Notas iniciais
Olá meninas! Voltei depois de alguns problemas. Relaxem eu ainda estou viva e vou continuar a história para vocês. Se tiverem leitoras fantasmas, por favor apareçam, quero conhecer vocês rsrs. Não se esqueçam de comentar o que acharam do capítulo. Boa leitra, se divirtam!

No dia seguinte, o pai de Fábio me acordou, juntamente a ele com a seguinte surpresa:
— Karoline, primeiramente desculpe por te acordar assim, foi ideia de Fábio. Reclamações apenas com ele e seguidamente, vou te dar um video clipe para seu aniversário! As gravações da musica começam hoje, se você aceitar é claro.
— Gente, primeiramente calma. Me deixa respirar e processar essa informação.
— Processar o quê? — Fábio riu. — Não tem tempo de processar Karol, vamos.
— Mas, eu nem sei qual musica vou gravar!
— Porém, nós já sabemos Karol. Foi uma super ideia do Fábio e pelo o que o mesmo disse, você vai amar. — O pai dele respondeu.
— Combinado, só preciso me arrumar e Fábio você é literalmente a mistura do seu pai com sua mãe.
Os dois riram e em seguida se retiraram do quarto. Então, me produzi rapidamente e logo, seguimos até a gravadora. Quando me entregaram a canção, fiquei realmente surpresa! Pedacinhos de várias musicas de amor em inglês preenchiam o papel e fazendo — me estar encantada com aquilo.
— Obrigada Fábio. — Foi tudo que consegui dizer naquele momento, antes de abraçá — lo. Infelizmente, o meu momento de agradecimento foi interrompido.
— Fábio, tu tá aqui! Quanto tempo mano. — Nathan disse.

Não pude crer no que meus olhos estavam vendo! Eram os garotos da banda Fly. Os três, bem debaixo do meu nariz. Mal cheguei neste local e já estou amando ficar aqui.
— E aí pessoal!
— É a Fly, a Fly! Acho que esse dia está com muita coisa para processar.
— Eu te avisei que meu pai era dono dessa gravadora Karol. Nenhuma novidade por aqui. — Ele respondeu de imediato e os meninos riram.
— Quem é ela Fábio? — Paulo perguntou.
— Minha irmã... — Deu uma breve pausa e continuou. — ...ou pelo menos, meia — irmã.
— Que fofa. — Paulo me abraçou fraco, piscando em seguida. — É um prazer te conhecer gatinha!
— Obrigada, o prazer é todo meu! — Fiquei sem jeito e os garotos cumprimentaram Fábio.
— Fábio, me chama no Whats App. Vamos ficar por aqui esses dias e eu estou pensando em sair um pouco.
— Poxa Paulinho, essa semana infelizmente não dá. Tudo está corrido pro aniversário de quinze anos da Karol.
— Karoline Albuquerque! — Escultei meu pai proferir ao entrar na sala. — Vamos parando de papo furado os dois e Fábio, tem como ajudar a Karoline com as pronuncias que ela não conhecer?
— Foi um prazer conhecer vocês meninos, porém tenho que ir. Quem sabe a gente se vê depois.

— Nós é que dizemos isso! Boa sorte com a canção.

Nos despedimos de todos e ficamos no ensaio o dia inteiro para pegar diferente ritmos das canções. Após me preparar durante cinco horas, me disseram que já me encontrava preparada para gravar. Tudo já se encontrava em seu devido lugar e conseguimos executar tudo o que pretendíamos.
— O Roberto já foi embora, então irei te levar para casa. — Fábio disse ao caminharmos em direção para o carro.

Tudo havia ocorrido bem no meu dia, o caminho que ele fez foi tranquilo e não dissemos nada um para o outro. Afinal, me sentia realmente cansada.

— Chegamos. já pode descer Karol. — Ele disse ao parar o carro perto da calçada. — Irei sair agora.

— Mas, pra onde Fábio?
— Karol, eu vou sair, apenas isso. Não posso mais?
— O problema é que, suas saídas sem estar junto a mim não são nada boas. — Proferi ao fechar a porta do carro, após ter me retirado do automóvel.
— Qual, é?! — Ele ironizou enquanto me observava. — Tenho quase dezenove anos, acho que sei me cuidar. — Foi tudo o que ele proferiu, antes de acelerar e sair cantando pneus com o carro.

Ao virar — me para a casa, vi o portão se abrir. Meu pai devia ter escultado o barulho e adivinhado que eu havia chegado.
— Filha? Entra, meu amor. — Roberto disse.
— Não tem como pai. Conheço o Fábio! Ele vai encher a cara e fazer besteira como sempre.
— Querida, isso não é nosso problema. — Ele segurou minhas mãos e prosseguiu com sua fala. — Agora vamos entrar.
— O senhor não compreende. Eu sei que Fábio desistiu de mim, porém não é justo fazer o mesmo com ele! Vê — lo se afundamento e continuar de braços cruzados, não sou este tipo de pessoa e nem desejo ser. Você tem que confiar em mim pelo menos uma vez na vida e permitir que eu vá.
— Ir? — Perguntou confuso. — Pra onde? Pirou de vez Karoline? — Sua se voz encontrava alterada.
— Fábio provavelmente está em alguma balada. Quero apena ajudar ele! Por favor, deixa pai.
— Você nem sabe onde aquele doido se enfiou, Karoline.

Meu pai continuou reclamando e fazendo mais perguntas no meu ouvido. Eu apenas ignorei e liguei pra o Matheus, melhor amigo de Fábio. Foi quase impossível aquela criatura me contar onde ele havia se metido, mas arranquei a resposta a força.
— Pai, apenas me leve no local e eu retiro ele. Por favor, me dê um voto de confiança. — Apelei.
— Com uma condição Karoline. Você só irá apenas entrar e em seguida sair. Me dê o endereço logo, antes que eu desista! — Roberto se encontrava sério e a feição de seu rosto ainda estava aborrecida.

Pelo menos por uma vez na vida fui ouvida pelo meu pai. Fomos até a tal balada e Roberto me autorizou a entrar. Chegando lá, a musica Ghost Town começou a tocar. Fábio estava cantando a canção, completamente bêbado. Ele me viu e caminhou até mim cantarolando, como se tivesse dedicando a musica á mim.
‘’ Andei entre as chamas, chamei o seu nome, mas você não houve resposta. E agora eu sei que meu coração é uma cidade fantasma. ‘’

Essa foi a tradução do que ele proferiu, mas na realidade ela era em inglês. Lágrimas começaram a escorreram pelo meu rosto imediatamente. A musica foi se passando, até que chegou uma parte em que dizia que amor era uma sátira. Então, o mesmo passou a mão pelo meu rosto e se foi para o palco novamente. O que me doeu mais não foi ter escultado aqui. O pior veio quando a canção continuou, Fábio cantou que pouco se importava se fosse para baixo, ou seja se ficasse um lixo. O garoto se encontrava destruído novamente e pra sincera nem eu sabia se conseguia dar um jeito nisso. Apenas esperei a musica terminar e puxei ele para fora da multidão. Nem tentei conversar com o mesmo, seria perca de tempo. Nós fomos para o automóvel do meu pai, sem dizer uma única palavra. Mas, como nem tudo é um mar de rosas Fábio tomou um banho gelado e veio me pedir explicações.
— Tem como ficar parada aí mocinha?

E foi quando ouvi estas palavras saindo da boca dele que me arrependi de ter ajudado Fábio. Ele ia querer uma explicação e eu não estava afim de conversar.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Críticas e sugestões são sempre bem vindas. Gosto de ver a reação de vocês nos comentários, são os meus incentivos para continuar. Ah, estou pensando em criar uma página no facebook da história. Me falem a opinião de vocês. Até logo meninas, mais capítulos em breve.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.