Escola, Rock e Cinco Garotos Loucos
4 Trancado Em Um Armário
Notas iniciais
Percebi que comecei contando errado a historia caro leitor, pois até agora não fiz nenhuma descrição da cidade ou escola em que frequento. Comecemos pela a cidade de Iori que fica no interior do Japão, com um nome desse não me admira ser tão pequena.
A escola é bemmmm grande a boatos que logo abra uma universidade ali, a armários em todos os corredores, as paredes são brancas e rosas, as cores oficiais da escola, o porquê dessas cores eu não sei, o pátio é enorme e nem se fala do refeitório que é formidável, mas á um único lugar nesse colégio que é extremamente pequeno e bem escuro, o armário do zelador. Agora me pergunte “’como você sabe? ‘ Simples porque eu estou PRESO nele.
Sim senhor, o Solo voltou pra terminar o serviço, há eu mereço pior que não tem nem por onde sair o armário ta trancado, se eu chama ajuda ele volta e quebra a minha cara e pra piorar eu to pendurado na porta por um prego não consigo nem me soltar de minúsculo que é o lugar.
—Eu ainda não acredito que conseguimos fugir da aula de tortura.
—Deus é pai, cara!
Mas o que é isso? Ouço vozes do corredor talvez consiga chamar ajuda.
—S-socorro.
—Escutou isso?
Acho que alguém parou na frente da porta.
—M-me a-ajuda!
A porta abriu, um monte de vassouras e esfregões caindo no chão e eu pendurado na porta.
—Cara o que você ta fazendo ai?-perguntou o rapaz que abriu a porta.
—Me trancaram aqui.
—Quem fez isso?-perguntou o outro.
—Uns caras ai.
Eu não ia entregar o capitão de time de futebol vai sabe se não eram amigos dele. O garoto de cabelos azuis e fone de ouvido com orelhas de gato, perai isso é serio? Me tirou da porta.
—Por que você não pediu ajuda antes?
—Eles disseram que ian ficar de guarda no corredor se eu chamasse ajuda me encheriam de porrada.-falei constrangido.
—Era só te pegado uma das vassouras e dado na cara de deles.
-Acho que não ia dar muito certo. Espera não tava trancada a porta?
—Não essa porta não tem tranca aqui que o pessoal se encontra pra se da uns amassos. –respondeu o garoto de cabelos pretos.
Ótimo fiz papel de trouxa de novo, o sinal tocou,acabo de perder a aula de educação física.
—Bom a gente ta indo.
—Da próxima vez pega um cabo de vassoura, vai por mim são armas perigosíssimas.
O garoto me falou com tanta convicção que tive que concordar com ele e também não se deve contrariar louco ainda mais os que usam orelhas de gato no fone de ouvido.
Caminhei a até a minha sala, próxima aula química, huuu adoro! Caso não tenham percebido fui sarcástico, chego atrasado, à professora briga comigo, “eu tava trancado em um armário até agora da um desconto”, sento na primeira carteira que encontro quando olho pro lado vejo a turminha do barulho do Julian fazendo gestos de que iam me bater na saída, minha agenda anda lotada.
Sinto alguém cutucando meu braço, “ignore Seiya, é só mais um engraçadinho”, me cutucam de novo, “mostre que você é um ser evoluído”, e mais uma vez, “evoluído... Ok já chega”
—O que é que você quer?
Gritei. Gritei mesmo to nem ai.
—Seu lápis caiu no chão.
Olho para o chão e lá esta meu lápis.
—Desculpa. -sussurro.
—Tudo bem.
—Não to tendo um dia muito bom.
—Serio? Quase nem da pra perceber.
—Ai o que eu falei sobre usar seu sarcasmo?- perguntou um rapaz loiro sentado na carteira do meu lado.
—Que não era para eu fazer.
—VOCÊS TRES JÁ TERMINARAM DE CORVERSAR?
—Sim professora. — respondi.
—Claro. – o cara atrás de mim
—Eu não estava conversando. — o cara do meu lado.
—Então o que estava fazendo?
—Cortando o sarcasmo dele. — apontou para o garoto atrás de mim. -Alguém tem que controlá-lo sabia?
—CHEGA!!!!
Ficamos quietos na hora e ela voltou a dar a aula, pra completar ainda passou um trabalho em grupo.
—Porcaria vou ter que fazer essa droga sozinho.
—Desculpa, mas eu ouvi sua lamentação ta a fim de fazer com a gente?
—Serio? Eu posso?
—Claro né?- perguntou o loiro.
—Sim por que não?- respondeu o outro
—Olha eu não sou muito bom em química. -respondi.
—Ninguém aqui é.
O sinal tocou comecei a arrumar minhas coisas.
—A gente marca pra fazer o trabalho ok?
—Tá bom.
Que alivio vou conseguir fazer o trabalho em grupo, na verdade é a primeira vez que eu faço um trabalho em grupo, os dois já estavam indo embora quando o cara de cabelos verdes que sentou atrás de mim voltou.
—Olha teu lápis ainda ta no chão.
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