Erase This

77 As Long As You Love Me


Notas iniciais
Aos novos leitores, bem vindos! :D
Vocês viram que lindo o Lucas, do AvengedBrasil.tumblr, indicou a fic. *--* (Okay, eu tive que pedir pra ele, mas o meu neném apesar de me xingar mto por escrever a fic ainda sim indicou, tava morrendo de medo dele me matar qndo eu falasse kkkkk)
O capítulo é totalmente em homenagem ao Corinthians - antis, CHUPEM - em especial ao garoto Romarinho, seu lindo que me salvou de uma parada cardíaca ontem.
Roupa da Mad: http://www.polyvore.com/madson_reveillon/set?id=41060843
Roupa do Matt: http://www.polyvore.com/matt_ano_novo/set?id=41082904
Música do Backstreet Boys (me chupem antes de xingarem ok?)

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Although loneliness has always been a friend of mine

I'm leaving my life in your hands

People say I'm crazy and that I am blind

Risking it all in a glance

And how you got me blind is still a mystery

I can't get you out of my head

Don't care what is written in your history

As long as you're here with me



Acordei com o sol forte no rosto. Meu cabelo melava em meu pescoço e o casaco estava mais desconfortável do que eu me lembrava ontem. Estava deitada nos braços de Matt e uma outra cabeça se aconchegava em minha barriga. Levantei parcialmente o tronco e olhei para Johnny que dormia deitado em mim. Matt tinha a cabeça apoiada em seu casaco, do outro lado da fogueira já extinta estavam Zacky, Brian e Jimmy caídos e apagados. Algumas pessoas passavam pela praia e olhavam para nós. Bufei e antes que alguém resolvesse chamar a polícia por causa dos jovens caídos e desmaiados comecei a cutucar os mortos. O primeiro a acordar foi Johnny, já que deixei sua cabeça cair na areia. Ele resmungou e se sentou passando a mão no rosto sujo.

Chamei Matt e logo ele também se sentava e passava a mão no rosto, perguntando quem tinha acendido a luz... Neguei com a cabeça e fui chamar os outros três. Com muito custo os fiz se levantar. Eles ainda resmungavam por fome, por sono e pelo inferno que fosse, quando me distanciei andando em direção ao carro, mais morta do que Kennedy depois de um escândalo sexual. Me apoiei na lataria do carro de Matt e logo eles vieram, parecendo andarilhos no deserto. Brian abriu o carro e todos entraram em seu veículo. Dei de ombros e assim que Matt destravou as portas, me joguei no banco de caronas.

– Cara, eu to com tanta fome que eu comeria um búfalo. – comentou Matt assim que entrou.

– Somos dois, Matt... – resmunguei tirando a jaqueta úmida e jogando ela no banco de trás. O sol estava quente o bastante para ficar apenas com uma blusa. Matt se ajeitou no banco de motorista e assim que ligou o carro perguntou o que eu queria fazer. – banho, pelo amor dos meus filhos que não vão nascer tão cedo. – pedi colocando os pés no painel do carro. Matt empurrou minhas pernas e abriu o porta luvas, tirando de lá seus óculos. Num estalo me sentei no banco e abri o para sol, olhando meus olhos no espelho e constatando a vermelhidão deles. Matt riu de mim e disse que meus óculos também estavam no porta luvas. Os coloquei e me recostei ao banco do carro.

Fechei os olhos sentindo a brisa entrar pela janela aberta. Pouco tempo depois o carro parou e abri os olhos, pronta para ir pra casa tomar o mais longo banho já imaginado. Mas tive uma surpresa, já que nos encontrávamos no estacionamento de um motel na saída da cidade. Olhei para Matt que deu de ombros.

– Eu quero ficar contigo um pouco, em casa a Amy vai ficar enchendo o saco querendo falar sobre basquete, na sua casa a sua mãe anda de marcação e os caras podem nos encontrar em qualquer das duas opções, — deu de ombros – se importa de ficarmos aqui um tempo? – perguntou. Mordi o lábio e dei de ombros, saindo do carro e parando na calçada a espera de Matt.

Logo ele saiu do veículo e se juntou a mim na calçada, me deu um selinho e sorrindo nos puxou para a recepção do lugar. Vermelha e envergonhada, escondi parcialmente meu corpo dos olhos do recepcionista, atrás de Matt, e o deixei acertar tudo com o rapaz. Matt pegou as chaves para o quarto e segurando minha mão nos guiou em direção ao corredor. Paramos nas maquinas de doces e nos munimos com M&M’s e outros chocolates, peguei também duas garrafas de coca cola e Matt buscou gelo, nos deixando enfim em condições de matar a fome monumental. Algumas escadas ficaram para trás e logo estávamos no andar do quarto, Matt nos guiou através das portas parecendo confortável com o ambiente vermelho e logo destrancava uma delas, eu segurava os pacotes de doces nos braços e olhava ansiosa para os lados, empurrando Matt para dentro assim que ele abriu a porta.

Fechei a porta e a tranquei na velocidade da luz, suspirando e me virando para a parte de dentro do quarto. Poderia se passar por um quarto normal, se não fosse a cama redonda e o espelho no teto. Os lençóis vermelhos e as almofadas em formas de corações também eram suspeitas, mas Matt ignorou tudo isso e se jogou na cama, gemendo de satisfação ao sentir a maciez do colchão. Fui até a pequena mesa no canto do quarto e depositei os doces que estavam em minhas mãos, junto as bebidas que

Matt havia deixado lá. Me virei para cama e Matt estava com o controle remoto em mãos, mudando os canais, mas as opções eram ridículas, pornô, pornô gay e pornô. Revirei os olhos.

– Matt, como eu vou tomar banho nesse lugar? Não trouxe roupa... – falei me sentando na beira da cama.

– Oras, toma banho e veste um roupão, não é como se eu nunca tivesse te visto nua. – riu e se levantou – alias, acho que também tomarei banho... – e sorriu sacana para mim.

– Não não não, — o empurrei de volta para a cama – eu preciso TOMAR banho, e contigo eu sei que não vai rolar...

– Ah Madson, larga de ser chata! – reclamou.

– Ah Matthew, deixa eu pelo menos tomar banho! – rebati pegando uma das toalhas em cima da cômoda. – a hora que eu sair, sou todinha sua, pode ser? – pisquei em sua direção e antes que ele respondesse me fechei no banheiro.

Olhei em volta e suspirei, pelo menos o banheiro era normal, quer dizer, normal para um motel, com uma banheira e sais e outras coisas espalhadas. Tirei a roupa e coloquei as peças penduradas no lugar para toalhas, rezando para que elas ficassem mais secas o possível. Entrei na banheira e liguei o chuveiro. Tive que lavar o cabelo com o xampu e condicionador do motel, o que deixou tudo seco, mas pelo menos agora ele não ficava melando nos meus braços e pescoço e meu corpo não era impregnado por areia.

Sai do banho e me sequei, penteei o cabelo com aqueles pentes de plástico típicos de motel e depois de perder metade dos cabelos, vesti o roupão e sai para o quarto. Me espantei ao encontrar a TV ligada, corando ao olhar para a tela e encontrar uma loira peituda sendo esmagada entre dois caras, os gemidos dela mais altos do que meu cérebro podia agüentar sem enviar litros de sangue para meu rosto. Olhei para a cama e esta estava vazia, me preocupei e já me preparava para colocar a roupa novamente e sair à procura de Matthew quando um corpo agarrou o meu, me jogando na cama.

Tentei me virar para ralhar com Matt, mas ele se deitou em cima de mim. Pude sentir sua notável ereção contra o pano do roupão e me arrepiei. Matt segurou meu rosto e virando minha cabeça, roubou meus lábios.

Com alguma dificuldade, consegui me virar para ele, podendo assim passar os braços em volta de seu pescoço e o puxar para perto. Assim que sua boca escorregou da minha em direção ao meu pescoço, perguntei por que ele estava andando pelo quarto nu.

– Você não me deixou tomar banho contigo, não vou tomar mais... – e deu de ombros escorregando as mãos pela abertura do roupão.

– Matt porco... – puxei seu rosto para poder colar nossos lábios novamente.

Enquanto nos beijávamos Matt tratou de tirar o roupão que eu usava. Senti seu membro contra minha coxa e assim abri as pernas, fazendo com que Matt se acomodasse entre elas. Beijava seu ombro quando abri os olhos e como ímã minha visão se fixou no espelho do teto. Ofeguei com a imagem e antes que pudesse processar o que acontecia, Matt me penetrou. Num gemido involuntário, me contorci abaixo dele. Matt apoiou os braços aos lados do meu corpo e começou a se movimentar dentro de mim. Corri as unhas por suas costas e ao chegar a sua bunda a apertei, o empurrando de encontro a mim. Matt riu e mordeu minha orelha, me fazendo sorrir junto. Em um movimento mais forte, me contorci novamente, colando meu peito ao dele. Matt aproveitando meu movimento, passou o braço pelas minhas costas e colando ao máximo nossos centros, nos rodou na cama, me deixando por cima. Me ajeitei em seu colo, apoiando as mãos em seu peito o beijei. Suas mãos correram meu corpo até chegar a minha bunda, apertando a carne ele voltou a investir dentro de mim. Gemi em contra seu pescoço e me sentei em seu colo, me movimento junto as suas investidas. Matt soltou minhas pernas e levou as mãos aos meus seios, os apertando. Segurei suas mãos contra meu corpo e fechei os olhos, aproveitando o prazer, que não cessou até o por do sol.

Já anoitecia quando Matt fechou a conta do quarto. Havíamos passado o dia trancados naquele motel, almoçando pizza e a nós mesmos, se me entende... Ainda extasiada me sentei no banco do carro, rindo do que Matt havia dito sobre o nosso dia ser uma tendência para o resto do ano.

– Então você vai ter que começar a trabalhar amor, ou pedir um aumento significante na mesada... – falei assim que ele entrou no carro.

– Dinheiro pra que? Vamos virar hippies Mad, você faz uma plantação no quintal do nosso trailer e eu fico fumando o dia inteiro... – levantou a hipótese. Tive que gargalhar com a imagem, apoiei meu braço em seu banco e peguei sua orelha, fazendo carrinho em sua cabeça.

– Eu te amo, sabia? – perguntei em uma súbito momento em que aquele amor havia se acendido. Matt sorriu tão largamente que suas covinhas ficaram profundas.

– Eu também te amo Mad... Demais... – aproveitando que o sinal estava fechado, se virou e me deu um selinho, voltando depois para o volante. Passou a marcha e apoiou a mão em minha coxa. Assim fomos pra casa...


Every little thing that you have said and done

Feels like it's deep within me

Doesn't really matter if you're on the run

It seems like we're meant to be

I don't care who you are

Where you're from

What you did

As long as you love me