DuNat estavam conversando em um lugar mais reservado, quando ele cogitou a ideia de voltarem para o Rio.

Nat: Não quero voltar tão cedo.

Duca: Tudo isso é medo ?

Nat: Sim, agora tudo que planejei foi por agua a baixo.

Duca: Ainda bem.

Nat: Por que você é assim ? Nunca me apóia ?

Duca: Eu não te apoio por que isso é loucuras, por que te amo, por que não quero te ver sair de casa fugida igual o Alan.

Nat: Duca é diferente, completamente diferente.

Duca: Amor eu já ouvi tudo isso.

Nat: Duca, confia em mim.

Duca: Cara você acha que vou aguentar mesmo, ver a mulher que eu amo receber mensagens de ameaças todos os dias ?

Nat: Não deveria ter deixado essas mensagens

Duca: Ai seria pior, você estaria mentindo pra mim.

Ela ficou brava com ele e saiu de perto, que foi atrás dela igual a um louco, segurando-a pelos braços, puxando e beijando ela, que retribuiu rapidamente.

Duca: Teimosa, eu te amo.

Nat: Chato.

Duca: Sempre fui e você sabe disso.

Nat: Vai começar.

Duca: Eu vim te dar um dato de realidade e te trazer pra perto de mim.

Nat: Duca...

Duca: Por favor eu quero cuidar de vocês.

Nat: Eu vou pensar.

Duca: Tem até segunda

Nat: Mais hoje é sábado.

Duca: Não importa.

Ele saiu dali indo para o quarto pegar o celular, voltando pra sala ele viu Nat de longe, deitada com o fone de ouvido, aparentemente dormindo, deitou junto com ela que lhe cedeu espaço e ainda dividiu o fone, ficaram ali quietos, mãe de Nat que entrou na casa ficou emocionada por ver aquilo.

Mãe: Nunca Vi minha filha tão calma assim, dormindo e ouvindo música.

Duca: É a gravidez.

Mãe: Só assim pra ela quietar.

Duca: Nem tanto.

Nat: Eiiii...

Mãe: Vou fazer algo pra gente comer.

Nat: Mãe faz baguete, que seu genro vai amar.

Duca: Eu gosto de tudo tá, nem vem.

Ela riu e ambos se beijaram novamente.