Era apenas meu meio irmão.
19 O antigo americano.
Notas iniciais
Oi minhas flores! Capítulo novo pra vocês. Dessa vez eu tenho uma boa desculpa, ninguém comentou :c. Eu estou cheinha de capítulos novos pra postar, é só comentar eu continuo, okay!? Amo vocês e beijinhos! Aproveitem!
– Ela é irritada. — O tal amigo do Fábio disse com um sotaque puxado pro americano.
– Mentira que você aprendeu a falar português, cara. — Fábio ficou surpreso.– Será que dá pra alguém me explicar o que tá acontecendo aqui? — -- Eu já estava nervosa. O Fábio fez uma cara de ‘’ ferrou ‘’. – É que ele é ameri.. — O Fábio interrompeu o garoto.– CALA A BOCA. DEIXA DAR TEMPO DE EU CORRER PRIMEIRO. — O mesmo gritou se levantando do sofá e correndo pra fora. – O Fábio é americano e não me falou nada? Mais eu vou matar ele. — Saí dali e vi o garoto gritar rindo:– FÁBIO IS DEAD, IS DEAD! (Fábio estar morto, está morto.) — Acabei achando ele perto do jardim. – Como assim você é americano e não me contou nada? — Fiquei brava.– Karol, Karolzinha. Eu não achei que fosse importante. — Ele disse colocando mão a cabeça.– Você sabe que eu amo os Estados Unidos Fábio e que meu sonho é ir morar lá. Como assim não era importante? — Fiquei indignada e cruzei s braços.– Tá falando sério? — Fábio estava confuso. — Eu só sabia que você era apaixonada por meninos americanos. Seu pai me fez guardar segredo ou eu ia ter meu… Ai cara, como eu vou falar isso pra você? Ou melhor como eu vou dar nome pra isso? — Vi que ele estava realmente procurando uma palavra pra dizer. – Diz logo. — Falei.– Vai ficar estranho de qualquer jeito então, ele ameaçou tirar meu membro fora. — Ele sorriu engraçado e eu ri.Não, não vou rir. Ainda estou brava por isso. — Fechei a cara e virei de costas, cruzando os braços. – Ô Karol, não ficar assim comigo vai. Agora você tem um menino americano só pra você, não é legal? — Ele se aproximou de mim por trás e abraçou minha cintura. – Isso não muda os fatos. — Continuei emburrada.– Os fatos de eu ser um americano e de você me ter só pra você? — Ele sorriu e beijou meu pescoço. – Ainda estou brava, Fábio. – Karol, agora você vai poder dizer pra suas amigas que tá com um americano e elas não. — Fábio beijou meu rosto.– Na escola todo mundo já que conhece. Você já ficou com várias. Qual é a graça? — Eu continuava bem séria. – Você não tem amigas só na escola. — Ele riu e eu sorri. Fábio me virou pra ele e continuou. — E esse americano aqui te ama. — Me abraçou forte. – Eu também amo esse americano bobo. — Correspondi o abraço e dei um selinho nele. — Mas, eu só desculpo se você falar em inglês comigo. – Anytime! — Ele disse sorrindo e depois traduziu. — Sempre que precisar. Agora só falta você querer fazer a cena do Damon com a Elena. -Rimos juntos. – Eu não assisto a série. Por isso não sei qual é o beijo. — Ele soltou um sorriso de lado. — E a gente não está nos Estados Unidos pra mim te dar um beijo de lá. Que graça teria? Quando for te levar lá, eu vou te dar todos os beijos possíveis das suas séries. — Fábio passou o braço por cima de mim.– Eu vou cobrar. Quais série você assiste? — Pergunte enquanto andávamos em direção porta. – As que você odeia. Tipo the walking dead. — Fábio riu.– Credo. – Eu sou um zumbi e vou devorar você. — Ele quis me pegar e eu corri. – Saí, seu dodo. Você tem que ser o Stefan. — Parei de correr. – O Stefan? Não pode ser o Damon não? Eu tenho até olhos verdes. — O mesmo veio até mim. – Não, o Damon é chato. — Respondi sorrindo. – Ah, é? E o Fábio serve? — Ele me pegou no colo e colocou minhas pernas na cintura dele.Serve. — Beijei ele e nós paramos o beijo alguns segundo depois. Fábio me carregou no colo até a sala e depois foi pro quarto. Ele me deixou na cama e ajeitou o colchão embaixo. – Ah, não Fábio. Eu quero dormir com você. — Fiz manha.– Eu não. Você vai querer me abusar porque eu sou americano. — Ele fez o sotaque de americano.– Aprende a falar português direito, menino. — Ri dele.– Aprende você a falar inglês. Eu sei falar português com ou sem sotaque já você. Se for pra New York vai ficar perdidinha. Não sabe nem mendigar lá. — Fábio caiu na gargalhada e chorou de tanto rir. – Cala a boca. — Me irritei e joguei um travesseiro nele.– O choro é livre Karol. — Ele ficou se achando.– Pois eu também vou aprender a falar inglês e ficar melhor que você. — Disse brava.– Boa sorte. Antes disso experimenta morar quinze ano lá. A idade que nem tu tem. Ah, Karol você é hilária. — Fábio não conseguia parar de rir. Eu já estava estressa e ia dar as costas pra sair do quarto. — O — Karol, é brincadeira. Eu posso te ensinar inglês e umas coisinhas a mais também. — Ele me puxou rapidamente pela cintura e aproximou nossos corpos. – Engraçadinho. — Me afastei dele. – Ela é tão bravinha. — Vi Fábio tirar a camisa.– Tá tirando a camisa por quê? – Eu durmo sem camisa, Karol. Por quê? Tá pensando em me agarrar né, eu sei. — Disse irônico.– Tu se acha né Fábio. — Disse eu deitando de barriga pra baixo na cama. Logo vi Fábio se deitar em cima de mim.– Vingança. MUAHAHAHHAHA. — Disse ele.– Saí Fábio. — Reclamei.– Eu não. — Ele riu. — Minha vez agora.– Você pesa Fábio!
– Eu não tô apoiando meu peso em você. Então, para de reclamar. — Ele disse em cima de mim. — – Saí vai, Fábio. — Falei novamente.– O que eu ganho com isso? — Perguntou.– Eu não encho saco pra dormir com você hoje. — Suspirei.– Boa menina. — Ele beijou eu rosto e saiu de cima de mim. — Amanhã a gente vai sair. — Disse se sentando na cama.– Pra onde?– Surpresa! — Ele disse me dando um selinho. — Agora eu vou dormir, porque eu tô bem cansadinho e você deveria fazer o mesmo. — Fábio beijou minha testa. Boa noite, americano. — Sorri.– Pronto, começou. Não quero ninguém no meu colhão a noite. — Ele riu.– Ah, claro. Vou ir lá com seu amigo. — Ri. – Coitada. Vai lá, tenta a sorte. — Foi a ai que o Fábio caiu na gargalhada de vez e se deitou no colchão debaixo. Joguei um travesseiro nele e sentei nas costas do mesmo. — Que chata! Saí logo daí Karoline. — Ele reclamou. – Não estou com vontade. — Respondi sorrindo.– Vai encher o saco do Matt, aposto que ele vai adorar ouvir a sua história de ser fissurada por americanos. — Fábio voltou a rir alto. — — Tanto que se apaixonou por mim, né? Eu sei, que sou muito atraente e sedutor. — O mesmo começou a se achar. – Coitado. — Debochei dele.– Sou, é? Já já, vou te mostrar quem é o coitado aqui. — Ele abriu um sorriso malicioso. – Tu não começa. — Dei um tapa nele.– Foi você quem começou. — Fábio fez cara de tédio e voltou a fechar os olhos.– Fábio! — Gritei.– O que é? — Ele perguntou sério.– Abre os olhos, eu quero ver eles. — Pedi e ele começou a se mexer. Levantei de cima das costas dele e Fábio me colocou sentada no colchão. – Pronto, olha. — Ele me encarou com o rosto bem próximo a mim e soltou uma breve risada. – Não assim, também né!? Bobo. — Abri um pequeno sorriso por alguns segundos.– É, você tem razão. É assim. — Fábio colocou as duas mãos no meu pescoço e me puxou levemente de encontro com sua boca, iniciando um beijo. Nós ficamos nesse clima por um bom tempo. – Agora, eu já posso dormir? — Fábio perguntou enquanto acariciava meu rosto. — Amanhã vai ser um dia longo pra nós. — Continuou.– Tudo bem. — Correspondi ao sorriso e me levantei dali, até que Fábio me puxou.– E o meu beijo? — Perguntou me olhando. –Tá aqui. — Beijei Fábio e logo depois fui pra cama. Ele apagou as luzes e nós dormimos.
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