Estarei ao Teu Lado
7 7- Você precisa ir, você tem que me ajudar.
Notas iniciais
Mais é porque estou andando meio atarefada mais não abandonarei a fic jamais.
Eu estou querendo escrever mais uma fic só de comédia, então pra eu conseguir postar as duas, eu vou postar essa fic toda quarta- feira.
Espero que gostem do minúsculo capítulo...
Acordei era por volta das 6 horas fui direto tomar banho, assim que acabei peguei minhas coisas e sair bem devagar do quarto, o Bill estava dormindo como um anjo.
Chegando à cozinha minha mãe já estava preparando o café da manhã.
- Bom dia! – ela veio me dar um beijo.
- Bom dia mãe, dormiu bem?
- Sim e você querida?
- Melhor impossível. – dormi com o Bill cantando, não tem nada melhor.
Acabamos de tomar café e ela foi pegar o carro, e fomos em direção a escola.
- Filha não se esquece de ir ao psicólogo hoje, ontem você não foi e eu tive que pagar a consulta mesmo assim. – disse olhando a estrada.
- Pode crer mãe, mais eu queria conversar outra coisa com você. – olhei pra ela. – Sabe tem um tempinho que eu não vejo meu pai eu estou com saudade dele, então eu queria te perguntar se a senhora me deixa passar essas férias na casa dele?
- Filha você sabe que não. – ela estava nervosa.
- Mais ele é meu pai eu tenho direito de ir vê-lo. – falei com calma.
- Então liga pra ele e pede pra ele vim te ver, sem aquela mulher dele.
- Mas mãe... – ela me interrompeu. — Não tem mais mãe, não quero mais falar sobre isso.
Continuamos até chegar a escola caladas no carro, eu tinha que conseguir ir pra Hamburgo ajudar o Bill, é muito importante pra ele ver o irmão de novo, e eu vou pra lá minha mãe querendo ou não, eu prometi pra ele que ia ajudá-lo, e promessa é divida.
Depois que aula acabou foi direto ao psicólogo, como sempre ele perguntou como eu estava, e ele notou que eu estava bem diferente, mais alegre e também quis saber o que tinha acontecido, mais eu não disse nada.
Cheguei em casa e o Bill estava deitado no sofá olhando pro teto, cheguei de vagar perto dele (ele ainda não tinha notado minha presença).
-BILLLLLLL – gritei perto do seu ouvido.
- Aaaaaa, você está doida menina, que susto. –
ele tava com cara de bastante assustado.
- Achou que fosse a morte vindo te buscar? – sentei no outro sofá.
- Você está é doida, não quero que ela venha tão cedo. – ele sentou também.
- Mais você está perto de ir, já tem praticamente um mês que sua alma está vagando por ai. – comecei a rir.
- Nem brinca com isso. – ele bateu na madeira.
Uma coisa que eu sou ótima é ser pessimista adoro fazer isso com as pessoas, e adoro ver o jeito que elas ficam. O Bill não pode nem ouvir falar em morte que ele já fica todo esquisitinho (e eu adoro vê ele assim)
- Hoje eu conversei com a minha mãe sobre eu ir pra casa do meu pai em Hamburgo. – olhei pra ele.
- E você vai? – ele perguntou.
- Ela não deixou.
- Mais você precisa ir, você tem que me ajudar. — ele disse triste.
- Eu sei mais eu já sei o que eu vou fazer. – sorri.
- O que? E eu tenho até medo quando você diz isso. – Bill disse rindo.
- Vou ligar pro meu pai e pedir pra ele exigir da minha mãe, pra eu passar essas férias na casa dele.
- É pode ser, mais tem que ser o mais rápido possível hoje eu li uma noticia muito chata, que ai sim a morte pode me buscar mesmo.
- Que noticia Bill? – perguntei curiosa.
- Se eu não acordo em um mês vão desligar os aparelhos.
- E você morre? – olhei pra ele quase chorando.
- Lógico o que está me mantendo meu corpo vivo são os aparelhos. – ele levantou e foi pro meu quarto.
Agora eu estava em estado de desespero total, como assim eles não podem desligar os aparelhos ele é Bill Kaulitz, vocalista da banda Tokio Hotel isso não é pra qualquer pessoa. Agora mais do que nunca a minha mãe vai ter que me deixar ir pra casa do meu pai, eu não quero ser culpada pelo o vocalista mais lindo do mundo morrer total mente. Mais espera, eu nem sei o que fazer pra ele voltar pro corpo dele. Meu Deus eu estou entrando no meu estado de loucura mesmo.
Notas finais
E quem não deixa, por favor passem a deixar e me diga a opiniões de vocês...
Beijo...
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