Era Uma Vez, Na Idade Média

27 Capítulo 27 - Sempre...


Notas iniciais
Olá Pessoal, Sei que estão na expectativa, está muito frio hoje então, decidi esquentar um pouquinho as coisas. Atenção: O capítulo a seguir, contém cenas proibidas para menores. Então tire as crianças e os anões da sala. E... lá vamos nós. Beijocas...

CASTLE

Ainda não conseguia acreditar. Porque de todas as mulheres do planeta, tinha que se apaixonar logo pela mais teimosa. Estava com raiva, muita raiva. De Kate é claro, mas principalmente de si mesmo. Fora ingênuo, pensou que, se declarasse todo o seu amor por ela, Kate iria desistir de fazer essa loucura e corresponder ao seu amor. Mas era tudo mentira, ela nunca o amou. E agora só o que lhe restou, foi essa enorme dor que o consumia.

Chegou finalmente em casa, desolado. Mas respirou fundo e colocou um grande sorriso no rosto. Entrou em casa sem aviso.

— Mãe? Alexis? – lar, era tudo o que precisava agora.

— Papai! – Alexis pulou em seu colo.

— Richard? O que faz em casa assim, sem avisar. Está tudo bem? – Martha sabia que tinha algo de errado, conhecia o filho.

— Eu pensei que morasse aqui? Ou não sou mais bem vindo? – ele fez biquinho para a mãe.

— Claro que é bem-vindo, querido. – e deu um grande abraço nele. –- Só é estranho ter chegado assim, sem avisar. Tudo bem com a Katherine?

— Mãe, eu te amo mas, não quero falar sobre ela agora. – deu um beijo na bochecha de Martha e foi se sentar.

— Estava com saudades, papai – Alexis o abraçou bem forte, colocando a cabeça ruiva em seu peito.

— Também estava com saudades, abóbora. Papai te ama viu. – Castle beijou o topo da cabeça da filha, tentando demonstrar toda a saudade que sentia.

— Ah querido, como você não avisou que vinha, estamos de saída. Eu e a Alexis vamos visitar a minha amiga Odete e, vamos passar a noite lá. Mas se quiser, posso cancelar? – Martha estava preocupada.

— Não é necessário. Vão, divirtam-se. Eu estou bem. Falo com vocês amanhã. – talvez fosse bom mesmo ficar sozinho, poderia pensar melhor, colocar as ideias no lugar.

— Ok. Nós vamos mas, com a condição de conversarmos quando chegar. Só chegaremos no fim da tarde. – Martha disse abraçando o filho, desta vez em despedida.

— Tudo bem. – e dando outro abraço em Alexis, se despediu das duas.

Agora estava sozinho, pensou em sair, beber alguma coisa mas, isso não resolveria o problema. Tinha apenas que se convencer que Kate não fazia mais parte da sua vida. Deletá-la para sempre da sua mente e coração. Não seria fácil, mas era necessário.

A noite vinha chegando de mansinho, nuvens escuram cobriam o céu. Vinha tempestade por aí, trancou bem a casa, já ouvia os primeiros pingos de chuva, então se sentou em frente ao fogo. Estava perdido em pensamentos já fazia algum tempo quando ouviu uma batida na porta. Se levantou imaginando que a mãe desistira do passeio por conta da chuva mas, quando abriu a porta, seus olhos não podiam acreditar no que viam. Kate estava ali, totalmente molhada, olhando para ele com aqueles grandes olhos castanhos esverdeados. Mas ainda estava com raiva então não sorriu, apenas perguntou.

— Beckett, o que você quer? – ela olhava para ele intensamente.

— Você! – Kate respondeu e, em uma atitude inesperada, adentrou pela porta segurando meu rosto com as duas mãos e me beijou. Um beijo rápido, mas cheio de significados.

— Sinto muito, Castle... Me desculpe, por favor, me desculpe... – ela estava aflita, nossas testas estavam unidas, ainda segurava meu rosto entre suas mãos e me beijou novamente. Mas a segurei pelas mãos e a afastei, precisava saber.

— O que aconteceu? – olhava para aqueles olhos que me fitavam com arrependimento verdadeiro, podia ver uma lágrima que havia caído, marcando seu belo rosto.

— Ele escapou e, eu nem me importei. ... Eu quase morri... mas eu só pensava em você. Eu só quero você. – ela tenta me beijar mais uma vez, eu recuo. Então ela passa o dedo indicador sobre meus lábios e em seus olhos eu vejo... Amor? Por alguns segundos, minha mente fica em total confusão. E ao olhar para ela mais uma vez. Uma explosão de sentimentos me atinge como um raio e me deixo levar.

Então a beijo com sofreguidão, o beijo agora tinha urgência, a empurro contra a porta de casa, moldando meu corpo no dela, sentindo o seu calor. Beijo seu pescoço e ela coloca a cabeça para trás, me dando livre acesso. Volto a explorar sua boca, enquanto ela coloca minha mão sobre o seu peito, podia sentir seu coração bater acelerado. Interrompemos o beijo por um breve momento, para olharmos nos olhos um do outro, então ela me pegou pela mão e sem interromper o beijo, nos dirigimos ao meu quarto.

~ ¤ ~

KATE & RICK

Castle perdeu o fôlego. Ela o desejava intensamente. Olhou-a e o tempo parou. Ansiosa, ela o envolveu com suas belas pernas. Aturdido, fechou os olhos ante ao contato com a pele macia como o veludo, tentando se controlar. Era preciso resistir. Tinha que se lembrar quais circunstâncias envolviam Kate. Era um homem honrado. Seria incapaz de se deixar guiar por uma vontade avassaladora e deflorar uma mulher tão extraordinária, ele a amava mas, ela também era uma princesa. Mesmo que desejasse tanto isso teria que se controlar.

— Não posso fazer isso, Kate. – dizia com dificuldade ante a excitação.

— Mas Rick, eu quero que aconteça tanto quanto você. – ela protestou.

— Você é a princesa, Kate. Eu não sou ninguém. Você sabe que se continuarmos, poderá haver consequências. – por favor Kate, me ajude a fazer o certo.

— Castle, o corpo é meu! – disse exasperada.

— A paixão pode impulsionar o corpo a querer agora, o que trará arrependimento depois. – sua respiração estava ofegante.

Kate o calou com um beijo.

— Nunca me arrependerei, porque eu amo você. Sei que sou a princesa e tenho responsabilidades, mas isso não me impede de amá-lo e querer ser sua.

A relutância de Castle persistia. Era evidente a luta entre os desejos dele e o código de um homem honrado. Decidida a permitir que a natureza seguisse seu curso, Kate se entregou por completo ao impulso do sexo e o beijou profundamente.

Ele se apoderou dos lábios entreabertos com a ponta da língua. Em seguida sentiu a maciez e o calor daquela boca tentadora, da mesma forma que esperava fazer com todo o corpo de Kate. Seus escudos começavam a cair.

O esforço para se controlar não durou por muito tempo. Por vontade, Kate pressionou o quadril e os seios contra ele. Parecia que tinham sido feitos um para o outro. Ela o tocou no peito e, sem perda de tempo, ele colocou a mão sobre a dela e a conduziu sob a camisa. Kate deslizou a palma macia por seus pelos e começou a massagear os mamilos, fazendo-o gemer. Incentivada por sua reação, percorreu toda a extensão do abdômen até se deter no cinto e fazer menção de soltá-lo.

Sem interromper o beijo, Castle o tirou, aproveitando a oportunidade para se livrar de pequenos objetos que trazia no bolso, antes que se machucassem.

Kate acompanhou-o e se despiu espontaneamente, tirando-lhe o fôlego. Ele não saberia dizer por quanto tempo suportaria aquela tensão, mal podia esperar para admirar aquele corpo que, até um momento atrás, só pudera ver em sua imaginação. Os seios eram verdadeiramente lindos, firmes e pequenos. Do jeito que ele gostava.

Incapaz de se conter, começou a fazer com os lábios uma trilha de beijos, que deslizava pelo queixo, pelo pescoço, pelo colo. Apoderou-se de um seio com a mão, sustentando-o de modo a facilitar o acesso de sua boca ao mamilo. Estava ansioso para recebê-lo, para suga-lo. Kate arqueou as costas e mergulhou os dedos em seus cabelos. Beijaram-se esfregando seus corpos um contra o outro, até que ela, com as mãos em seu rosto, o fez encontrar seus olhos e novamente seus lábios.

Ele estava sob o comando de Kate, disposto a dar o que ela quisesse. Moldou seu corpo mais uma vez ao dela. O movimento que ela fez com os quadris o guiou para a próxima experiência.

Kate não relutou em aceitar as carícias entre suas coxas. Queria provar o sabor daquela intimidade úmida e quente, estava determinado a lhe proporcionar prazer. Ao encontrar o botão rosado entre os pelos sedosos, beijou-o com delicadeza a princípio e depois com mais intensidade. No momento em que Kate gemeu interrompeu o contato e sussurrou em seu ouvido:

— Diga-me o que deseja?

— Você! – Kate respondeu sem pudor. Porque era verdade, Nunca quisera algo com tanta intensidade. Queria que a emoção que ele estava lhe provocando, atingisse sua alma. Castle era o homem que ela amava e o desejava mais que tudo.

Para mostrar que estava pronta para recebê-lo por inteiro, tomou a iniciativa de beijá-lo. Queria que Castle a penetrasse sem demora. Ele a estava enlouquecendo com suas carícias. Queria sentir a masculinidade intumescida dentro dela.

Com uma ousadia que jamais se julgara capaz, ela tirou suas calças e se apoderou do membro rijo e palpitante. Castle suspirou e soltou um gemido. Sem poder se controlar, finalmente se rendeu à paixão que aquela mulher lhe provocava.

— Você agora é minha, Kate.

Ele se controlara ao máximo, testando qualquer limite. A partir daquele momento, faria tudo o que tinha sonhado. Proporcionaria sensações inimagináveis a Kate. Até ela suplicar para que ele parasse ou até que ambos tombassem, sem forças, nos braços um do outro.

Rapidamente ele começou a beijá-la começando no pescoço e terminando logo acima dos pelos sedosos. Fez o caminho inverso parando nos seios. Acariciou o mamilo direito com a língua, fazendo-a estremecer. Com os dentes, o mordiscava de leve, sentindo-o intumescer em resposta. Kate arqueou as costas diante daquela carícia. Os mamilos doíam e ela, se sentia derreter.

Voltou a beijar todo o seu corpo, chegando até a sua boca, dando-lhe um beijo longo e profundo. E, durante o tempo todo, Kate estava consciente do membro rijo roçando de leve seu ventre.

— Castle, por favor...

Escorregou as mãos sob ela, erguendo os quadris, fazendo-a apoiar as pernas em seus ombros. Lambeu levemente a camada de pelos, pressionando a língua para dentro da fenda feminina.

Kate respirava com dificuldades e gemia cada vez mais alto. Era o suficiente. Ele fez com que ela o envolvesse com os braços e passasse as lindas pernas por sua cintura. Quando se levantou, ela escorregou até seu membro, gemendo com doçura e enterrando o rosto em seu peito para tentar esconder a careta de dor ao senti-lo dentro de si. Por um instante, só ficou olhando para ela em profundo silêncio, para que se acostumasse com ele. Ela estava por cima dele agora.

— Você está no controle – disse ele, colocando as mãos atrás da cabeça e afastando as pernas.

Kate tinha o corpo colado ao dele, as bocas próximas. E instintivamente, levantou-se um pouco e moveu-se lentamente. Gostou daquilo.

Castle a observava com olhos semicerrados. Ele não tinha ideia... Aquela necessidade pulsante o estava atormentando. Ela começou a se movimentar mais rápido.

— Faça o que quiser comigo Kate...

Oh, Deus, e ela estava fazendo. Escorregava para frente e para trás, adorando como os pelos do peito roçavam e estimulavam seus seios, como os músculos da mandíbula dele se contraíam e como ele começava a suar em resposta ao que estava fazendo. Ah sim, a sensação de poder era maravilhosa.

— Ahhh... – Gemeu Castle, as mãos subitamente agarrando seus quadris, ajudando-a a encontrar seu ritmo.

— Ahhh... — Ela arqueou o pescoço. Ela mexia com mais força e com mais velocidade, estava tão perto...

— Castle, amo você. Não deveria, não poderia mas, EU AMO VOCÊ!

— Você me ama? – Castle a olhou, seus olhos brilhavam como nunca tinha visto antes.

Sorrindo, ele agarrou-a pelos quadris e passou a controlar a união de seus corpos.

— Sim, eu amo. – Com os olhos escurecidos pelo desejo, atingiram um tom de esmeralda.

— Que bom, porque eu também amo você. – Castle disse com dificuldade, não conseguia mais se segurar.

Algo explosivo estava se aproximando. O mundo pareceu se estilhaçar em milhares de fragmentos brilhantes.

— Oh Meu Deus, Castle! – Ela gritou.

— Oh Kate! – Castle a acompanhou.

Kate tombou como uma boneca de pano em seu peito, extremamente satisfeita.

Castle riu envolvendo-a com seus braços e acariciando suas costas. Sim, essa mulher o leva totalmente a loucura. Sentia-se maravilhado. Algo caloroso e forte ocupava seu coração.

Kate ainda sentia o corpo estremecer e formigar devido ao explosivo orgasmo. A sensação de torpor a deixou sonolenta, sentia os olhos se fecharem, ao mesmo tempo que sentia o leve toque dele em suas costas. E com o pensamento de que amava aquele homem com todas as suas forças, adormeceu profundamente.

~ ¤ ~

Notas finais
Até que enfim... Eu amo a cena de Always, então podia deixar de fora. E aproveitei para colocar um episódio 4 x 24 também. Espero vocês em: ... E Para Sempre. Beijocas e até...