Notas iniciais
HAHAHA CARA, EU AMO ESSE CAPÍTULO, DEMAIS!
Quase esqueci de postar hoje porque to lendo um texto gigante pra prova de amanhã.
Não respondi ainda as reviews, responderei tudo semana que vem - depois do feriado.
E AAAAAH, SÓ PORQUE EU FALEI UMAS VERDADES VOCÊS NÃO VEM MAIS CONVERSAR COMIGO? ÉÉÉ, deixe estar. - prevendo um hiatus. u.u
Musica da Rihanna - nem vem encher meu saco sobre a escolha ein.
Enfim, bjs.

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Now the pain is my pleasure cause nothing could measure

Estava parada atrás de Matt ainda chocada com a audácia do garoto que havia sussurrado no meu ouvido coisas que não se deve dizer a uma garota que esta com o namorado, ainda mais se esse namorado for Matthew. Quando percebi que Matt ia mesmo entrar numa briga por causa da atitude do idiota, me enfiei na sua frente e abracei seu pescoço, Matt passou o braço de forma possessiva na minha cintura e beijei seu pescoço, tentando acalmá-lo. Ouvi ele gritar para o garoto que se ele chegasse perto de mim de novo era homem morto e depois Matt puxou minhas coxas para seu colo, saindo caminhando para algum lugar. Continuei beijando e mordiscando seu pescoço e ombro até que a claridade de um banheiro me chamou a atenção. Desci do colo de Matt enquanto o mesmo lavava o rosto. Estávamos acredito que no banheiro dos pais dos Barrys, era espaçoso e o espelho cobria uma parede inteira quase, me mostrando meu corpo da virilha para cima.

Observava o brilho do meu piercing na luz quando Matt se virou para mim e com brutalidade me prensou na parede. Sua boca logo estava sob a minha, beijando com força e necessidade. Seus dentes morderam meu lábio inferior com força e pude sentir um leve gosto metalizado na boca, corri minhas unhas por seus braços até alcançar seu pescoço. Embrenhei meus dedos por seu cabelo e acariciava seu coro cabeludo quando uma de suas mãos subiu até meu cabelo, pegando um punhado do meu cabelo e puxando para trás com força. Gemi com o ato e logo os lábios e dentes de Matt maltratavam meu pescoço e colo. Sua mão começou a puxar meu cabelo para baixo, com força, arranhei seus ombros e Matt deu um passo para trás.

Abaixei até ficar de joelhos, com ele ainda segurando meu cabelo e agachado na minha frente. Seus olhos verdes estavam escuros, seu hálito quente no meu rosto e sua outra mão segurando meu queixo.


– Você sabe o que eu quero, certo? – assenti com a cabeça. — então faça. – e se levantou, ainda segurando meu cabelo.


Mordi o lábio e abri a calça de Matt. Não estava nervosa ou com medo, já havia feito aquilo antes com ele e estava bem bêbada. Sem tirar sua calça por completo, abaixei sua cueca e seu membro apontou para meu rosto, umedeci meus lábios e logo tinha seu membro na minha boca. Tentava ao máximo colocar sua extensão em minha boca, mas Matt nunca foi um garoto pequeno, em todos os sentidos. Estava concentrada tentando não engasgar quando Matthew me empurrou na parede, me fazendo bater a cabeça e começou a investir dentro da minha boca. Engasguei, senti anciã e ele não pareceu se importar. Apertei suas pernas com força e ele se afastou, enfiou dois dedos na argola da coleira e me puxou para cima.


– Que foi Madson? – perguntou prensando seu peito contra o meu na parede, dificultando minha respiração.

– Não consigo respirar... – ofeguei em seu pescoço. Matt olhou meu rosto por alguns segundos e sorriu malicioso.

– Eu respiro por você amor... – e me beijou com força.


As mãos de Matt apertavam meus braços ao lado do meu corpo, uma voz no fundo da minha mente me alertava sobre as marcas, mas ignorei e correspondi a seu beijo exigente. Suas mãos escorregaram por meus braços e logo estavam em meu short. Tentou puxar para baixo algumas vezes e frustrado por não conseguir se afastou, mandou que eu me livrasse daquilo e ficou olhando enquanto eu tirava. Já tinha tirado uma perna quando ele voltou a me prensar contra a parede. Pude sentir seu membro entre minhas pernas, escorregando pelo meu centro e quando Matthew correu suas mãos até meus seios ondas desceram até o meio de minhas pernas. Afastou o biquíni para os lados e suas mãos começaram a brincar com eles. Apertou com força demais um deles e atacou com os dentes o outro. Matt distribuía mordidas fortes por meus seios e colo e quando tentei levar as mãos aos seus ombros rosnou para que eu ficasse quieta. Soltei um grito abafado quando ele me mordeu com força na altura das minhas costelas. Uma de suas mãos desceu até meu centro e rudemente penetrou dois dedos em mim, gritei surpresa e logo sua outra mão cobria minha boca. Seu rosto ficou a altura do meu e encarando meus olhos sussurrou:


– Você só vai gemer, gritar, falar, respirar, quando eu mandar, entendeu Madson? – perguntou assenti e o mesmo começou a massagear meu clitóris enquanto ainda penetrava os dedos fazendo meus olhos revirarem e minha respiração ficar ainda mais ofegante.


Quase chegava ao orgasmo quando Matt tirou as mãos de mim e me empurrou contra a pia do banheiro, de costas para ele. Não me contive e soltei um gemido surpreso quando o mesmo me penetrou sem dó de uma só vez. Por ter desacatado sua ordem Matt bateu com força em minha bunda, fazendo a pele arder pelo tapa da luva.


Matthew investia contra mim com força, causando dor, mas não me importei, de olhos fechados e mordendo meu lábio tentava em vão não gemer. A cada som que saia de minha boca Matt me batia, às vezes com força, às vezes só apertava minha carne. Sua mão rodeou meu pescoço e senti seu corpo se inclinar, cobrindo o meu. Virou meu rosto para o lado e beijou meus lábios, terminando com uma mordida no lábio já ferido. Sussurrou para eu abrir os olhos e quando assim o fiz, fui contemplada pela visão refletida de seus olhos. Matt voltou a endireitar a coluna e me levou junto, ainda segurando meu pescoço. Ofeguei com a imagem refletida no espelho, conseguia ver a sombra de seu membro me penetrando, não contive o gemido que saiu e Matt apertou meu pescoço. Sua outra mão desceu até meu centro e começou a me massagear junto com suas investidas. Quase alcançava o êxtase quando Matt saiu de dentro de mim me fazendo gemer frustrada e bufar, Matt me virou para ele e me surpreendeu com um sonoro tapa no rosto. Olhei para ele assustada e ele me juntou ao seu corpo, segurando meu cabelo e perguntou com certa raiva quando eu aprenderia a ficar quieta. Sua postura dominante por mais que me machucasse um pouco estava me excitando mais do que qualquer coisa. Ronronei e abracei sua cintura, lambendo seu maxilar. Matt riu e me empurrou até a porta, abriu a mesma e saímos para o quarto dos pais dos garotos. Matt me jogou na cama e foi trancar a porta. Ia tirar minhas botas quando o mesmo me repreendeu, dizendo que eu estava sexy usando-as.


Sorri para ele e deitei nos travesseiros da cama, Matt retirou a regata que usava e veio caminhando ferino até a cama, ficando de joelhos entre minhas pernas. As abriu tanto quanto conseguiu e puxou de seu bolso de trás o chicote. Colocou-o ao meu lado e puxou meu braço em que a algema estava presa. Soltou um dos lados e o passou pela cabeceira da cama, que era composta de varias colunas de madeira. Prendeu meus braços para cima e sorriu para mim.


– Vi isso em um filme, acho que você vai gostar Mad... – disse antes de morder meu ombro. Meus braços doíam um pouco e era estranho não poder movimenta-los, mas assenti para ele, dando-lhe toda a liberdade possível de fazer o que quisesse comigo. Hipnotizada por seus olhos observei Matt voltar a ficar entre minhas pernas e antes que pudesse inspirar senti o couro do chicote bater contra minha coxa. Gritei surpresa e puxei meus braços, fazendo meus pulsos protestarem contra o ato. Matt ainda bateu mais algumas vezes, o que estranhamente só me excitou mais e como eu não parava de gritar jogou o chicote para o lado – já que você não consegue ficar quieta Madson, — colocou minhas pernas em cima de um de seus ombros. – grita o meu nome pra todo mundo saber quem é seu dono.


E voltou a me penetrar com mais força ainda. Senti dor novamente, mas logo essa foi apagada por ondas e ondas de prazer, a impossibilidade de mover os braços dava agonia que só fazia acumular mais prazer entre minhas pernas. Mais rápido do que imaginava eu gritava o nome de Matthew em um dos melhores orgasmos que já havia tido. Não demorou muito e Matt gozou dentro de mim, me apertando contra seu corpo e murmurando que eu era dele e de ninguém mais. Sorri para ele e ele se deitou entre minhas pernas – doloridas – e descansou a cabeça em meu peito.


– Você ta toda marcada... – sussurrou quando eu quase caia no sono. – desculpa.

– Não tem problema... – sorri para ele que me respondeu me dando um casto beijo nos lábios – solta meus braços Matt? – pedi. Matt pegou as chaves que balançavam em seu peito e me soltou, estralei os braços e rimos do barulho. Infelizmente a maior parte do ar da bebida já havia passado. Matt descansou por mais algum tempo e me assustou ao se levantar.

– Vamos voltar pra festa? – perguntou sorrindo. Levantei-me e logo cai sentada, a dor nas pernas me fazendo gemer. – Aff, desculpa Mad, eu me descontrolei. – pediu se abaixando na minha frente.

– Já disse que ta tudo bem... – passei a mão pelo seu rosto e lhe dei um selinho. – Vamos pra casa?

– Sim senhora, se veste que eu vou buscar o seu casaco. – se levantou fechando a calça e colocando a regata. – não demoro...


Assim que a porta se fechou me levantei e subi meu short e calcinha, arrumei o biquíni e prendi os dois lados da algema em um pulso de novo. Fui para o banheiro cambaleando nos saltos e ao me olhar no espelho não contive uma careta. O batom negro estava todo borrado, meu rosto tinha uma leve marca do tapa de Matt e roxos se espalhavam pelos meus braços, colo e barriga. Aquilo ia dar o que falar... dei de ombros e penteei o cabelo com uma escova que achei em uma das gavetas do banheiro. Limpei o batom borrado e ao ficar de costas tive uma visão nada animadora, a parte de trás das minhas coxas estava vermelha e na frente alguns vergões vermelhos se destacavam na minha pele branca. Bufei e maldiçoei minha pele que ficava tão marcada facilmente. Voltei para o quarto e sentei na cama, a ardência me chamando a atenção. Passei a mão no meio das minhas pernas e fiz uma careta maior ainda ao notar um pouco de sangue nos dedos. Fui até o banheiro e lavei a mão de novo, logo ouvindo o barulho da porta se abrir de novo.

Matt me estendeu o casaco olhando minhas pernas. Uma sombra ocupava seus olhos e antes que ele falasse alguma coisa o abracei e disse que o amava demais. Matt beijou minha testa e descemos para a sala abraçados. Não achamos nenhum dos meninos e Matt resolveu ir embora deixando eles para trás mesmo.


Ao chegarmos em casa notei que a luz do quarto de Anabelle estava acesa, não lembrava como ela havia ido embora, nem porque... dei de ombros e acompanhada de Matt fomos para o meu quarto. Pedi para Matt tirar toda a bagunça da minha cama e enquanto ele empurrava todos os embrulhos no chão tirei minha roupa, troquei a calcinha minúscula por uma larga e confortável, vesti um pijama de algodão, composto por uma regata de alcinhas preta com bolinhas brancas e um short curto com o mesmo padrão. Matt arrancou a roupa e deitou de cueca Box azul, me enfiei pelo edredom e Matt passou os braços pela minha cintura, me puxando para seu peito. Passei os braços pelos seus e escondi meu rosto embaixo de seu queixo, aspirando seu perfume. E mesmo com dores pelo corpo – que estariam pior amanhã com certeza – dormi nos braços do meu dono...

Sex in the air, I don't care, I love the smell of it

Sticks and stones may break my bones

But chains and whips excite me