Notas iniciais
Oi... preparados? Eu to muito ansiosa

Capitulo 17

Abri os olhos assustada. Eu podia sentir o chão gelado embaixo de mim, o cheiro de mofo era forte. Tentei me lavantar mas uma dor horrível no meu braço me impediu, parecia que meu osso estava de quebrando.
Me sentei e olhei envolta. Estava tudo escuro, levemente se via uma coisa. Eu estava eu estava preza sabe la a quanto tempo.
– Achei que nunca fosse acordar — uma voz disse atrás de mim.
Virei a cabeça assustada. Levemente pude ver Drao, ele estava escorado na parade, vestia um terno negro, seu rosto estava frio.
– Faz seis dias que está apagada — ele contínuo indeferente.
– Seis dias... meu Merlin -exclamei espantada.
Já foram seis dias, droga de missão, estava tudo dando errado. Dumbledor estava errado ao me julgar capaz de completar a missão, Eu já havia perdido coisas de mais... inclusive Nicolle, podia conhecer ela a pouco tempo mas não precisava de muita convivência para saber o quam doce ela era, cada vez que ela ria...era como se o meu corpo fosse tomado por uma sensação boa e a Glória...oque dizer de uma garota que eu convive tão pouco tempo, olhos de curuja, aurea de criança, não precisa de mais nada para descreve-la.
– Anthony? — perguntei a Draco.
Me lembrei de quando Glória disse que ele havia sido trazido para cá. Meu coração se apertou somente na possibilidade de ter perdido aquele garoto sarcástico, amigo, idiota, sorridente e protetor.
– Ele ta bem... melhor que você pelo menos — ele disse dando de ombros.
– onde ele está? — perguntei com raiva.
Ele parecia tão calmo. O mundo estava preste a entrar em guerra e ele ali sereno, como se para ele nada importasse. Mas é claro oque eu esperava de um ser tão desprezível como ele, somos inimigos, ele luta pelo mau e eu pelo bem, tudo que ele quer e ver o mundo queimar no inferno... tomara que ele queime junto.
– Em uma cela no andar de baixo — ele disse vindo com passos lentos em minha direção.
Me afastei rastejando pelo chão, não deixaria ele me tocar. Eu podia ter morrido e ele ao menos fez alguma coisa, isso só prova o quam desumano ele era.
– Não vou machucar você — ele disse se abaixando na minha frente.
Ele levou a mão ao meu rosto, seu toque era frio, sem vida, assim como seus olhos sem emoção.
Tentei afastar meu rosto com brutalidade mas ele segurou meu queixo me fazendo encarar seus olhos nebulosos. Seus olhos eram intrigantes, parecia o céu em dia agitado e ao mesmo tempo uma zona calma.
– Porque não estava em Hogwarts? — ele perguntou calmamente.
– Não é da sua conta — falei segurando choro.
Uma onde de desespero me tomou conta, eu queria me abraçar nele e chorar, ele era tudo que eu tinha ali, pena que ele havia escolhido o lado errado e perdido minha confiança. Pena que ele não era mais o meu Malfoy...meu querido Draco Malfoy.
– Granger... eu quero te ajudar — ele disse baixinho.
– Você só pensa em si mesmo — gospi as palavars com desprezo.
– Não, não quando se trata de você — ele disse frustrado.
– Você me deixou... você escolheu esse caminho -falei deixando as lágrimas cairem.
Ele soltou meu queixo e levou a mão até minha bucheca e secou as finas lágrimas. Olhei nós seus olho e por um segundo pude ver arrependimento.
– Eu nunca desisti de você... eu não tenho coragem de deixar você — ele disse as palavras com carinho.
Fechei os olhos e sacudi a cabeça, ele estava mentindo, ele sempre acaba mentindo e eu como uma trouxa sempre acabo caindo.
– Está mentindo — falei convicta.
– Eles armaram uma emboscada para o Potter... vão invadir o Ministério hoje a Tarde — ele disse me ignorando minhas palavaras mas pelo seu rosto pude ver que o haviam atingido.
Arregalei os olhos. Eu preciso sair da qui, eu preciso avisar o Harry... olhei mais uma vez para Draco com desespero.
Draco me puxou para cima e sem dizer nada começou a correr comigo pelos corredores frios.
– Onde está me levando? — perguntei tentando me soltar.
– Pegar Goldstein... preciso tirar você da qui — ele disse abrindo a porta de madeira com violência.
Descemos uma escada de concreto que dava para um corredor escuro idêntico ao de cima.
– Anthony está aqui? — perguntei para ele.
Ele seguiu me puxando sem dizer nada. A adrenalina estava invadindo minhas veias. Paramos em frente a uma cela onde Anthony estava sentado no chão com a cabeça entre os joelhos e as mãos em volta.
– Anthony! — o chamei.
Este levantou o olhar. Seu rosto estava todo cortado, seus olhos sem vida, sem esperansa. Uma faísca ascendeu no seu olhar ao me ver.
–Hermi!!! — ele se levantou rapidamente
Draco abriu as grades dando passagem para Anthony sair. Me atirei em seus braços. Era uma abraço deseperado, senti meu corpo ser aquecido. Meu coração acelerado batia descontroladamente, eu sintia que era capaz de qualquer coisa.
– Eu pensei que tivesse te perdido — ele disse tremendo me apertando mais.
– Depois vocês matam saudade, vocês tem que fugir — Draco disse voltando a me puxar.
Corremos até uma sala ampla e mau iluminada. Draco pegou uma pequena bolsa cinza encima do sofá e me entregou.
– Se troca... rápido os dois — Draco disse tirando roupas de dentro e entregando roupas para nos dois.
Coloquei o vestido verde curto e peguei minha varinha, amarei um tecido azul escuro no pulso para estancar o sangramento.
Draco andou apreçado até um quadro grande, Lucio estava pintado com uma expressão aristocrata. Ele começou a passar a mão no quadro desesperadamente.
– Oque está fazendo? — Anthony perguntou terminando de se vestir.
– onde... achei — ele disse parando no medalhão pendurado no pescoço do pai.
Ele apertou con força fazendo o quadro abrir como uma porta.
– Vão... isso vai dar na floresta, de la vocês vão direto para o Ministério- ele disse abrindo o quadro.
Abracei ele com força. Apesar de tudo ele me salvou. Ele me abraçou com força, como uma despedida.
– Obeigado Draco — falei me afastando dele.
– A sua amiga está esperando vocês — ele disse fechando o quadro.
Eu e Anthony corremos por um corredor escuro, aquilo mais parecia um labirinto sem saida. Chegamos a uma porta de ferro. Tentei puxar mas estava emperrada.
– pera... aqui — Anthony disse puxando uma alavanca que estava escondi sob as Heras.
A porta se abriu sozinha. Pasei correndo por ela, quanto mais longe da qui, melhor para mim. Estávamos em uma floresta fechada, o sol estava se pondo no horizonte.
– Hermi! — uma jupa se jogou em cima de mim.
Perdi o equilíbrio e cai no chão.
– Glória — apertei ela desesperadamente.
Era bom saber que ela não tinha morrido, era bom saber que eu não havia perdido ela.
– Hermi temos que ir... você ouviu o Malfoy — ele disse olhando em volta.
Concordei com a cabeça, levantei e peguei a mão dos dois, pensei na entrada do ministério.
Quando abri os olhos, estavamos na Londres trouxa, rapidamente puxei os dois pelo braço até uma cabine telefônica.
– Entra... Anthony é com você — falei indicando o telefone para ele colocar a senha.
A cabine desceu devagar dando visão de um lugar completamente escuro... quer dizer as paredes eram pretas, o lugar dava arrepios.
– Como vamos acha-los? — Glória sussurrou saindo da cabine.
– usa seu olfato lobo — falei olhand para Anthony.
Ele fechou os olhos em concentração, em um piscar de olhos tomou a forma de um grande lobo negro. Seus olho agora eram amarelos, era fascinante.
– Acheos! — felei encarando sua face lupina.
Ele levantou o rosto farejando o lugar. Sua expressão mudou e ele largou correndo pelo salão. Corri atrás dele mas era quase impossível de acompanhar. Fechei os olhos e pensei no meu lobo.
Meu corpo foi lançado no ar e quando abri os olhos eu corria com a mesma intensidade atrás de Anthony.
–" Anthony?" — tentei chama-lo pela mente.
– "Eu os encontrei!" — ele disse.
Glória havia se transformardo em uma coruja e acompanhava a gente.
Segui Anthony até uma porta negra. Nós três tomamos nossas formas originais. Minha respiração estava apurada pela correria.
– tem certaza? — perguntei com as mãos no joelho.
– absoluta — ele disse abrindo a porta.

Notas finais
Kkkkkkk so no proximo cap. Hora de matar um personagem importantisimo para Hermi...quem sabe quem é? Aproposito...COMENTEM!