Escolhida
39 Cedendo aos desejos.
Notas iniciais
AVISO: ESSE CAPÍTULO CONTÉM CENAS IMPRÓPRIA PARA MENORES DE DEZOITO ANOS, ESTÃO AVISADOS.
Agora vamos a estória...
Pov Klaus.
A reunião acabou de forma mais inusitada que eu poderia imaginar. E olha que eu já havia visto muitas coisas em minha existência.
Depois da explosão de luxúria lançada por Jasper, os presentes logo se dissiparam.
Os Volturis um pouco sem graça saíram prometendo ficar de olho caso surgisse algo que pudesse explicar os recentes ataques e com uma nova incumbência, achar minha irmã.
No qual eu deixei claro que era apenas para eles a localizarem e que não deveria fazer nada que indicassem que a tinha achado e para vir até mim assim que obtivesse tal informação.
Eu não entendia como Rebekah estava viva. As memorias daquele dia já dançavam por detrás de minhas pálpebras...
– Klaus? – Edward me chama, interrompendo minhas lembranças antes que essas mesmas comecem. No qual me sinto aliviado. Não era boas lembranças em tudo.
– Sim Edward.
– Eu tenho algumas coisas para resolver, se importa de eu levar Greta comigo? Ela seria de grande ajuda. – ele pede meio rígido em sua postura.
Eu olho para ele intrigado com o seu pedido. Edward não gostava muito da Greta, apesar de ser sempre educado com ela e nunca dizer o que realmente pensava sobre ela, seja negativo ou positivo. Seu pedido me deixou curioso.
Eu continuo fitando Edward esperando que ele me dissesse o motivo, vendo que ele não iria dizer mais nada sobre isso, eu dou de ombros.
– Não, eu não me importo.
Ele logo me dá as costas e caminha rapidamente para o corredor em direção de onde se encontra Jasper.
– Bem, agora que a reunião acabou e não precisam mais de minha presença, eu estou indo. – Diz Damon levantando da cadeira.
– Damon... – ele olha para mim, e vendo seus olhos obscurecidos eu mudo de ideia quanto à conversa que queria ter com ele. – Deixa pra lá.
– Se precisar de alguma coisa eu estarei no The Depot bar e Grill de Mystic Falls. – ele diz caminhando em direção à saída, pegando a chave do carro que se encontra no aparador.
Eu fico um bom tempo, olhando para fora da janela, inalando a ausência de cheiro que a brisa me proporciona. Tudo que eu sinto é o cheiro de grama e terra e isso acalma meus sentidos.
Eu fico um bom tempo nessa posição, apenas relaxando sendo acariciado pela brisa. E com isso eu volto meus pensamentos para a morena que se encontrava lá em cima, aquela que eu mais ansiava ser tocado.
Eu subo as escadas lentamente. O cheiro de Isabella me agredindo a cada degrau que eu subo.
Eu admirava o fato dela ter pensado em algo para nos manter longe em um momento tão crítico. Ela estava certa, não poderíamos manter nossas mãos longe dela em um momento desses. Porém outra parte de mim, queria fervorosamente aquela maldita barreira abaixo.
Eu deixo escapar um riso diante de meu pensamento adverso.
Isabella estava se mostrando um enigma em muitos sentidos. Ela era teimosa, doce, gentil, desastrada, inteligente e tímida. Em um momento ela parecia temerosa em nossa presença e outra parecia uma rainha que não aceitava sendo comandada. Definitivamente um enigma.
Ela parecia com tantas facetas e de algum modo conseguia surpreender todos nós.
Felizmente meu quarto se encontra no lado oposto ao seu e eu não preciso chegar ainda mais perto de seu cheiro inebriante. Foi torturante e doloroso cada passo que eu dei no sentido oposto.
Eu queria muito ver seu rosto, mas temia dizer ou fazer algo que a fizesse retroceder em sua recente aceitação, não agora que ela havia aceitado dar uma chance a esse relacionamento.
Eu entrei em meu quarto e me conduzi ao banheiro para um longo banho e logo depois eu me encontro em minha cama.
Eu fecho meus olhos e escuto.
– Onde eles estão? Eu gostaria que eles estivessem aqui...
Pov Bella.
Eu levanto da cama, ao constatar que não é possível dormir mais. Eu ainda me sinto excitada com o recente sonho.
Um banho talvez ajude. Eu me encaminho para o banho, retirando o roupão e minha calcinha e percebo que minha regra havia terminado de forma abrupta.
Suspirei.
Minhas emoções estavam tão bagunçadas que isso não me surpreendia. Já havia acontecido anteriormente. Eu às vezes ficava nervosa ou mesmo ansiosa e isso era o bastante para interromper o fluxo, às vezes acontecia o oposto.
Bom, pelo menos um problema a menos.
Agora era hora de enfrentar o que estava por vim. Será que eles estavam muito bravos?
Eu esperava que não.
Eu passo o sabonete em meus seios e a imagens do sonho vem em minha mente. Eu mordo meu lábio inferior segurando de volta meu gemido.
Eu afasto o sabonete, me enxaguando e saindo rapidamente do banho. Definitivamente o banho não ajudou a abrandar meus sentidos.
Você pode abranda-los a qualquer momento. É só convidá-los.
Eu não irei convidá-los. Além do mais, creio que não é mais necessário um convite agora. Minha regra se foi.
Eu coloco uma roupa confortável, que basicamente é outro vestido. Seja quem foi que selecionou as roupas para mim, tinha uma séria obsessão por eles.
Tá tão silencioso. Eu acho que vou até a cozinha e comer alguma coisa.
Eu me encaminho para porta e sou repelida por uma barreira invisível.
Eu não entendo. Eu levo a mão, apalpando a barreira, averiguando sua solidez, totalmente confusa por ela ainda existir.
As palavras de Bonnie me vêm à mente.
‘Ela deixará de existir após uma hora que sua regra tiver ido, visto que não estarei aqui para desfazer o feitiço. ’
Talvez não tenha se passado uma hora. Eu penso comigo mesma.
Quatro horas depois...
– Mas que droga! Por que ela ainda está aqui. – eu resmungo em contrariedade.
Eu tento discar, talvez, pela nona vez para Bonnie, obtendo a mesma resposta. Caixa postal.
– Droga!
Você podia chamar eles.
Eu não vou chama-los.
Por que não?
Por que... Porque eles podem estar bravos comigo.
Eles não estão bravos com você.
Não?
Não. Acredito que eles entendem o motivo de você ter feito o que fez, creio que o mais difícil seja o desejo que estão tendo que suportar.
Desejo... Mais uma vez o sonho vem em minha cabeça, eu também os desejava e desde que eu os aceitara como companheiros isso parecia crescer a cada momento de forma alarmante. Eu ansiava pela presença deles, eu queria sentir os seus toques, eu queria poder tocá-los...
É a chamada de companheiro.
Hã?
Companheiros de alma raramente se encontram, apenas 1 a cada 40.000 encontram sua alma gêmea em seu tempo de vida. Quando companheiros de alma se encontram pela primeira vez suas almas são entrelaçadas e agora que você os aceitou como companheiros você pode sentir cada emoção de seus companheiros. Seus companheiros desejam você, é normal que você sinta o mesmo. Almas gêmeas estão destinadas a ficar juntos a partir do momento que nascem.
– Onde eles estão? Eu gostaria que eles estivessem aqui... – eu murmuro para mim mesma e mal minhas palavras saem de minha boca eu vejo o que acabo de fazer.
Eu tinha acabado de convidá-los.
Eu sinto o ar se movimentar ao meu redor. Eu me viro quase em câmera lenta, devido minhas pernas trêmulas.
Klaus está há apenas dois passos de onde estou e por um momento minha respiração fica presa em minha garganta.
– Klaus... – minha voz é quase inaudível.
Ele dá mais um passo, antes de voltar a parar novamente. Ele apenas me olha. Nenhum movimento é feito. Seus olhos parecem tempestivo, como se travasse uma batalha entre si.
Algo em seu olhar me faz ver o quanto ele lutava para se manter no controle e não ceder a seus desejos para poder respeitar os meus.
Ele realmente se importa comigo, constato. Eu dou o passo que falta para que ele chegue a mim. Estamos tão perto que posso sentir seu cheiro que é tão convidativo para mim.
Eu levo a mão em seu peito e sinto-o tremer diante de meu toque. Ver sua reação diante de um toque tão simples de minhas mãos me faz me sentir mais confiante em mim mesma e meus medos de não ser boa ou mesmo desejável se dissipa como se nunca tivesse existido.
Eu passo a tocá-lo com mais intensidade, ganhando mais confiança diante de suas reações.
Ele segura ambas as minhas mãos parando qualquer movimento de minha parte.
– Se continuar a me tocar assim eu não poderei responder pelos meus atos. – ele disse respirando pesadamente.
– Você quer que eu pare? – eu pergunto insegura.
Ele puxa uma respiração ruidosamente.
– Não, mas sei que não está pronta para as consequências se isso continuar. – ele olha de forma sugestiva para as minhas mãos. – E por mais que eu deseje seguir com isso, não quero que se arrependa depois.
Saber que ele realmente me desejava como mulher me envaidecia e me assustava, mas era inebriante.
– Eu não vou me arrepender. Eu quero isso. – ele olha em meus olhos em busca de algo e seja lá o que fosse ele pareceu se contentar com o que encontrou, pois soltou minhas mãos no mesmo instante.
Eu suspiro.
Eu passo a mão em seu tórax sentindo sua solidez e seus contornos bem definidos até chegar a seu pescoço, chegando a seu rosto. Eu volto a olhar em seus olhos em busca de alguma rejeição de sua parte, mas tudo que eu encontro é desejo, carinho, afeição e outros sentimentos que não posso nomear.
Isso foi o bastante para mim e pela primeira vez decido ceder aos meus desejos, eu estava cansada demais para lutar contra eles por muito mais tempo.
Eu ergo em minhas pontas de pé, sempre olhando nos olhos dele, e o beijo, um pouco hesitante a principio e mais confiante quando sinto suas mãos acariciando meu corpo mais suavemente que eu pensava que era possível para ele.
Quando ele acariciou o interior de minha coxa, eu deixo escapar um suave gemido de meus lábios.
Seus olhos de tempestade eram nebulosos de luxúria e um sorriso se formou em seus lábios perfeitos.
– Você tem certeza, Isabella? Se começarmos eu não poderei parar. – ele diz com sua voz enrouquecida me afastando levemente. Eu simplesmente assenti. Eu era demasiada sem folego para falar. – Isabella... Você vai ter que dizer as palavras se quiser que eu continue, ou vamos parar agora mesmo. – ele diz com seriedade e uma ânsia mal contida.
Meus olhos castanhos se arregalaram em horror. Ele não poderia parar agora. Não quando eu precisava dele mais do que nunca.
Ele olhou para mim, claramente divertido com minha expressão horrorizada.
– Eu não quero que pare. – eu digo enquanto ele debruça a cabeça em meu pescoço aspirando profundamente.
– Era tudo que eu precisava escutar. – ele murmura de encontro a minha pele fazendo-me tremer de prazer e antecipação.
Com movimentos rápidos ele se desfaz de minha roupa e me vejo disposta na cama, com minha cabeça apoiada em um dos travesseiros. Seus olhos famintos sobre meus seios nus faz com que eu core em um profundo carmesim. Eu movo meus braços para encobrir-me, mas ele é mais rápido e segura meus pulsos para baixo.
– Não, por favor, não. – ele pede rouco.
Sua mão acariciou meu seio direito, fazendo ele se tornar um pico duro. Ele fez o mesmo com o esquerdo.
Eu arfava sendo acariciada tão intimamente. Claramente satisfeito com minha resposta a seus toques, ele passou a intensificar ainda mais. Sua língua deslizou em volta de meu mamilo róseo, fazendo minha calcinha ficar imersa em meus fluidos.
Ele percebeu. Ele facilmente sentiu o cheiro de minha excitação e sorria em deleite. A realidade do que está para acontecer faz meu corpo paralisar em medo e incertezas e isso também é notado por ele, que para qualquer movimento e me olha preocupado.
– Machuquei você? – ele pede.
– Não.
– Qual é problema?
– Klaus eu... Eu nunca fiz isso, eu não sei o que devo fazer. Eu não quero que você fique desapontado e...
Ele me puxa para perto, sufocando com a sua própria boca qualquer protesto de minha parte, mas com o primeiro toque dele, eu estava além da resistência, totalmente entregue.
As mãos dele passeavam pelo meu corpo, demorando, excitando. Fazendo meu corpo estremecer com expectativa.
Onde suas mãos tocavam, a boca acompanhava despejando beijos nos pontos mais vulneráveis.
Sinto sua língua deslizar em meus seios, transformando os bicos rosados em picos que formigavam, fechei os olhos suspirando, esquecendo tudo, exceto as deliciosas sensações que ele provocava.
Finalmente ele tomou meu mamilo inteiro em sua boca e chupou. Eu engasguei diante do prazer que isso me proporcionava. Quando ele começou a mordiscar neles eu agarro seus cabelos entre meus dedos o puxando para mais perto, respirando pesadamente conforme ele chupava com mais brusquidão antes de soltá-lo.
– Você cheira tão bem. E não tem com o que se preocupar. Você não tem que fazer nada, só sentir. – eu escuto ele murmurar dando pequenos beijos em meu abdome enquanto, sinto seus dedos deslizar no tecido de minha calcinha de encontro a minha feminilidade, antes dele rasgar minha calcinha em um único gesto.
Quando ele levantou a cabeça, eu me ouvi dizendo em um sussurro:
– Não pare... Por favor...
– Estou apenas começando. – ele sussurra de volta com um sorriso.
Os lábios dele percorrem minha barriga, acariciando as cavidades dos ossos da minha bacia. As mãos dele apertam minhas coxas enquanto meu corpo treme febrilmente na antecipação do contato pelo qual eu ansiava, mas, para meu tormento, ele parecia não oferecer.
– Por favor... Oh! Por favor... – eu suplico, sem reconhecer minha própria voz.
Deixo um gemido escapar quando sua boca finalmente toca a junção entre as minhas coxas, deslizando a língua pelas dobras da minha intimidade.
Por um momento chocante e desnorteante, eu tento afastá-lo, assustada com a profundidade de intimidade do contato, mas ele pega meu pulso com uma das mãos, me deixando indefesa.
A língua dele treme contra minha intimidade, apertando com delicada ástucia, antes de circulá-la com controle absoluto e sem misericórdia.
Apesar de seu toque ser gelado, eu me sinto em chamas. Eu me sentia sem ar, pequenos sons escapando de minha boca, enquanto minha cabeça virava no travesseiro de um lado para o outro.
Havia pequenas estrelas douradas dançando através de minhas pálpebras e eu podia ouvir o sangue correndo em minhas veias como eco de uma onda batendo na praia.
Eu nem percebo quando ele solta meu pulso, perdida na sensação que ele estava criando para mim.
Sinto um dedo deslizar em minha abertura e passar a se movimentar em movimentos de vai e vem, fazendo meu baixo ventre se contrair.
Eu percebo em algum lugar em minha mente que eu estava chegando a meu clímax. Meu orgasmo foi como uma silenciosa pulsação que agia profundamente e intensamente em meu corpo, unindo poder e força e mesmo com a mente um pouco nublada, percebo que acabo de ter meu primeiro orgasmo, sendo proporcionado por Klaus.
– Minha querida. – Falou Klaus suavemente beijando meus olhos molhados. – Meu doce anjo. Não chore.
– Nunca soube que podia ser assim... Nunca imaginei...
– Eu sabia. – ele diz gentilmente. – Desde o primeiro momento em que te vi, eu sabia. Mas isso é só o começo...
Ele volta a beijar meu rosto, mordiscando meu lábio inferior. Seu nome sai de minha boca em um suspiro, antes que sua língua invada minha boca em um beijo a principio muito suave e tornando-se intenso, profundo e apaixonado.
Mais uma vez suas mãos estão passeando pelo meu corpo, fazendo cada sensação, cada terminação nervosa estremeça nesse novo despertar. Ele quebra o beijo e eu arfo em busca de ar, tentando respirar regulamente.
Ele mordisca e lambe meu pescoço... Eu fecho meus olhos... Ele beija o colo de meu seio esquerdo enquanto com a mão massageia o outro, passando a língua ao redor de meu mamilo enquanto me beija.
Espera? Enquanto me beija?
Eu abro os olhos, me deparando com um par de olhos escurecido pelo desejo.
Damon.
– Damon... – eu sussurro seu nome, e para minha surpresa eu não me sinto apreensiva com sua presença.
Ele inclina-se em minha direção capturando meus lábios com os seus.
Com um gemido mal reprimido de minha garganta eu começo a retribuir o beijo, minha língua lutando com a dele de forma hesitante, no qual eu o deixo vencer de bom grado. E é a vez dele gemer contra meus lábios, inclinando a cabeça e aprofundando o beijo de forma que ambos estávamos respirando pesadamente. A língua de Damon em minha boca juntamente com a língua de Klaus em minha intimidade me fazia tremer sendo bombardeada com tantos prazeres que até então era desconhecido por mim.
Damon quebrou o beijo, ofegando baixinho e sorrindo triunfalmente, segurando meu queixo, olhando profundamente em meus olhos nebulosos de desejo e luxúria como se pudesse ver minha alma por ali.
– Bella tem um gosto maravilhoso, Damon. Você deveria provar. – eu escuto em minha mente um tanto nebulosa a voz de Klaus.
Os olhos de Damon parece escurecerem ainda mais, como se isso de fato fosse possível.
E no momento seguinte Klaus está me beijando enquanto que Damon se encontra em minha intimidade.
Ambos afagam meus seios durante o processo. Damon introduz um dedo em meu interior, me fazendo arfar contra os lábios de Klaus que aprofunda o beijo, descendo com seus lábios pelo meu pescoço até chegar ao meu seio esquerdo, que Damon afagava até então.
– Klaus... Damon... Eu... – minha respiração é entrecortada, eu fecho meus olhos com a iminência de meu orgasmo chegando.
– Você tem um gosto maravilhoso, Bella. – Damon sussurra em meu ouvido, mantendo dois dedos em meu interior em ritmo de vai e vem. Eu posso sentir meus músculos internos apertarem em torno de seu dedo e o gemido que vem de sua boca me faz mais desperta.
– Damon eu... – eu engasgo.
– Você fica ainda mais linda quando está chegando a seu clímax. – Klaus sussurra em meu outro ouvido, inserindo um dedo em meu interior, e isso foi o bastante para que pequenos pontos de luz se formassem por detrás de minhas pálpebras ao chegar ao meu clímax.
Eles me beijam calidamente em meu rosto por um minuto ou dois, mas antes que meus pensamentos se tornem coerentes sinto minhas pernas sendo afastada ligeiramente e Klaus se posicionar entre minhas coxas, totalmente nu.
Seu membro desliza em minha feminilidade gradualmente, e mesmo com minha recente lubrificação eu me sinto desconfortável e um pequeno gemido de dor vem aos meus lábios.
– Shshshsu... – Damon sussurra contra meus lábios, dando pequenos beijos, afagando meu seio com uma de suas mãos e se afastando um pouco de modo que agora Klaus paira sobre mim.
Klaus para os movimentos, próximo de meu hímen, e me olha em busca de consentimento. Eu apenas aceno de volta, incapaz de dizer qualquer coisa sem gemer em dor.
– Isso vai doer um pouco, mas prometo que será apenas momentâneo. – Ele me diz.
Um pouco? Eu sentia como se estivesse me rasgando ao meio.
Ele beija meus lábios, afagando meu corpo. Quando meu hímen é rompido um dor perpassa pelo meu corpo.
– Só mais um pouco... – eu arregalo os olhos diante de suas palavras, enquanto ele geme e desliza ainda mais profundamente em mim, acariciando a curva de meu quadril.
Sinto lágrimas deslizar em meu rosto, no qual ele as afasta com os dedos e seus lábios, pedindo desculpas e dizendo palavras de conforto que aos poucos me acalma.
Dor e prazer se mesclam.
Incapaz de me manter parada por mais tempo eu movo o quadril de encontro a ele, dando-lhe o consentimento para voltar a se mover.
Ele passa a se mover lentamente e vendo que meu desconforto tinha ido embora ele começa a ganhar velocidade, beijando e deslizando seus lábios para meu pescoço, aspirando intensamente em meu ponto de pulso, causando arrepios em meu corpo.
– Tão apertada. – ele murmura.
Com mais dois movimentos em meu interior ele desliza fora me puxando de forma que eu me encontro de joelhos, antes mesmo que eu pegue uma respiração ele já se encontra em meu interior novamente.
A cada investida eu sinto meu corpo ganhar vida. Damon que também se encontra nu nesse momento se aproxima me beijando de forma apaixonada antes de levar seu membro aos meus lábios.
Damon geme meu nome, quando eu de forma hesitante coloco a ponta da cabeça de seu pênis em minha boca. Ele leva sua mão na parte traseira de minha cabeça, empurrando-a lentamente em sua direção, gemendo com seu membro deslizando mais profundamente em minha boca e passa a se movimentar calmamente, e em pouco tempo com mais intensidade, se igualando aos movimentos contínuos de Klaus.
Ambos gemiam meu nome.
Seus gemidos fazia minha região inferior se encher de umidade, e eu não entendia o motivo, e nesse momento eu não ligava.
Damon se afasta antes de chegar a seu próprio clímax
A mão de Klaus desliza pelo meu corpo, esfregando círculos em meu clitóris sensíveis, e eu chego a um novo clímax, e desabo na cama.
– Não somos feito com você ainda. – eu ouço Klaus dizer, me pegando pela cintura me estabelecendo sobre as pernas de Damon com minha feminilidade de encontro ao seu membro, com a ajuda de suas mãos eu começo a me erguer e descer de encontro ao comprimento de Damon, que substitui as mãos de Klaus com a suas.
Suas investidas são firmes e fortes.
Beijos em minha nuca me faz lembrar que não somos os únicos ali. Klaus alisa minhas costas beijando e lambendo pontos que eu mesma não sabia que era sensível, voltando seus lábios em meu pescoço, chupando e lambendo meu ponto de pulso, me fazendo estremecer de prazer.
Uma das mãos de Damon descansa em meu quadril, sem sequer interromper os movimentos contínuos, e com a outra ele afaga meu seio esquerdo.
Klaus vira meu rosto de encontro ao seu, capturando meus lábios em um beijo sôfrego, segurando meus cabelos de forma possessiva para manter meu rosto em sua direção, enquanto que com a outra ele desliza pelas minhas costas até minha bunda. Seus dedos alisando minha entrada que não estava sendo preenchida. Eu reteso meu corpo ligeiramente com as implicações de seus gestos.
– Não se preocupe, eu nunca iria machuca-la. – Ele sussurra contra meus lábios, olhando intensamente meus olhos. – Acredita em mim?
– Sim, eu acredito. – eu escuto-me dizer. E realmente eu acreditava em suas palavras.
Klaus devora meus lábios diante de minhas palavras.
Os movimentos constantes de Damon, os beijos de Klaus é quase uma agressão em meus sentidos. Parecia que quanto mais eles me davam, mais eu queria.
A velocidade parece insuficiente e me vejo pedindo, implorando por mais, no qual eu sou atendida prontamente.
Antes que eu possa chegar a meu clímax Klaus me impele para frente, e eu me vejo praticamente deitada de encontro a Damon. E sinto três dedos saindo de dentro de mim, e percebo com surpresa que no deleite que estava sentindo eu não havia notado Klaus me preparando para o que estava por vim.
E o que estava para acontecer me deixava apreensiva, contudo, antes que eu diga algo, Damon me beija com ardor e mais uma vez eu me sinto entregue.
Não posso dizer que não doeu, mas de longe foi tão doloroso como eu achei que seria.
O prazer proporcionado ao ser preenchida pelos dois era indescritível.
– Você é tão apertada. – Klaus geme ao estar completamente dentro de mim. Damon respira pesadamente retardando seus movimentos, para favorecer Klaus em sua intrusão.
Logo estávamos nos movimentando em sintonia, eu já não estava mais ciente de quem gemia ou afagava meu corpo.
– Oh Deus... – eu choraminguei baixinho, deixando minha cabeça tombar no ombro de Klaus, segurando seu cabelo por entre meus dedos, enquanto com que a outra apoiava firmemente no peito de Damon.
Eu sinto as paredes internas se contraírem com a chegada iminente de meu orgasmo, escutando de longe o rosnado se formando na garganta de Klaus e Damon.
E finalmente eu chego a meu clímax sendo seguida por eles logo em seguida.
Eles permanecem dentro de mim, cada um beijando um lado de meu pescoço e foi quando sinto seus dentes pressionarem contra minha pele, rompendo a fina barreira e bebendo meu sangue.
Eu deixo escapar um pequeno gemido junto com seus nomes, e minha boca é pressionada com o pulso de Klaus, minha boca sendo preenchida com seu sangue, que desliza pela minha garganta e por fim eu caio na escuridão.
Notas finais
Antes de tudo eu quero relembrar algo que eu havia dito anteriormente sobre a transformação de vampiros nessa fic, para aquelas que não se lembram.
Na Saga Crepúsculo o vampiro mordia a outra pessoa injetando veneno para que ela se transformasse em vampiro e isso levava três dias e em The vampire Diaries os vampiros davam seu sangue para a outra pessoa e a matava, ela acordava quase que instantaneamente. Na minha fic será uma união dessas duas coisas. Explicando: O vampiro tem que dar seu sangue para a outra pessoa se transformar em vampiro, seu sangue contém o veneno, mas para sua transformação ser completa eu manterei os três dias e o fato que ela deve ser morta com o sangue de vampiro ainda correndo em suas veias como em The Vampire Diaries.
Bem espero que tenham gostado do capítulo, deixe me saber o que estão pensando. Beijos e até o próximo capítulo.
ps : Meninas eu não sei se vocês viram (leia-se 'leram') minha última indicação a uma fic, mas eu meio que surtei ao escreve-la, para ser sincera eu tive que escreve-la ou tal pensamento não iria sair de minha mente (obrigada a autora da fic por ter gostado de minha loucura rsrsrsrsrs). Para aquelas que gostam de rir eu convido a dar uma olhadinha... Ah, é só um momento para se descontrair, ok? A fic se chama Salvatores Brothers Talk Show.
Beijos.
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