Esquecer? Impossivel
8 Capítulo 8- Vai fica tudo bem...
Notas iniciais
Bem tentei coloca alguns momentos GRS mais não consegui......Fico devendo no próximo!
A agradeço a Lara por todo o apoio que tem me dado... te compenso no próximo cap amiga...
“-Tem razão foi um erro, sempre foi. Mas eu sempre erro mesmo e te ama esta sendo meu pior deles. Mas esta sendo também meu melhor acerto, meu melhor desejo. –Disse mais uma vez me desfazendo do calor e me dirigindo ate a porta enxugando as lagrimas.
-Sara. –Olhei para trás esperando que ele dissesse tudo ao contrario do que me falou. Mais ele não disse nada e minhas esperanças me deixaram.
-Só quero que saiba que te esquecer, esquecer este amor é impossível.”
Sai da sala sem ao menos acredita no que acabara de fazer, eu praticamente havia me declarado para o Grissom, e de uma forma tão natural... Mais eu sempre sou natural perto dele, consigo expor meus sentimentos como não consigo com ninguém. Perto dele não tenho vergonha de chora, não tenho medo de cair, pois de alguma forma sei que ele ira me segura, ira enxuga minhas lagrimas. Só esperava que mesmo não sentindo por mim o amor que eu tanto desejara, ele ainda me segurasse.
Ainda pensando no que acontecera procurei por Sofia mais não a encontrei, falei com Brass e ele não sabia onde ela estava. Mas me deu o local da cena de crime, e foi para ela que segui tentando me concentra no que ainda me proporcionava meus melhores e piores momentos.
Assim que cheguei me informei melhor sobre o caso já que Sofia ainda não tinha parecido. Parecia ser simples, mulher encontrada em seu quarto com um tiro na cabeça, o marido é o principal suspeito já que foi encontrado com a roupa melada de sangue. O de sempre...
-Moça... –Senti minha blusa sendo puxada e quando olhei para baixo vi uma garota com aproximadamente seus sete anos de idade.
-Ei você não pode passar! –Um policial disse bruscamente para a menina que chorava baixinho.
-Olha lá como você fala com uma criança! Deixe ela aqui, não esta me atrapalhando. –A defendi encarando-o.
-Só estou fazendo o meu trabalho. –Ele disse olhando feio para mim.
E eu o meu, você por acaso saber que ela não viu algo? Não significa que só porque é uma criança não é importante para a investigação. Agora me deixe trabalha, falo com o Brass depois você não terá problemas. –Falei rígida, não me dava bem com crianças, mas também não a gostava de ver sendo tratadas como se fossem nada.
-Qual seu nome? — Perguntei diminuindo o tom de voz que usara para fala com o policial.
-Lara, me ajuda.
-O que houve?
-Eu estou com medo. –Ela sussurrou colocando seus cabelos castanhos atrás da orelha.
-Do que? –Perguntei me abaixando para fica a sua altura.
-Do papai. –Ela me disse apontando para o suspeito que estava sendo levado para o interrogatório. Foi ai percebi de onde ela era.
-Por quê? –Perguntei mais uma vez, já temendo a resposta.
-Ele matou a mamãe, você vai trazer a mamãe de volta não vai? –Ela me perguntou com a voz tristonha.
-Eu não posso.
-Por quê?
-Por que... Ela se foi, não volta mais. –Disse às palavras que nenhuma criança merecia ouvir. –Venha.
-Para onde ira me levar?! –Ela se esquivou da minha mão, e agora me olhava com raiva.
-Para um lugar seguro. –Disse com calma.
-Não quero ir.
-Sei disso, só que nem eu e nem você temos escolhas. –Peguei sua mão e a deixei com os paramedicos para saber se ela estava bem, então entrei na casa para ver a vitima. Subi as escadas tentando repara algum tipo de violência, mas não havia nada. Então entrei no quarto onde a mãe da menina estava morta.
Abaixei-me e analisei o corpo atrás de alguma evidencia. Achei um cabelo longo e castanho e guardei , continuei atrás de algo mais só via o obviou, ela morreu com o tira na cabeça. Me levantei e andei pelo quarto, tudo estava fora do lugar, como se tivessem sido jogados. Vi também um vaso de vidro quebrado no chão, e alguns com sangue, recolhi e continuei e olhar o ambiente que de alguma forma me parecia familiar.
-Às vezes eu odeio isso. –Resmunguei para mim mesma.
-Pensei que gostasse de seu trabalho. –Uma voz atrás de mim me falou. Não precisei me vira para saber quem era.
-Só não gosto da parte que ele me faz sofre todos os dias, e também não gosto de certos casos que pego. O que esta fazendo aqui? Pensei que tem um caso fora da cidade.
-Troquei de caso com a Sofia, vai ser bom para ela pegar um caso sozinha e distante. Uma boa oportunidade.
-Só por isso? –Perguntei tentando não toca em meu próprio assunto. Grissom já havia deixado claro que eu era uma amiga, e é melhor o ter assim mesmo o amando.
-Não, vi o caso que iriam pegar.
-Então veio me vigia para que não avance em cima do suspeito.
-Depende, se for agir assim. Você esta bem? –Ele me perguntou já em minha frente, e mantendo uma certa distancia.
-Passo por coisas piores todos os dias. O caso é simples. Ele matou a mulher, a filha confirmou.
-Você falou com a menina? –Ele perguntou surpreso.
-Não, ela veio falar comigo esta bem? –Respondi já perdendo a calma assim que me lembrei da conversa com a garota..
-Tudo bem, só não deve julgar no lugar das evidencias. Elas dirão a verdade.
-A verdade é que houve um homicídio aqui esta bem?! A garota confirmou que o pai matou a mãe! Só porque é uma criança não que dizer que esteja inventando alguma coisa!
-Sara! –Sentia suas mãos segurarem meu ombro, eu gritava com ele enquanto deixava as lagrimas me vencerem, enquanto me lembrava do cheiro de ferro a nos trás, enquanto me lembrava de todo o sangue, enquanto me lembrava do momento em que minha vida virou meu pesadelo.
-Desculpa... –Sussurrei olhando em seus olhos, por um breve momento percebi que seus olhos não me olhavam como antes durante nossa conversa, de alguma forma me olhava diferente, um olhar que nunca havia visto.
-Esta tudo bem... Vai fica tudo bem. –Ele disse com a respiração pesada sem tirar seus olhos de mim, então me concentrei em sua pela na minha, suas mãos me segurando, me concentrei em seu rosto que se aproximava lentamente para mais perto do meu.
Senti ele hestia um pouco, mas não me adiantei como da ultima vez, deixei que ele viesse para mim, deixei que ele visse que podia me amar. E ele veio, continuou se aproximando ate que sentisse seu hálito invadisse minha boca com desejo.
-Vou pegar a ficha da família você termina por aqui. –Ele me disse me soltando e indo embora. Mais uma vez me deixando sozinha.
Mas mesmo querendo o sentir de novo, sorri em saber que sim, ele ainda estaria ao meu lado para me segura.
Notas finais
Beijão!!!!
Próximo capitulo para semana ou antes...
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