Escolhas...
6 Proibidos.
Depois de muito pensar Duca, chegou a uma decisão que seria difícil, porém seria a melhor, adrenalina pura pra ele, do jeito que ele gosta, se da certo, ninguém sabe ainda, ele voltou pra casa da Nat, mais encontrou o carro do Lobão em frente ao prédio decidiu então deixar pra outra hora a conversa, voltando pra casa, quando ele deu a volta na praça todos já estavam a sua espera.
Gael: Duca, seu irresponsável, onde estava ?
Duca: Cuidando da minha vida.
Bianca: Na casa da Nat.
Duca: Quem disse que eu tava lá até agora ?
Dona Dalva: Ninguém disse, mais pra você demorar desse jeito.
Duca: Eu estava em um lugar sozinho, sem ninguém me enchendo o saco, sim eu tava com a Nat, mais fiquei lá por uns dois minutos, apenas.
Gael: Por que você foi atrás dessa garota ?
Duca: Por que eu precisava.
Bianca: Aposto...
Duca: Aposta nada, eu fui lá saber como ela estava psicologicamente, fui lá por que ela foi a única que me agradeceu pelas minhas atitudes, a única que mandou eu pensar melhor na minha vida, enquanto vocês estavam preocupados com o fato dela ser lutadora de uma academia rival. Fui cavalheiro, fui homem de verdade, não liguei pra rivalidade alguma, ela estava ali desacordada só fiz o que estava ao meu alcance. Já que meu irmão morreu pra salvar a mim e a ela, sim ele tentou ajudar ela, só que ela foi ameaçada quando descobriram tudo isso e o resto vocês já sabem.
Bianca: Duca, ela fez a sua cabeça, ela te manipulou.
Gael: Abre o olho Duca.
Duca: Ninguém aqui teve a capacidade de perguntar se eu estou bem, né. Todo mundo julga mais ninguém se preocupa. Quer saber, já me decidi sobre minha vida.
O lutador entrou louco da vida em sua casa, deixando todos de boca aberta, Bianca entrou atrás, mais ele não a deixou entrar em seu quarto, ele estava nervoso demais pra se preocupar com aquilo.
Dia seguinte ele acordou se arrumou e foi atrás da Nat novamente, chegando no AP dela, o carro do Lobão já não estava mais por lá, o mesmo certificou-se de que ele não estava mesmo, assim que recebeu a confirmação subiu, logo Nat abriu a porta.
Nat: Você é doido, sumiu desse jeito, eu fiquei preocupada, sabia, você saiu e o lobão chegou, levei um susto. Tudo bem com você ?
Duca: Calma, tudo bem sim, só fui espairecer minha vida.
Nat: Tipo.
Duca: Estou confuso entre o mais fácil e sem sentimento ou o mais complicado com todo amor possível.
Nat: Hã ?
Duca: Você entendeu.
Nat: Sinto muito, não posso te ajudar com isso, quer algo ?
Duca: Um beijo ?
Nat: Você tá bem ?
Duca: Talvez.
Nat: Eu tomar café, por acho que to dormindo.
Duca: Eu também quero viu.
Nat: Ta bom.
Ela preparou o café e ele ficou a encarando,a lutadora ficava sem graça com isso, mais algo nela dizia que aquilo era bom.
Nat: Você gosta do perigo ?
Duca: Adoro, apesar de ter fama de certinho.
Nat: Fama não, você é.
Duca: Não sou.
Nat: E por que você diz que não é ?
Duca: Por que eu gosto de uma pessoa, que é proibida pra mim.
Nat: Ah é, estou na mesma situação que você.
Duca: Que tal a gente tentar dar um jeito nisso.
Nat: Como ?
Ele foi chegando perto dela e passando a mão em seu rosto.
Duca: A gente podia, namorar por aparência com eles, mais...
Nat: Perigoso, arriscado, mais eu gostei.
Duca: Gostou, é ?
Nat: Adorei.
Ele se aproximou dela e a beijou, ficaram assim por minutos, entre selinhos, sorrisos e beijos.
Duca: Bom, agora eu preciso ir né, ou esse povo me mata.
Nat: Ta bom.
Se despediram e Duca foi embora, com um mega sorriso, sim ele saiu as 5:00 da manhã, voltou as 7:00.
Dona Dalva: Duca onde você estava ?
Duca: Na praia.
Dona Dalva: Sozinho ?
Duca: Sim.
Dona Dalva: Você está estranho.
Duca: Estou não, só to cansado.
Dona Dalva o olhou desconfiada, mais não disse uma palavra, apenas observou o neto arrumar suas coisas, os remédios de sua avó, lhe dando um por um, depois partiu pra academia, agiu "normalmente", deu um selinho na Bianca, cumprimentou todos e foi iniciar seu dia, que passou rápido, depois do almoço, o mesmo foi dar suas aulas na Aquazen, onde iria até a noite e fecharia o lugar, quando estava pra fechar, Nat chegou de moto, ele quase a matou, já que ela ainda estava se recuperando.
Duca: Você é muito teimosa.
Nat: E você não, né.
Ela chegou tirando o capacete e me deu um beijo.
Duca: A senhorita sabe que não pode andar de moto.
Nat: Não resisti, sabia que fecharia aqui hoje.
Duca: Ah você sabia, entendi.
Nat: Claro que sabia.
Duca: O chato vai aparecer lá hoje ?
Nat: Ele disse que apareceria, mais se ele não for, te do um aviso.
Duca: Ok, se eu não responder de imediato, é que alguma coisa tem.
Nat: Entendi.
Duca: Vamos ?
Nat: Sim.
Saíram da Aquazen, e seguiram para a praça, ela na moto e ele no carro, se despediram com um toque de buzina, ela foi embora.
Gael: Quem era ?
Duca: Nat.
Gael: Estava com ela ?
Duca: Não, encontrei ela aqui na frente, estava chegando da Aquazen e ela disse que iria não aonde aí.
Gael: Vieram conversando ?
Duca: Sim, ela veio em paralelo comigo.
Gael: Ah, o que tem a me dizer sobre esse papo ?
Duca: Nada, até por que não foi nada demais, só falei com ela.
Deixando Gael sozinho, Duca entrou pra casa, tomou banho e foi preparar algo pra comer, achou estranho a Bianca não se pronunciar, mais também nem ligou, deitou-se no sofá e ficou assistindo filme, sua avó estava no Perfeitão com a Galera da Ribalta.
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