Escolhida

41 Assombrosa aparição.


Notas iniciais
Oi lindas! Primeiramente eu quero agradecer a Erika Danvers
por indicar essa fic, obrigada! Considere esse capítulo especialmente para você, ok? Em segundo lugar, eu estou fazendo uma votação, mas isso é explicada nas notas finais.
Agora quanto ao capítulo, ele é mais uma abertura para o próximo capítulo e para que vocês conheçam mais sobre a estória dos nossos vampirões, eu vou avisar logo que Mikael é retratado um tanto escuro em sua personalidade, mas aqui em minha fic, ele é o vilão e não poderia ser diferente.

Pov Jasper.

Eu não me sentia bem deixando Edward tendo que lidar sozinho com Greta. Mesmo após séculos, Edward era o único entre nós que nunca havia torturado alguém, por isso me pareceu como melhor tática que ele a seduzisse e retirasse informações dela, já que eu sabia que ela sentia uma grande atração por nós e não seria a primeira vez que Edward seduzia alguém com essa finalidade.

Eu ri por um momento ao imaginar Edward seduzindo Greta, não que ele não fosse capaz, mas eu bem sabia a repulsa que ele sentia em sua direção. Mas meu sorriso morreu ao me lembrar do motivo de isto está sendo feito.

Por mim eu usaria o bom e velho método de tortura, mas isso não iria funcionar com Greta.

Greta jamais falaria algo em base de tortura, ela servia Klaus há muito tempo para se deixar intimidar pela dor, visto que Klaus já a punira em inúmeras vezes por alguma coisa ou outra, e posso dizer que Klaus não era suave em seus métodos de punição.

Eu nunca entendi o motivo de Klaus não a ter matado antes, ou melhor, eu podia.

Klaus se encantara com Greta quando ela tinha apenas dezesseis anos e a seduzira para sua cama, é claro que ele pensou que ela era pelo menos dezoito anos, pois seu corpo era bem desenvolvido e eles haviam se encontrado em uma boate.

Mas para surpresa dele, ela era apenas dezesseis anos e... Virgem.

Ele se sentiu culpado e de alguma forma responsável por ela depois disso, e é claro que por ela ser uma bruxa ele a manteve por perto.

O que é bem engraçado se pensar bem. Nossa escolhida tinha dezesseis anos e em algum momento ela iria deixar de ser virgem. Era algo inevitável tendo quatro companheiros mais do que desejosos para estar em sua cama.

Eu não conseguia entender mesmo após séculos a fascinação de Klaus por bruxas, não que ele precisasse de seus poderes. Pelos céus! Klaus podia controlar o tempo a seu bel prazer. Se ele quisesse que chovesse raios, então assim seria, como se não bastasse seus outros dons como a maioria dos vampiros, sendo endossado pelo seu lado lobisomem já fazia dele a criatura mais temível em todo planeta.

Klaus com sua paranoia em ter tudo sobre controle, mantia as bruxas sobre seus serviços e as colônias de lobisomens em constante vigilância, trabalho este feito pelos volturis.

Quando Klaus resolveu manter Greta sobre seus cuidados, Edward e eu não gostamos, porém não dissemos nada, pois achamos que ele logo se cansaria dela. Greta podia ser bonita, mas não era tão cativante a ponto de prender atenção por muito tempo. E foi o que aconteceu. Klaus parou de visitar sua cama depois de duas semanas, talvez menos.

Damon depois de algumas semanas visitou sua cama em uma noite após voltar de uma bebedeira digna de tirar um vampiro fora do ar. Ele não voltou a visita-la depois disso. Eu escutei por semanas as queixas de Damon por eu não tê-lo impedido de entrar em seu quarto e de como fora a pior noite de sua existência.

Entretanto a permanência da Greta em nossa casa acabou por ser permanente. Algo que estava para ser mudado em breve.

Eu olhei o relógio distraidamente. Nessa hora Edward já deve ter tirado informações dela e ela estaria morta.

Eu paro o carro a poucos metros de onde se encontra Alice. Ela me olha assustada e eu posso sentir medo e aflição saindo em ondas dela, acrescido com uma onda de depressão e conformidade em pequenas doses. Isso não era bom. Eu nunca vi Alice nesse estado.

Seus olhos eram vazios, tendo o brilho costumeiro ido.

- Alice. – eu digo seu nome, aproximando-me devagar como se ela fosse um bicho arisco.

Ela não faz nenhum movimento. Seus ombros estão caindo ligeiramente e parece que eles sacodem de tempos em tempos. Ela estava chorando. Sem pensar eu a puxo pelos ombros em um abraço gentil. Seus soluços se intensificam e eu deixo correr por um tempo e quando ela está mais calma eu pergunto:

- O que aconteceu, Alice? O que era tão importante para me dizer?

- Jasper, eu sinto muito. Eu não sabia. Eu tinha que fazer isso... e-eu...

- O que você fez?

- Eu menti para você.

Meu corpo enrijece, tendo toda a apreensão que eu estava tentando ignorar voltando com toda a força, mas me forço a perguntar com impassibilidade.

- Você mentiu sobre o que?

- Eu estava ajudando Greta a atingir Bella. – ela choramingou de dor, e eu me forço a relaxar meus braços que a apertavam com força excessiva.

- Por quê?
- Porque eu sou uma idiota. – ela choramingou. — Eu não a queria morta, eu só... – ela grita de dor ao ser oprimida pelos meus braços novamente, mas nesse momento eu não me importei com sua dor. Saber que ela tentava machucar Bella de alguma forma me deixara possesso.

- Jasper. – eu ouço uma voz suave e muito conhecida atrás de mim. Uma mão pousa em meu braço e minha raiva se dissipa como por encanto. Eu solto Alice que soluça com seus braços envolvendo a si mesma.

Eu olho a figura que ainda mantem sua mão em meu ombro, seus profundos olhos chocolates que me olham com carinho e preocupação.

- Bella? – eu pergunto confuso. Como ela podia estar ali? Como ela saiu de casa?

- Jasper, você precisa ir até Edward. Ele precisa de você. – ela disse com aflição e da mesma forma que ela estava ali, ela não estava mais. Era como se ela tivesse sumido em pleno ar.

- Eu pedi que viesse aqui, pois sabia que Edward correria grande perigo e só assim ela desenvolveria seu poder. – eu ouço Alice murmurar.

Minha raiva se eleva novamente ao ouvir suas palavras. Ela colocará meu irmão em perigo... E então suas palavras se afundam em minha mente sobre Bella.

Desenvolver o poder de Bella? Por quê?

Por que Alice faria isso, sendo como ela havia dito anteriormente que estava ajudando Greta a atingir Bella e pelo que sei Greta queria que Bella deixasse de existir. Mas isto teria que esperar.

- Eu estou louco para você me explicar direitinho sobre isso, mas pelo que vejo eu tenho que encontrar Edward primeiro. – eu digo a arrastando para meu carro.

Eu não me importei se eu a machucava em meu aperto férreo, e se a machucava ela não se queixava.

Coloquei o carro em movimento, tendo em mente onde Edward teria levado Greta. Felizmente Edward era previsível. Não levou mais do que vinte minutos para eu poder ver o carro de Edward estacionado, afundando meus pés no acelerador como se o carro pudesse correr ainda mais do que fazia.

- Você vai me matar, não é mesmo? – Alice murmura ao meu lado.

- Eu não sei, eu devo? – eu pergunto friamente.

Eu paro o carro de forma brusca e saio do carro rapidamente e eu me vejo contemplando a coisa mais surpreendente desde a aparição de Bella a poucos momentos.

Edward estava no chão inerte com uma adaga de prata cravada em seu peito, mas o mais impressionante na cena era ver Bella sentada ao seu lado, acariciando seus cabelos com carinho.

Ela me olha por um momento e sussurra “cuide dele, vocês prometeram ficar juntos para sempre”, e sumiu como antes, me deixando perplexo. Ela não se movera, apenas não estava mais ali, era como se nunca tivesse estado ali em primeiro lugar.

Eu forço minhas pernas dar os passos que faltam para chegar a Edward e retiro a adaga de seu peito. Em poucos minutos ele se encontra desperto e me olha confuso.

- Vamos para casa. Acredito que temos muitas coisas para falar. – eu digo. A necessidade de ver Bella segura superando tudo que acontecia ao meu redor.

Eu tinha varias perguntas para fazer. Onde estava Greta? Quem fez isso com ele? O que ele havia descoberto? Mas a maior de todas: Como Bella apareceu ali? Ela estava bem? Como ela apareceu ali?

- Bella estava aqui? – Edward pergunta segurando meu braço, certamente ouvindo meus pensamentos. Eu deixo minha mente vagar pelo que tinha passado e ele parece surpreendido com o que ele vê. Ele olha para Alice nesse instante que ainda se encontra sentada em meu carro rangendo os dentes de forma audível, antes de voltar seu olhar para mim. – Está esquecendo uma pergunta importante, meu irmão. – eu arqueio a sobrancelha em sua direção. – Você está se esquecendo de perguntar, como foi que nosso pai está livre? – ele me diz, segurando a adaga de prata que residia em sua mão.

Edward tinha razão. Em meu assombro com o aparecimento de Bella eu não me atentei ao fato de a adaga cravada no peito de Edward até poucos minutos era a mesma adaga que fora cravada no peito de nosso pai há tanto tempo atrás.

Lembranças inundavam minha mente enquanto me encaminhava para o carro.

Flasch Back on.

Klaus e eu fomos surpreendidos com a chegada de nosso pai, quando lutávamos entre si. Só por diversão. Eu queria impressionar uma menina.

Após a saída intempestiva de meus pais, eu olho Klaus que ainda se encontra no chão. Eu ando ate ele estendendo minha mão, no qual ele aceita prontamente se pondo em pé.

- Ele nunca vai mudar, não é mesmo? – ele pergunta a ninguém em particular, mas eu mesmo assim me vejo respondendo.

- Não, não vai.

- Acha que devemos contar para Damon e Edward sobre...

- Damon já sabe.

- Como?

- Ele me procurou ontem à noite após escutar nosso pai gemendo o nome de nossa irmã enquanto se auto satisfazia.

- Entendo.

- Não se preocupe Klaus, eu não acho que nosso pai vai levar isto tão longe. – eu digo incerto.

- Você não parece tão confiante, meu irmão.

- Eu não estou. – eu digo sincero.

- Talvez seja hora de prevenimos nossa mãe, antes que ele faça algo com Rebekah.

- Ela acreditaria em nós? – eu digo cético. Nossa mãe era uma mulher boa, mas era oprimida pelo marido e tinha uma fé cega em tudo que ele fazia ou dizia. – Ele pode dizer que só estava verificando se sua filha estava coberta adequadamente. – eu zombo.

Era o que nosso pai havia me dito na primeira vez que eu o vi no quarto de Rebekah. Eu havia levantado de madrugada com sede e a jarra de água que residia em minha cômoda estava vazia, visto que eu não enchera na noite anterior. Ao andar no corredor percebi que a porta do quarto de Rebekah se encontrava e me aproximei.

Fiquei surpreso com a cena em minha frente. Eu podia ver a cama onde Rebekah se encontrava dormindo placidamente sem se dar conta que nosso pai percorria sua mão em seu corpo semicoberto de forma que nenhum pai deveria tocar sua filha.

Eu devo tê-lo alertado de minha presença de alguma forma, pois ele cobriu Rebekah com a colcha e se levantou, me encarando ao fechar a porta de seu quarto.

- O que faz aqui, Jasper? Não deveria estar dormindo?

- Eu... – eu não termino a frase, pois no momento nada me vem à mente.

- O que foi? Nunca me viu cobrindo sua irmã? Volte para cama. – ele diz de forma brusca, indo em direção ao seu próprio quarto.

Aquilo me perturbou por dias. Por mais que eu pensasse que minha mente me pregava uma peça e o que eu tinha visto tinha sido apenas confusão de minha mente por ser tão tarde da noite, as imagens não saiam de minha cabeça.

Eu procurei Klaus e contei a ele o que tinha visto. E naquela noite foi Klaus que havia visto a mesma cena se repetir. A partir desse dia, Klaus e eu começamos a nos revezar para garantir a segurança de nossa irmã caçula. Sempre que nosso pai saia de seu quarto à noite, um de nós iria para o corredor com a desculpa de pegar água, ir ao banheiro ou simplesmente com a desculpa de não conseguir pegar no sono.

Nosso pai parecia crescer em irritação a cada dia e nosso relacionamento com nosso pai que já era precário começou a se desgastar cada vez mais.

Nossa mãe era muito devotada a ele para acreditar em nossas palavras e a comunidade jamais nos levaria a sério, afinal estávamos falando do grande Mikael, pai de família, membro respeitável da comunidade e um dos lideres que mais prega os bons costumes.

– Não queria conhecer a linda morena? Bem, eu acho que Klaus aqui, pode fazer as honras, não é mesmo Klaus? – Damon diz, ganhando a atenção de Klaus que ainda olhava na direção que nossos pais haviam seguido. — Afinal, quem melhor para apresentar Tatiana se não àquele que a conhece tão intimamente. – ele diz malicioso batendo no ombro de Klaus, desfazendo o clima tenso que havia sido erguido até então. – Acho que nosso menino está crescendo. – provoca Damon fazendo Edward corar que nem uma menina.

Klaus me olha antes de voltar sua atenção ao nosso irmão mais novo, eu entendi o seu olhar, Edward não precisava saber.

Rebekah e Edward tinham a mesma idade e ambos eram ainda muito ingênuos e crédulos com nosso pai e era melhor continuar assim por enquanto. Eu e Klaus já tínhamos um tempo difícil tendo que lidar com ele e Damon recentemente estava começando a receber o mesmo tratamento.

No meio disso tudo, eu agradecia o fato de Rebekah estar alheia ao que estava acontecendo e com sorte ela jamais iria saber. Não deixaríamos nosso pai chegar tão longe e eu sabia que Rebekah estava sendo cortejada em segredo por um dos rapazes Salvatores e eu esperava que isso logo fosse se transformar em casamento, assim pelo menos ela ficaria segura.

Eu conhecia os Salvatores e podia dizer que era uma família com bons princípios, apesar de ser uma família humilde.

Eu vejo Klaus se afastar com um Edward muito corado em direção à menina chamada Tatiana.

- Foi uma bela luta. – Uma voz rouca diz atrás de mim. Eu dou um largo sorriso à pequena ruiva, deixando de lado meus pensamentos sombrios. A ruiva que eu estava querendo chamar atenção a pelo menos quatro dias.

- Fico feliz que tenha gostado senhorita. – eu digo, pegando sua mão entre as minhas e depositando um beijo casto nela, ganhando riso e uma leve cora em sua face.

- Eu e minha irmã Bethany estamos indo nadar no rio, você e seu irmão não gostaria de ir conosco? Minha irmã está ansiosa para conhecer seu irmão e eu adoraria conversar um pouco mais com você. – ela diz sugestiva olhando para mim, antes de mostrar sua irmã com um leve aceno de cabeça.

Sua irmã estava esperando a poucos metros de onde estávamos olhando avidamente para Klaus que voltava nesse instante para onde eu me encontrava.

- Klaus o que acha de um banho de rio com duas lindas senhoritas?

- Seria meu prazer, meu caro irmão.

O banho do rio foi regado a tudo, menos conversa propriamente dita.

Chegamos à reunião da comunidade atrasada, no qual nosso pai não deixou de notar com aborrecimento, diga-se de passagem. Eu procurei Rebekah com meus olhos, encontrando ela conversando com sua amiga Tatiana, soltando risinhos com o que é que fosse que Tatiana sussurrava em seu ouvido.

Eu estava feliz com sua felicidade aparente. Eu podia ver o filho mais novo da família Salvatores encarando ela com adoração a poucos metros de onde ela se encontrava. Eu só esperava que meu pai não pegasse seus olhos sobre ele, pois era costume o pai do rapaz pedir ao pai da menina autorização antes de cortejá-la, porém ele estava muito ocupado discutindo com Klaus.

Minha mãe acobertava Rebekah em seus encontros à escondida, que era sempre vigiada por mim ou Klaus nessas ocasiões a seu pedido.

Minha mãe não entendia o motivo de nosso pai proibir Rebekah de ter um relacionamento, visto que muitas meninas em sua idade já estavam noivas ou casadas. Ela pensava que ele não via ou não queria aceitar que sua menininha estava crescida.

A reunião acabou e eu acompanhei Rebekah até em casa.

- Papai me deu permissão de dormir na casa de Tatiana essa noite. – ela disse animada.

- Deixou? – eu pergunto surpreso. Não que ele nunca houvesse permitido de Rebekah de dormir na casa da amiga antes, mas hoje era noite de lua cheia e ele nunca permitiu seus filhos estarem fora de casa nesses dias.

- Eu também fiquei surpresa, mas quem sou eu para me queixar. – ela diz com uma dar de ombros.

- Essa animação toda é por ficar com sua amiga essa noite ou por certo rapaz que mora ao lado da casa de Tatiana? – ela cora com minha pergunta. – Rebekah...

- Pode parar Jasper. Eu não vou fazer nada de mais, além do mais uns beijos não tira pedaço de ninguém.

- Se só ficar nos beijos...

- Nem uma palavra. São só alguns beijos e nada, além disso. Eu sonho em me casar de branco, você sabe.

Eu quase disse a ela que ela poderia casar de branco, mesmo se não fosse virgem, mas pensando melhor, por que não deixa-la pensar assim? Pelo menos eu não teria que me preocupar com minha irmãzinha sendo deflorada pelo namorado. Se bem que minha preocupação maior não era que seu namorado a deflorasse.

- Credo, Jasper. Que cara. Até parece que não se divertiu com Roxana no rio. – ela disse zombeteira.

- Para sua informação minha querida irmãzinha, meu passeio no rio foi bem proveitoso, mas nada para os ouvidos de uma senhorita de respeito. – eu digo sugestivo.

Ela cobre a boca com a mão simulando choque em contraste com seus olhos curiosos e um tanto divertido, com uma leve cora rastejando em seu rosto.

Eu dou uma gostosa gargalhada de sua expressão que a faz corar em um profundo carmesim.

E essa seria minha última lembrança de Rebekah viva.

Na noite seguinte, enquanto velávamos o corpo de Rebekah e Joshua, nossa mãe trouxe-nos vinho, o que não sabíamos na época é que nele continha à poção que faria o que nós éramos hoje e que nosso pai nos mataria nessa mesma noite, cujo ato se repetiria em menos de dois dias depois, entretanto falhando e encontrando a própria morte ou pelo menos assim nós achamos.

Flasch Back off.

Estacionei o carro e entrei em casa segurando o braço de Alice. Ela não chorava mais, ao que parecia ela estava conformada com o que é que o destino tinha preparado para ela.

Era difícil aceitar que Alice mentira e tramara contra mim, eu nunca imaginei que ela pudesse fazer isso, terminamos nosso relacionamento de forma amigável... Será que era assim que Klaus via Greta? Alguém que nunca iria trai-lo?

Eu só espero que ele não fique muito zangado por tentar resolver as coisas as suas costas. Eu não quero provocar sua ira.

Esquece sobre não querer provocar sua ira. Eu quero muito que ele se irrite. Eu estou tremendamente irritado.

Como diabos Klaus e Damon estão no quarto de Bella, nus e segurando seu corpo inerte e pálido, também nu?

- É melhor que vocês tenham uma boa explicação sobre isso. – eu escuto Edward falar ao meu lado.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Tenho certeza que era de longe o que esperavam que acontecessem muitas respostas do que acontece com Bella só será revelado quando ela se transformar em vampira, outras vão ser abordadas no próximo capítulo. Alice também terá muita coisa para se explicar com os nossos vampirões... será que ela vai se safar como Greta se safou?
E como será essa conversa entre os quatro sobre o que aconteceu naquele quarto? Acredito que Edward e Jasper queriam ter participado rsrsrsrsrsrsrsrs Mas eu tenho que perguntar qual deles vocês querem que tenham a próxima vez de Bella? Jasper ou Edward? Eu já tenho ambos os capítulos escritos e o cronograma em que eles serão postados não altera a estória, então eu pergunto a vocês... Qual deles? Escolha difícil, não é mesmo? Rsrsrsrsrsrs
Beijos e até o próximo capítulo, que dependendo da escolha de vocês será com Jasper ou Edward, mas vou adiantando que independentemente de qual deles será em POV Bella, ok?