Erase This
101 Baby Love
Notas iniciais
Bom, queria pedir desculpas pelo atraso do capítulo e por não vir respondendo as reviews, além de um pequeno problema de saúde que me impede de digitar muito também tenho tido problemas aqui em casa, uma fase ruim apenas - espero - mas que neste momento vem afetando bastante meu dia a dia.
Enfim, a fic não para, como a Shadows já disso continuaremos ela no outro site e podem ja ir me adicionando, assim que eu lembrar de entrar lá eu aceito todas.
É isso, beijos e boa leitura.
I remember like it was yesterday
first kiss and i knew you changed the game
you had me, exactly, where you wanted and i'm on it,
and i aint ever gon let you get away
holding hands never made me feel this way so special,
boy its your.. your smile, we so in Love
Terminei de me arrumar, colocando um biquíni por baixo de uma saia jeans e uma regata roxa. Calcei minhas sandálias e coloquei um casaco dentro da bolsa. Matt estava fazendo mistério a cerca de aonde iríamos, havia pedido apenas para que eu colocasse biquíni. Desci as escadas procurando Anabelle e não encontrei a pirralha. Ia subir as escadas de volta ao seu quarto quando a buzina de Matt soou. Dei de ombros e corri casa a fora. Entrei no banco de passageiros e Matt se inclinou, me dando um rápido beijo nos lábios. Se endireitou no banco e deu partida, dirigindo para o lugar misterioso.
– Aonde a gente vai? – perguntei colocando meus óculos de sol.
– Surpresa... – e aumentou o som, impossibilitando eu continuar a perguntar.
Ri de sua animação e encostei a cabeça no banco, deixando o vento levar meu cabelo para trás. Cantava Gun’s’Roses calmamente, olhando a praia correr enquanto Matt dirigia. Senti sua mão na minha perna e quando a olhei ele esperava a minha mão. Entrelacei nossos dedos e voltei a olhar o mar. Os primeiros acordes de Bad Obsession me acordaram do transe e soltei os dedos de Matt fingindo tocar guitarra. Comecei a cantar junto ao Axl e Matt ria de mim. Me ajoelhei no banco virada para ele e continuei a cantar.
– I call my mother – segurei a caixinha do óculos de Matthew fingindo ser um microfone – she’s just a cunt now! – fiz uma careta dramática cantando e coloquei o microfone improvisado na boca de Matt para que ele cantasse comigo.
– But I can’t stop thinkin’’bout seein’ya one more time! – cantou Matt, segurando meu queixo e me dando um selinho.
Continuamos a cantar, interpretando a musica. Acabei rindo agarrada ao braço de Matt que continuou a estrada. Voltei ao meu banco e Matt disse que mais alguns minutos e chegaríamos. Logo Matt entrou em uma trilha parecida com a que pegávamos para ir a praia deserta, no entanto essa trilha era muito mais fechada e visivelmente pouco usada. Levantei uma sobrancelha e olhei para Matt, que sorriu e pegou minha mão novamente. Matt estacionou o carro e desligou o som, descendo e indo pegar algo no porta malas. Pegou uma mochila cheia de coisas e veio em minha direção. Sorriu para minha figura parada e pegando minha mão me puxou em direção a uma trilha.
– Onde você ta me levando Matthew? – perguntei desviando de uma folha no meio do caminho.
– O Zacky me contou desse lugar, é uma praia completamente deserta, — explicou passando por de baixo de um tronco caído. Fiz uma careta e ele esticou a mão para me ajudar a passar – que geralmente as pessoas vão de barco, e é tipo um paraíso Mad,
água cristalina e tal... – deu de ombros afastando outra folha e me dando passagem – você anda muito estressada, vamos nos refugiar por hoje. – caminhamos mais um pouco e enfim chegamos a areia. Olhei em volta e Matt tinha razão, o lugar parecia um paraíso.
A areia branca e fina, as ondas altas traziam água límpida e mais ao canto podia enxergar o final de um rio, descendo ao mar, fazendo uma piscina de água doce natural. Embaixo de algumas árvores havia uma barraca armada já, olhei para Matt e perguntei o que era aquilo.
– Eu vim mais cedo pra montar já, por isso sai da aula antes e você teve que ir com o Brian... – sorriu e passou o braço pelos meus ombros, nos levando em direção a barraca. – quer comer agora? – perguntou colocando a mochila dentro da barraca onde pude ver dois travesseiros em cima de um saco de dormir de casal e um cooler ao canto, escondido do sol. Afirmei com a cabeça e Matt abriu a mochila, tirando de lá uma toalha grande e estendendo na sombra ao lado da barraca. Me sentei olhando seus movimentos, fiquei rodando minha aliança no dedo enquanto ele tirava a camisa e jogava para dentro da barraca. Ele estendeu a mochila para mim e entrou na barraca falando – pega aí os lanches que a minha mãe fez... – abri a mochila e tirei de lá um pote onde pude ver alguns lanches. Coloquei de lado e tirei alguns guardanapos e tive que rir ao ver um pote com morangos e outro com mais algumas frutas. Mais ao fundo achei também uma porção de camisinhas.
– Sua mãe que arrumou isso? – perguntei risonha.
– Foi... Por que? – perguntou enfiando a cabeça para fora da barraca. Peguei uma das camisinhas e mostrei a ele, que revirou os olhos e voltou para barraca – Cerveja ou vinho Mad?
– Cerveja... – respondi colocando a mochila encostada a barraca. Matt voltou com duas cervejas e me entregou uma já aberta. Se sentou ao meu lado encostado a arvore e puxou minha cintura até que eu encostasse em seu peito.
– Abre os lanches, não sei o que a minha mãe fez... – pediu tomando um gole em seguida. Me estiquei e peguei o pote, abrindo e o colocando em minhas pernas esticadas. Haviam cinco, provavelmente por causa da fome de Matthew. Ri e peguei um, dando uma mordida para descobrir do que era. Queijo e presunto, abri e vi um tomate no meio, ri novamente e tirei o tomate, enfiando na boca de Matt. – come o tomate sua fresca... – reclamou pegando um para si.
– Não gosto Matt... – continuei comendo o meu calmamente. Matt encostou a cabeça no meu ombro e continuou mastigando seu lanche, dei um gole na cerveja e continuei olhando o mar. Mordi o lanche novamente e olhei para a barraca – a gente vai dormir aqui?
– Se você quiser... – deu de ombros.
– E se eu não quiser... ? – perguntei em reticências, os insetos a noite naquele lugar deviam parecer cavalos.
– A gente vai embora a hora que você pedir. – esclareceu por fim me dando um beijo no ombro. Assenti e terminei meu lanche. — Come mais Mad... – pediu.
– Não quero Matt... – deitei em seu ombro, preguiçosa.
– Por favor vai... Não te quero anêmica igual a sua irmã. – resmungou pegando outro lanche e tirando o tomate, logo quase enfiando na minha boca. Mordi a contra gosto e peguei de sua mão.
– Eu não tenho anemia, se tivesse já tava morta... – comentei rindo. Matt apertou um braço em minha cintura, me repreendendo por ter falado daquele modo. – mas é verdade poxa... – terminei a cerveja e coloquei a garrafa ao nosso lado.
– Você ainda tem vontade de... – deu de ombros dando a entender ao que se referia.
– As vezes, quando a gente briga... – expliquei mordendo o lanche. Matt bufou e pegou mais um para ele.
– Não quero que você faça, muito menos se for porque a gente brigou. – resmungou. – você não devia se deixar levar tanto assim Mad...
– É meio que um vício Matt, sempre que eu tinha problemas com outras pessoas eu fazia isso pra conseguir meio que aliviar a pressão dentro de mim, eu não vou mais fazer porque você e os meninos pediram, mas não se larga um habito assim tão fácil...- expliquei observando o vento levar algumas folhas. Matt suspirou e pegou o ultimo lanche no pote, eu ainda estava na metade do segundo. Sai de seu colo e deitei na toalha, ao seu lado. Matt aproveitou o espaço e esticou as pernas, observei nossos pés lado a lado – ele havia tirado o tênis e deixado dentro da barraca. O dele grande e o meu relativamente menor. Encostei meu pé ao dele e Matt riu, mexendo os dedos num carinho.
– Eu juro que vou tentar não te dar motivos pra ficar tão estressada ao ponto, mas você precisa me prometer que vai me contar sempre que as coisas ficarem tão extremas. – pediu por fim, juntando sua garrafa a minha.
– Certo, vou tentar... – fechei os olhos, apreciando o barulho do mar. O silencio entre nós dois não era desconfortável ou tenso, era apenas... quieto.
Ouvi Matt se levantar e continuei deitada de olhos fechados. O som das ondas e de algumas aves me relaxando tanto ao ponto de me induzir ao sono. Estava naquele estado de transe pré sono quando a mão de Matt entrou por de baixo da minha blusa, a levantando devagar... sorri involuntariamente e senti arrepios correrem meu corpo quando senti o vidro gelado de outra garrafa de cerveja. Ri e levei minha mão a dele,
percorrendo o caminho por seu braço até chegar ao seu pescoço, fazendo carinho em sua pele e o puxando em minha direção.
Matt se deitou em cima de mim e logo seus lábios acariciavam os meus. Suspirei e passei os braços por seu pescoço. Matt mordeu meu lábio inferior, nos dando breves segundos para respirar e então voltando a me beijar. Aos poucos Matt foi subindo melhor em meu corpo, se instalando entre minhas pernas. Suspirei quando nos afastamos e Matt tirou minha blusa, a deixando de lado. Suas mãos desceram dos meus ombros para minha cintura, apertando minha carne. O abracei com as pernas, sentindo seu membro excitado investir contra mim, me fazendo sufocar em um suspiro.
Minha saia foi subindo para minha cintura enquanto nos beijávamos e nos tocávamos. Levei uma das mãos ao botão da bermuda de Matt e com certa dificuldade consegui abrir. Matt desceu os beijos ao meu pescoço enquanto eu enfiava a mão dentro de sua cueca. Afastei o pano e segurei seu membro, fazendo Matt suspirar agoniado e me dar uma leve mordida em meu ombro. Lambi seu maxilar e pressionei meus dedos em volta de seu membro, começando movimentos lentos e ritmados. Matt de olhos fechados continuava a beijar meu pescoço e uma de suas mãos desceu desde o meu pescoço, parando em meu seio e o apertando de leve, indo parar em cima da minha intimidade, roçando os dedos por cima do pano do biquíni. Apertei com força seu membro e Matt riu, entendendo minha vontade e logo colocando a mão por baixo do pano, me tocando. Matt penetrou dois dedos rudemente em mim, me fazendo gemer e perder a força no punho.
Não demorou muito e Matt tirou a mão de mim, numa troca de olhares muda soltei seu membro e ele não perdeu tempo, me penetrando em seguida. Não era como a primeira vez, mas já fazia algum tempo que não transavamos, me fazendo assim gemer profundamente ao contato inicial. Matt se apoiou nos ante braços e começou com os movimentos fortes. Levei uma das mãos ao seu rosto, limpando um pouco do suor que descia por suas têmporas, o fazendo me olhar e sorrir. Puxei seu rosto e o beijei, Matt aprofundou a penetração e parou os movimentos, me beijando de volta com intensidade. Nos separamos em busca de ar e Matt voltou a se mover dentro de mim.
Aos poucos o prazer foi crescendo, e meu corpo foi dando sinais de que logo chegaria ao ápice, fazendo assim Matt acelerar os movimentos. Em algum momento ele acabou acertando algum ponto mais sensível dentro de mim, me levando ao orgasmo quase imediato. Agarrada ao seus ombros gemi para ele, enquanto Matt esperava meu corpo parar de tremer para continuar a me estocar. De olhos fechados deixei meu corpo apreciar o prazer que Matt me dava e quando senti sua semente me preencher, não contive um sorriso. Ele apoiou a testa no meu ombro, respirando ofegante. Me concheguei entre seus braços, puxando seu corpo para mais perto com as pernas. Matt assoprou meu pescoço e devagar saiu de dentro de mim. Reclamei por perder seu contato quando Matt deitou ao meu lado e ele riu. Ficamos deitados lado a lado algum tempo, esperando as forças voltarem aos poucos. Acabei cochilando um pouco e acredito que Matt não tenha conseguido dormir, já que acordei quando o mesmo me abraçou completamente molhado.
– Que isso Matt? – perguntei ainda meio grogue pelo sono.
– A água ta boa Mad, vem comigo pro mar... você já dormiu bastante poxa, te trago até aqui e você prefere ficar dormindo a ficar comigo? – reclamou fazendo bico, tive que rir dele, segurando seu rosto com as mãos e o dando um selinho demorado.
– Ta certo, me deixa tirar a saia e a gente vai pro mar... – Matt me soltou e eu me levantei. Tirei a saia e a joguei dentro da barraca, me espreguicei e pulei nas costas de Matt, mordendo sua nuca de leve.
Matt correu em direção a água e entrou sem esperar que eu descesse de suas costas ou que a onda se quebrasse, fazendo com que a mesma se desmanchasse em nossa frente e assim tivemos que mergulhar. Submergi da água encontrando um Matt risonho, ele me puxou para seus braços e eu bati em seu ombro.
– Essa porra ta boa pra gelar a alma né Sanders... – reclamei agarrada ao seu pescoço.
– Você é fresca Mad... – reclamou, sorri para ele me lembrando da nossa primeira vez na água juntos e assim tendo idéias maliciosas. Puxei Matt para mais um beijo apaixonante a assim aquelas águas se tornaram testemunhas do nosso amor doentio.
– Matt, os pernilongos vão me secar desse jeito amor... – reclamei matando mais um inseto na minha perna. Estávamos na areia e já anoitecia. Matt montava uma fogueira improvisada em frente a barraca. Finalmente conseguindo acender a madeira velha e seca que achara, entrou na barraca e pegou uma garrafa de vinho, abrindo e sentando ao meu lado, entrando no lençol que me circundava. Beijei seus lábios sentindo o gosto do vinho e logo nos separamos olhando para o fogo. Matt me passou a garrafa e então respondeu:
– Relaxa, agora com o fogo eles não chegam perto... – explicou. Suspirei e me aconcheguei em seu abraço, olhando o céu extremamente estrelado a minha frente.
– Nossa, aqui parece que tem mais estrelas do que na cidade... – comentei após um longo gole no vinho. Matt assentiu concordando, pegando a garrafa e tomando um gole também. Desci meu olhar para a fogueira e me perdi no crepitar da madeira. Não demorou muito e logo o mundo dos sonhos vinha me buscar...
you're my every everything that i could ever dream of
You are my baby love my baby love y
ou make the sun come up
ohh boy (ohh boy)
you're my every every every everything
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