Notas iniciais
Eu vou primeiro contar algo para os leitores que me acompanham e sempre ficam putos quando eu nunca termino minhas histórias. Eu cansei de fazer histórias de zumbis e etc, quero fazer algo novo, vi uma oportunidade criando isso, acho que tem potencial. Eu realmente tenho muitas ideias, to criando algo novo aqui. Espero que me apoiem e acreditem em mim pela milésima vez haha, não vou decepcionar ninguém.

Como sempre eu gosto de iniciar uma história com combate.

Longe dali em uma das arenas da escola Vances dois alunos estavam lutando um contra o outro, alguns poucos jovens assistiam, totalizando menos de vinte espectadores, a arena estava fechada e toda coberta por folhas secas que o vento trouxe. O mais alto combatente possui os cabelos negros e escorridos pelo corpo, olhos castanhos e um rosto belo, esbelto e alto o jovem exaltava de músculos, muito treino para chegar a essa forma física aos dezoito anos de idade. Vestia o uniforme da escola sem nenhuma proteção, armado com a espada de aço curta, sem corte e sem ponta, não queriam matar um ao outro, apenas quebrar um nariz ou algumas costelas. Já o outro não era tão atraente, olhos verdes, nariz grande como uma batata, o rosto todo cheio de espinhas e cabelos louros bagunçados, sem corte especifico, porém era forte, não tão forte quanto seu adversário, mas bem treinado. Empunhando a espada e no braço direito um escudo de madeira redondo com o brasão de Vances.

-Vamos lá Kross, não vai pegar um escudo? – perguntou o garoto nada atraente rodeando Kross com a língua de fora e rindo o encarando com seus olhos esbugalhados.

-Não preciso de escudo, me deixa lento.

-Me subestima? Você faz isso com todos, comigo não funciona. Vou dar um jeito no seu rostinho bonito. – as garotas que assistiam soltavam gemidos de preocupação, faziam parte do fã-clube de Kross, todas lindas e com peitos enormes saltando a cada chocalhar de seus corpos.

-É o meu estilo, vamos lutar Clayter. – profanou Kross girando sua espada e olhando de relance para o enorme portão de entrada daquela arena, se os pegassem ali lutando fora dos regulamentos receberiam uma advertência, isso não seria nada agradável.

Clayter saltou sem capacete e desferiu um golpe direto com a espada, rapidamente Kross aparou levantando sua lamina e chutou seu adversário no estomago o afastando. Depois as espadas se encontraram sete vezes seguidas fazendo o som do aço brandido penetrar agudamente nos ouvidos dos espectadores deixando as garotas gemerem a cada lançar de cabelos de Kross que maestramente bloqueava e contra-atacava cada golpe recebido. O escudo de Clay não aguentou uma forte pancada da espada de Kross e arrebentou-se quase ao meio, como resposta ele veio com tudo tentar atingir o rosto do belo guerreiro, porém receberá outro chute no estomago.

-Acaba com ele Kross! – gritou Daran, seu amigo e companheiro de equipe. As garotas ajudavam no coro.

Kross girou seu corpo em um salto e com a velocidade do giro atingiu o escudo de Clay em cheio o arrebentando por completo e ferindo o antebraço do garoto, ele gritou de dor e caiu sobre os joelhos recebendo outro golpe nas costas tão forte que no exato momento deixou uma marca roxa ali e deu outro grito.

-Você morreu. – finalizou Kross com a lamina estendida apontando para o rosto de Clay. Naquele instante o garoto segurou o choro, estava vermelho como um pimentão, as garotas subiram na arena e abraçavam e beijavam Kross.

-Não teve graça, Clay mal conseguiu te acertar. – comentou Daran olhando de relance para Clayter ajoelhado e com o braço ferido entre as pernas de costas segurando as lágrimas.

-Vamos embora, ele quer chorar. – Kross falou aquilo zombando de Clay e deixou a arena com as garotas e seus admiradores.

O jovem ficou ali por segundos, depois minutos, então começou a chorar e sentir uma ardência tremenda nas costas onde fora atingido. Estava ali a dois meses e não conseguiu vencer nenhuma batalha.

-Sou feio, fraco, não consigo vencer ninguém... Não quero me tornar escudeiro, muito menos de Kross, ele sim é um guerreiro de verdade, matador de demônios e galanteador, como eu o invejo... – ele dizia em voz baixa limpando as lágrimas e soluçando.

Notas finais
Segue aqui o local onde vocês irão montar os personagens. Sejam criativos e me surpreendam com personagens bem elaborados e legais de ver em ação.
Preencham e me enviem seus lindos personagens.

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