Escuridão plena

1 Capítulo 1-Lembranças para recordar


Notas iniciais
olá essa é minha primeira história de suspense que escrevo e também sou nova aqui
apenas espero que gostem da história ^^

Eu era um simples Zé desconhecido, uma pessoa que ninguém ligava uma pessoa esquecida por todos. Meus cabelos negros feitos da própria escuridão, longos e espetados desafiava a gravidade. Um cabelo muito estranho, porém, perfeito para mim.

__Onde estou?__ Disse com um tom preocupante.

__ Você esta na escuridão... Mas não tenha medo__ A voz parecia ser de uma mulher.

__Na escuridão? Como assim? Como eu vim parar aqui?

__Não tenha medo. Sempre á uma luz dentro da escuridão...

Aquela voz me parecia muito familiar, como se ela fosse muito importante. Será que eu deveria ouvir essa voz? Eu também não sabia. Porem não havia outra saída para mim. Andei para qualquer parte daquele escuro tão intenso, quanto mais eu andava aos poucos aquele escuro foi clareando, me mostrando uma sala. Estava dentro de uma mansão, era realmente um lugar lindo de se morar a iluminaria era realmente enorme, mesmo pendurada no tento ainda sim era belo sua luz. A minha frente havia uma escadaria bem larga que se separavam para os dois cantos da casa, haviam quadros de paisagens espalhado pela mansão toda, isso realmente me irrita, por que alguém pediria tantos quadros assim? Apenas um que não era de uma paisagem e sim de uma pessoa.

A foto era de um homem moreno com os olhos amarelos dourados e cabelos cinza claro parecendo ser branco, um sorriso sarcástico no lado direito de seu rosto, em baixo do quadro estava escrito seu nome, porem não precisei ler eu já sabia seu nome mesmo não conseguindo lembrar-se de quem ele era.

__Xehanort...

Assim que disse seu nome, as janelas se abriram apagando as velas da iluminaria se apagam, deixando apenas a luz do luar tomar o lugar, logo ouvi algo não muito longe de mim se destrancando, não era a porta dos andares de cima e sim as de baixo uma porta atrás das escadarias havia uma porta onde estava escrito “biblioteca”, algo me dizia para entrar nesse local que eu iria encontrar uma coisa muito importante, imaginei uma biblioteca qualquer, cheia de livros e dicionários, esses tipos de coisa e estava certo.

Quando entrei havia exatamente o que imaginava e pensava, fico me perguntando: “Por que eu estou aqui? E o que vim ver?” Apenas um livro me chamou a atenção, ele era todo vermelho com os bordados pretos estava escrito “álbum da família”. Pequei o álbum para ver se conseguia me lembrar de algo ou se poderia saber quem sou o estranho era que estava vazio sem nenhuma foto, so havia apenas uma. Era uma criança e Xehanort ao lado segurando seu ombro, fiquei com a foto e acredito que as outras estejam espalhadas pela mansão, sinto que conheço aquela criança, procurei o espelho mais perto que tinha e fiquei me encarando, quando olhei para o menino da foto descobri que era eu.

Ouvi passos correndo pela escadaria, acompanhei os passos e subi para ver quem mais estava na mansão sem ser eu mesmo observei duas crianças entrando em um dos quartos.

__Venha papai! Venha brincar!

Papai? Eu sou pai de dois meninos? Eu realmente me senti um inútil ao esquecer que tinha uma família, mas algo me dizia para não ir atrás deles, mas ignorei isso, cheguei ao quarto e estava trancado.

__você nunca vai me pegar papai eu sou o mestre de esconde-esconde.

Com a porta trancada não tive outra escolha se não entrar no seu jogo

__ eu sei que você esta ai dentro. Onde esta a chave para brincar com você?

__ok papai eu vou abrir a porta e então vamos brincar pela primeira vez!__ o menino destranca a porta __ VAMOS BRINCAR!

Quando abri a porta não havia ninguém, isso realmente era muito estranho, como ele sumiu? O quarto onde estava era na verdade uma sala de trabalho com uma grande foto minha abaixo dela estava escrito “Vanitas M. Terceiro”, fiquei pensando naquele “M” mas logo mudei meu olhar para em cima da minha mesa, nela havia algumas vela, um lampião, alguns fósforos e com tudo isso duas chaves. Olhei as gavetas para ver se encontrava algo de interessante, mas só encontrei uma carta sua letra era muito perfeita para uma criança escrever.

“Esta mansão foi feita para durar séculos, meu bisavô Vanitas M. primeiro passou para meu avô Xemnsas M. do meu avô para meu pai Vanitas M. segundo, do meu pai para mim Xehanort M. e agora dou essa mansão para meu filho Vanitas M. terceiro”

Ri por um minuto e fiquei pensando: “meu tataravô e meu avô todos se chamavam Vanitas M. e é uma pena que eu também me chame Vanitas, será que um dos meus filhos vai por o nome dos filhos deles de Vanitas também? Nossa ia ser muito hilário”, isso também significa que essa cara é minha ou era para ser, porque não me lembro de nada? Isso realmente era perturbador para mim ficar pensando nisso, já estava fazendo muitas perguntas para mim mesmo.

Assim que sai do quarto ouvi passos outra vês mas esses eram diferente parecia que a pessoa estava maçando pressas a umas correntes bem pesadas, voltei para o escritório e deixei uma pequena brecha na porta para poder ver quem era, a pequena voz falou comigo outra vez

__você precisa fugir... Vá para o porão...

Assim que ela terminou o barulho das correntes pararam e os passos também, admito que esteja um pouco assustado depois de tudo isso, abri a porta e uma forte luz estava sendo mirada em mim, o menino abaixou a lanterna e deu para ver quem era, menos o outro menino que estava ao seu lado ele estava usando uma mascara que cobria todo seu rosto, mas o menino que estava com uma lanterninha era muito familiar eu sabia que ele eles eram meus filhos mas ainda sim não conseguia me lembrar de seus nomes. Os meninos começaram a correr, não pude acompanha-los a tempo porem eles deixaram a lanterninha ligada para que eu possa segui-los.

Cheguei no final da luz e só vi à lanterninha em cima da mesa e ao seu lado uma foto, era do garotinho que estava seguindo, mas ele estava sozinho na foto sorrindo ele era realmente a minha cara ate o cabelo é igual a única coisa que nos diferenciava era a cor dos cabelos achocolatados e a cor dos seu olhos, azuis parecendo o céu , eu acho que ele é realmente meu filho... Minha cabeça começa a doer e então uma lembrança veio a mim.

“Eu estava na minha sala fazendo meu trabalho mexendo em alguns papeis quando ele apareceu

__Papai vamos brincar?

__Sora. Você sabe que o papai esta muito ocupado agora outro dia nos brincamos ok?

__mas papai você sempre diz isso. E hoje você prometeu que ia brincar comigo!

__Sora já disse que não posso! Outro dia eu brinco com você!

“O menino sai chorando do meu escritório correndo em direção a uma mulher e o abraça”

As lembranças logo desaparecem, guardei a foto no meu bolso, fiquei com raiva de mim mesmo, deveria ter brincado com ele sendo uma lembrança ou uma ilusão, a pequena lanterninha começa a piscar e falhar acendi uma das velas no lampião para iluminar meu caminho.

Andei por toda a cassa por horas a procura da porta que pertencia as chaves que encontrei, notei que a vela do lampião estava pequena quase acabando, parecia que só iria durar uma hora, tinha que ir para um lugar onde não fui dês de que entrei neste lugar o jardim da casa, se é que ele tem um.

Admito que no começo dessa grande bagunça eu fiquei um pouco assustado, ouvir vozes perseguir crianças fantasmas e ainda... Aquela coisa das correntes... a quilo foi a pior coisa que poderia lembrar, não conseguia pensar em algo diferente tudo isso parecia mais que estava em um filme de terror ou ago do tipo. Chegando no jardim da casa havia algumas coisas que me surpreenderam e outras não já esperava um pequena laguinho com alguns peixes e flores mas a rosas... Elas eram muito diferentes... Eram rosa negras feito a noite, onde já se viu isso? No canto da mansão um pouco distante da porta haviam alguns arbustos e quem diria que La estava a porta para o porão, exatamente o que estava procurando. Abri os portões e um forte cheio de enxofre veio a mim e uma voz no fundo do local.

__Papai!Papai!

__SORA! _gritei pelo seu nome, mas ele não me respondeu __Sora onde você esta?

Aproximei-me um pouco mais do porão e senti alguém me empurrar para dentro do ambiente escuro, olhei para ver quem tinha feito isso e fiquei surpreso era o menino de mascara que estava ao lado do meu filho, o menino tinha em torno de cinco ou seis anos de idade, usando uma sandália, e um short deans, e uma camiseta vermelha o que me chamou atenção era o capacete que ele usava quando o via com aquilo me sentia com medo e assustado aquele capacete escondia seu rosto infantil da luz da lua. O menino apontou para dentro do porão e disse:

__ ele esta lá em baixo.

Ao terminar de dizer isso a vela que estava usando se apaga e o menino fecha as portas do porão me deixando naquele lugar escuro e fedorento. mas eu não vou desistir do meu filho, tenho que saber mais de quem eu sou.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.