diz, você pede desculpa. Você tocou no meu ponto fraco ninguém brinca assim com o nome do meu irmão. Ninguém Fernanda.
–Eu sei, mas sai de cima de mim. – peço.
–Não vou sair. A gente vai brincar um pouco, você disse que gosta de brincar. – ele me beija novamente.
–Mais eu não quero brincar. – começo a da uns socos nele. – Foi sem querer que disse isso.
–Sem querer vai ser o que eu vou fazer com você. – ele começa a tirar minha blusa.
–Para, por favor. – começo a chorar. Alguém nesse momento tira o Tom de cima de mim.
–Você está doido de forçar a menina fazer uma coisa que ela não quer.
–Bill?– Tom diz surpreso.
Fale com o autor