Notas iniciais
EI GEEEEEEEEEEEEEEEEEENTE. To sentindo/vendo a coisa meio parada... Que que foi? É depressão por causa da volta as aulas? Eu ainda não to tendo aula, então.... SE FODERAM! MUAHAHAH
Enfim, gostaria de falar uma coisa pra algumas pessoas em particular, as pessoinhas do Team Mad. CADÊ VOCÊS PORRA? A Mad é quase massacrada nos reviews velho ç.ç Vocês comentam uma, duas vezes e someeeem! Assim não da... u.u
De mais a mais, ai vai o cap. :*

I'm not afraid
I pushed through the pain
And I'm on fire
I remember how to breathe again

Eu estava com raiva, eu estava muito puta. Matt me segurava pela cintura e eu me debatia gritando que ia matar aquela pirralha de merda. Ele me jogou no sofá e antes que eu pudesse pensar em levantar ele segurou meus pulsos no encosto e sentou em cima de mim. Ele também estava irritado, furioso melhor dizendo.

- Madson Harley, cala a porra da boca um minuto! – gritou comigo apertando meus pulsos. Parei de me debater por um segundo e fiquei quieta. – Vocês duas são piores que dinamite acesa, puta que pariu! – gritou novamente – Vocês não sabem conversar sem partir pra agressão não? Porra Madson!

Mordi meu lábio e fiquei encarando seu peito nu. Não demorou muito para minha respiração começar a falhar e logo lagrimas banhavam meu rosto. Com um suspiro cansado Matt me soltou e se sentou ao meu lado, me puxando para seu colo e me aninhando em seus braços. Chorei encostada a seu peito, chorei de raiva, chorei de ódio por Anabelle. Minha raiva era tanta que minhas mãos fechadas em punhos ganharam pequenos cortes feitos por minhas unhas levemente compridas. Vendo o pouco de sangue sair da palma de minha mão, Matt pegou a mesma e distribuindo leves beijos abriu meus dedos, negando com a cabeça me olhou e pediu:

- Mad, se acalma, por favor... – murmurou beijando a palma da minha mão.

- Eu quero matar ela Matt – minha voz estava falha –, ela é uma babaca porra! Eu só quero o melhor praquela idiota e ela é uma ingrata!

- Eu sei amor... eu sei... –me assegurou, mas ele não precisava falar mais nada. Ouvir a palavra amor relacionada a mim saindo de seus lábios havia sido um choque. Eu não estava acostumada a isso, era sempre princesa, gata, Mad... olhei para ele e o mesmo sorria fracamente para mim. Virei-me em seu colo e deixando uma perna de cada lado de seu corpo, abracei seu pescoço e encostei minha testa na dele de olhos fechados. – Fica calma ta bom? Eu to aqui com você, vai ficar tudo bem...

- Como vai ficar tudo bem Matt? – perguntei controlando a vontade de gritar de novo apesar de já estar mais calma – Minha irmã vai virar uma drogada alcoólatra já, já, e eu não posso fazer nada! Ela não me escuta, ela não me respeita! Eu não sei mais o que fazer...

- Amanhã a gente pensa nisso okay? – pediu enquanto segurava minhas pernas e num impulso ficou de pé comigo no colo– Deixa que hoje eu cuido de você... – murmurou andando em direção as escadas.

Fechei os olhos e só voltei a abri-los quando Matt me depositou em uma superfície gelada e dura. Olhei ao redor e reconheci o banheiro dos pais de Matt, composto de uma banheira de casal, um grande espelho em cima da pia e chão branco. Matt estava

sentado na beira da banheira abrindo o registro. No mesmo instante todos os pensamentos acerca de Anabelle e o raio que o parta sumiram de minha mente, me fazendo ficar focada a um só fato: Matt queria que tomássemos banho. Juntos.

Senti meu coração falhar uma batida e depois quase decolar dentro de meu peito, de tão forte que pulsava. Minhas mãos tremiam e assim que Matt conseguiu a temperatura que desejava na água, se levantou e veio até onde havia me deixado sentada na pia. Sorriu para mim e tomou minhas mãos.

- Você quer... hm... que a gente tome banho junto? – perguntei hesitante olhando a água na banheira subindo.

- Algum problema com isso? – respondeu com uma pergunta. Passei a língua nos lábios e mordi meu lábio inferior, eu podia sentir minhas bochechas quentes – Ta com vergonha de mim agora Mad? – riu e segurou meu rosto com as mãos – Você fica de calcinha e sutiã e eu de cueca, como se estivéssemos na piscina, só que um pouco menor e quente. – sorriu e beijou a ponta do meu nariz – Sem stress princesa, só relaxa um pouco ta bom? – assenti com a cabeça e assisti enquanto ele pegava um prendedor de cabelo e me entregava.

Prendi meu cabelo e quando me virei para perguntar a Matthew se ele tinha certeza que era tudo bem tomar banho na banheira de seus pais, fui surpreendida por um beijo apaixonante. Entrelacei meus braços em seu pescoço e deixei que ele vagasse com as mãos por meu corpo. Sua língua macia brincava com a minha e quando precisei de ar mordi seu lábio inferior, prendendo o piercing entre meus dentes e logo voltando a beijá-lo. As mãos nada santas de Matt percorreram minhas costas e pararam na barra de minha camiseta, puxando-a para cima. Separamo-nos e não vi onde minha camiseta foi parar pouco me importava também. Abracei Matt novamente e voltamos a nos beijar. Suas mãos agora desciam por meu pescoço e pararam em meu seio. Eu não tinha deixado ele chegar até ali ainda, e mordendo seu lábio e apertando seu ombro com as unhas, deixei.

Com um gemido de aprovação, Matt apertou meu seio esquerdo e com a outra mão me puxou para frente, me fazendo bater contra sua ereção. Suspirei com seu toque e desci minhas mãos por suas costas, arranhando sua pele. A cada vez que ele apertava meu seio ou raspava meu mamilo por cima do tecido do sutiã, ondas de choque desciam até meu ventre, me deixando extremamente excitada. Matt deixou meu seio e desceu a outra mão até o cós de minha calça, desabotoando-a e se afastando de mim para tirá-la junto aos meus tênis e meia. Desci do balcão de mármore e olhando em seus olhos me aproximei, desabotoei sua calça e deixei que ele tirasse o resto. Tentei não olhar em direção a sua cueca – que para meu desespero ou louvor – branca.

Matt segurou minha mão e entrou na banheira, me puxando junto e me fazendo sentar em seu colo, virada para ele. Eu estava excitada e assustada ao mesmo tempo, não sabia o que fazer por isso deixei que ele me guiasse.

Voltamos a nos beijar e novamente as mãos de Matthew começaram a percorrer meu corpo. Uma delas parou novamente em meu seio e a outra continuou descendo e parou em minha intimidade, acariciando-a por cima do tecido da calcinha ainda. Assustei e interrompi o beijo, me levantando um pouco de seu colo e olhando para ele.

- O que foi Mad? – perguntou colocando as mãos em meu quadril e me puxando para me sentar em suas pernas novamente – Não confia em mim?

- Confio Matt... é que isso tudo é muito novo pra mim ainda... – murmurei mordendo meu lábio.

- Relaxa... eu já mais te machucaria... – me assegurou me beijando de novo.

A insegurança ainda estava instalada em meu corpo e pensamento, e notando isso Matt me beijou mais forte me puxando para frente e encostando nossos centros. Ouvi seu gemido baixo e me derreti em seu colo. Percebendo minha distração, Matt desceu a mão para dentro da minha calcinha e me tocou. Estremeci com seu toque e respirando fundo comecei a sentir aos poucos certo prazer. Voltei a beijá-lo e antes do que eu esperava, Matt penetrou um dedo em mim, causando um leve ardor. Soltei um gemido de dor e ele me beijou, com a mão embrenhada em meu cabelo não deixou que eu me afastasse.

Continuamos com aquela dança de prazer e certa dominação até não sei que horas, sei que quando nos deitamos em sua cama, meu corpo ainda tremia levemente e o sono se apoderava de minha consciência aos poucos. Deitada e abraçada a ele adormeci, entorpecida por seu cheiro e seu toque.

Na manhã seguinte, quando o despertador soou, Matt resmungou e pediu para que faltássemos na escola. Mas eu não queria faltar, ficar em casa, por mais que Matt estivesse comigo, me faria pensar em Anabelle, e eu não queria isso no momento.

Com muito custo, fiz ele se levantar e enquanto o mesmo ia tomar banho, dizendo que precisava ‘’esfriar a cabeça’’ fui preparar um café da manhã rápido.

Deixei o leite e o achocolatado do lado de um prato com torradas e quando Matt entrou na cozinha para comer, subi correndo para me trocar.

Saímos de casa um pouco atrasados, mas ainda chegamos a tempo da segunda aula. Com um beijo rápido Matt se despediu de mim. Quando passei pela sala de Anabelle, a procurei pela janela, mas nem sombra da minha irmã problema. Bufei e me dirigi até a minha sala, onde o professor de inglês já começava a entoar as palavras que eu deveria ter copiado no caderno, mas minha mente não estava disposta e minha mão queria desenhar apenas.

Mais rápido do que previ, o intervalo chegou e assim que sai da sala me encontrei com Jimmy que me esperava encostado ao corredor.

- Bom dia lutadora de MMA caseiro! – me cumprimentou com um abraço – Matt me contou do seu momento luta livre, nem para me chamar pra assistir, eu teria feito apostas! – comentou passando o braço por meus ombros e nos dirigindo ao pátio.

- Ai Jimmy, você é um palhaço, a situação é séria ta bom? – tentei manter a seriedade, mas foi olhar para sua cara e rir – E quem você acha que teria ganhado? – perguntei por fim.

- Não sei minha cara, você é maior que a Belle, mas a baixinha provavelmente te daria um cassete porque é mais rápida. Talvez você batesse nela por ter mais experiência. – divagou com uma mão no queixo – Vamos fazer o seguinte, vocês saem na porrada de novo e eu descubro! – sugeriu.

- Claro Jimmy, vamos marcar um dia de luta coletiva, que tal? – perguntei e logo após caímos na risada.

Ao chegarmos ao pátio, Matt comia um salgado sentado em cima de uma mesa, conversando com Zacky. Procurei rapidamente Anabelle ou Brian com o olhar, mas não os vi em lugar algum. Aproximamo-nos dos dois ainda rindo e antes que Zacky pudesse me dizer ‘oi’ dei vários tapas em sua cabeça. O mesmo reclamou, perguntando o que havia feito.

- Você deixou a irresponsável da Anabelle sozinha, bêbada! Acho que já sabe o que aconteceu né... – respondi e para finalizar dei uma mordida em sua bochecha. Ele gritou e eu sorri – Pronto, agora você terá que explicar pra sua boneca inflável o que é essa mordida, vingança cumprida. – terminei sentando entre as pernas de Matthew, que ria da cara mal humorada de Zacky junto de Jimmy.

- E o meu direito de defesa? Onde ficou Mad? – perguntou esfregando a bochecha que já estava vermelha.

- Quem disse que ele existiu? – respondi mostrando a língua.

- Eu só passei na casa da Gena pra dar boa sorte pra ela na competição, quando me virei pra trás, a Ana tinha sumido! – se defendeu – Eu procurei pelas ruas próximas e nada, quando que eu ia pensar em ir até o bar do Johnny procurar ela?

- Ta certo Zacky... eu não estou brava com você, sei que não tem culpa... – assegurei a ele.

- Mas não é que o gordo ficou uma graça com a bochecha mordida? – zoou Jimmy – acho que você deveria aderir a moda Z.

- Se foder cara! – se revoltou Zacky – Essa merda ta doendo!

- É uma bixa mesmo... – riu Matt.

- Deixa ela morder a sua então machão. – devolveu Zacky.

- Se eu te mostrar o meu ombro Z, você vai ficar feliz com a sua bochecha... – comentou Matt e eu dei um tapa nele – Mas é verdade Mad, você tem que aprender a controlar essa sua vontade de morder as pessoas.

- Foda-se, mordo a hora que eu quiser você Matthew. – revidei mordendo sua perna de leve.

- Ui, temos uma gata selvagem aqui... –disse Jimmy, nos fazendo cair na gargalhada.

E assim se seguiu minha manhã, mas no fim de tudo, sempre que me encontrava em silencio, pensava em Anabelle. Estava dividida entre a preocupação, a raiva, a mágoa... o que eu faria com ela e com toda aquela situação ainda não sabia, mas, de uma coisa eu tinha certeza, queria saber onde aquela maluca havia se metido...

Why must we fall apart
To understand how to fly
I will find a way
Even without wings

Notas finais
Musica do Evanescence, e galera, dúvida, vocês preferem que os trechos das musicas sejam em portugues ou em ingles mesmo? E claro, se alguém não entender, só perguntar no review. :3
Bjsbjs :*