Escolhida 1 Temporada
26 Capítulo 26
Notas iniciais
Bem aqui vai mais um cap, o que todos(as) estavam esperando!
Quero só agradecer a todas que comentaram e que ainda seguem firme com a fic. A vocês um muito obrigado!
Boa leitura...
Capitulo 26 — Acerto de contas.
PDV Isabella Cullen
Uma raiva me subiu de forma rápida, tão de repente de uma forma tão surpreendente, com uma força incomum. Parecia que eu estava sendo queimada viva, engolindo fumaça e sem conseguir respirar. De uma forma estranha parecia que eu era uma maquina de matar, pois era só isso que eu conseguia pensar. Eu chegava a sentir o gosto de sangue na minha boca.
Sentir alguma coisa invisível querendo me tocar, uma energia um poder, foi quando sair um pouco do sentimento “desejo de vingança”. Olhei ao redor e então entende o que estava acontecendo. Damon e Edward tentaram se aproximar de mim, mais como na noite em que eu os vi com outra, elas na poderão se aproximar de mim. Preocupados, eu conseguia sentir sua preocupação, eles devem ter pedindo para Jasper influenciar o meu humor. Que em que nada adiantou.
–Tudo só irá passar quando eu tiver arrancado a cabeça das duas... -disse entre dentes.
–Bella isso não faz bem para nenhum de vocês. -Edward falou nervoso tentando se aproximar, mas o escudo não permitia.
–O que eu mais preciso no momento é que entendam de uma vez por todas, uma vez ganhando o ódio de um vampiro, eternamente você será caçado. -falei de uma forma fria.
–Bella vingança não leva a nada. -Alice falou, em uma tentativa de me fazer baixar a guardar.
–Pensei que vocês melhor do que ninguém entenderia isso perfeitamente. -responde empregando toda a minha raiva pelas vadias.
–Bella nós entendemos mais do que perfeitamente que uma vez ameaçando aquilo que mais amamos, nossa vontade é de resolver isso de qualquer forma. -Damon falou tentando ser persuasivo.
–Por favor, vamos parar por aqui. E de uma vez por todas entendam, por mim eu vou até o inferno, enfrentarei o que for e como recompensa suas cabeças ficaram nem que seja empalhada em uma parede, mais eu as terei mortas pelas minhas mãos. -disse encarando todos.
–Bella eles são como uma família, para nós. -Esme tentou intervir.
–Família somos nós. Importamos-nos com os outros, nos arriscamos pelo o outro fazemos tudo pelo outro, só não passamos por cima de ninguém. Aquilo não é família e eu nem quero ter algum grau de consideração com qualquer um ali. -responde de forma firme.
–Bella não faça besteira? -Esme pediu com seu tom materno.
–Você nos ama como mãe, sabe que esse sentimento de proteção é bem maior do que tudo. Então matarei mil, irei ao inferno e matarei o próprio Lúcifer farei o que for preciso, mais eu protegerei minha família. Protegerei a todos e não me importo com o que pensam de mim. -disse com a mão em meu ventre ainda pequeno, porém já perceptível para os olhos de um vampiro.
Olhei para todos e em suas faces estava estampando a compreensão de todos desci fui direto para o escritório peguei o telefone fiz a ligação necessária, para o, ponta pé inicial do meu plano, mas antes escudei o escritório ninguém saberia qual era a minha idéia, eu gosto de surpreender de vez enquanto.
PDV Alice Cullen
A Bella estava estranha, depois que eu lhe contei o que vi. Estava concentrada em algo distante, nem tinha percebido que o tempo havia se passado demoradamente e que todos estavam ali, alguns dentro do quarto outros na porta, mas estavam todos muito próximos, preocupados com ela. Ela estava focada em algo era como se ela enxergasse o futuro, parecia muito comigo quando tinha uma visão. Eu não duvidava que ela tivesse tido uma visão e que nesse momento a lembrança da mesma estivesse lhe assombrando, já que ela tinha explicado a visão que tivera.
Ficamos preocupados e sem entender de como Bella estava tendo tanto poderes assim de uma só vez. Tínhamos medo de que isso lhe enfraquecesse na hora do parto fazendo as coisas ficarem complicadas na hora ou que ela não sobrevivesse, esse era o medo maior. A forma sombria que ela que vinha agindo no momento nos preocupava bastante, ela nunca tinha agido de maneira parecida e agora estava agindo de forma irreconhecível.
A raiva é algo muito comum para os vampiros, mais a Bella nunca se encaixou nesse padrão, ela sempre foi decida e focada, mas nunca violenta.
Fiquei surpresa com suas palavras para com Esme, eu nunca pensei em ser mãe, e não poderei ser mais, porém eu consigo entender e sentir muito bem o que suas palavras expressam. Eu também faria o mesmo se caso precisasse proteger a família que me protegeu como a que eu estava criando.
Bella nos deixou para trás sem dar maiores satisfações, indo simplesmente para o escritório fazer sei lá o que. Entendemos que ela queria um tempo para ficar sossegada com seus pensamentos.
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Já havia passado uns três dias depois do episódio da visão da Bella e ela tinha tomado uma postura calada, quieta um pouco tranqüila por assim dizer. Dava atenção a todos, conversava com todos, porém não saia de casa, seu tempo era gasto entre seu quarto e o escritório, poucas vezes ela ficava na sala ou na cozinha com todos. Aparentemente ela estava tentando se controlar mais na impulsividade, Carlisle associou o episódio da visão com a alteração que ela estava sofrendo no corpo, devido a gravidez.
Pelo jeito Carlisle tinha razão Bella estava voltando a ser aquele hibrida que todos nós conhecemos e nos acostumamos com ela.
PDV Isabella Cullen
Haviam passado alguns depois de minha visão, até o devido momento eu não tinha ficado sozinha em na mansão, mais como as coisas tendem a ser perfeitas hoje eu estava sozinha e passaria uma boa parte do meu dia assim. Eu estava ansiosa. Esperando a chegada das minhas ilustríssimas convidadas.
O silêncio da mansão a calmaria me fazia pensar, como eu deveria matá-las. Mil maneiras diferentes passaram na minha mente de forma rápida, frações de segundos e todas elas me agradaram, eu sabia que nada do que eu fizesse com elas seria o bastante, mais eu teria que me contentar com o pouco que eu fizesse, teria que matá-las rapidamente, pois eu não sabia quanto tempo todos estariam fora, a qualquer momento eu poderia ser surpreendida.
Desperto dos meus maus pensamentos com um sorriso satisfeito, ao escutar a companhia tocar.
–Tanya, Irina Kate. Que bom que vocês vieram. -disse de forma sorridente e muito simpática.
–Nós é que agradecemos pelo convite. -disse Kate timidamente.
Eu não tinha problemas com a Kate meu negocio era com as outras duas, mais eu teria que matá-la também e isso não estava me agradando.
–Sei que não somo tão próximas assim, mais eu acredito que essa seja uma boa oportunidade de ficarmos mais próximas.
–Tenho que concorda com você. -Tanya era o sinônimo de falsidade em pessoa.
–Mais, por favor, me acompanhem.
Chamei todas para me acompanharem até a sala de estar, queria deixá-las avontade no momento certo, cabeças rolariam pela sala.
–Fiquei surpresa com o seu pedido. Nunca imaginei que você fosse querer que nós fôssemos suas madrinhas de casamento. -Irina era mais peçonhenta do que todas.
–Eu me envergonho por isso admito. -fingir era uma coisa que eu vinha fazendo muito bem há muito tempo, aproveitei e abri meu escudo deixando que ele captasse a essências de seus pensamentos.
Elas cada vez mais ficavam confusas, com minhas atitudes.
–Mais somos como uma família e esse é, mais do que o momento perfeito para ficarmos próximas, estreitar laços. -disse sorrindo no fim.
–Isso é muito bom. — Tanya concordou.
“Quero só saber com quem essa vadia vai se casar”. Tanya estava com raiva.
–Onde estão todos? -Irina perguntou.
–Saíram, estão todos envolvidos com o casamento, todos ficaram ocupados e eu fiquei esperando vocês para resolver tudo. -disse de forma animada só para irritá-las.
“Todos saíram, não seria nossa culpa se ela morresse e ninguém descobrisse quem foi.” Irina carregava o ódio consigo.
–Mais Bella, você ainda não nos disse com quem será que você vai se casar.-Kate disse.
O que eu precisava a pergunta que eu precisava para tirar, as coisinhas dos eixos e querer pelo menos triscar em um fio de cabelo meu, para mim exterminá-las da terra.
–Eu não disse! -fingi surpresa.
–Não. -todas responderam.
–Nossa que cabeça a minha! É tanta coisa que nem sei mais o que pensar.
–Casamento tende a fazer essas coisas com a gente. -Irina disse irônica.
–É deve ser mesmo, principalmente quando você vai casar com dois vampiros para lá de cobiçado e que são ótimos de cama. -disse com um sorriso de ponta a ponta.
Agora a porra ficou seria. Fodeu! Kate gemeu em pensamento.
–SUA VADIA... -Tanya gritou enlouquecida.
–MAIS VOCÊ NÃO VAI CASAR COM NENHUM DELES. -Irina gritou vindo para cima de mim.
Sem me mover mais do que alguns centímetros, peguei Irina ainda no ar pelo pescoço e a joguei longe, fazendo seu corpo bater na coluna próximo as escadas, fazendo um barulho de ossos quebrarem e cair desacordado no chão.
–Cansei dessa brincadeira, tenho um casamento inteiro para organizar. -disse encarando Tanya que já tinha recuado alguns passos de mim.
–Se eu fosse você não fugiria de mim, não será legal para você me fazer ficar toda desarrumada por estar correndo em sua caçada querendo lhe matar. -meu sorriso cínico era sinistro, eu sentia em minha face.
–VADIA... -gritou mais uma vez.
–Além de lenta, não sabe nenhum xingamento a não ser esse, é burra mesmo.
–Isabella você esta brincando com fogo. Eu sou mais velha do que você te mato em apenas cinco segundos. Agora quem é a burra aqui? -ela perguntou tentando me desafiar.
Atravessei a sala de forma rápida que até para uma visão de vampiro eu não passava de um simples borrão ou vulto.
–Você continua sendo a burra, por que eu mato em dois segundos...
Disse estando de trás do seu corpo arrancando seu coração de uma só vez e o jogando longe de mim.
–NÃO!- Kate gritou com ódio, com raiva, com desespero, com medo.
–Desculpe Kate mais ela não presta, assim como Irina. -disse indo acorda a próxima defunta.
–Ela é a minha irmã. -ela disse entre dentes, eu parei e encarei-a.
–Que traiu a todos nós junto com Eleazar e Tanya.
–Como? -sua voz era bastante feroz e trazia incredulidade.
–Se envolvendo com os Volturi.
–Com quem! -ela estava surpresa.
–Volturi. Eleazar há anos trama uma forma de trair Carlisle e há anos ele esta junto com os Volturi. Irina e Tanya se juntaram a eles. -disse o que eu sabia de verdade, pelo jeito Kate nada sabia.
–Elas não fariam isso. Elas não se juntariam aquilo que destruiu toda nossa família. -Kate estava com raiva de suas irmãs e de Eleazar
–Sinto muito, mais elas fizeram o pacto com o Diabo.
–Como elas fizeram isso? -ela não sabia o que pensar ou que fazer.
“Que porra Tanya e Irina fizeram se juntando aos Volturi”.
–Hora de vadia acordar. -disse chutando as costelas da Irina.
–Ahhh! -gemeu.
–Deixa de teatro, não doeu tanto assim, Tanya teve o coração arrancando e nem gritou. -disse face a face com ela.
Eu estava segurando-a em pé só pelo pescoço, com uma só mão.
–O que você fez com ela? -disse com dificuldade.
–Pergunta errada idiota, a pergunta certa seria o que ela fez para merecer isso? -disse apertando mais a sua garganta.
–E o que foi que ela fez para merecer isso?
–Me fez correr atrás dela. E eu não estou nem um pouco a fim de ficar desarrumada. Afinal Edward e Damon merecem uma companheira a altura.
–Eles não vão ficar com você.
Irina se debateu na minha mão que eu tinha afrouxado propositalmente e conseguiu escapar delas.
–O que foi que você fez? -Kate perguntou a Irina, com os olhos em tom de preto ônix tamanho era o seu ódio.
–Na... Nada. -Irina disse com dificuldade para respirar ou até mesmo de se mexer. Ela estava distante, mais facilmente ela seria alcançada.
–Se juntou aos Volturi, aqueles que mataram nossa família completamente e nos transformaram por prazer. Como você foi capaz? -Kate se aproximou como um felino acuando a sua vitima.
Na altura do campeonato eu estava sentada no sofá olhando até onde isso iria. No momento eu certo eu terminaria com tudo.
–Eu não fiz nada. Nada! -Irina fingia e muito mal por sinal.
Eu estava, cansada sentia meu enfraquecendo para todo o poder que eu sentia corre pelo meu corpo. Eu tinha que da um fim a tudo isso o mais rápido possível. Novamente muito rápido cheguei num borrão até elas, fazendo com que ambas ficassem assustadas. Segurei Irina pelos ombros com uma só mão.
–Um papo rápido de vampira para vampira vadia. Como é que você consegue trair toda sua família por ganância de querer um vampiro que não lhe quer?-perguntei cara a cara com Irina. Minha raiva era grande por sua traição com a família e pelo o que ela causou a mim.
–Tudo isso por sua loucura e da Tanya de querer eles! Desonrou o nome Denali para isso! Mamãe morreu a toa! -Kate estava com a voz tremula, sentia uma onda de poder se forma nela.
–Sim. -Irina disse com vergonha.
–Você não merece viver assim como Eleazar.
Kate partiu para cima de Irina colocando suas mãos na cabeça da irmã e fazendo com que ela sentisse um choque muito alto. Só que para meu azar sentir um pouco dele em mim, esqueci de colocar o escudo envolto de mim.
Escutei um rosnado do lado de fora da mansão, só conseguir vê Jacob correndo em direção a janela de vidro da sala e transformando-se no ar e jogando Kate para longe de mim. Corri em direção a Irina se Jacob havia chegado, eu não teria muito mais tempo, os outros chegariam logo.
Irina havia se recuperado um pouco do choque e veio para cima de mim. Deferindo alguns golpes que me acertaram. A raiva me subiu, o meu sangue ferveu, eu só via em vermelho senti um formigamento familiar em meus olhos. Eu já sabia o que significava, eles estariam em algum tom de azul intenso e muito claro. Eu ao invés de sentir o gosto do meu veneno na boca eu sentia gosto de sangue. Foi então quando eu percebi que estava drenando o corpo de Irina mais antes que ela morresse.
–Por mim, por minha família e pela vergonha que você causou a sua. Sua hora chegou. -em seguida arranquei seu coração com a mão, joguei seu corpo no chão junto com o coração arrancado.
Virei e deparei-me com Kate e Jacob brigando, Jacob invertia seus ataques a Kate e ela defendia-se muito bem.
–JACOB NÃO...
Gritei quando eu vi o que sua investida iria fazer. Ambos param e me olharam. Ela esta do nosso lado. Ela também quer o fim dos Volturi. Kate me olhou surpresa por não querer sua morte e Jacob com aquela sua forma medonha de grande que eu via pela primeira vez me mostrou em seus olhos compreensão, sobre o que eu queria, ele sentiu o próximo passo do meu plano.
Aproximei-me de Kate dei uma mão para que ela levantasse mostrando que eu estava em trégua. Ela aceitou me encarando confusa.
–Pensei que você me quisesse morta!
–Meu problema era com elas.
–E agora?
–Se quiser se juntar aos Cullen contra os Volturi e Eleazar será muito bem vinda.
Ela me olhou nos olhos, segurou minha mão fortemente e disse segura.
–Aceito.
–Bem vinda ao Clã Cullen. -disse devolvendo o aperto de mão.
Notas finais
Ainda não tenho previsão de uma nova fic! a não ser "Não da para conhecer o amor" que eu adoraria poder contar com o apoio de vocês nessa nova história, prometo que se eu criar mais alguma todas serão informadas...
Muitos comentários nesse cap e o 27 será postado rapidinho, a noite eu posto o próximo!
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