Quatro anos depois

Ela estava com o pescoço sangrando e quanto mais corria do perigo, mais seu pescoço sangrava.

Por causa da perda, sua visão começou a falhar. Emily tentava ter forças para correr, mas não estava conseguindo. Até que o perigo seu aproximou e a jogou no chão. Ele estava prestes a matar ela, mas de repente, um homem misterioso chegou e matou todos eles.

Emily estava no chão, sua visão ficou escura e só pode ver os pés do homem se aproximando. E então apagou.

***

Sam e Dean estavam em uma caçada, estavam atrás de vampiros. Os vampiros haviam ido a uma cidade chamada NewBury, e havia saído em vários jornais ataques suspeitos de animais.

Sam estava sentado em frente á uma lanchonete. Estava vendo no computador todos os casos de vampiros que havia tido naquela cidade. Dean saiu da lanchonete com dois copos de café e um sorriso malicioso no rosto porque estava com o telefone de uma das garçonetes.

- Em NewBury teve dois casos de vampiros. – disse Sam enquanto recebia um dos copos de café.

- O que está escrito ai? – perguntou Dean enquanto bebia o café.

No jornal estava escrito:

“Mulher é atacada por menina que aparenta ter 11 anos.

Segundo morador de rua, a mulher foi atacada no pescoço por uma menina que aparente ter 11 anos. Segundo ele, a menina a atacou no pescoço e depois sangrou até a morte. Policiais, estão investigando a morte da mulher”

Após Sam terminar de ler, Dean disse:

- Qual o outro?

“Um homem é morto na boa S’D.

Um homem foi morto em uma boate chamada Sex’Drugs. Segundo trabalhadoras, o homem estava indo para o quarto com a mulher. Após um tempo, ninguém havia saído do quarto. Os seguranças foram em direção ao quarto e viram o homem na cama com o pescoço sangrando. Até agora não há notícias sobre a mulher”

Depois de Dean escutar o que Sam havia lido, eles se levantaram e foram em direção em direção á NewBury que ficava a algumas horas dali.

***

Emily havia arrumado um emprego no restaurante House Of Pie. Ela trabalhava das sete ao meio-dia.

Ela estava em um sono pesado, quando teve que levantar por causa do despertador. Ela se levantou e foi tomar banho. Vestiu seu uniforme: uma blusa branca escrita no canto o nome do lugar e uma calça preta.

Pegou a chave do carro, sua bolsa e foi trabalhar.

Chegando lá, apenas guardou suas coisas no armário para funcionários e foi trabalhar.

Naquele dia, ela teria que trabalhar até tarde, pois era seu dia de ficar até tarde no trabalho com seu parceiro para arrumar o restaurante depois de fechado.

***

Sam e Dean haviam chegado à cidade e foram direto ao beco onde a mulher havia sido morta pela garotinha.

O local estava lotado de policiais investigando a causa da morte.

- O que foi que aconteceu? – perguntou Sam, enquanto os dois mostravam os distintivos falsos.

- Segundo mendigo, a mulher passou por aqui e a menina a atacou no pescoço e depois sangrou até a morte.

- Nós podemos ver o corpo? – perguntou Dean.

- Claro. – disse o policial.

Eles foram em direção ao corpo, quando tiraram o pano que estava em cima do corpo. Nada fora do normal, o pescoço estava com a marca dos dentes do vampiro. Sam se aproximou do corpo e viu que havia uma marca no pulso da mulher. Um símbolo.*

Sam, escondido, tirou uma foto do símbolo no pulso da mulher. E enviou a foto a Bobby, para que ele pudesse pesquisar e ver o que significa.

Eles saíram de lá e foram ver o caso na boate S’D.

Chegando lá, a boate estava cercada de policiais pedindo depoimentos das “trabalhadoras”. Sam foi à frente e Dean estava atrás. Dean ia passando pelo corredor e viu todas as mulheres passando, e as observava da cabeça aos pés e dava um sorriso malicioso.

Sam já estava no quarto, onde havia acorrido a morte do homem.

Eles mostraram seus distintivos falsos e fizeram as mesmas perguntas. Sam foi verificar o corpo e viu o mesmo símbolo.

***

Era 22h00min. Emily e Jason, já havia terminado o trabalho.

- Está de carro? Se quiser eu te levo pra casa. – disse Jason.

- Eu vou encontrar uma amiga minha. Mas obrigada.

- Tudo bem, então.

Emily foi ao banheiro se trocar. Havia colocado suas roupas na bolsa. A roupa dela era um vestido marrom, com um coletinho de renda por cima e um salto cor da pele.

Vee havia convidado ela para ir a um bar-restaurante. A definição era essa, porque o bar era chique.

Quando chegou ao estacionamento, trocou a bolsa grande por uma pequena. Que era grande o bastante para caber seu celular e sua carteira.

Encontrou Vee sentada junto com o namorado. Ela praticamente ficou das 22h00min ás 00h00min segurando vela. Então ela simplesmente se levantou e foi ao bar pegar uma cerveja.

Ela se sentou do lado de um homem muito bonito. Ele era loiro, tinha os olhos verdes... Parecia um modelo.

- Por que uma garotinha está bebendo? Menor de dezoito não pode beber.

Emily revirou os olhos, pegou sua cerveja e deixou o homem lá. Ele se levantou, segurou seu braço e disse:

- Qual seu nome? – perguntou ele.

- Por que eu falaria?

- Só me diga seu nome. – insistiu ele.

- Emily. E se você não se importa, eu tenho que ir.

Emily soltou seus braços da mão daquele homem e deixou sua cerveja em cima de uma mesa. E foi embora.

Emily estava em uma estrada, porque aquele restaurante era muito longe. E do nada, o carro parou. Ela saiu do carro e foi verificar o que era. O pneu estava furado. Ela verificou o celular... Estava sem sinal.

Ela saiu e foi atrás de ajuda. A rua estava escura, não havia ninguém na rua.

Emily ouviu um barulho, mas ela se virou e não viu ninguém. Quando olhou para frente de novo, levou um susto. Um homem apareceu ali do nada.

Ela começou a andar para trás devagarzinho. Mas ele notou.

- O que uma moça como você esta fazendo sozinha aqui nesse lugar escuro?

- Meu... Carro... – disse ela gaguejando de medo e de frio.

- Quebrou – continuou.

- Ah... Que interessante.

Emily não disse nada, ficou apenas observando aquele homem.

- Você não gostaria de ficar um pouco?

- Não, eu tenho que ir.

Ela se virou e começou a andar rapidamente. Mas sentiu-o agarrar seu braço e virou ela bruscamente.

- Você não vai a lugar nenhum!

Ela viu sair de suas gengivas dentes afiados. Ela não conseguia se mexer, pois ele estava a impedindo.

Ela sentiu seus dentes no seu pescoço. Mas ela conseguiu fugir, dando-lhe um chute nas suas partes baixas.

Ela estava com o pescoço sangrando e quanto mais corria do perigo, mais seu pescoço sangrava.

Por causa da perda, sua visão começou a falhar. Emily tentava ter forças para correr, mas não estava conseguindo. Até que o perigo seu aproximou e a jogou no chão. Ele estava prestes a matar ela, mas de repente, um homem misterioso chegou e matou ele.

Emily estava no chão, sua visão ficou escura e só pode ver os pés do homem se aproximando. E então apagou.

Notas finais
(*) Simbolo:
http://www.fronteirasul.org.br/imagens/est6pont.jpg