Notas iniciais
Hey lindas, eu nem ia postar agora, mas resolvi por que quero ver o que vocês acham do novo acontecimento hahahahaha Pedro e Karina vão se ver, infelizmente por meio de uma tragédia, e a Vicky aparece tbm, mas ela é só ignorar. Espero que gostem, xoxo ^^

“Primeiro você sente muito. Depois, você sente falta. Quando percebe, você não sente mais nada.”.

Artista desconhecido

Acordei escutando um barulho na minha cozinha, ontem assim que acabou o programa, Tomtom, Sol, Wallace e eu fomos comer em um restaurante, e logo depois os deixei na casa deles, e depois fui pro Cateto deixar a Tomtom. De noite Vicky veio pra minha casa, depois fomos pra uma boate e depois viemos pro meu apartamento. Conheço a Vicky há quatro anos, só começamos a ficar há dois anos. Ela é modelo, atriz e também canta, acabamos nos conhecendo melhor e logo começamos namorar, eu realmente gosto dela apesar dela ser um pouco confiante demais, tem um bom coração.

– Bom dia meu amor. – ela fala assim que apareço na cozinha.

– Bom dia baby. – falo e vejo o que ela está arrumando. – Adoro quando você dorme aqui, eu sempre compro algo pronto da padaria.

– Eu sei disso, você não se alimenta direito. – ela fala sorrindo.

Ela termina de arrumar o café para nós, e nos sentamos à mesa.

– Eu vi você no programa ontem, e nem comentei. – ela fala. – A banda estava ótima, eu sempre quis ir nesse programa. Por que não me chamou?

– Vicky você sabe que eu não gosto de misturar as coisas, e outra nada a ver.

– Eu não entendo você, lindo. – ela diz fazendo beicinho e eu sei que teremos a mesma discursão de novo. – Você é famoso e pode fazer o que quiser, por que não poderia levar a namorada também famosa pra ir ao programa, nem que seja como expectadora.

– Eu não gosto disso, quando eu comecei eu adorava a fama e os holofotes, mas hoje prefiro ficar na minha. Entendeu agora Vitoria?

– Ta bom, parei. – ela diz, e então se levanta e senta no meu colo. – Você só me chama assim, quando está bravo. O que posso fazer pra você não ficar mais chateado?

– Hum, deixa eu ver. – eu falo rindo, e a puxo até o sofá, e nos beijamos. Comigo e Vicky sempre foi assim, nunca brigávamos muito, pois sempre acabava em pegação. E eu realmente não me importo muito, eu gosto dela, apesar de ás vezes ser mimada e sem noção, ela me deu bastante força nesses anos. Eu a deito no sofá e tiro sua blusa, e rapidamente tiro aminha, ela sorri e passa a mão pelo meu abdômen, que graças a Deus tem alguns gominhos, já que minha época de magrelo havia passado, ela leva suas mão a minha calça, e sorri maliciosamente para mim, e ...

– Que droga de telefone. – eu reclamo quando ela está com as mãos pronta, e o telefone toca.

– Não atende, Pê. – ela diz baixinho.

E eu ignoro o telefone, e volto para o que estava fazendo, nós continuamos nos embolando até que caímos no chão e Vicky reclama, eu a pego no colo e a levo para o quarto, sorrindo e ignorando o telefone que continua tocando.

– Meu Deus, vai atender esse telefone, não aguento mais eles tocando sem parar. – Vicky reclama depois de dois orgasmos, e nós estarmos destruídos na cama. Meu celular depois de um tempo começou a tocar junto com o telefone daqui de casa, eu o pego e vejo dez ligações da Tomtom, umas cinco do Nando, e três do Wallace. Logo, fico super preocupado e ligo correndo pra minha irmã.

– Antônia me diz o que aconteceu? – pergunto assim que ela atende, já pensando no pior.

– Calma, Pê. – ela diz.

– A mamãe está bem? Você? Ou o papai? — eu pergunto, enquanto Vicky se senta na cama preocupada também.

– Eu disse pra se acalmar, Pedro. Está todo bem, dentro do possível. Aconteceu algo horrível, e eu acho que você deveria vir pra cá.

– Desembucha, Tomtom. Fala logo o que aconteceu.

– A Bete, mãe da Sol, acabou de falecer. – ela diz e eu lamento automaticamente. Meu Deus a Sol deve está arrasada.

– Mas como isso aconteceu? Ela estava doente? – eu digo, fazendo sinal pra Vicky entrar no banho pra se arrumar.

– Na verdade, sim. Só que ela escondeu da Sol, e então Wallace encontrou ela hoje de manhã e ela não acordava, correram pro médico e ele disse que ela estava com um tumor no cérebro.

– E a Sol? O bebê? – pergunto e pego uma roupa pra mim, e jogo na cama.

– Estão bem, o Gael a levou pra casa dele, e Wallace está resolvendo tudo. E o Henrique, noivo da Bianca que é advogado, está resolvendo burocracias pra poder enterrar ainda hoje. Mamãe disponibilizou o Perfeitão pra todos comer depois do enterro. E Wallace está querendo ajuda, por isso ligamos pra você. Por que não atendeu?

– Estava ocupado, e desculpa mesmo.

– Imagino essa ocupação. – ela diz sarcástica.

– Eu vou tomar banho, deixar a Vicky ai em casa e ir atrás do Wallace pra ver o que posso fazer. – eu ignoro sua petulância.

– Ela não pode ficar na casa dela não?

– Tomtom, pelo amor de Deus, não começa. – eu peço, e então desligo. Minha irmã não suporta a Vicky, e deixa isso claro pra todos, até a própria.

– O que aconteceu? – Vicky pergunta saindo enrolada na toalha.

– A mãe da Sol morreu, e eu vou deixar você lá em casa e eu vou atrás do Wallace.

– Ta bom, mas você sabe que não sei lidar com isso. – ela reclama.

– Por favor, faz por mim. A Bete era uma das pessoas mais maravilhosas que conheci, ela sempre torceu pela banda e nos apoiou. E é a mãe da nossa vocalista, então troca de roupa, e vai ficar com a minha mãe, pelo amor.

Eu digo e a deixo, e entro no banho, e penso com pesar. A Sol deve está destruída, e ainda grávida, eu imagino se isso não vai fazer mal a ela de alguma maneira. Eu sempre me preocupei com meus amigos, e cada integrante da banda é importante pra mim, mas a Sol é realmente minha amiga, e eu jamais posso deixa-la nesse momento.

Eu e Vicky saímos de casa, e fomos direto pro Cateto, ao chegarmos ao restaurante, eu deixei a Vicky com uma Tomtom bastante contrariada e fui me encontrar com o Wallace no hospital. Assim que o encontrei, ele me pediu pra ver a funerária e outras coisas. Eu nunca gostei dessa parada de morte, não sei lidar bem com isso, nunca soube. Eu sou mais alto astral e quando me pegam nesses momentos eu fico confuso e nunca sei como agir. Igual quando Lucrecia faleceu, foi horrível pois ela era minha professora, mãe de uma amiga minha, quem me ajudou a lidar com isso melhor foi a Karina, que sempre me dava uma segurada e dizia pra que eu não fizesse piada, pois eu sempre fazia piadas, era e é o meu jeito.

Ficamos de duas ás seis da tarde, andando de um lado pro outro, resolvendo as coisas, e conheci o Henrique que era um ótimo advogado e noivo da Bianca, a noticia da morte da mãe da Sol foi descoberta e já estava em todos sites, e blogs.

Fui pra casa com Vicky e trocamos de roupa já que o enterro seria ás oito, depois passei em casa e trouxe comigo João, Nando e Paula. Assim que chegamos ao cemitério, vimos um monte de paparazzis e eu logo fiquei com raiva, esses caras eram como urubus. Conseguimos sair, e quando começamos a entrar, eram flashes pra tudo enquanto é lado, assim que estamos dentro, eu vejo uma mulher loira, de salto passando pela a gente empurrando um cara com uma câmera, eles continuam andando e eu logo paro, é quando eu me viro e a vejo falando.

– Vocês não respeitam ninguém, pelo amor, é um velório, parem com isso. Senão vou bater em todos vocês. – ela diz enquanto mais flashes são disparados em sua direção, e então se vira nervosa e para em choque e eu sorrio, a reconheceria em qualquer lugar.

– Sempre esquentadinha. Tem coisas que nunca mudam, né Karina?

Notas finais
Êntão, gostaram da minha frase de efeito? Super legal né, to nada humilde hoje. haha Quero agradecer e mandar beijos pra quem comentou e pedir que comentem de novo, e quero que respondem: O que acham que a K vai responder? Vai rolar clima, ou vão só se cumprimentar? Espero ansiosamente as respostas de vocês ^^ Amo vocês e até sexta ♥