Escolha Errada
8 Chapter seven: Alicia gone!
<< Capitulo feito pela Trixiee, créditos a ela! >>
Ouviu o barulho da chuva e suspirou, amava a chuva. Ouviu alguns gritos e depois Alícia saiu correndo para fora da casa e Paulo olhou da escada e abaixou a cabeça.
Marcelina olhou para o irmão e correu até o garoto.
-Eu contei! – Ele disse.
-Isso foi bom. – Marcelina falou fitando o irmão.
-Não, não foi! As coisas não vão ficar muito legais! – Paulo disse e não esperou nenhuma resposta de Marcelina, o garoto correu pro quarto e se trancou lá. E fitou a praia, conseguia ver Alícia sentada na areia, à chuva forte batia na garota e ela não ligava. O sentimento de culpa era horrível. Ele ainda queria entender por que ela nunca terminou com ele antes, é Por que ele fazia essas coisas? O garoto olhou o porta retrato deles dois ao lado da cama, e suspirou, Não existia mais o casal menos meloso na sala.
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-Gente cadê a Alícia? Essa chuva e ela não voltou! – Bibi disse fazendo todos lembrarem da garota que havia saído a tarde e não voltou a noite.
-E o Paulo que não sai do quarto? – Daniel falou.
-Eu vou falar com ele. – Marcelina se levantou e caminhou até a escada.
Abriu a porta já destrancada do quarto e encontrou o irmão olhando para o chão. – Cansou de ver o teto? – Marcelina sentou na cama.
-Ahan. – O garoto tinha aparência cansada.
-Não vai adiantar ficar assim. – Marcelina falou para o irmão que suspirou.
-Onde ela ta? – Paulo pela primeira vez olhou para irmã.
-Ela saiu e desde aquela hora não chegou, eu to ficando preocupada. – A cara de preocupação passou de irmã para irmão. O garoto se levantou e pegou um casaco.
-Eu vou atrás dela! – Ele disse e desceu as escadas correndo todos os amigos olharam para o baque surdo que ele deu na porta.
-Eu vou com ele! – Marcelina foi atrás do irmão e o encontrou rápido.
-A ultima vez que eu vi ela foi na praia! – Paulo afirmou e a irmã ficou calada.
Marcelina sentiu o celular vibrar no bolso e o pegou.
“Procurem em algum barzinho, se não acharem por aqui ela só pode estar com alguém ou no hospital!” Leu a mensagem, sabia que quem tinha mandado era Maria Clara, mais como? Como ela sabia seu numero?
-Procura por um desses barzinhos. – Marcelina falou apontando com a cabeça.
-Ela não ia tomar um porre por causa disso. – O garoto falou e a irmã riu sem graça.
-Até eu iria tomar. – Ela disse e piscou para o irmão que bufou e foi até um deles. Marcelina ficou ali olhando até o irmão voltar correndo.
-Ela ta no hospital, o cara ali mesmo levou! – Paulo disse e Marcelina abriu a boca.
-O que ela tem?
-Ele não disse! – Paulo correu em direção a casa.
-Onde é o hospital daqui? – Ele abriu a porta e ficou lá.
-Eu levo vocês. – A mulher que apresentou a casa a todos apareceu na sala com a chave do carro.
-Venham apenas quatro. – Apenas Daniel se levantou e ficou perto dos amigos.
--x--
Chegaram depois de 30 minutos ao hospital e perguntaram a recepcionista sobre a garota.
-Ela ta bem, mais ta muito cortada! – A garota falou. Marcelina ficou surpresa, cortada?
-Como assim? – Daniel perguntou.
-Ela se cortou com alguns cacos de vidro. – a mulher falou e Paulo abaixou a cabeça. Marcelina entortou a boca.
-Podemos ver ela? – Daniel perguntou outra vez.
-Podem. – a recepcionista disse o numero do quarto, apenas Marcelina foi lá.
Olhou pra garota o braço com o nome ‘paulo’ em cortes a cochas cheia de arranhões, o outro braço, e um na bochecha.
-Marcelina. – a voz baixa e rouca de Alícia interrompeu os pensamentos de Marcelina.
-Por que fez isso? – Marcelina perguntou, ela simplesmente queria chorar.
-Eu precisava. – Ela olhou para a amiga, Alícia apenas olhava ela, não conseguia se mexer.
-Eu to lá fora, qualquer coisa me chama? – Marcelina disse e amiga fez um sim com a cabeça e fechou os olhos.
A Marcelina saiu do quarto algumas lagrimas caiam por lembrar do estado da amiga, os meninos a esperavam no final do corredor. Daniel veio até ela.
-Ela se cortou! Tava horrível ela não conseguia se mexer. – Ela disse e Daniel abriu a boca de tão surpreso. O garoto não conseguia falar nada. Ele suspirou e Abraçou Marcelina que não recuou.
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