Escolhas
2 Capítulo II
Notas iniciais
ARGHHH!!! Mal tenho tempo de postar capítulos de todas minhas fics >_>
peço perdão para aqueles que acompanham elas.
peço perdão para aqueles que acompanham elas.
-Pegasus, seu crápula! O que o fez pensar que não descobriria sobre você estar comprando minha empresa?! – Exclamou Kaiba largando sua mala na mesa e se aproximando da tela do computador.-Ah, oi Kaiba. Bom te ver também! – Sorriu Pegasus – Jura? Eu comprei sua empresa?-Não se faça de idiota pra cima de mim.-Mas eu não estou. – Afirmou Pegasus erguendo suas mãos para o alto fazendo-se de ofendido – Eu apenas não sabia.-Como assim?-Tecnicamente eu não posso fazer nada Kaiba, meu caro. – Dizia Pegasus – Pelo simples fato de eu estar preso em um programa virtual.-O QUE!? – Gritou Mokuba – Pegasus, que programa é este?-Ah, olá pequeno Mokuba... -RESPONDA! – gritou Kaiba.-Ah, claro, claro. Quanta grosseria minha esquecer desse fato... Bom, há alguns dias uns homens de preto me pegaram dos meus aposentos e me colocaram numa máquina que me mandou pra cá. – Pegasus se afastou da câmera e mostrou que estava num local vazio e fechado.-Que? – Kaiba abaixou sua cabeça – Então... Quem está por trás da compra de minha Empresa?-Não sei meu caro, mas eu gostaria mesmo de saber por que eu estou aqui...-É, isso é estranho. – Concordou Mokuba.-Mas a questão aqui é: Que tipo de programa você está? – Perguntou Kaiba.-Ahh... Chegou aonde eu queria Sr. Kaiba! – Sorriu Pegasus – Estou naquele seu joguinho de realidade virtual! Não é interessante e irônico? E neste momento, você também irá para ele.-Como assim Pegasus?-Olhe atrás de você – Sorriu Pegasus apontando para as costas dos irmãos Kaiba.Seto e Mokuba olharam para trás e tudo o que viram foram uma dúzia de homens com ternos pretos surgirem. Estavam com um emblema no peito. Uma estrela prateada com quatro pontas e uma lua preta no centro.Kaiba tentou resistir, mas acabou sendo pego.-MANO! – Gritou Mokuba.-Saia daqui Mokuba! – Gritou Kaiba sendo preso pelos braços — FUJA!Mokuba balançou a cabeça e com agilidade escapou dali. Correndo como um louco ele alcançou o avião da Corporação Kaiba e o colocou no Piloto Automático que o levaria de volta á sua cidade, são e salvo.Mas... E seu irmão? O que iria acontecer á ele? OoOoOoJapão – Loja de Monstros de Duelos(Três dias depois...). -Bom dia Vovô! – Sorriu Téa ao entrar na loja com seus amigos.-Ah, olá crianças. – Sorriu Salomon – Como foram as aulas?-Nada mal. – Dizia Joey – Só o fato de o Yugi ter dormido na aula foi o bastante.Todos riram e Yugi entrou na loja.-É, eu sei... Dormir na aula não é legal... – Resmungou Yugi. – Mas sei lá me deu um sono!-Bom, eu tenho boas noticias. – Dizia Salomon interrompendo a conversa – Conhecem estes dois nomes: Haru Okuyama e Maya Tokimini?-Claro! – Respondeu Joey animado – São duas amigas.-Elas ligaram agora á pouco dizendo que virão nos visitar.-Ah, que legal! – Sorriu Tristan – Faz tempo que não vejo a Maya, a Haru então... Nem se fala.-Pois é. A Haru pode ser nova, mas vive viajando – Observou Téa.-É, vai ser bom revê-las. – Disse Yugi animado.Nesse momento o sino da loja tocou e duas figuras adentraram a mesma.-Olá! – Sorriu Maya – Há quanto tempo!-Ah, falando nelas! – Sorriu Joey. — Hum, Maya!-Hei, Joey. Andou trabalhando? — Maya sorriu.-Nem me fala.-E aí meninas, como estão? – Perguntou Yugi.-Bem. Estávamos na Califórnia. – Respondeu Haru – Maya estava á trabalho e eu também... Acabamos nos encontrando e resolvemos voltar.-Certo. – Concordou Téa. – Como vai indo... Er... O Kaiba?Haru olhou para o lado.-É, vai bem.-Problemas?-Hum? Não, nenhu... – Antes de Haru terminar de falar, Mokuba surgiu correndo na loja. Ele estava ofegante.-Mokuba? – Haru correu até ele – O que faz aqui?-Ha-Haru! Que bom que achei você! Os computadores da Corporação acharam você pelo seu celular! – Disse Mokuba se sentando no chão – Temos problemas e são grandes!-Quais? – Perguntou Haru.-A gente pode saber? – Indagou Yugi agachando próximo á Mokuba.-Meu irmão, o Seto... Ele foi capturado por uns homens de preto... E o Pegasus, ele também...
-Fala mais devagar Mokuba! – Pediu Haru um pouco confusa.-O Seto... Levaram ele.Haru ficara pálida. Então... Seria esse o motivo de Kaiba nunca ter ligado? Ele tinha sido seqüestrado?-Para onde? – Perguntou Téa.Mokuba coçou a cabeça, um pouco preocupado ainda... Haru apenas se ajoelhou diante dele e aguardou o pequeno rapaz dizer o que sabia.-Eu me lembro... Do Pegasus ter dito algo sobre estar no programa de realidade virtual...-O QUE!? – Berrou Joey – Aquele que entramos?-É, acho que sim – Respondeu Mokuba ainda um pouco preocupado – Haru, me diz que você vai ajudar!Haru pensara e muito no que Mokuba dissera. Ela andava um pouco chateada com Kaiba, mas sabia que essa seria sua chance ideal de tentar se envolver mais com o namorado. Tentar salva-lo.Haru sorriu e se ergueu do chão.-Vou, mas... Posso chamar ajuda? – Ela olhou para trás – Pessoal?Yugi concordou com a cabeça assim como todos os presentes. Mokuba sorriu e concordou.-Então vamos! Eu conheço um terminal de testes que não fica muito longe daqui! Fica na Empresa!-Vovô! Depois voltamos! – Exclamou Yugi saindo correndo com os amigos.-Certo... Não cheguem tarde!No meio da rua, Maya se aproximou de Haru enquanto corriam. -E então? Vai ter a chance que queria?-Chance? – Haru ficou um pouco preocupada – Não... É minha vez de salva-lo. Ele me ajudou no hospital, acho que isso não me dará uma chance de saber por que ele continua sendo tão...-Eu entendo – Sorriu Maya – Vai precisar de ajuda não é?-Então entraremos todos juntos – Afirmou Haru animada – Os meus problemas perto do que estamos enfrentando, não são tão grandes assim. Mas se houver alguma chance de eu me acertar direito com ele... Vai ser agora!Enquanto corriam, Yugi percebia o quanto Haru mudara. Ela parecia ser a mesma que eles conheceram no Hospital, mas algo estava de diferente nela... Ela estava um pouco mais crescida e sem medo de enfrentar as coisas... Talvez fosse por isso que ela aceitara salvar Kaiba. E Kaiba descobrira-se apaixonado por ela, ambos eram parecidos em uma coisa: Eram cabeças-duras.Mas eles ainda tinham que encontrar o Dono da grande Empresa. Salvá-lo? Isso já era outra história...
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