Essa Noite Somos Um Só - J e OF
13 Capítulo 13 - Doce Vingança
Notas iniciais
ficou um pouco chato, pq eu estava sem inspiração nesses dias...maas mesmo assim, comente o que acharam ...
POV Julie
Já estava tudo preparado para a minha vingança. Os três fantasmas iriam me ajudar se algo desse errado. A Bia também era minha cúmplice e estaria me ajudando no que fosse preciso. A primeira parte do meu plano será bem indolor, mas a segunda parte vai fazer ele se arrepender de ter nascido.
— Julie, você tem certeza do que você vai fazer. – Bia disse.
— Tenho Bia. E não tem nada e nem ninguém que me faça mudar de ideia.
— Tem certeza, não acho isso uma boa ideia.
— Ah, não acredito que você vai furar comigo.
— Não, não vou. Pode deixar que a minha parte eu vou fazer.
POV Bia
Mesmo sendo contra a vingança da Julie e ia ajudá-la.
— Nicolas, vem aqui.
— Fala.
— A Julie tava me dizendo que queria voltar com você. – ela não queria, só faz parte do plano. – E como ela é minha amiga, eu quero te ajudar a conquistá-la. Você quer a minha ajuda? Ou não?
— Ta pode ser. – ele caiu quem nem um patinho. – Como você vai me ajudar.
— Bom, é bem simples. Eu sei que ela gosta muito de uma torta de morango com chantilly. Com muito chantilly. Dá uma pra ela. Sei lá, manda fazer, compra. Ela vai adorar.
— Ta bom. – fui embora contar pra Julie que minha parte tava feita.
POV Julie
Estava andando pelos corredores da escola. Com certeza o Nicolas já estava com a “minha” torta. Meus três fantasmas estavam comigo, invisíveis. Ao longe vi que o Nicolas vinha na minha direção. ‘É agora’, pensei.
— Oi Julie, queria te dar essa torta. Fiquei sabendo que você gosta.
— Ah, obrigada! Ops. – de propósito encostei o dedo no chantilly e provei. – Huum, ta tão gostoso. – disse passando o dedo indicador por cima da torta e pegando um pouco do chantilly. – Você quer? – comecei a chupar meu dedo com o chantilly e deslizar sobre meu lábio inferior. – Quer? – repeti. Ele só assentiu com a cabeça. Ele tava com uma cara de bobo hipnotizado. – Então toma.
Deu com a torta na cara dele. Daniel, Martim e Félix, que estavam do lado, só riram muito da cara dele.
— Ops, sua mãe não te ensinou que se deve comer com colher. – os fantasmas riram mais ainda. Cheguei mais perto do ouvido dele e sussurrei. – Isso é pra você aprender que não eu gosto de ser usada como uma distração. Você e a Thalita se merecem.
Deixei-o pra trás.
— Gostei do que você fez com o mané do Nicolas. – Dani riu. – Só não gostei do jeito que você ficou seduzindo ele, fiquei com ciúmes.
— Fica não, bebê. – e dei um beijinho nele.
— Chega dessa melação. A gente ainda tem outra parte do plano pra cumprir. – Martim disse.
A outra parte do plano seria só mais tarde.
Já eram 3 horas. Há essa hora ele já estaria jogando RPG com os amigos nerds dele. Com a ajuda da Bia e dos fantasmas fizemos os pessoal da escola ir até onde ele fica. Quando nós chegamos lá, todos zoaram muito ele. Eu fui embora rindo muito com meus amigos e meu amor.
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