Escuridão
2 Visita
Notas iniciais
Capítulo 1
O frio batia levemente no meu rosto me causando um leve calafrio. Me encolhi para dentro da minha malha azul acinzentado e voltei a olhar as estrelas que se encontravam tão brilhantes naquela noite tão fria. Passei a mão no cabelo levemente armado e apoiei o queixo nos braços cruzados em cima do meu joelho.
Porque as coisas não podiam ser normal na minha vida? porque?
Depois de me formar em Hogwarts, descidi que queria ser medica no mundo trouxa, queria salvar vidas já que eu ao menos consigo salvar a minha. Ta certo que cada corte no meu corpo foi resultado de um ano longo antes de eu atingir minha maior idade e me mudar para Oregon onde eu comecei a fazer a faculdade de Medicina. Uma Manção bem grande, um carro bem caro...tudo que eu posso gastar do dinheiro do meu pai, se ele não gasta, gasto eu.
Levantei de cima da pedra e escorreguei até meus pés tocarem o gramado. Eu estava em uma parte elevada de um terreno distante da minha casa....no meio do mato bem se dizer.
Um longa caminhada até minha casa ajuda a emagrecer, mais do que eu devia.
— Já é tarde...oque faz por aqui? — Uma voz feminina disse preocupada.
— Vim ver as estrelas — virei e sorri para garota que me olhava com um belo sorriso.
Ela era bonita, uma amiga valiosa...eu a conheço a pouco tempo, ela estuda na mesma faculdade mas em matérias diferentes, se mudou a menos de um ano para cá.
— Está tarde para isso — Ela disse com o semblante sério.
— Eu gosto de ver o céu...me acalma — falei dando de ombros.
Ela me deu um pequeno sorriso e sem dizer mais nada virou e saiu desaparecendo entre os galhos.
— Amanhã é vespera de Natal — falei para o nada.
Dei um pequeno sorriso e caminhei para fora da floresta. Eu vivia bem...tinha uma boa casa, um bom carro, estudava em uma otima faculdade e recebia visita de Draco uma vez por mês.
Me sentei no sofá branco da casa e encarei o grande vaso chines vermelho, olhei as grandes Rosas que eu havia compredo essa manhã: elas eram Rosas Negras como o escuro e combinava com as paredes no tom Azul escuro da sala.
O som da campainha me fez bufar e me dirigir com passos lentos até a porta.
— Boa noite — Draco disse entrando mesmo antes de eu abrir a porta.
— Oque faz aqui? — perguntei intrigada fechando a porta.
— Vim fazer uma companhia — ele disse se atirando no sofá.
Me atirei ao seu lado e deitei com a cabeça em suas pernas, fechei os olhos apreciando a presença de um dos poucos amigos que eu tinha.
— Senti saudade — ele disse pertinho do meu ouvido.
— Eu também — falei antes de pegar no sono.
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