Escolhida

42 Inseguranças e... Desejo?


Notas iniciais
Oi lindas! Bem em primeiro lugar e quero agradecer a Xana Ferreira e a Annabeth potter por indicarem essa fic. Valeu meninas! Esse capítulo eu dedico especialmente a vocês.
Agora sobre o capítulo... bem, como os votos ficaram meio que divididos, eu resolvi colocar os dois com a Bella, espero que gostem... E eu sei que muitas estão curiosas para saber o que vai acontecer com a Alice e o que ela irá dizer e tal capítulo será um pouco tenso ou mesmo um tanto sombrio, pois Klaus não será tão benigno com Alice e muita coisa vai vir à tona, mas esse será o próximo capítulo, nesse fiquem com o momento hot entre Edward/Bella/Jasper, ok? Vemo-nos nas notas finais lá embaixo.
Agora vamos à estória...

Pov Edward.

Bella havia acordado no momento que entramos em seu quarto, ela estava um pouco desorientada e corou em vários tons ao perceber que estava nua, mas Damon colocara um lençol em volta dela ao perceber seu constrangimento e ela nos disse não se lembrar de ir até mim quando lhe foi perguntado. Pelo que podemos perceber, apesar das palavras de Alice em dizer que o dom de Bella havia despertado a mesma não tinha conhecimento do fato.

Jasper deixou todos a par o que ele havia visto e eu contei o que houve em minha conversa com Greta. Os olhos de Bella que antes estavam focados em mim, desviaram para o chão antes dela praticamente correr para o banheiro dizendo algo sobre tomar um banho.

Klaus e Damon me olharam diretamente assim que a porta fora fechada.

“Porque simplesmente não a mordeu e tirou as informações de sua cabeça?” Pensou Klaus.

“Por que tinha que seduzi-la?” indagou Damon mordaz.

Eu petrifiquei em realização a seus pensamentos.

E me xinguei internamente ao perceber o que tinha dito. Em minha narrativa para dizer o que havia ocorrido entre Greta e eu, eu não omiti sequer minha ‘sedução’ a ela.

Eu não era atraído pelo sangue de Greta. Eu podia dizer que seu sangue me trazia repulsa, mas por ironia eu tinha feito algo que me trazia a mesma ou mais aversão. Eu a seduzira. E com isso eu poderia por perder meu precário relacionamento com minha Escolhida.

“A culpa, não é só sua.”

Mas os pensamentos de Jasper não amenizaram minha culpa e desconforto, porque eu sabia que Jasper no momento que eu havia dito meu plano, não disse nada contra por estar centrado no turbilhão de emoções que rodeava todos para pensar com clareza.

Nenhuma palavra foi dita. Era necessário escutar o que Alice sabia e em que ela tinha participação, contudo, todos os pensamentos estavam na morena que se encontrava no cômodo adjacente.

Eu teria estragado tudo?

Eu olhei para Klaus e Damon que no momento já se encontrava vestido. Eu iria concerta isso de alguma forma.

Respirei profundamente.

O ar cheirava a Bella e a sexo. Meu corpo vibrou de desejo.

Eu não fiquei chateado por Klaus e Damon serem os primeiros com Bella, mas fiquei irritado que eles chegaram a beber seu sangue a ponto dela desmaiar.

Mas é claro que eu mesmo sabia que estava sendo irracional. Isso seria inevitável, tendo dois ou mais vampiros tomando seu sangue ao mesmo tempo.

Felizmente Klaus tivera presença de espirito em dar o seu próprio sangue para que assim ela pudesse se recuperar mais rapidamente e não ficasse fraca a ponto de ter que transforma-la.

Foi de comum acordo que falaríamos com ela sobre isso, antes que seja feito. Queríamos que ela estivesse preparada para o que viria, já bastava tê-la arrastado para um relacionamento no qual ela não estava preparada sem saber ao certo o que era esperado.

A água do chuveiro foi desligada e cada um foi tirado de seu próprio pensamento.

– Levarei Alice comigo. Damon irá me acompanhar. – Klaus disse prosaicamente, com olhos frios em direção a Alice que estremeceu visivelmente.

– Klaus...

– Não, Jasper. Vocês tomaram uma decisão sem me comunicar, mas conversaremos mais tarde sobre isso. Quanto a Alice, ela irá falar tudo o que sabe e se eu sentir que ela omitiu qualquer detalhe, eu irei garantir que sua morte seja o mais dolorosa possível. – suas palavras eram glaciais.

Eu vi os olhos de Alice disparar para Jasper, mas mesmo ele sabia que não poderia interferi no que quer que Klaus decida fazer a Alice, afinal, a família vem em primeiro lugar.

– Você e Jasper ficaram sozinhos com Bella para que tenham seu próprio momento e tratem de não fazer nada que a faça se afastar de nós ou sequer duvidar de nossa lealdade a ela. – Klaus voltou a dizer, com seus olhos fixos em mim. – Concerte isso. — Eu apenas concordei com um leve aceno. Eu sabia que tinha errado em muitas maneiras.

Eu deveria ter dito a Klaus sobre os pensamentos de Greta em primeiro lugar, e não ter agido de forma impulsiva, sem dar crédito a possíveis reações de Klaus. E de tantas maneiras em conduzir Greta a falar algo eu havia recorrido àquela que possivelmente poderia fazer Bella nunca me perdoar ou possivelmente colocar em duvida meu compromisso com ela, ou mesmo de todos nós.

Damon estava furioso, ‘idiota e imaturo’ era o adjetivo mais brando que ele lançava a mim pelos seus pensamentos ao pensar que Bella poderia começar a duvidar sobre nossos sentimentos em relação a ela. E por mais que eu quisesse retrucar suas ofensas eu não podia deixar de ver que ele tinha razão.

Bella nesse momento sai do banheiro com um short jeans e uma camiseta branca e nos olha um pouco surpresa, talvez por achar que não estaríamos lá quando ela saísse, ela coloca uma mecha de seu cabelo molhado por trás de sua orelha e nos olha incerta.

Culpa e remorso me consome o que é um grande contraste com o desejo que se alastra em meu corpo por apenas vê-la e sentir seu perfume.

Klaus e Damon caminham até ela dando um leve beijo em seus lábios, sussurrando palavras doces em seu ouvido, no qual ela cora, antes que eles se afastam em direção a porta. Tendo Klaus uma Alice tremula atrás dele.

Ela não se afastou quando eles foram até ela. Talvez nem tudo estivesse perdido.

– Não façam nada que eu não faria. – diz Damon antes de fechar a porta em um tom que somente eu e Jasper escutamos.


Pov Bella.

Eu entro no banheiro um pouco agitada. Ouvir que Edward havia tentado seduzir Greta me deixará possuída por um forte sentimento de raiva e... Ciúmes.

Saber que ele não se sentiu feliz com isso não abrandava o que eu sentia e eu me sentia... Insegura.

Talvez eu não fosse suficiente para eles.

Não seja tola. Você ouviu, ele não gostou... Ele não suporta Greta...

Mas...

Sem mas. Eles te amam. Desejam-te.

Eu tenho que deixar de ser insegura.

É assim que se fala.

Mas será que ele me deseja?

E lá vamos nós de novo.

Eu saio do chuveiro me secando em uma grande toalha felpuda e começo a colocar a roupa. Para minha alegria, eu havia encontrado um short jeans e uma camiseta branca em contraste a tantos vestidos.

Eu me olho no grande espelho que fica em cima da pia, onde eu pude ver o vislumbre de dois furos em cada lado do meu pescoço. Por um momento minha mente duvidou de tal coisa. Eu coloco meus dedos de forma lânguida para tocar a lateral de meu pescoço. Sim, lá estava duas pequenas perfurações doloridas e sensíveis a pressão em cada lado de meu pescoço.

Eles me morderam. Penso perplexa.

As lembranças das últimas horas eram desordenadas e embaçadas. Só fragmentos estavam claros... Eu me lembrava da intimidade entre mim, Klaus e Damon, as fisgadas afiadas em meu pescoço.

Klaus obrigando-me a beber seu sangue. Se obrigar era a palavra certa. Eu não me lembrava de opor nenhuma resistência ou sentir qualquer repulsa. Na hora, foi bem vinda e eu me vi degustando seu sangue como um dos melhores vinhos.

Eu volto a me olhar no espelho, tentando ver melhor as perfurações em meu pescoço. Eram quase imperceptíveis. Quase.

Eles me morderam. Eu penso inconformada.

Mas eu não havia sido morta, nem mesmo me sentia enfraquecida. Eles não me transformaram em vampira e isso me fez pensar quando eles fariam isso, se é que isso seria feito.

Suspirei.

Eu teria que falar sobre as mordidas. Não era algo que eu desejava... Eu acho. No momento que eles me morderam eu pude sentir uma sensação de prazer que me fez tremer. Uma grande doçura me dominou, fluindo através de mim para Klaus e Damon e de volta para mim novamente.

De certa forma, pareceu mais intimo do que nossos atos anteriores. Eu almejava que antes que isso voltasse a acontecer, eu tivesse a informação do que isso realmente significava. Eu sei que vampiros tem sede de sangue, mas algo me diz que não foi isso que os motivara a me morder.

Você está certa.

Estou? Então o que essas mordidas significam?

Você terá que perguntar a eles.

Bufei. Quando eu mais queria resposta, o meu ‘eu’ interior se recusava a me dar as informações que eu queria.

Eu chego à porta e hesito por um segundo ou dois. Eles provavelmente foram interrogar a tal Alice em outro lugar e assim eu terei tempo de colocar minha cabeça em ordem.

Porém para minha surpresa todos se encontram na mesma posição de quando sai.

Klaus e Damon caminham em minha direção com expressões carinhosas e um pouco... Apreensiva? Por que eles estão se sentindo assim?

Porque eles acham que você vai rejeitá-los pelo que o Edward fez.

Eu jamais iria rejeitá-los... Digo, não agora... Não mais.

Eu dou um pequeno sorriso em direção a eles, o que parece suavizar suas expressões.

– Você está encantadora. – Klaus sussurra de encontro ao meu ouvido, enquanto Damon roça seus lábios nos meus.

– E muito sexy. – Damon sussurra em meu ouvido no qual eu coro profundamente, e é a vez de Klaus roçar seus lábios nos meus.

E antes que eu me desse conta estávamos somente eu, Edward e Jasper no quarto.

Eu vejo Edward e eu não preciso ter o dom de Jasper para saber o quanto ele lamenta. Eu sei que eu teria que conversar com ele sobre ele tentar seduzir a vad... Ops, digo... Tentado seduzir a Greta, mas isso podia esperar. Eu queria saber se ele me desejava... Eu queria ter certeza que eu era o suficiente para ele. Eu sei que era muita insegurança de minha parte, mas eu não conseguia evitar.

Uma onda de confiança me bateu e eu olho Jasper agradecendo mentalmente por isso para o que estava preste a fazer.

Parte de mim se sentia renovada em confiança e outra apenas oscilava entre a incerteza e o querer. A incerteza de ser suficiente e o querer acreditar que tudo irá ficar bem. Que eles me amam e não tem nada com que me preocupar, pois os seus sentimentos são verdadeiros.

– Bella... – Edward começa a dizer, mas eu coloco meus dedos em seus lábios impedido qualquer palavra que ele possa a dizer.

– Está tudo bem. Eu entendo. – eu digo suavemente, deslizando minha mão pelo seu tórax em uma caricia, no qual ele estremece e coloca sua mão em minha cintura.

Sua mão desliza pelas minhas costas, através do fino algodão da camisa, e, irresistivelmente, meus seios doí de excitação. Eu o desejava, aqui e agora. Eu podia entender as motivações de Edward por ter agido da forma que ele tinha feito o que não significava que eu tinha gostado. Contudo, tudo que eu queria nesse momento e ser desejada e amada sem que palavras sejam ditas. Elas não eram necessárias. Não nesse momento.

Ele fecha os olhos, estremece e suspira.

Eu me aperto contra seu corpo, sabendo o que quero.

– Faça aquilo de novo. – eu sussurro com minha voz enrouquecida de paixão.

Ele sorri e abre os olhos, mas vincos surgem em sua testa.

– Bella eu...

Fico nas pontas dos pés, passo os braços ao redor de seu pescoço e o puxo para um beijo.

– Edward. – eu sussurro em seus lábios, querendo me sentir mais próxima dele.

Ele fecha os olhos, respira fundo, se inclina para mim e me dá um beijo, hesitante a principio e que logo se torna apaixonado e faminto. Eu quase me vanglorio pela sua entrega. Depois de um minuto ou dois ele se afasta com um sorriso torto em sua face.

Meu pulso se acelera e sinto uma corrente elétrica me atravessar, despertando cada célula diante de seu olhar e seu sorriso.

Seus olhos são profundos como poços negros enquanto me encaram e eu juro que consigo ver sua alma. Ele volta a se inclinar para me beijar, e eu sei que isso não pode estar errado.

Ele beija meus lábios de forma apaixonada e quebra o beijo momentos depois com ambos arfando.

Ele toca meu rosto e acaricia com ardor minhas bochechas.

Eu sinto uma leve caricia em minha nuca me lembrando de que não somos os únicos no quarto e me viro ficando de frente para Jasper que me olha com intensidade.

Eu me inclino para beijar ardentemente Jasper, enquanto seu toque em minha pele me faz ficar toda arrepiada.

Depois de um longo beijo, eu o afasto ofegante, meu coração disparado, ouvindo sua voz doce sussurrando em meu ouvido.

– Eu quero muito você.

Sua voz é aveludada e sinto minhas pernas bambearem, estremecendo em suas palavras, minha mão desliza sobre seu peito por baixo de sua camisa.

Sinto as pontas de seus dedos trilharem minha barriga em direção à ponta do meu jeans.

– Eu posso fazer isso. – eu digo desabotoando o botão de meu short.

A boca de Jasper curva-se em um sorriso longe de ser angelical e sua sobrancelha se arqueia como se questionasse se de fato eu iria me despir sozinha, no entanto, ele não faz nenhum movimento como se em espera.

Eu tiro meus jeans e minha camisa e lingeries tem o mesmo destino, e eu cubro a distância entre nós, mordiscando seu lábio inferior, antes de me deixar envolver em um beijo sensual e quente.

– Você é pura tentação. – eu ouço a voz de Edward em minha orelha, me fazendo estremecer de encontro a Jasper que ri em meus lábios. E em segundo eu estou sendo virada de frente a ele que se inclina para baixo.

– Você é tão sexy, Bella. – ele sussurra antes de reivindicar meus lábios em seu próprio.

Eu choramingo em sua boca, conforme sua língua acaricia cada centímetro de minha boca. Um choque de puro prazer percorre meu corpo. Se beijar já está sendo incrível, imagina quando avançarmos ainda mais?

De repente, sinto os lábios de Jasper percorrendo minhas costas, sua mão deslizando pela linha da minha coluna, fazendo com que cada pêlo de meu corpo se eriçasse.

O fato de estar nua entre dois vampiros deveria me deixar apreensiva ou mesmo temerosa, mas me vejo cada vez mais molhada. Ser adorada por dois homens lindos faz com que eu me sinta a criatura mais desejada do planeta... Isso realmente ajuda qualquer menina ganhar autoconfiança.

– Bella. – Jasper geme de encontro ao lóbulo de minha orelha. – Eu preciso prova-la.

Eu deixo escapar um gemido que é abafado contra os lábios de Edward, que mordisca meu lábio inferior antes de me virar de frente para Jasper novamente tendo seu corpo como suporte.

Jasper cai de joelhos na minha frente, colocando uma de minhas pernas em cima de seu ombro, esfregando seu dedo em minhas dobras intimas enquanto lambe meu clitóris me fazendo arquear meu corpo de encontro a Edward que segura me firmemente pela cintura com uma das mãos, enquanto com que a outra acaricia meu seio deixando eles em picos duros de excitação.

Gemidos escapam de meus lábios de forma incoerente, e eu sinto Jasper empurrar dois dedos em meu interior me fazendo soltar um gemido alto e embaraçoso, mas eu não posso me ajudar.

– Vocês tem muita roupa. – eu resmungo. Eu ouço Edward ri, antes de ouvir sons de tecidos sendo rasgados e antes que eu consiga sequer pensar ambos se encontram nus. Como eles conseguiram ficar nus sem ao menos deter o que fazia, era além de mim.

Edward mordisca, lambe e beija meu pescoço, sem ao menos perder o ritmo em afagar meus seios, enquanto que Jasper acrescenta um terceiro dedo, enviando uma onda de luxúria que me faz chegar a meu clímax gritando ambos seus nomes.

Quando meus tremores se abrandam, Jasper retira seus dedos, beijando minha feminilidade.

– Ficaremos mais confortáveis na cama. – diz Edward.

Eu aceno, e ele me pega no colo, seguido de Jasper. Ele me coloca na cama com suavidade beijando meu rosto, antes de me tomar os lábios em um beijo doce... Eu gemia em sua boca, incapaz de controlar o som, ou as respirações irregulares que trabalhavam sua maneira de dentro e fora de meus pulmões em minha respiração ofegante que saia em suspiros.

Ele desliza sua mão pelo meu corpo suavemente que quase me fez cocegas como ele lentamente estendeu a mão e traçou as curvas de meus seios. Eu não conseguia reprimir o arrepio que começou a parti de meus dedos dos pés subindo pela minha espinha e espalhando por todo o meu corpo.

– Você é linda, Bella. Olhar para você é de tirar o fôlego. – Seu toque era mais assertivo como ele descansou o peso dos meus seios em suas mãos, amassando-os suavemente e executando a almofada de seus polegares sobre meus mamilos sensíveis. — Tão sensível. Tão suave. Meu Deus, eu quero você. – ele geme.

Ambos me submetiam a um verdadeiro ataque de caricias que me fez gemer de prazer. Não ficou um centimetro de meu corpo tremulo sem ser beijado, nenhum ponto de pele que não tivesse sido acariciado com suas mãos sábias. Seus labios eram como fogo em meus seios, primeiro de leve para depois sugá-los. Eu podia sentr dois dedos em meu interior enviando chamas por todo meu corpo.

Eu já não conseguia mais manter minhas mãos quietas. Queria tocá-los em qualquer lugar, em todos os lugares, meus dedos alisando tudo que podia alcansar. Em um momento meus dedos deslizavam pelo emaranhado de fios dourados do cabelo de Jasper, em outro percorria os musculos tensos dos ombros e das costas de Edward.

Jasper paira sobre meu corpo, levando uma de suas mãos em meu quadril e minha coxa, fazendo minha perna se engancharem por sobre seu quadril.

Ele movimenta seu quadril de encontro ao meu, e eu gemo na sensação de sua excitação evidente de encontro a meu lugar mais intimo. Eu ergo meu quadril, sem pudor, ansiosa, precisando da sensação dele, precisando de maior atrito.

Suas respirações ofegantes e grunhidos estimulando minhas ações cada vez mais. Era como se cada milímetro de meu corpo implorasse por uma droga a que estivesse viciado e que lhe faltasse há muito tempo. Tinha impressão que morreria se eles me deixassem naquele momento.

Entreabri as pernas um pouco mais em um convite silencioso, que era mais eloquente do que qualquer palavra que eu pudesse dizer.

O gemido dele foi um som de rendimento, de excitação, de delicia. Seus lábios se apoderaram dos meus mais uma vez, suas mãos deslizando pelo meu ventre liso, até deslizar pelas minhas pernas e acariciar a carne entre minhas coxas.

O atrito da ponta de seu membro de encontro a minha feminilidade me fazendo arquear minhas costas ansiosas para me unir a ele.

O momento final de posse, da união de meu corpo com o dele fez minha cabeça girar em delírio e prazer, fazendo com que um suspiro saísse de meus lábios, lábios que logo foram ocupados em um beijo ardente com Edward. Meu coração batia forte e minha respiração se tornava ofegante com cada investida de Jasper.

Seus movimentos começaram lentos e gentis, e ganharam ritmo primitivo, devagar no começo, intensificando-se depois. Eu olhei Edward que havia se afastado um pouco me olhando com desejo em seus olhos.

Eu olho Jasper que me olha com a mesma intensidade me fazendo arfar. Eu passo a corresponder à paixão de cada movimento seu, até que por fim, com a força e o brilho ofuscante de um meteoro eu chego a imensurável dimensão do êxtase. Eu sinto Jasper estremecer ao chegar a seu próprio clímax, mas mesmo isso não me faz voltar à realidade, perdida nas sensações das ondas suaves de prazer ainda percorrendo meu corpo, mas eu sequer tenho tempo para descer de meu clímax, pois Edward passa a se introduzir em mim, gentilmente fazendo meu corpo ganhar vida novamente.

– Você é tão apertada... – ele gemeu, tomando meus lábios e intensificando seus movimentos a cada investida a uma velocidade quase inumana.

As coisas estavam ficando aquecidas rapidamente. Eu estava ofegante. Ele estava ofegante.

Parecia percorrer ondas elétricas por todo meu corpo, eu mexia meu quadril em um ritmo instintivo e não muito tempo depois ambos chegando a um clímax com um grito intenso de prazer.

Sinto ambos deitarem ao meu lado, meus olhos muito pesados para se mantiver devidamente abertos. Sinto suas mãos em toques suaves pelo meu corpo e beijos em ambos meus ombros, subindo seus lábios para meu pescoço em beijos molhados...

...Eles vão me morder... Minha mente registra antes do ato em si, mas eu nada faço para impedi-los, pois me sinto entorpecida ainda pelo meu recente orgasmo, fazendo com que minha boca não encontre as palavras que minha mente, contudo, já tinha formulado.

Eu podia sentir os lábios de Edward e Jasper roçarem minha pele, sentir seus hálitos quente e frio ao mesmo tempo.

Eu pude sentir o momento em que minha pele é perfurada e ouvir o barulho de meu sangue sendo drenado, eu pude sentir sangue descendo pela minha boca e garganta... Eu não saberia dizer se de Jasper ou de Edward, pois logo eu caio em sono profundo.



Notas finais
Gostaram? Deixe-me saber. Eu queria dizer obrigada a todas que estão disponibilizando de pelo menos um minuto de seu tempo para me deixar um review é por vocês que eu continuo a escrever a fic, seus comentários me motivam bastante, Obrigada!
E eu sei que não estou respondendo com a mesma frequencia de antes, mas eu estou em uma correria com a iminente chegada de meu pai no qual eu não o vejo há pelo menos 5 anos, mas eu tenho lido todos os reviews e farei o possível para responder todos em algum momento.
Beijos e até o próximo capítulo.