Erro
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Já era tarde, eu estava dormindo com a minha camisa de hóquei favorita (do time Gothan), apesar da minha infância ter sido meio cigana, sempre considerei Gothan como meu lar. Mais aqui estava eu dois anos depois de me formado em New York fui chamada para uma oportunidade incrível Starling City, bom o resto é a historia de sempre, jovem brilhante, dono da empresa saído de ilha onde ficou preso durante cinco anos, ele precisando de alguém para tirar uma bala do corpo, como disse, o de sempre. Voltando, estava eu dormindo, com a minha blusa de hóquei como camisola, quando ouvi um barulho dentro de casa. Levantei no susto e peguei a primeira coisa que eu vi como arma (um livro de mais o menos 900 paginas sobre arte modernidade, em outras palavra, algo bem pesado) quando vi o vulto entrando no meu quarto. Nem pensei duas vezes, taquei com toda a força no nele, quando ia sair correndo ouvir um ‘ai’ com uma voz bem familiar. Fui até a parede a procura do interruptor, só para ver um arqueiro deitado no chão do meu quarto.
-Oliver o que você esta fazendo aqui?
Ele levanta sem jeito, acho que nunca imaginou sendo surpreendido por mim, a loira indefesa que o ajuda a nos problemas de informáticas.
-Eu preciso que você invada um sistema para mim.
Vou até a minha mesa de cabeceira e pego o meu celular, para ficar desesperada com as horas:
-Oliver 4:17 da manhã isso não podia esperar mais umas 4 horas, eu sai do clube era 3 horar, nem bati direito na cama.
-Se não fosse urgente Felicity eu não teria dado o trabalho de vir até aqui, arrobar a sua janela e levar um Edvard Munch na cabeça.- Falou isso levantando o livro com uma mão e fazendo uma cara de ironia que não é muito de seu feitio.
Peguei o livro da sua mão e coloquei na encima da minha cama. Quando o encarei de volta vi me olhando de baixo para cima:
- Então é fã de Gothan.- Ele falou isso com um sorrisos arteiros nos lábio. E eu só então me lembrei da minha queria roupa confortável de dormir.
-Gothan é minha cidade... você apareceu eu estava dormindo... é confortável... você aqui –parei de falar, vi que estava me enrolando mais. – Como assim arroubou a minha janela.- Sai correndo para a sala. Fui surpreendida por duas mãos que me suspenderam no ar.
- Cuidado, os cacos no chão.
-Valeu Oliver, além de não consegui dormir agora vou chegar atrasada no meu serviço porque tenho que ir ao vidraceiro.
Eu estava em seu braço, de frente para ele, olhos nos olhos, e ele pra ajudar falou com aquela voz que derrete qualquer irritação:
-Tenho certeza que se falar que teve um problema com invasor, encapuzado, que usa um arco ele vai deixar passar.
Eu dei uma risada sem graça, como ele consegue me fazer perder o foco daquele jeito? Parei, respirei me afastei. A única coisa que eu queria era sai de perto dele (na verdade não, mais para minha saúde mental era o melhor). Fui saindo de perto dele, tomando cuidado com os vidros do chão, dando uma de bailarina, andando na ponta dos pés e ele vinha atrás de mim não contendo o riso. Peguei meu computador em cima da mesa de centro e fui em direção ao balcão.
-Ok, qual é o sistema?
Era mais dez horas , eu passava pela portaria, com três copos de café, dois expresso simples e o meu um triplo, em uma mão, uma latinha de energético aberto em outra e varias pastas de arquivos e documentos relativo ao primeiro turno de trabalho. Meus óculos escuros tampavam minhas olheiras, que não consegui disfarçar nem com toda a base do mundo.
Quando o arqueiro saiu da minha, casa lá pelas cinco e tanta da madrugada, resolvi que era melhor tirar aqueles cacos de vidro do chão antes que eu mesma me cortasse. Fui deitar quase seis horar para levantar a sete e meia e sair correndo atrás de alguém para arrumar o estrago de uma das minhas janelas. Em outras palavras tive que pagar muito caro para um vidraceiro colocar a minha janela em prioridade.
Quando o seu ‘Zé do vidro’ resolveu sair de casa era mais de nove horas, foi o tempo de tomar um banho trocar de roupa e tentar tirar o estrago de uma noite mal dormida do rosto.
E para que toda essa correria? Para chegar e dá de cara com uma Isabel com uma vontade anormal (até pra ela) de ser cruel.
-Acredito que você ache que por ter um relacionamento intimo com o senhor Queen acredite que tenha privilégios que os outros funcionários não tenha nessa Companhia. – nota: esse intimo foi cheio de sarcasmo e segundas intenções, outra nota: eu não sabia onde enfiar a minha cara. Ela olhou para as minhas mãos e terminou: -Vejo que a noite foi interessante.
- Perdão pelo atraso, tive um problema com a janela, sai correndo cedo atrás de alguém para arruma-la .
Ouço uma voz vindo atrás de mim:
-Eu não entendi direito pelo telefone, um morcego bateu em sua janela ontem.- Senti ele querendo se divertir do meu constrangimento, mas dois podiam jogar esse jogo.
-Na verdade Sr. Queen, o problema de morcegos não é dessa cidade, tenho certeza que era meio verde, só vi um vulto, mais posso garantir.
Ele deu um sorriso anormalmente grade, sorriso esse que fez meu coração bater rápido, falhar uma batida e voltar a bater (como ele conseguia isso?) . Olhei para o lado e vi que ele não mexia só comigo. Se até Isabel estava com dois olhos esbugalhados plantado na cara acho que é geral.
Ele veio em minha direção pegou o seu copo de café da bandeja partes dos documentos e abriu a porta:
-Podemos começar o trabalho?
Vi que era comigo, sai correndo, passei pela porta que ele ainda segurava, deixando uma Isabel estarrecida atrás de uma porta de vidro.
-Bom dia Diggle!- Passei por ele entregando o seu café, enquanto Oliver chegava em sua mesa e com um botão escurecia os vidro de sua sala. Diggle vira pra mim e pergunta:
-Felicity, você rastreou alguns possíveis contatos dessa organização Liga das Sombras?
Oliver nos olha com uma cara de intrigado, esse rastreamento era algo que estávamos fazendo sem chamar muito atenção do ‘líder’. Sinceramente eu estou muito preocupada, mais que o normal, com essa coisa de Liga das Sombras, soro para criar meta humanos, isso tá fugindo um pouco nosso normal, e olha que o nosso normal é um padrão baixo, bem baixo.
-Certo, eu andei olhando alguns eventos cruzando informações, e o sistema, aquele de ontem, Oliver, para rastrear, me comprovou isso. Entrei em contato com um amigo do Planeta Diário...
-Planeta Diário, o jornal ? Cheio de Jornalista?
- Calma Oliver... é um amigo de faculdade, ele cursou fotografia e deixou umas fotos da então namorada dele vazar... e por isso eu socorri ele.- os dois me olhava como se eu fosse um ornitorrinco- Deixa pra lá. Acontece, que há uns dois anos uma jornalista deles estava fazendo uma reportagem na Ásia à respeito de uma organização possivelmente envolvida com uma tentativa de destruição da cidade de Ghotan... começando pelo bairro mais violento. Isso não faz vocês lembrarem de nada?
- O que aconteceu? Como a policia impediu, e a jornalista. –Diggle perguntou enquanto Oliver ficava bem serio.
- A jornalista está bem, mais a matéria foi engavetada, tinha muitos interessados por traz. E quanto como foi impedido, ai é que fica tudo muito confuso, falam que foi um morcego, ou uma infestação, não entendi... cai muito em lendas urbanas. Eu morrei algum tempo em Gothan, mas isso é recente, não tem como ter informação pessoal. Eu vou conversar com um amigo hoje a noite, ele estava lá quando tudo aconteceu e vou ver quais as informações, mais tudo indica que seja a mesma organização.
-Um AMIGO?
-Serio Diggle?
-Desculpa, não pude evitar.
-Mais Oliver se for como eu estou pensando, Oliver não dá pra encarara sozinho, eles são um pequeno exercito, e o Arqueiro tem como aliado um soldado e uma T.I.
Oliver não dizia nada, mas a sua cara era amedrontadora.
Notas finais
Até a proxima
Fale com o autor