Era uma vez Habsburgo

6 A Fera no País das Maravilhas


Notas iniciais
Oi gente, eu sei, eu sumi e foram quase 2 meses. Eu não deveria, mas ocorreu um bloqueio criativo muito triste. Eu voltei agora e espero não sumir mais. Enfim, vamos ao que interessa. Os capítulos não estão tão grandes agora, pelo menos esse não está, mas vou me esforçar para crescerem como os primeiros. Desculpem a demora e obrigado por esperarem tanto tempo.

Derek ainda não entendia como a namorada da adolescência do seu tio estava desperta e jovem como se nenhum dia sequer tivesse passado. Aparentemente Lydia estava atordoada com tudo o que passou e se perguntava o que tinha acontecido de fato entre ela e Peter, já que ela tinha lembranças dele usando seu corpo enquanto ela estava desacordada.

– Então você é Stiles, o filho do ministro John? — Stiles assentiu pela quinta vez. — E você está aqui na casa do rei durante as tempestades, fazendo? — ela arqueou as sobrancelhas e ele revirou os olhos, Derek riu de longe.

– Lydia, meu bem. — o tom debochado a fez torcer o nariz, Derek riu mais ainda. — Você deve ter batido sua cabeça algumas vezes, mas todos dizem que você tinha um QI bastante alto, então, por favor, não insulte minha inteligência e preste atenção. — a garota grunhiu ofendida.

– Como você... — Stiles bufou.

– Lydia, você é linda, inteligente e sã, o que eu quero dizer é que eu vim a mando do rei e isso é tudo o que você precisa saber, de resto, você só pode obedecer e acenar. — a grota bufou.

– Você é um idiota. — Derek concordou.

– Você não imagina o quanto. — Stiles bufou e encarou Derek com raiva.

– Se você não pretende ajudar, volte para sua namoradinha sádica. — Derek revirou os olhos.

– Isso tudo é inveja? Marque uma hora, ela pode te atender também, eu não sou ciumento. — Stiles gargalhou.

– Eu não achei meu pau no lixo Derek. — o mais velho bufou.

– Se você fosse um escravo eu ia ter um imenso prazer em espancá-lo. — Stiles abriu a boca, mas Lydia limpou a garganta os chamando atenção.

– Acabaram? — ela tinha as mãos nos quadris e a postura impaciente.

– Com licença. — uma das criadas entrou no recinto. — Desculpe incomodá-los, mas vossa majestade espera pela senhora. — a ruiva levantou e deu uma última encarada nos dois rapazes antes de partir.

Peter passou as quinze horas seguintes discutindo sobre todas as mudanças locais que pudessem ser relevantes para Lydia e propôs a ruiva que ela se tornasse sua Consorte. A garota hesitou, principalmente quando viu a interação de Stiles e Peter no jantar, principalmente quando viu uma garota invadir o castelo encharcada pela chuva e ser tratada com tanto carinho por Peter e Stiles.

– Então você é minha filha? — Lydia está confusa.

– Sério Lydia, Stiles tem razão. — Derek resmunga.

– Não fale assim com ela. — Malia reclama.

– O que você vai fazer? Me seduzir? — Lydia parecia mais confusa ainda.

– Sim, eu sou sua filha. — Malia e Lydia se entreolham e Derek bufa ao ver a ruiva perguntar como isso é possível.

Derek e Stiles se tornam insuportáveis juntos, Peter não aguenta mais, Lydia não aguenta mais, nem Malia quis ficar no palácio depois que os dois foram obrigados a dormir e acordar debaixo do mesmo teto.

– Já chega! — Peter gritou em meio a mais um bate boca. — Derek pegue sua tropa e volte para a cidade, verifique os estragos. Stiles, arrume sua coisas, você está retornando com Derek. — eles reclamaram mais um pouco, mesmo que Peter tenha ignorado.

Algumas semanas depois, todo o reino está consciente do reaparecimento de Lydia e a notícia do casamento real corre solta. Uma reunião do conselho real é convocada e Peter oferece um jantar em agradecimento ao retorno de sua futura Consorte.

– Então Lydia retorna e ganhamos uma rainha? — Kate sentou na borda do trono, todo seu abuso natural incomodando Peter.

– Sinceramente Kate, você deveria simplesmente tomar o seu lugar e ouvir calada. — Peter responde impaciente.

– Uh! Temos um rei nervoso. — ela deu de ombros e caminhou para o lugar de Derek, tomando seu colo. — Querido, deveríamos aproveitar a aliança com os extintos Martin e fazermos uma duradoura e gostosa aliança entre Hale e Argent. O que acha? — Peter resmunga alguma coisa quando John limpa a garganta.

– Quando será o casamento? — Derek faz Kate voltar ao seu lugar, focando na reunião.

Kate estava uma pilha de fúria quando Derek repetiu pela quinta vez que não se comprometeria com ela. O quarto quebrado e Boyd intervindo, levando a mulher para seu próprio lugar enquanto Derek se perguntava que tipo de retaliação isso causaria. Peter apenas observava de longe a forma como Derek era absorto em problemas e mais problemas.

– Você deveria casar, não com Kate, mas definitivamente casar. — Peter comentou.

– Não. — Derek não estava bom para conversas.

No castelo de Corona, Stiles estava irritado. Ele não sabia exatamente como lidar com os últimos acontecimentos ou com o que ele sentia ao lembrar das coisas que fez com Peter ou Scott, era tudo demais para os últimos dias.

– Estou indo para a sala de jogos. — John comentou ao chegar da reunião.

– Como foi o anúncio do casamento real? — Stiles se apressou em perguntar.

– Melhor do que eu esperava. Com exceção dos Argent, todos concordam que uma união com os extintos Martin é suposta de acalmar o público de um potencial problema futuro. Kate, por sua vez, está possessa por ter sido recusada como noiva de Derek. — Stiles riu.

– Eu não sei o que é mais hilário, Kate pedindo seu senhor em casamento ou Derek a recusando. Eles são todos a mesma coisa, não é suposto que se mereçam? — John revirou os olhos.

– Deixe seu discurso de ódio para quem se importe, eu tenho um compromisso com Parrish agora, sem interrupções. — Stiles fez um som de novo enquanto seu pai saía gargalhando.

Parrish o estava esperando, ajoelhado, cabeça baixa e adornos recomendados previamente ao cuidador. John gostava da obediência e da eficiência de Parrish em lutar com unhas e dentes para agradá-lo, era excitante.

John se desfez do próprio manto e lavou as mãos, Parrish ainda o esperava pacientemente, mesmo que as ondas de tensão do escravo pudessem ser sentidas apenas de estar no mesmo ambiente que ele.

– Você é a porra de um escravo bonito Parrish. Você sabe disso, certo? — John acertou um tapa na bunda do escravo que suspirou através do bit em sua boca. — Você gosta disso criança? — o próximo tapa estalou mais forte e Parrish se remexeu. — Veja se já não está ganhando uma cor perfeita. — John continuou a surrar seu escravo.

Os tapas cessaram quando Parrish tinha lágrimas nos olhos, John as secou com carinho e livrou o escravo do bit, o puxando até a cama e o fazendo ajoelhar. Eram ordens silenciosas que Parrish conhecia. O homem mais velho levou seu membro a boca do escravo, a fodendo sem se preocupar se o loiro se engasgaria ou não. Era quase uma rotina para Parrish suportar o jeito bruto de John e no fundo o escravo estava ansioso pelo momento em que o mais velho o foderia até que ele estivesse gritando, mesmo que ele soubesse que barulhos o levariam a uma grande punição.

– Você está ansioso por isso não é meu escravo bonito? — Parrish se inclinou para o carinho em sua mandíbula e John o arrastou para a cama. — Você sabe o que fazer. — o escravo assentiu e se inclinou contra os travesseiros.

John não tinha pressa, ele particularmente amava a preparação, torturar e provocar toda a inquietação possível em Parrish. Os dedos mergulhavam lentamente pelo canal rugoso do escravo, o óleo ajudando na lubrificação e os movimentos lentos, arrastados, fazendo o jovem escravo ronronar e se contorcer.

Embora John gostasse daquela provocação, ele se tornou muito difícil e ele não era um homem muito paciente quando se tratava de suas próprias necessidades. A próxima coisa que Parrish registrou foi o pau de John o invadindo e seus lábios feridos pelos próprios dentes tentando reprimir um grito.

– Você conhece as regras garoto, sem sons. — Parrish assentiu, seria mais difícil, cada vez mais era difícil se conter.

Os gritos de Parrish ecoaram pela sala de jogos, John gemia e chocava-se contra o garoto, movimentos quebrados, o orgasmo se construindo e o suor tomando seus corpos. Não levou muito tempo até que o velho Stilinski estivesse se desmanchando nas costas do escravo e o libertando de um anel peniano cruel que o impedia de gozar.

– Venha para mim criança. — John envolveu o pênis do escravo e com poucos golpes o sentiu jorrar.

Notas finais
Me deixem saber o que pensa. :3