Notas iniciais
Olá amores, tudo bem? Bom, hoje o capítulo é dedicado a Bruh GSR Sidle, pois hoje é o aniversário dela. Parabéns minha querida! Espero que desfrute desse capítulo! Boa leitura!

Não houve nada parecido com a exaltação anterior, pois o corpo de Sara era inexperiente. Mas ela teve certeza de que da próxima vez seria diferente. Oh, Deus, quando seria a próxima vez? Se é que haveria uma próxima vez! Tudo era tão confuso e incerto...

Sara recobrou a consciência e ficou chocada ao perceber que havia se permitido fazer amor – sim! Amor – com o conde Grissom, entretanto ela não se arrependia, fora a experiência mais maravilhosa que ela experimentara.

Ela olhou para o homem que estava deitado ao seu lado e seu coração acelerou. Temia estar apaixonada. E o pior, pelo homem errado. Ele era filho do conde Edward Arthur Grissom, o homem que arruinara a vida de sua mãe e ela havia decidido que através do filho chegaria ao pai. Apenas não contava com esse estranho sentimento que a invadia.

Grissom postou-se de lado, repousando a cabeça em uma de suas mãos.

― Você deveria ter me alertado sobre seu estado virginal – ele censurou-a.

― Teria feito diferença? – ela replicou.

― Claro que teria! Eu não tenho por hábito tomar em meus braços jovens inocentes – ele se explicou.

― Não tenho tanta certeza.

― A senhorita me fez acreditar que era uma jovem experiente, sempre flertando comigo e me provocando...

Ela deu de ombros.

― O que a senhorita pretende?

― Nada!

Sara pegou suas roupas e vestiu-as apressadamente.

― Aonde vai? – ele indagou.

― Para casa – ela disse simplesmente – não podemos ser vistos juntos. Não quero arriscar-me aos boatos.

― A senhorita tem critérios estranhos. Entrega sua virgindade e está preocupada com o bom nome. Diga-me, o que pretende?

― Eu já lhe disse. Nada. O senhor me queria levar para a cama e eu o consenti. Simples – ela respondeu como se falasse sobre o clima.

― E em troca? – Grissom estreitou os olhos e deu um sorriso malicioso, levantando-se.

― Em troca, espero que respeite meus desejos e mantenha o que aconteceu somente entre nós. Posso contar com isso?

Ele se aproximou dela.

― É só isso que a senhorita espera?

― Sim, é o que espero de milorde.

― Gil – ele a lembrou e acariciou-lhe a cintura – A senhorita é surpreendente. Eu jamais saberei o que esperar.

Mais corajosa, Sara puxou a cabeça de Grissom até os lábios de ambos quase se tocarem.

― Espere o inesperado, Gil. Sempre.

Ela o beijou e depois de um instante ele retribuiu o beijo com fúria e paixão renovada. Sara deslizou as mãos nas costas de Grissom e sentiu-lhe os músculos tensos quando o pressionou contra o próprio corpo. Sara abraçou-o pelo pescoço. Grissom não resistiu e arrancou-lhe as vestes e voltou a deitá-la e a penetrou com uma pressão lenta e prolongada.

Aquela vez foi tão abrasiva quanto poderosa e Sara, arfando, entregou-se à antecipação que ele criava com fricção quente e turbulenta. As investidas e os movimentos arrastados fizeram surgir uma inesperada perda de receio. Daquela vez o desenrolar foi mais feroz, mais violento e uma força incontrolável levou-a a um doce esquecimento. “Oh, Senhor, permita que no final justifique o que aconteceu!” ela rogou em silêncio.

Grissom rolou para o lado e levou-a junto com ele.

― Por mais tentador que seja passarmos o resto da tarde juntos, não devemos nos arriscar.

Sara tornou a levantar-se e a vestir suas roupas e partiu apressada para a casa. Grissom vestiu-se e seguiu poucos minutos após ela.

Notas finais
E então? O que acharam? Nem preciso dizer que espero os comentários de vocês, né? Bem, a partir de hoje essa ( como as outras histórias que estou postando) entram em hiatus devido a viagem de férias que farei. Ficarei ausente por duas semanas. Mas não me abandonem porque eu volto! Beijinhos da Bia!!