Escolhido
1 Ataque de mobs
Notas iniciais
Jack ouviu a porta do seu quarto bater. Finalmente era o dia do Mine, que celebrava o dia em que notch criou esse mundo, a partir de uma única bedrock. Depois era o dia da terra, quando ele cobriu as camadas de pedra com terra. Depois do dia da terra vinha o dia dos minérios, depois das árvores, depois dos animais...
Ele se levantou e espreguiçou. Eram mais ou menos duas semanas de férias. Uma escada levava até o segundo andar da casa, em que tinha uma porta antes de próprio segundo andar. Bateu 3 vezes na porta e esperou. Então ouviu passos apressados e Steve abriu a porta.
– Oi Jack! Como está? — Pergunta ele
– Um trapo.
Steve examina Jack e diz:
– Realmente
A roupa de Jack estava cheia de bolinhas de pano. Seu cabelo estava amassado de um lado, como se tivesse dormido no chuveiro. Seus olhos tinham olheiras profundas, resultado do trabalho de 50 páginas que teve 2 horas e meia para fazer.
– Entre — disse Steve
Ele respirou fundo e entrou.
A casa no todo era bonita. Um chão de mogno lustrado e limpo estava decorado com blocos de esmeralda. Uma mesinha de bétula estava posicionada no centro da sala, com chá e biscoitos. Quatro almofadas decoradas estavam dispostas nos quatro lados da mesa.
Da cozinha vinha um cheiro esquisito mas bons de cookies recém-saídos do forno. Os quartos tinham chão de blocos de lã que faziam o chão bom de se andar descalço. Um cão dormia ao lado da cama de Steve.
Jack e Steve eram melhores amigos. Os dois estavam conversando sobre as possíveis origens dos mobs e quando Steve mencionou o nome do porta-voz da escuridão as luzes piscaram e o cheiro de cookies foi substituído por um cheiro de veneno de aranhas da caverna.
– Então... Dizem que ele estava no Nether e viu as lindas glowstones, e quando tentou minerar o pó caiu em seus olhos e ele ficou com os olhos brilhantes e cegos. Ele caiu da torre em que estava para pegar as glowstones. Morreu e queria vingança da humanidade por o desprezar.
– Nah... Dizem que ele nasceu com esses olhos e todos achavam ele ruim, assustador, etc... Enquanto era bom e legal. Todos que defendiam ele ou gostavam dele eram desprezados, mas não era por isso que abandonaram a amizade. Seus amigos eram Drac, Lélua, Nick, Karajadan, Marchs, Lack, Ningom, Nigom e outro que o nome é tão poderoso nos tempos atuais que o mencionar faria qualquer um doente.
Eles viram o sol se pondo e decidiram que aquela noite iriam visitar Neela, uma amiga deles.
Ao chegarem ela disse:
– Oi! Bem vindos a nossa nova tenda!
Ela continuava a dançar um passo esquisito, um giro dançado que formava as palavras glória e Notch.
Depois de dançar eles se sentarem e uma velha senhora com um vestido verde lhes serviu o costumeiro suco de amora com a substância amarela pegajosa com gosto de chocolate.
– Belo dia, em? — Disse Steve
Então alguma coisa tremeu. Estavam todos aos gritos.
– Nem tão belo assim! — Gemeu Neela
Eles saíram da tenda. Um creeper com o dobro do tamanho dos endermans estava nos muros de obsidian. Ele piscou e explodiu os muros, e vários creepers e esqueletos entraram.
– O QUE ESTÃO ESPERANDO?– gritou a mãe de Neela — DESMONTEM A BARRACA E CORRAAAAM!
Foi o fim do dilema. Os feiticeiros que raramente saíam da sua casa recitavam encantamentos, o homem da loja local guardava os itens de todo mundo em carroças. Quando uma enchia, ele verificava as placas e dava sinal para funcionários.
A barraca foi desmontada e todos os adoradores de notch a guardaram. Então os monstros pararam. Ninguém deu atenção, até que a voz, cinco minutos depois, apareceu.
Então meus amigos... Não precisam se afobar. Acham que eu faria algum mal a vocês?Disse uma voz profunda, que parecia veneno nos ouvidos de todos. Só quero... matá-los. Eu prenderei Notch. Algum dia vocês irão me venerar, isto eu garanto.*Risada*
– Isso foi... estranho...- Disse Neela.
Então duas luas apareceram. Eram retangulares, não quadradas como normalmente seriam. E eram duas, não uma. E ao invés de serem brancas brilhantes com marcas cinzentas, Eram totalmente brancas e brilhantes. Então notaram. Não eram luas. Eram olhos. Uma risada incontrolável fez todos prenderem a respiração. E depois se calou.
Fale com o autor