Esquecer? Impossivel

16 Capítulo 16 -Acusado


Notas iniciais
Desculpem minha demora, sei que faz tempo que postei mas vamos disser que a fic entrou em crise *correção minha imaginação para esta fic entrou em crise* e alem do mais to em reta final das aulas, sabem como é, é agora ou nunca. Consegui pensar em algumas coisas mesmo assim não tenho nada concreto para a historia... Mas quem sabe quando minhas aulas acabarem e minha mente fica livre não vamos com tudo.

No dia seguinte acordei mais cedo do que de costume, o sol brilhava ardentemente em Las Vegas e de alguma forma eu me sentia mais calma, sem perguntas e fistraçoes, apenas eu. Entrei no banheiro e tomei um banho bem demorado, deixei que a água quente caísse contra meu corpo o relaxando, ainda faltava muito para meu turno então tinha tempo de sobra para fazer o que quisesse.

Decidi que não tomaria café em casa, alem do mais não tinha nada para comer em casa. Sai com roupas leves e coloquei meu kit no carro, dei a partida e seguir para qualquer lugar onde pudesse comer alguma coisa. No final parei em uma pequena lanchonete e pedi café. Estava sem fome e não me sentia cansada, não tinha mais aquele receio de chegar ao trabalho e da de cara com Grissom. Estava realmente bem pela primeira vez em muito tempo. Mas tudo que é bom dura pouco.

Fui para o laboratório antes da hora, estacionei meu carro e fui ver se encontra com alguém na sala de convivência, e foi neste momento que minha calma e perfeita manhã tomou um rumo totalmente diferente do que eu imaginava.

Capitulo 16- Parentesco

-É impressão ou esta tendo uma reunião e eu não fui chamada? –Perguntei parando na porta fazendo todos os olhares se viverem para mim.

-Hã... Oi Sara.

-Oi Greg. Então é impressão ou não? –Perguntei mais uma vez e todos se entreolharam.

-Sara senta. –Grissom falou firme indicando um lugar vazio ao seu lado, sentei-me e olhei para todos. Greg, Nick, Catherine, Warrick, Grissom e Brass.

-Vão me conta o que esta acontecendo ou vou ter que banca a CSI antes do meu turno começa?

-Vai fundo Brass. –Nick disse fazendo Brass me olhar sem saber o que disser, todos escondiam algo de mim o que não me deixou preocupado e sim com raiva.

-Vamos lá Brass eu não mordo já fui vacinada.

-É que o assunto é delicado... Sara voce conhece alguém chamado Renan? –Congelei a ouvir seu nome, nome este que não ouvia há muito tempo.

-Não. –Menti e eles obviamente perceberam, minha voz estava com um tom de alguém que acabava de levar um susto e negava, se fato era assim que estava.

-Sara você sabe que é inútil mentir em uma sala repleta de investigadores. –Catherine disse me reprovando, pouco me importava estava negando para mim mesma que eles sabiam. Não podia ser o mesmo Renan, não podia.

-E se eu conhecer? De que importa a vários Renan no mundo.

-Mas só há um Renan Sidle. Voce só tem um irmão Sara. –A voz de Grissom me delatou. “Não pode ser” Pensei, não depois de tantos anos...

-Me deixa te explica. –Brass começou. –Catherine, Nick e Warrick estavam investigando um assassinato de um jovem morto de baixo de um viaduto. As evidencias levaram a uma suspeita, que o jovem havia sido morto por conta do trafico de drogas, achávamos que ele estava devendo para alguém. E tínhamos razão.

-O que isso tem haver com meu irmão? –Perguntei e uma nova esperança de tudo esta errado de tudo ser apenas um engano me surgiu. As lembranças de anos atrás me invadiram, a verdade e conseqüência de um ato meu estavam sendo relatadas na minha frente e na frente de todos. E Catherine confirmou isso.

-A arma do crime foi encontrada metros depois da cena do crime. Conseguimos tira as digitas e deu o nome de seu irmão, Renan Sidle, para confirma puxamos sua arvore genealógica e voce estava lá como irmã. Eu vim fala com o Grissom já que ele é seu superviso e Greg acabou descobrindo, ninguém sabe de nada ainda.

-Ainda. –Repeti suas palavras. –Isso não pode esta acontecendo. –Sussurrei olhando para baixo e com as mãos em cima da mesa.

-Vai fica tudo bem Sara, vamos seguir com a investigação não podemos comprova nada, novas evidencias podem surgir e...

-Não Warrick voce não entendi. –Ninguém entendia, ninguém sabia como era guardar o sofrimento de sua vida para si mesma por tantos anos, se certifica que ninguém saberia e iria te ver como te viram anos atrás. Ninguém iria te olha e te rotula como a garota cujo pai morreu esfaqueado... Ninguém ali podia saber o que era ter seu pior sofrimento, sua pior lembrança em aberto para quem quiser ver e te julga.

-Te entendendo ou não vamos fazer o possível para te ajuda. –Grissom me disse quase em um sussurro. Senti sua mão sobre a minha entendida em cima da mesa e todos os olhares para nossa direção. Pouco me importei, tentei me segura em suas palavras tão cheias de certeza e tentei acredita que ele tinha mesmo certeza.

-O que mais sabem? –Perguntei enquanto Grissom encolhia sua mão e percebi que ele sempre fazia isso, me tocava para me demonstra apoio ou confiança e depois percebia as conseqüências, e com esta observação quase sorri.

-Só que são irmão e que seus pais morreram, não é da nosso interesse saber o como, é a sua vida e não vamos investigá-la. O caso é com seu irmão mais voce sendo do laboratório....

-Eu sei Catherine. E obrigada por... Vocês sabem.

-Não precisa agradecer Sara, a gente só quer sua ajuda. –Nick me disse se levantando e ficando do seu lado me fazendo percebe o que queria. Eles não queriam acusar meu irmão e queria justificativas para isso.

-Só que eu não posso ajuda... Não vejo meu irmão dês que ele tinha dezesseis anos. Mas ele não pode ser o culpado...

-Não a nada que voce lembre que o ligue com o caso? –Brass me perguntou e eu involuntariamente olhei para Grissom, ele sabia porque não via meu irmão a tanto tempo e esperei que ele dissesse a todos, só que ele não disse e eu também não.

-Não eu era muito pequena.

-Tudo bem então, vamos cuidar para que isso fique só entre a gente.

-Warrick espera.

-O que foi Sara?

-O que vou fazer agora?

-Interroga-lo.

-Eu quero fazer isso, por favor. –Pedi.

-Sara...

-Nick eu te imploro, a nos que não o vejo e de repente ele aparece aqui no laboratório, sei que eu tenho que fica distante do caso, mas ele pode ser indiciado, deixem que eu o vejo, posso interrogá-lo ele nem lembrara de mim. –Nick olhou para Catherine que não sabia o que me disser, ninguém sabia.

-Catherine se fosse a Lidsay que voce não via há anos voce ai querer esta chance. Eu prometo que não vou atrapalha o caso...

-Esta bem, mais eu e o Brass vamos com voce.

-Eu também. –Grissom disse se levantando ficando ao meu lado. Catherine e Brass seguiram na frente e Grissom veio ao meu lado atrás deles.

-Você esta bem?

-Na medida do possível, as coisas estão acontecendo rápidas demais. –Confessei, literalmente estava novamente confusa.

-As coisas sempre se desenrolam por mais tempo que levem.

-Aconteceu isso com voce? –Perguntei.

-Sim, tarde mais aconteceu. –Ele me respondeu parando me fazendo para a sua frente.

-O que houve? –Perguntei preocupada.

-Nada, só estava me dando conta do tempo que perdi.

-Grissom... –Comecei a fala mas fui impedida pela voz de Brass.

-Vocês vem ou não?

-Vamos. –Disse indo interroga meu irmão.