Era uma vez Habsburgo
6 A Fera no País das Maravilhas
Notas iniciais
Derek ainda não entendia como a namorada da adolescência do seu tio estava desperta e jovem como se nenhum dia sequer tivesse passado. Aparentemente Lydia estava atordoada com tudo o que passou e se perguntava o que tinha acontecido de fato entre ela e Peter, já que ela tinha lembranças dele usando seu corpo enquanto ela estava desacordada.
– Então você é Stiles, o filho do ministro John? — Stiles assentiu pela quinta vez. — E você está aqui na casa do rei durante as tempestades, fazendo? — ela arqueou as sobrancelhas e ele revirou os olhos, Derek riu de longe.
– Lydia, meu bem. — o tom debochado a fez torcer o nariz, Derek riu mais ainda. — Você deve ter batido sua cabeça algumas vezes, mas todos dizem que você tinha um QI bastante alto, então, por favor, não insulte minha inteligência e preste atenção. — a garota grunhiu ofendida.
– Como você... — Stiles bufou.
– Lydia, você é linda, inteligente e sã, o que eu quero dizer é que eu vim a mando do rei e isso é tudo o que você precisa saber, de resto, você só pode obedecer e acenar. — a grota bufou.
– Você é um idiota. — Derek concordou.
– Você não imagina o quanto. — Stiles bufou e encarou Derek com raiva.
– Se você não pretende ajudar, volte para sua namoradinha sádica. — Derek revirou os olhos.
– Isso tudo é inveja? Marque uma hora, ela pode te atender também, eu não sou ciumento. — Stiles gargalhou.
– Eu não achei meu pau no lixo Derek. — o mais velho bufou.
– Se você fosse um escravo eu ia ter um imenso prazer em espancá-lo. — Stiles abriu a boca, mas Lydia limpou a garganta os chamando atenção.
– Acabaram? — ela tinha as mãos nos quadris e a postura impaciente.
– Com licença. — uma das criadas entrou no recinto. — Desculpe incomodá-los, mas vossa majestade espera pela senhora. — a ruiva levantou e deu uma última encarada nos dois rapazes antes de partir.
Peter passou as quinze horas seguintes discutindo sobre todas as mudanças locais que pudessem ser relevantes para Lydia e propôs a ruiva que ela se tornasse sua Consorte. A garota hesitou, principalmente quando viu a interação de Stiles e Peter no jantar, principalmente quando viu uma garota invadir o castelo encharcada pela chuva e ser tratada com tanto carinho por Peter e Stiles.
– Então você é minha filha? — Lydia está confusa.
– Sério Lydia, Stiles tem razão. — Derek resmunga.
– Não fale assim com ela. — Malia reclama.
– O que você vai fazer? Me seduzir? — Lydia parecia mais confusa ainda.
– Sim, eu sou sua filha. — Malia e Lydia se entreolham e Derek bufa ao ver a ruiva perguntar como isso é possível.
Derek e Stiles se tornam insuportáveis juntos, Peter não aguenta mais, Lydia não aguenta mais, nem Malia quis ficar no palácio depois que os dois foram obrigados a dormir e acordar debaixo do mesmo teto.
– Já chega! — Peter gritou em meio a mais um bate boca. — Derek pegue sua tropa e volte para a cidade, verifique os estragos. Stiles, arrume sua coisas, você está retornando com Derek. — eles reclamaram mais um pouco, mesmo que Peter tenha ignorado.
Algumas semanas depois, todo o reino está consciente do reaparecimento de Lydia e a notícia do casamento real corre solta. Uma reunião do conselho real é convocada e Peter oferece um jantar em agradecimento ao retorno de sua futura Consorte.
– Então Lydia retorna e ganhamos uma rainha? — Kate sentou na borda do trono, todo seu abuso natural incomodando Peter.
– Sinceramente Kate, você deveria simplesmente tomar o seu lugar e ouvir calada. — Peter responde impaciente.
– Uh! Temos um rei nervoso. — ela deu de ombros e caminhou para o lugar de Derek, tomando seu colo. — Querido, deveríamos aproveitar a aliança com os extintos Martin e fazermos uma duradoura e gostosa aliança entre Hale e Argent. O que acha? — Peter resmunga alguma coisa quando John limpa a garganta.
– Quando será o casamento? — Derek faz Kate voltar ao seu lugar, focando na reunião.
Kate estava uma pilha de fúria quando Derek repetiu pela quinta vez que não se comprometeria com ela. O quarto quebrado e Boyd intervindo, levando a mulher para seu próprio lugar enquanto Derek se perguntava que tipo de retaliação isso causaria. Peter apenas observava de longe a forma como Derek era absorto em problemas e mais problemas.
– Você deveria casar, não com Kate, mas definitivamente casar. — Peter comentou.
– Não. — Derek não estava bom para conversas.
No castelo de Corona, Stiles estava irritado. Ele não sabia exatamente como lidar com os últimos acontecimentos ou com o que ele sentia ao lembrar das coisas que fez com Peter ou Scott, era tudo demais para os últimos dias.
– Estou indo para a sala de jogos. — John comentou ao chegar da reunião.
– Como foi o anúncio do casamento real? — Stiles se apressou em perguntar.
– Melhor do que eu esperava. Com exceção dos Argent, todos concordam que uma união com os extintos Martin é suposta de acalmar o público de um potencial problema futuro. Kate, por sua vez, está possessa por ter sido recusada como noiva de Derek. — Stiles riu.
– Eu não sei o que é mais hilário, Kate pedindo seu senhor em casamento ou Derek a recusando. Eles são todos a mesma coisa, não é suposto que se mereçam? — John revirou os olhos.
– Deixe seu discurso de ódio para quem se importe, eu tenho um compromisso com Parrish agora, sem interrupções. — Stiles fez um som de novo enquanto seu pai saía gargalhando.
Parrish o estava esperando, ajoelhado, cabeça baixa e adornos recomendados previamente ao cuidador. John gostava da obediência e da eficiência de Parrish em lutar com unhas e dentes para agradá-lo, era excitante.
John se desfez do próprio manto e lavou as mãos, Parrish ainda o esperava pacientemente, mesmo que as ondas de tensão do escravo pudessem ser sentidas apenas de estar no mesmo ambiente que ele.
– Você é a porra de um escravo bonito Parrish. Você sabe disso, certo? — John acertou um tapa na bunda do escravo que suspirou através do bit em sua boca. — Você gosta disso criança? — o próximo tapa estalou mais forte e Parrish se remexeu. — Veja se já não está ganhando uma cor perfeita. — John continuou a surrar seu escravo.
Os tapas cessaram quando Parrish tinha lágrimas nos olhos, John as secou com carinho e livrou o escravo do bit, o puxando até a cama e o fazendo ajoelhar. Eram ordens silenciosas que Parrish conhecia. O homem mais velho levou seu membro a boca do escravo, a fodendo sem se preocupar se o loiro se engasgaria ou não. Era quase uma rotina para Parrish suportar o jeito bruto de John e no fundo o escravo estava ansioso pelo momento em que o mais velho o foderia até que ele estivesse gritando, mesmo que ele soubesse que barulhos o levariam a uma grande punição.
– Você está ansioso por isso não é meu escravo bonito? — Parrish se inclinou para o carinho em sua mandíbula e John o arrastou para a cama. — Você sabe o que fazer. — o escravo assentiu e se inclinou contra os travesseiros.
John não tinha pressa, ele particularmente amava a preparação, torturar e provocar toda a inquietação possível em Parrish. Os dedos mergulhavam lentamente pelo canal rugoso do escravo, o óleo ajudando na lubrificação e os movimentos lentos, arrastados, fazendo o jovem escravo ronronar e se contorcer.
Embora John gostasse daquela provocação, ele se tornou muito difícil e ele não era um homem muito paciente quando se tratava de suas próprias necessidades. A próxima coisa que Parrish registrou foi o pau de John o invadindo e seus lábios feridos pelos próprios dentes tentando reprimir um grito.
– Você conhece as regras garoto, sem sons. — Parrish assentiu, seria mais difícil, cada vez mais era difícil se conter.
Os gritos de Parrish ecoaram pela sala de jogos, John gemia e chocava-se contra o garoto, movimentos quebrados, o orgasmo se construindo e o suor tomando seus corpos. Não levou muito tempo até que o velho Stilinski estivesse se desmanchando nas costas do escravo e o libertando de um anel peniano cruel que o impedia de gozar.
– Venha para mim criança. — John envolveu o pênis do escravo e com poucos golpes o sentiu jorrar.
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