Notas iniciais
Me deixem explicar uma coisa quando eu escrevi esse capitulo me pareceu que o Seiya entrou na minha casa, puxou uma cadeira e começou a contar a historia pra mim, aliais ele em fazendo isso desde do primeiro cap. Espero que gostem.

Percebi que comecei contando errado a historia caro leitor, pois até agora não fiz nenhuma descrição da cidade ou escola em que frequento. Comecemos pela a cidade de Iori que fica no interior do Japão, com um nome desse não me admira ser tão pequena.

A escola é bemmmm grande a boatos que logo abra uma universidade ali, a armários em todos os corredores, as paredes são brancas e rosas, as cores oficiais da escola, o porquê dessas cores eu não sei, o pátio é enorme e nem se fala do refeitório que é formidável, mas á um único lugar nesse colégio que é extremamente pequeno e bem escuro, o armário do zelador. Agora me pergunte “’como você sabe? ‘ Simples porque eu estou PRESO nele.

Sim senhor, o Solo voltou pra terminar o serviço, há eu mereço pior que não tem nem por onde sair o armário ta trancado, se eu chama ajuda ele volta e quebra a minha cara e pra piorar eu to pendurado na porta por um prego não consigo nem me soltar de minúsculo que é o lugar.

—Eu ainda não acredito que conseguimos fugir da aula de tortura.

—Deus é pai, cara!

Mas o que é isso? Ouço vozes do corredor talvez consiga chamar ajuda.

—S-socorro.

—Escutou isso?

Acho que alguém parou na frente da porta.

—M-me a-ajuda!

A porta abriu, um monte de vassouras e esfregões caindo no chão e eu pendurado na porta.

—Cara o que você ta fazendo ai?-perguntou o rapaz que abriu a porta.

—Me trancaram aqui.

—Quem fez isso?-perguntou o outro.

—Uns caras ai.

Eu não ia entregar o capitão de time de futebol vai sabe se não eram amigos dele. O garoto de cabelos azuis e fone de ouvido com orelhas de gato, perai isso é serio? Me tirou da porta.

—Por que você não pediu ajuda antes?

—Eles disseram que ian ficar de guarda no corredor se eu chamasse ajuda me encheriam de porrada.-falei constrangido.

—Era só te pegado uma das vassouras e dado na cara de deles.

-Acho que não ia dar muito certo. Espera não tava trancada a porta?

—Não essa porta não tem tranca aqui que o pessoal se encontra pra se da uns amassos. –respondeu o garoto de cabelos pretos.

Ótimo fiz papel de trouxa de novo, o sinal tocou,acabo de perder a aula de educação física.

—Bom a gente ta indo.

—Da próxima vez pega um cabo de vassoura, vai por mim são armas perigosíssimas.

O garoto me falou com tanta convicção que tive que concordar com ele e também não se deve contrariar louco ainda mais os que usam orelhas de gato no fone de ouvido.

Caminhei a até a minha sala, próxima aula química, huuu adoro! Caso não tenham percebido fui sarcástico, chego atrasado, à professora briga comigo, “eu tava trancado em um armário até agora da um desconto”, sento na primeira carteira que encontro quando olho pro lado vejo a turminha do barulho do Julian fazendo gestos de que iam me bater na saída, minha agenda anda lotada.

Sinto alguém cutucando meu braço, “ignore Seiya, é só mais um engraçadinho”, me cutucam de novo, “mostre que você é um ser evoluído”, e mais uma vez, “evoluído... Ok já chega”

—O que é que você quer?

Gritei. Gritei mesmo to nem ai.

—Seu lápis caiu no chão.

Olho para o chão e lá esta meu lápis.

—Desculpa. -sussurro.

—Tudo bem.

—Não to tendo um dia muito bom.

—Serio? Quase nem da pra perceber.

—Ai o que eu falei sobre usar seu sarcasmo?- perguntou um rapaz loiro sentado na carteira do meu lado.

—Que não era para eu fazer.

—VOCÊS TRES JÁ TERMINARAM DE CORVERSAR?

—Sim professora. — respondi.

—Claro. – o cara atrás de mim

—Eu não estava conversando. — o cara do meu lado.

—Então o que estava fazendo?

—Cortando o sarcasmo dele. — apontou para o garoto atrás de mim. -Alguém tem que controlá-lo sabia?

—CHEGA!!!!

Ficamos quietos na hora e ela voltou a dar a aula, pra completar ainda passou um trabalho em grupo.

—Porcaria vou ter que fazer essa droga sozinho.

—Desculpa, mas eu ouvi sua lamentação ta a fim de fazer com a gente?

—Serio? Eu posso?

—Claro né?- perguntou o loiro.

—Sim por que não?- respondeu o outro

—Olha eu não sou muito bom em química. -respondi.

—Ninguém aqui é.

O sinal tocou comecei a arrumar minhas coisas.

—A gente marca pra fazer o trabalho ok?

—Tá bom.

Que alivio vou conseguir fazer o trabalho em grupo, na verdade é a primeira vez que eu faço um trabalho em grupo, os dois já estavam indo embora quando o cara de cabelos verdes que sentou atrás de mim voltou.

—Olha teu lápis ainda ta no chão.

Notas finais
Mais um capitulo ai gente, a cidade citada é invenção minha e Iori significa habitação de um eremita segundo o ti-tio Google, espero que gostem. Há! Um spoiler do próximo capitulo vai ter briga. Beijocas da lu-chan s2