Erase This
43 Bad Romance
Notas iniciais
Sabe, se pelo menos as leitoras que favoritaram a estória deixassem reviews, teriamos capítulos diarios, ou se pelo menos um pouco mais da metade delas, acho que ja postaríamos todo dia. Mas, vocês tem preguiça, logo os posts seram apenas de segunda e quinta, como era antes.
Sem mais, ao capítulo...
You know that I want you
And you know that I need you
I want it bad, your bad romance
Assustamos quando Belle saiu disparada do quarto. Tirei as mãos de Matthew de dentro da minha calça e ainda ofegante olhei para cama agora vazia da minha irmã.
– Ela tava acordada! – comentei com a respiração entre cortada.
– Pelo jeito tava, e daria uma ótima voyeur – brincou Matt voltando a me puxar para perto.
– Para Matt! – ri de sua piada. – A Belle é inocente ainda, eu acho... – parei pensativa – será que ela e o tal de Sam andam fazendo alguma coisa?
– Acho que não, a Belle não tem muita malícia ainda... – respondeu voltando a beijar meu pescoço – tem como você esquecer a sua irmã e voltar ao que fazíamos? – pediu mordendo o lóbulo da minha orelha.
Dei de ombro e beijei Matt. Suas mãos desceram novamente para dentro da minha calça e me apertaram com força. Com as unhas arranhei seu pescoço, descendo as mãos para a barra de sua camiseta e a puxando. Separamo-nos e Matt aproveitou para tirar a minha camiseta também. Em um movimento brusco Matt me colocou deitada no colchão e ficou por cima de mim, entre minhas pernas. Voltamos a nos beijar com urgência e logo pude sentir a animação de Matthew contra meu corpo. Suspirei e me livrei de seus lábios, descendo os beijos por seu maxilar. Estava animada, disposta a fazer coisas novas, por isso desci minhas mãos até sua cintura pelas costas, indo para sua barriga e arranhando seu baixo abdômen. Matt segurou a respiração e soltou um gemido devorando meus lábios quando comecei a desabotoar sua calça. Suas mãos subiram de minha cintura e enquanto uma massageava meu seio, a outra foi para minhas costas tentar abrir o fecho do meu sutiã.
– Não Matt... – pedi sussurrando – minha mãe tá lá embaixo, a gente não vai transar.
– Eu sei que não — murmurou de volta –, só vamos nos divertir. – e soltou a peça do meu corpo.
Ri de sua atitude levada e pedi para que ele trancasse a porta, ter que explicar a porta trancada era mais fácil do que ser pega semi-nua na cama com meu namorado. Matt mais rápido que eu imaginava, pulou da cama e trancou a porta, apagou a luz e logo já estava em cima de mim novamente. Voltamos a nos beijar e quando faltou o ar Matt chupou meu lábio inferior, descendo os beijos por meu pescoço e parando em meus seios, olhou para mim e logo atacou com os lábios. Suspirei ao sentir sua língua quente contra minha pele e as ondas de excitação desceram com mais potencia até meu centro. Desci com as mãos para dentro de sua calça e ainda por cima de sua cueca massageei seu membro.
Matt gemeu e voltou a me beijar, levantando um pouco o corpo para deixar meus braços mais moveis. Enquanto nos beijávamos abaixei sua cueca expondo seu membro e pela primeira vez vi a anatomia masculina de perto. Livrei-me de seus lábios e não contendo a curiosidade olhei para baixo, Matt riu da minha inocência e mordeu meu pescoço, me desconcentrando. Levei minha mão até seu membro e comecei a massagear devagar.
– Matt, — chamei e ele respondeu com um gemido baixo – eu não sei fazer isso direito... – murmurei mordendo meu lábio, eu tinha certeza que estava vermelha.
– Faz assim ó... – e colocando a mão junto da minha começou a fazer os movimentos para cima e para baixo, com certa pressão.
Logo peguei o jeito como ele gostava e voltamos a nos beijar. Era difícil beijar e fazer aquilo ao mesmo tempo, não sabia se dava atenção a sua boca ou ao seu amigo, se me entendem. Mas Matt não parecia se incomodar com a minha falta de coordenação. Depois de alguns movimentos mais fortes da minha mão Matt parou de me beijar e começou a gemer com certa frequência em meu ouvido, tomando aquilo como um sinal, aumentei a pressão com minha mão e ao mesmo tempo em que um líquido branco saia dele em direção a minha barriga ele mordia meu pescoço com certa força.
Tirei minha mão dele toda melada, o mesmo permanecia parado em cima de mim com a respiração ofegante. Não demorou muito e voltamos a nos beijar, Matt agora descia suas mãos para abrir a minha calça, quando alguém resolveu bater na porta.
Pulamos em sincronia na cama, assustados. Olhei para Matt e com uma mensagem pelo olhar corri para o banheiro, trancando a porta e ligando o chuveiro. Colei meu ouvido na porta e pude ouvir Matt abrir a porta do meu quarto, falando com a minha mãe. Rezei para que ele tivesse ao menos fechado a calça. Sai de perto da porta e me olhei no espelho.
Meu cabelo estava um desastre e apenas puxei a mecha que cobria meu pescoço e vi uma marca gigante na minha pele, quase preta no centro e com as bordas arroxeadas. O outro lado do meu pescoço não estava em melhor estado e meus ombros tinham algumas mordidas. De imediato pensei em Matt, se ele estivesse com marcas desse tipo, com certeza seria constrangedor olhar para minha mãe. Desci o olhar para minha barriga, onde o líquido de Matt escorria aos poucos. Fiz uma careta para o espelho e
Tirei a calça, me enfiando embaixo do chuveiro. Tomei banho rápido, desembaraçando meu cabelo e sai enrolada na toalha.
Matt estava sentado na cama ainda sem camisa. E olhou para mim com os olhos meio brilhantes. Logo se levantou e me abraçou me dando vários selinhos, sorriu e perguntei o que minha mãe queria.
– Ela quer conversar com a gente alguma coisa sobre o aniversario de Anabelle. – explicou.
– E você atendeu a porta assim? – perguntei olhando para seu abdômen que tinha algumas marcas de unhas. Levei o olhar até seu pescoço e leves marcas de dentes apareciam em torno de seu pescoço, seu ombro tinha mais marcas, um pouco mais fortes, e dei um passo olhando suas costas, que tinham mais marcas de unhas. Fiz uma careta e fui colocar minha roupa.
– Ah! Só lembrei-me de fechar a calça quando destrancava a porta quase Mad... – riu ele – mas eu acho que a sua mãe nem ficou muito desconfiada, eu fiz cara de quem tava dormindo.
– Ai Deus, ai Deus, — murmurei vestindo a calcinha por baixo da toalha – me protege do interrogatório mais tarde.
– Relaxa Mad! – disse se jogando na minha cama de novo. – Sua mãe não vai pegar pesado contigo, pelo menos estamos na sua casa, melhor que na rua. – e deu de ombros.
– Tomara que ela pense assim... – resmunguei vestindo meu sutiã. Puxei um vestido pólo preto de armário e o coloquei, assim as marcas no pescoço ficariam disfarçadas e as do ombro cobertas. Sequei um pouco meu cabelo com a toalha e me sentei na penteadeira para cobrir um pouco os roxos nos pescoço com base. – Veste a sua camiseta pra gente descer. – pedi para Matt.
– Sim senhora – e vestiu. Matt estava realmente animadinho... ri de seu sorriso e desistindo de cobrir meus hematomas coloquei o cabelo para frente.
Descemos as escadas e encontramos mamãe sentada na sala vendo TV. Já anoitecia assim as luzes estavam acesas. Joguei-me em uma das poltronas e Matt se sentou na do meu lado, girei na poltrona e coloquei meus pés em seu colo. Olhei para minha mãe que nos observava calada.
– Fala mãe...
– Dormiu bastante agora à tarde Madson? – perguntou curiosa. Tentei congelar minha expressão e lutei contra o impulso de morder o lábio.
– Um pouco, Matt ronca. – comentei recebendo um tapa de leve no pé... desviei minha atenção do rosto desconfiado da minha mãe e olhei para ele – Sério amor, você não dormiu bem noite passada? Parecia cansado... – falei segurando o riso, o mesmo apenas mostrou a língua para mim. Voltei a olhar para minha mãe mais relaxada agora – Fala logo mãe, o que tem o aniversario de Anabelle? – perguntei.
– Estava pensando em fazer alguma surpresa para ela, ela anda tão distante de nós... – comentando deixando suas suspeitas de lado. – O que você acha?
Mordi os lábios, e perguntei:
– Que tipo de surpresa? Tipo festa?
– Talvez, mas eu não sei organizar as festas que vocês gostam estava pensando em algo mais íntimo, só com os seus amigos e a família. – explicou.
– Vocês podem fazer um jantar... – sugeriu Matt. – as duas cozinham muito bem, tenho certeza que ia agradar todo mundo. – e sorriu mostrando as covinhas encantando minha mãe.
– É mãe, ai eu chamo os meninos e você chama a vovó. – completei.
– Vocês duas só tem amigo homem pelo amor de Deus! – comentou rindo – Não tem mais mulher na turma de vocês?! – perguntou.
– Na verdade, elas até tentam se aproximas de nós, mas sabe como é né mãe, competição é desnecessário. – mostrei a língua e ouvi a risada rouca de Matt. – Brincadeira, é que a maioria das meninas da escola são umas chatas.
– Vocês que são muito seletivas! – falou mamãe, arrancando um ‘concordo’ de Matthew. – Mas tudo bem, chame a sua turma que eu vou ligar para a vovó. – e se levantou. – Vocês querem comer alguma coisa?
– Pede tacos pra gente mãe? – pedi sabendo que Matt ama tacos.
– Peço... – e partiu para a cozinha procurar o telefone.
Olhei para Matthew e suspirei colocando a mão na cabeça, fazendo uma pose dramática, fazendo o mesmo rir. Levantei-me e me joguei no sofá, batendo no mesmo para que ele sentasse comigo. Matt veio e deitou a cabeça no meu colo, virado para a TV assistindo as notícias. Por um segundo me permiti pensar em Belle, me perguntando onde ela estaria...
I want your horror
I want your design
'Cause you're a criminal
As long as your mine
I want your love
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