Surge um canto,

Sendo este agudo nos campos leitosos,

Afinando a nota clássica do classicismo europeu,

Convocando o sapato de Rubi,

Concedendo mais um desejo derivado dos seus enleios.

Clama ela,

Clama a chama,

Acendida no inverno que revigora,

Clama o conforto do dia conseguinte,

Perguntando-o quais os números primos das próximas semanas.

E lá se vê ela,

Chama a Aurora,

Clama por Aurora,

Na dúvida de quais túnicas hoje usar,

O amarelo singelo,

Cor dos devaneios e cabelos finos,

Dos seus sonhos,

Brevemente irá de ninar.

Pois onde o Pólen fresco estar,

Lá cantando ela estará,

Seu olho de Coruja marrom perplexo,

Capturando mais uma cena singela,

No sussurrar das areias em constante farfalhar de ideias,

A procura de um abrigo no deserto escaldante.

Notas finais
Agradeço por ler minha poesia! Obrigada pela atenção!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!