Notas iniciais
Oii pessoal! Passei mais um tempo sumida não é mesmo? Me perdoem, estava sem tempo de postar! Se quiserem que eu continue, é só me avisar, beijinhos.

Até que a Mônica me avisou que ia tocar problem e já saiu me puxando pra um mini palco que tinha na pista de dança. Nós dançamos apenas algumas partes e isso já foi o suficiente pras meninas dançarem junto com a gente. Aquela foi a ultima musica, então o festival e a pista se encerraram. Eu acabei dando um mau jeito no pé no meio da dança e como forcei, estava doendo muito. Fui mancando até o Fábio e ele estranhou.
– O que aconteceu Karol?
– Ai, eu acabei dando um mau jeito no meu pé enquanto dançava. — Me apoiei nele.
– Vem. — Ele disse e eu abri os braços. Fábio me pegou no colo igual criança.
– Mônica, tira o sapato da Karol pra mim por favor. — Ele disse ao se aproximar dela e a mesma tirou.
– O que houve Karol? — Ela também estava preocupada.
– Eu acabei machucando o pé na dança. — Respondi e deitei minha cabeça no ombro dele.
– Chama o Mateus e manda ele ligar pro Táxi. A gente vai pro médico levar ela, nós não trouxemos o carro. — Fábio mandou.
– Tudo bem. — Ela fez o que foi lhe mandado e em quinze minutos o táxi apareceu e eu já tinha adormecido nos braços do Fábio. Quando acordei estava no hospital e o médico que ficou no lugar do meu pai me atendeu.
– Que linda! Estava dormindo? — Ele perguntou pra mim.
– Sim. — Disse coçando os olhos.
– O que aconteceu? — O médico perguntou.
– Ela machucou o pé enquanto dançava.
– Fábio, deixa ela ali em cima pra poder examiná-la. — O médico disse e o Fábio obedeceu. — Vamos ver. — Ele completou pegando em meu pé e apertando um pouco.
Ai. — Gritei.
– É, vamos ter que tirar um raio X. Leva ela até lá Fábio e depois trás até mim. — Logo fizemos isso e voltamos lá.
– Você teve sorte mocinha. Não deslocou e nem quebrou. — O médico sorriu pra mim. — Olha Fábio, Isso que ela está tendo é uma dor muscular. Foi só mau jeito mesmo. Eu vou passar um remédio de dor pra ela e você dá pra ela tomar, mas passa na enfermaria e manda só enfaixarem o pé dela, assim vai doer menos. — O médico disse fazendo a receita. — Você tem escola? — Ele completou me olhando.
– Tenho sim. — Respondi.
– Então eu vou te dar um atestado de dois dias, você volta na quarta. — Ele fez o atestado e logo fomos embora. O Mateus parou na farmácia pra comprar o remédio e o Fábio, a Mônica e eu fomos pra casa.
– Isso que se chama se divertir ein Karol? — Ele me disse me deitando no colo dele.
– Só por que eu machuquei meu pé?
– Fala isso pro seu pai, pra ver o que ele faz comigo. — Fábio riu.
– Karol, cadê seu celular? — A mônica peguntou.
– Devo ter perdido. — Respondi.
– Isso ai é porque ‘’ amar o Fábio é vermelho ardente ‘’ — Ela tirou sarro de mim e eu ataquei uma almofada nela. O Fábo também achou engraçado e riu.
– Não vi a graça. — Fiquei emburrada.
– Você não vai ficar assim por causa disso né Karol? — Ele disse mordendo minha bochecha.
– Não . — Sorri pra ele e vi o Mateus entrar na sala.
– Dá pra ela Fábio. — Ele ia dizendo, mas viu que Fábio estava comigo no colo. — Esquece, eu dou. — Mateus se encaminhou até a cozinha com mônica e eles demoraram uns vinte minutos, então Fábio foi comigo até a cozinha ver o que tinha acontecido.
– Bonito isso em Mateus e Mônica. — Fábio disse a ver os dois se pegando na cozinha.
– Vocês acham que é só vocês que tem o direito de se pegarem? — Ele disse.
– Okay, não falo mais nada. — Fabio riu, pegou o comprimido e o copo de água me dando pra tomar o remédio. — Hoje tem em Mateus. — Ele fez piadinha depois que tomei o remédio e já foi comigo pro quarto.
– Você não desculpa uma né Fábio? — Disse rindo ao ele me colocar na cama e se deitar ao meu lado.
– Ele merece, não desculpava do jeito que eu te olhava e que te tocava e bom… Ele não desculpava e por todas as piadinhas que fazia quando acabavam os ensaios.
– Ah Fábio, não esquece de ajudar a Karol a tomar banho. — Disse a Mônica do lado de fora.
– Isso vai ser divertido. — Ele sorriu maliciosamente pra mim.
– Não, nem vem. — Olhei séria pra ele. Se dependesse de mim aquilo não iria acontecer nunca! Acreditem.

– Relaxa, você toma banho de biquini, numa boa. Tem que tirar esse suor do corpo Karoline, falando sério. — Ele disse me olhando seriamente.
– Porque a Mônica não vem aqui então?
– Porque ela e o Mateus vão transar no meu quarto. Vem, eu não vou estuprar você. — Fábio disse e logo me pegou no colo me levando pro banheiro.
– Me segura. — Disse eu ao ver que ele tinha me colocado no chão. — Meu pé ainda doía, então eu tirei o shorts e a blusa. Já estava com o biquini por baixo, pois na minha escola tem piscina, então já tinha ido preparada e acho que o Fábio também. Por isso não tivemos muito trabalho. Logo ele também já tinha tirado a roupa e ficado apenas de sunga.
– Eu ainda acho isso desconfortável. — Falei abrindo o chuveiro.
– Eu não. — Ele disse me olhado do pés a cabeça.
– Fábio!
– O quê? — Fábio riu. — Está bem, eu vou parar. — Complementou. Ele pegou o shampoo pra mim, mas era praticamente impossível passar, já que teria de equilibrar os dois pés.
– Isso já está me irritando. — Disse eu tentando manter a calma.
– Me dá o shampoo aqui, você só precisa segurar em mim. — Fábio disse pegando o shampoo e colocando minhas mãos na cintura dele. Então ele começou a passar no meu cabelo e depois colocou minha cabeça de baixo do chuveiro, depois fez a mesma coisa com o Condiconador. Confesso que ele estava sendo bem cuidadoso. Quando terminou ele pegou o sabonete e só passou em locais que eu não iria me encomodar, como por exemplo, a barriga, os braços. Pra ser mais clara ele não chegou nem perto das minhas partes íntimas. Até que não foi tão ruim assim, até porque não estávamos totalmente sem roupa.
– Pronto. — Ele disse ao terminar. Agora você vai se vestir e eu vou terminar o meu banho. — Fábio me enrolou na toalha, pegou me no colo e foi até a cama.
– Por que eu não posso ver você tomando banho? — Perguntei rindo.
– Porque eu não vou tomar banho igual dei em você mocinha. Sabe, eu tomo banho sem roupa. — Ele riu junto comigo. — Enquando isso você pode ir se trocando, a sua roupa já está na cama. — Completou indo pro banheiro. Eu por minha vez, tirei o biquíni molhado e vesti as roupas que o Fábio tinha pego. Ele esqueceu da escova então, eu me arrastei até o guarda-roupas e peguei.
– Mas como é teimosa. — Fábio disse ao chegar por trás de mim e envolver seus braços molhados na minha cintura.
– Eu só vim pegar a escova. — Me virei pra ele e dei um selinho.
– Ok, está perdoada dessa vez. — Ele riu e eu sentei na cama. Comecei a pentear os cabelos. Fábio estava com a toalha na cintura, então vestiu primeiro a cueca box preta pra depois tirar aquela toalha e vestir uma bermuda. — Vem que agora eu tô cheirosinho e posso abusar de você. — Ele disse me deitando na cama e se deitando em cima de mim.
– Fábio sai. — Sorri.
– Eu não sou gostoso? — Ele perguntou descendo os beijos pro pescoço.
– É. — Disse meio arrepiada.
– Então, vem cá pro gostoso te ensinar umas coisinhas. — Falou em meio aos beijos e mordidas no pescoço. Só aquilo já estava me fazendo ir a loucura, imagina o resto.
– Fábio! — Disse séria.
– Está dizendo Fábio ai, mas por dentro tá doidinha que eu sei, mas como sou uma menino bom, saio de cima de você. — Ele disse ao se deitar do meu lado.
– Pessoas iludidas são assim. — Menti.
– Não provoca que eu te mostro quem é o iludido já já. — Fábio fez uma cara de mau.
– Mostra nada. — Falei provocando ele e comecei a rir. Fábio já ia subir em cima de mim de novo até que bateram na porta e o Fábio disse:
– Não acabou ainda Karoline.