Escrevendo Uma Nova Historia

12 Monster, como devo me sentir?


Notas iniciais
Hello Queridas, esse aqui e um novo capítulo quentissimo para vocês. Eu sei que não houve muita interação das meninas mais chegou dois personagens novos;
Isadora e Cristian. Comentem e me digam o que acharam.
Ps; Cristian foi criado pela nossa Annita, criadora da Elizabeth.

Se quiserem criar pares para sua personagem me mande uma MP ok?

Beijos e curtam.

Monster, como eu devo me sentir?

Meg & Dia — Monster

Estávamos voltando para a base da Austrália como eu escutei, todas as garotas estavam sentadas no chão do pequeno avião como eu, sentia o olhar delas pairando sobre mim, apesar de nenhuma ter vindo falar comigo. Eu achava melhor assim.

Assim que descemos na pista de voo, dois carros estavam a nossa espera. Fui com Elizabeth, Isabella e Lou Ellen. Sabia que nenhuma delas tentaria concertar a situação, ou iria conversar comigo. Estava evitando conversa, estava às evitando. Quando chegamos a base de espionagem da A.E.P.G tentei correr para não ter que olhar na cara de ninguém. Só que senti um alguém me puxando e me virei nervosa;

-Agora você vai explicar que porra está acontecendo com você? – Grace perguntou com um tom mais avermelhado no rosto mostrando sua raiva. Soltei-me de seu braço e despejei as palavras sobre ela;

-Você me disse que mataríamos pessoas que mereciam morrer. Aquelas crianças não mereciam Grace!

-Você está fazendo um drama por causa de criançinhas?-Perguntou Katerina com seu famoso tom de deboche.

-E eu estou sim Katerina, porque ao contrario de vocês eu não sou um monstro! Não pode fazer de mim uma assassina fria como vocês, porque eu sinto! Eu vi no olhar daquelas crianças a dor de saber que iriam morrer e nem saber o porquê. Deus, eles eram inocentes, não ligo para o general nem o filho babaca que tive que matar, nem para o guarda que atirei só para pegar seu carro, mais eram só crianças. Elas eram como... Comi minha irmã é, eu não posso matar crianças, isso é ser pior do que monstro.

-Essas crianças iriam crescer é querer matar todo o resto do mundo. Não pensa que talvez estivéssemos ajudando a humanidade? – Perguntou Katerina.

-Não, porque o que fizemos hoje não é ajudar. Nós matamos inocentes, tem sangue de inocentes em minhas mãos! Eu não pude fazer absolutamente nada, sempre há uma escolha sobre o que podemos ser. Elas deveriam ter essas escolhas mais graças a nós elas não tiveram.

Percebi que todos os olhares estavam voltados a mim, minha aparecia não devia ser a das melhores e meu estado emocional não ajudava muito.

-Não temos culpa Sophie. – Disse Ash.

-Não temos, eu entendo. Quem tem é quem esta no comando, quem pensa que somos manipuláveis. Mais eu não sou sua marionete Blue, eu quero ir embora. Vai procurar sua espiã na puta que pariu mais eu não serei uma Barbie que você pode manipular.

-Sophie!-Sussurrou Rosylin arregalando os olhos.

-Não interessa o que ele pensa. Que venha, eu preciso dizer umas coisas a ele e a todos que estão aqui. Todos esses projetos de monstros que estão sendo criados pelo Blue.

Todas as garotas pareciam ter entrado em estado de choque, eu não o porque. Estava fazendo aquela cena para Blue ir e me mandar embora logo, eu não queria estar ali. Era simplesmente fácil, talvez ele conseguisse outra nova garota. Não me importava, só queria ter a oportunidade de estar em casa de novo.

Trevor se aproximou do grupo de garotas que estava a minha frente, parecia estar preocupado com alguma coisa.

-Você me trouxe para cá não foi? Porque não avisou ao seu chefe que eu era fraca demais. Porque me trouxe para esse inferno? Eu nem te conheço Trevor, mais eu te odeio por ter estragado minha vida desse jeito. -Já não conseguia conter as lagrimas e comecei a chorar na frente deles, eu só queria ir para casa. Precisava da mãe.

-Sophie cale a maldita da boca. – Disse Trevor quase em um tom de pedido se não fosse por sua voz de trovão.

-Vocês destruíram minha vida. Eu nunca poderei ser mesma. Porque agora, eu sou um monstro.

-Isabella.-Sussurrou uma voz atrás de mim. Quando ia me virar, senti que alguém me segurou forte e injetou uma injeção em mim.

-Sinto muito. -Escutei Isabella sussurrar antes de apagar completamente.

Pov. Autora

Depois que controlaram Sophie Dreals, Blue pediu para algumas enfermeiras irem cuidar da garota no seu quarto. Depois de escutarem o desabafo de Sophie, todas as garotas sentiram algo no coração delas. Sentiu remorso, o que para uma espiã isso era uma fraqueza. Blue estava com muita raiva da loira, porem estava orgulhoso. Em sua mente pensava que Sophie não havia o decepcionado, esse comportamento era esperado por ele mais ela se superou, não imaginava que a garota era tão sentimental. Blue iria concerta-la, da pior maneira possível.

-Queridas, sei que estão exaustas essa noite. — Blue começou com seu discurso. -Mais quero que vejam uma apresentação de o que eu faço quando fazerem o que sua amiga Sophie fez hoje. Não tolero desrespeito, principalmente quando meu nome esta envolvido. Sophie subestimou minha bondade ao fazer esse show, cuspiu em na minha hospitalidade e se comportou como uma idiota. Creio que é meu dever ajuda-la a se “comportar”, então antes que partem para suas camas eu quero que saibam ate aonde podem ir enquanto forem minhas.

Grace, Lou, Katerina, Elizabeth, Isabella e Ashley sabiam que a “apresentação” de Blue seria horrível. Elas sabiam dos relatos que Blue era cruel, por isso ninguém saia da linha. A única a se manifestar foi Rosylin;

-Por favor, Blue, ela é apenas uma notava. Não tem necessidade de dar uma lição nela.

-Minhas regras Santini. Se não aprender a segui-las não ira sobreviver muito aqui, posso ter algum afeto por você Rosylin mais piedade não e algo que eu sei ter.

Blue caminhou em direção ao quarto aonde sua pequena Sophie o aguardava.

Pov. Sophie

Abri os olhos meio sonolentos e com dificuldade de me mexer, as memórias dos acontecidos anteriores voltaram como uma pancada. Alemanha, crianças, desespero e injeção, foram os tópicos de minha cabeça que por sinal está doendo. Quando toquei no meu corte percebi que estava costurado, olhei para os arranhões do meu braço e percebi que já não sangravam mais. Como eu fui parar ali? Onde estou?

Levantei e olhei ao redor, percebi que não era o quarto que eu dividia com as garotas. Era num tom de vermelho vinho, com uma cama de seda e uma penteadeira.

-Aposto que gosta do que vê.

Fiquei em pânico ao perceber a voz de quem estava ao meu lado. Blue se levantou e acariciou meu cabelo, ficamos parados por um tempo naquela posição até que tive coragem de dizer;

-O que você ira fazer comigo? – Sussurrei tentando controlar meu nervosismo.

-Ainda bem que perguntou.

Tentei correr até uma porta que havia ali, eu sabia que nada de bom sairia se eu ficasse presa com o Blue, só que a corrida foi em vão. Ele agarrou meus ombros e jogou meu corpo no chão, senti meu corpo latejar, eu já tinha enfrentado uma briga antes, os machucados nem cicatrizados tinham e La estava eu, pronta para apanhar de novo. Fazendo-me ficar de pé, Blue agarrou meu pescoço e me jogou na penteadeira enquanto colava nossos corpos.

-Você vai ter que aprender que aqui quem manda é eu, sua vadia. Acha que eu me importo pros seus sentimentos? Com o que você quer ou deixa de querer? Enquanto você for minha, você fará o que eu quiser, meus sentimentos serão os seus sentimentos e você não poderá fazer nada para impedir isso.

-Você pensa que eu sou como as outras? Eu nunca vou obedecer você, porque nunca terá nada de mim. Continue ameaçando minha família, continue a me ameaçar, isso só vai fazer que eu tenha medo de você nada a mais disso. E um dia, eu irei estar bem longe de você, e de todo o mundo que você criou.

-Você terá que aprender a se curvar a mim, de uma maneira ou outra. Percebi que ameaçar não adianta. Então terei que domina-la, igual como se faz com os cavalos, você bate neles até que se curvem e os obedeça.

Arranhei a cara dele tentando escapar de seus braços fortes, chutei seu membro genitário sem hesitar e tentei mais uma vez fugir, agora tentava pular da grande janela do seu quarto, só que ele era veloz, quando dei conta sua mãos já estavam no meu cabelo, batendo minha cabeça varias vezes na janela a quebrando. Os pontos se abriram e começou a jorrar sangue de novo fazendo com que minha visão ficasse embaçada, eu já não estava inteiramente forte para aguentar uma luta, o que só ajudou com a surra dele. Quando parou de bater minha cabeça na janela, pegou meu corpo e começou a joga-lo no chão, vários chutes na minha barriga, comecei a vomitar sangue a cada batida, sentia que iria desmaiar era muita dor.

-Só não bato nesse rostinho porque você parece um anjo. Você tem sorte de eu só ter te batido, há pessoas nesse ramo que são piores do que eu. – O ultimo chute virou meu corpo para cima. Olhando seu rosto, não pude impedir de falar;

-Você e a pior espécie de homem que existe. Você é covarde, idiota e se realmente acha que me batendo eu seria sua. O que fez hoje, foi o pior erro de sua vida. -Falei com cuspindo sangue a cada palavra. Quando terminei o soco foi na minha cara, depois disso eu desmaiei.

Pov. Autora

As garotas assistiram tudo horrizadas, depois que viram Sophie desmaiar foram mandadas irem para o quarto. Havia uma nova garota no grupo, seu nome era IsadoraStarck, de cabelos negros e olhos profundamente azul. Isadora foi transferida da CIA para a A.E.P.G, enquanto estava na CIA suas habilidades foram bastante exploradas então a garota tinha um certo dom para espionagem, só que quando chegou ali e percebeu que tipo de coisa que estava lidando, ela queria sair rapidamente.

-São assim que vocês são tratadas aqui? – Perguntou Isadora para a Rosylin. Duas camas haviam sido adicionadas no quarto, Rosylin e Isadora teriam que dormir perto da outra, enquanto todas se trocavam em silencio Rosylin respondeu;

-Não, mas Sophie irritou Blue.

-Não havia necessidade de ele fazer aquilo com ela, a garota já estava toda fodida e ele quase a matou. — Disse Ashley com raiva.

-Blue nunca agiu com tanta brutalidade isso é estranho. – Comentou Grace já vestindo seu pijama.

-Nem quando Katerina aprontava apenas gritava com ela depois a mandava ir dormir. – Concordou Isabella.

-E difícil admitir, mais até eu senti dó da Dreals – Falou Elizabth em baixo tom.

-Chegam, vocês viram o que aconteceu hoje. Uma de nós acabou de levar uma surra na frente de toda a agencia, isso só porque ela expos sua opinião. Se continuarmos assim é capaz de Blue descontar na gente. O que devemos fazer e se manter na linha, e ajudar a Sophie a fazer isso também. – Mandou Lou Ellen com seu tom de autorialismo.

Todas se calaram depois disso, Isadora queria ver como a garota estava as duas haviam vindo do mesmo país e pelo jeito Sophie Dreals era uma novata igual a ela, talvez as duas tivessem uma aproximação já que nenhuma das outras demonstra querer isso. Grace não tinha tempo para ir conversar com a garota nova, sua preocupação com Sophie aumentava a cada hora em que a loira não chegava, as outras também estavam preocupadas e por isso ninguém conseguiu dormir. Quando amanheceu perceberam uma movimentação na porta. Duas enfermeiras estavam trazendo Sophie para o quarto, a loira já estava acordada mais não conseguia se mexer por causa da imensa dor que sentia. Havia ficado a noite toda na enfermagem para cuidar de todos seus machucados, tanto o que havia sofrido na missão quando o que Blue fez nela. O que era uma lista grande de o quanto seu corpo precisava de repouso.

Nenhuma pronunciou uma palavra, não estavam prontas para conversar com Sophie depois do acontecimento, porem todas ouviram o choro dela e não teve nenhuma em que não sentiu vontade de chorar com a garota.

Chegou a hora de todas levantarem, porque já estavam todas acordadas, cada fez sua higiene pessoal em silencio. O que era estranho para um quarto cheio de garotas.

Sophie tentou levantar para ir também fazer sua higiene, só que ainda sentia as dores no abdômen.

-Você quer que eu te ajude?-Oferecesse Isadora.

-Eu iria responder não. Mais acho que nessa situação eu realmente estou precisando.

Isadora apoiou o corpo de Sophie nela e ajudou a loira a caminhar até o banheiro.

-Qual é o seu nome? – Perguntou Sophie.

- Isadora Starck. Você é a Sophie Dreals né?

-Acho que não existe uma pessoa que não saiba meu nome agora. – Riu ainda sentindo um pouco de dor.

-Bem, as maiorias das pessoas estavam falando de você quando eu cheguei.

-Então é uma espiã como todas nós agora.

-Sim, mais eu não tenho certeza se eu devo querer ser.

-Acho melhor você não ficar animada com a ideia. De onde você veio Isadora?

-Brasil.

-Uma brasileira como eu. – Pronuncio Sophie em português. – Que felicidade, agora podemos falar mal todas as meninas juntas e elas nem irão saber.

Isadora deu risada da piada da loira, o que era impressionante, meso depois de tomar uma surra Sophie não perdia a mania de fazer os outros rirem.

As duas voltaram ao quarto, com todas as garotas vestindo roupas normais, o que Sophie estranhou de imediato;

-Cadê os uniformes?

-Ainda estamos de folga, e teremos que voltar a Alemanha para o nosso dia fora. – Comunicou Grace se aproximando da garota. As duas se olharam com ternura, e Sophie se jogou nos braços de Grace.

-Desculpa por todas as palavras que eu disse ontem. Eu estava apenas um pouco nervosa. – Disse Sophie com lagrimas nos olhos.

-Você estava certa. Tudo que você disse. – Respondeu Grace. – O que ele fez com você Sophie não deve ser feito com ninguém. Não mude sua opinião por causa disso.

-Eu preciso de ajuda. -Sussurrou Sophie no ouvido de Grace. Se separando as duas concordaram com a cabeça.

-Ta bom, chega de melação porque estão nós chamando lá em baixo. – Disse Katerina para as duas garotas.

Todas desceram até o refeitório, Sophie apoiada em Grace e Isadora, Ashley e Rosylin na frente, Katerina e Lou mais a frente e Isabela e Elizabeth atrás. Quando se posicionaram nos lugares corretos Blue veio com toda a animação dizendo;

-Bom dia minhas queridas! E um grande prazer saber que vocês completaram a missão. Hoje tenho uma surpresa para vocês, a um novo comandante agora enquanto eu estiver cuidando de outras coisas. Então me deixe apresentar; Cristian Buckeman.

Cristian Buckeman chegou ao refeitório já encantando todas as meninas com sua beleza extrema. Isadora deu um gritinho que não passou despercebido por Sophie.

-O que foi?- Perguntou a loira.

-Aquele é Cristian Buckeman, mais conhecido como Darkness. Ele e procurado em todas as agencias governamentais por uma lista de crimes, ele é perigoso Sophie.

-Que maravilha, até porque precisamos de mais gente perigosa. –Ironizou Sophie.

-Ele é uma delicia. – Comentou Katerina passando a língua nos lábios.

-Muito bonito. – Grace concordou.

-Parece pior que Blue, olhem o olhar foi dele. — Reparou Isabella.

- Cristian Buckeman está aqui, que maravilha. – Comentou Rosylin com desanimação.

-Oh meu Deus! – A única que realmente deveria temer falou, Elizabeth conhecia Cristian Buckeman de um jeito que ninguém conhecia e sabia que ele estando ali não seria uma coisa boa. Fantasma do passado voltaram para Elizabeth, os piores fantasmas.

-Olha garotas, meu nome e Cristian Buckeman. E eu serei seu novo comandante.

O rapaz deu um sorriso, que fez Elizabeth e Sophie estremecerem de medo. Era um sorriso diabólico.

Notas finais
Isadora Starck - http://www.polyvore.com/black_hair_emo_scene/thing?id=88201376&.locale=pt-br

Cristian Buckeman - http://1.bp.blogspot.com/-GeJjM_YXWqg/USPg0gZ0qJI/AAAAAAAAG_k/rMf0IIGewo0/s1600/MattBomer-ChristianGray-02.jpg