Escuridão
33 Capítulo 33
POV BELLA
Olhei para o chão me perguntando como eu tinha feito aquilo, Klaus humano? Legal, eu acho.
— ele... morreu?- perguntei, com a força que ele bateu na árvore ele poderia ter se machucado feio.
Stefan se aproximou de Klaus e cutucou seu corpo com o pé, depois se virou para olhar para todos.
— não!
Eu não sabia se ficava feliz ou preocupada, e se ele achasse um jeito de voltar a ser um original? Ou talvez ele perceba o quão cruel era e tente mudar.
Parei de pensar nisso quando meu celular tocou, olhei o visor e vi que era minha mãe.
Me afastei um pouco de todos e atendi.
— alo?
— Bella?- minha mãe parecia agoniada- onde você está?
— o que houve?- perguntei preocupada.
— é a Anne, ela entrou em trabalho de parto, ela... Bella ela corre o risco de vida!
— o que? Eu.. eu to indo pra ir!- falei desligando o telefone e correndo pra perto de Damon.
— você precisa me levar para o hospital!_ falei o puxando pelo braço
— oque houve?- ele perguntou
— é minha irmã, anda!- gritei
(...)
Entrei no hospital correndo, procurando minha mãe, ou qualquer sinal de Anne.
Quando passava por um corredor ouvi a voz de minha mãe, que me chamava.
— e a Anne?- perguntei
Mamãe me abraçou.
— ainda não há noticias!
Senti meu rosto molhado, eu estava chorando?
Me afastei da minha mãe e sentei no chão, abraçando meu próprio corpo, Anne vai ficar bem, eu ficava repetindo na minha cabeça.
— ela ficou perguntando por você!- Minha mãe falou carinhosamente- ela gostava muito de você!
— não fale assim!_ falei brava
— Assim como?
— gostava! ela gosta, não fale como se ela tivesse morta, porque ela não esta!
— desculpe!
Minutos depois, ou talvez horas, depois, Meredith Fell, a médica que fazia o parto de Anne, veio ao nosso encontro, ela parecia cansada.
— e então?- me levantei prontamente e parei em sua frente
Meredith abaixou a cabeça e sussurrou algo.
— o que? eu não ouvi!- falei
A médica me olhou nos olhos.
— eu sinto muito, ela não resistiu!.
Senti como se tivesse levado um tiro, é como se eu estivesse caindo de um grande penhasco, sem lugar pra segurar.
— não!- gritei e entrei correndo pra onde Anne estava.
Ela estava deitada na cama, um choro de criança vinha de algum lugar, mas eu não me importava eu só precisava salva-la, eu posso salva-la.
Peguei seu mão e a apertei com força, tentei me concentrar, talvez existisse algum feitiço que a revivesse, tinha que ter.
Mas sua mão continuava fria, ela permanecia imóvel.
Anne estava morta, ela não voltaria.
Nunca mais.
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