Era uma vez : O Livro da Vida

2 Mais problemas e talvez uma resposta


Notas iniciais
Gente, pra fechar o final de semana um capitulo novinho!!!!

Todos que esperavam ansiosos do lado de fora, se ajuntaram no balcão do estabelecimento e começaram a sabatinar o velho Neil, mas a resposta que dava era sempre a mesma : não sei. Regina, irritada como sempre, tomou uma medida extrema, se aproximando dele.

– Quero que confie em mim... — falou ela tentou colocar os dedos nas têmporas, porém ele se afastou um pouco confuso segurando suas mãos.

– O que vai fazer comigo? — perguntou Neil estranhando a ação. Regina bufou irrirada.

– Um truque que aprendi com um amigo... — Respondeu a prefeita dando um sorriso irônico que na maioria das vezes estava em seu rosto. – Vou ler sua mente e resgatar alguma coisa do seu subconsciente. Talvez doa um pouco...

– Tenho minhas dúvidas... -Ele disse entredentes como se não houvesse outra opção.- Você cuidou do meu filho agora, confio minhas memórias... -Ele a encarou acenando a cabeça.

Regina colocou os dedos nas têmporas e fechou os olhos. Bae gritou o mais alto que seus pulmões permitiram já que a dor era como uma facada em seu peito. Agora seus pensamentos estavam conectados com os dele. Ela vasculhou e revirou cada centímetro de seu cérebro, vendo suas lembranças desde o inicio, quando era apenas uma criança na floresta encantada, passando por quando conheceu Emma até a sua morte, foi então que tudo ficou escuro por segundos. De repente, tudo ficou claro e reconheceu o local onde estava : era a uma velha cabana no bosque que pertenceu a Graham por alguns finais de semana.

–Sinto muito em dizer, mas ele está falando a verdade... — A rainha disse assim que soltou os dedos dele um tanto frustrada- Mexi em tudo que pude mas nenhuma dica do que pode ter acontecido.

– Tudo está muito estranho... Primeiro a Mary viu Jefferson sair da loja de penhores, depois Robin e Regina viram Graham dirigindo uma caminhonete e agora, temos Neil sem qualquer lembrança entre o dia que ele “morreu'' até hoje... — Concluiu David olhando para Mary . — Qual o próximo passo?

– Vamos nos separar... Podemos ver onde é possível encontrarmos evidências — Respondeu Robin. Ele era um ótimo estrategista e Regina se orgulhava disso e ficava vermelha de tão apaixonada por ele.- Quais são nossos outros suspeitos?

–Temos que falar com Belle na biblioteca, com Gold na prisão e Jefferson, qualquer lugar que esteja morando. — Disse Neil.

O grupo concordou com Robin. E se separaram para encontrar mais pistas : Emma, Hook e Neil foram atrás de Jefferson; Regina, Robin, Henry foram conversar com Gold e Mary e David foram até a biblioteca. Antes que pudesse sair, a rainha ensinou a Emma como fazer a “varredura mental”no Chapeleiro.

Bem, a cabeça de Jefferson estava com lacunas assim como a Neil, sem pistas. Aquela havia sido a primeira vez que a Salvadora entrava na mente de alguém e isso a deixou fisicamente esgotada, por isso acabou retornando para casa com os garotos para recarregar a energia. A moça preparava um lanche, Hook e Neil conversaram sobre seu relacionamento com a loira. O pai de Henry não gostava muito de que o amigo estava mantendo um relacionamento com a mãe de seu filho mas não poderia mudar as coisas.

Enquanto isso, Regina foi até a prisão onde Gold estava. Assim que entraram, Robin tirou a besta de seu estojo e apontou para a cela, apenas para o caso de algum incidente.

– O que a rainha faz aqui uma hora dessas? — Falou o Senhor das Trevas dando uma risada irônica em seguida.- E com seu ladrão de guarda.

– Tem alguém aqui que quer te ver... — A prefeita respondeu parecendo ignorar a parte irônica. Neil entrou no escritório deixando Gold boquiaberto.

– Meu filho, Bae... — Ele abriu um sorriso de alívio. O monstro estava sendo corroído pelo ódio de tê -lo perdido. O homem se aproximou da cela e apertou a mão dele se pudessem, estariam abraçados. — Como você voltou?

– Isso que eu ia perguntar a você... Os mortos estão voltando a Storybrooke sem qualquer explicação...

– Além dele, Jefferson e Graham foram vistos caminhando por ai...- Disse Henry. Rumple sentou -se na cama.

– Se nos contar o que está acontecendo, faremos um trato : Estará em liberdade condicional... — Regina falou. O duende, parou e parecia estar tentando lembrar de algo o celular de Regina tocou e ela foi atender.

Do outro lado, era David. Eles haviam conseguido novidades com Belle mas que quando saíram do loja viram João Pequeno desaparecer e que iriam se encontrar no apartamento para compartilharem o que tinham encontrado. Ela desligou e voltou para a prisão. Rumple havia se levantado e se apoiava nas grades da cela. Parecia que havia concordado com a proposta feita pela rainha.

– Sei do porquê dos mortos estarem se levantando de suas tumbas. — Disse com um semblante preocupado. — E pessoas desaparecem de repente...

– Então conte -nos...- Disse Robin ainda imóvel apontando a arma para ele.

–Chama -se o Livro da Vida... E precisarão de mim se quiserem que essa realidade não seja completamente destruída.

Notas finais
E ai povo? Gostaram?