Era Uma Vez... A Vingança Jedi (revisado)

2 Capitulo 2 - Planos as escondidas


“Muito bem Malditos. Agora todos possuem sabres de luz vermelhos”, exclama Sterling em frente a vários Malditos num prédio abandonado em meio à floresta.

— Esses sabres simbolizam muito para todos nós. Com o extermínio Jedi, eles tentam recriar o Império sith, mas convenhamos, matando candidatos a sith’s, nós pouparemos trabalhos de criarem mais nomes sith’s. Darth Vader, Darth Sidious, Darth Tyranus. Os nomes legais se esgotariam e não demoraria muito para termos um Darth Caedus. Nós os poupamos dos nomes ridículos. – Sterling olha para Maximus que está com semblante de desaprovação – Mas – demora um pouco — estamos com esses sabres para demonstrarmos para eles e para nós mesmos que podemos ser vingativos e cruéis como eles. Ou mais. – alguns soltam berros de apoio – Todos agora.

Todos os Malditos acendem seus sabres vermelhos, mas há um pequeno tumulto para ver o sabre modificado de Dal Maximus. Mesmo vermelho como os outros, ele possuía um diâmetro bem maior. “Não é para cortar, é para destruir”, havia comentado Maximus.

— Malditos! Malditos! Temos como missão exterminar todos os membros do Império e temos sido bem sucedidos, mas o comercio do planeta está sendo prejudicado e ele sempre foi o motivo de nunca terem exterminado ou escravizado esse planeta. Mas as coisas podem mudar caso o comercio continue prejudicado e eles acharem que preservar esse planeta não é mais necessário.

Alguns gritam “deixa tentarem” ou “vai ter mais para matarmos”.

— Mantive contato com um grupo de resistência, mais propriamente o líder, do grupo conhecido como Libertários, do qual “libertamos” hoje cedo.

(Cedo naquele dia)

Dois soldados do Império estão numa pequena nave para dois com um compartimento de carga.

— Ele não deveria estar morto? – o soldado faz menção ao nativo amarrado no compartimento de carga da nave.

— Devem achar que ele é mais valioso como prisioneiro. Mas concordo com você. Esse terrorista deveria estar morto e nós seriamos seus algozes

— Mas fique quieto, estamos chegando à base e não queremos que ninguém nos ouça falando sobre isso.

Pouco antes de adentrar na base, aparecem duas naves individuais de cada lado e saltam dois Malditos delas, empunhando sabres de luz atacando a nave, partindo-a.

Nesse momento o grande portão da base abre, liberando um ataque maciço de droides do Império.

Uns dez Malditos aparecem praticamente do nada e contra atacam com tiros, forçando uma entrada na base. Uma nave surge rapidamente em direção à base e Sterling salta dela. A Nave entra na base explodindo lá dentro.

Alguns segundo após a explosão, vários soldados surgem de dentro da base e atacam com tiros. Sterling deixa cair o casaco de couro marrom e saca duas BlasTech DL-44 e começa a contra atacar os soldados, acertando um por um. Quando não vê mais nenhum soldado, Sterling lança uma granada booma dentro da base.

— Peguem o Lorde Schultz e vão com ele para a nossa base. Sabem onde escondemos nossas pequenas naves.

— Onde está esse Lorde Schultz?

— Está perto daquela arvore no compartimento de carga da pequena nave que vocês partiram, arremessando Lorde Schultz. Malcoml, Luxxox e Drevoy; quero vocês comigo invadindo a base. As tropas de reforço não chegarão tão cedo. – ele se vira para os outros – Voltem para a nossa base.

— Espere. Você realmente espera que não use isso? – Maximus manobra seu sabre modificado.

Aparecem dezenas de droides com dispositivos de tiros rápidos.

— Não modifiquei o sabre para lutar com droides. – Maximus guarda rapidamente o sabre e puxa uma BlasTech A280 e revida os ataques.

Depois de destruir todos os droides, Sterling, Maximus, Malcoml, Luxxox e Drevoy invadem a base.

Aparecem droides pelo caminho, mas a cada tentativa de disparo, eles recebiam um tiro.

Alguns soldados aparecem. Maximus puxa seu sabre usando a “força” e destrói a cintura de um, o pescoço de outro. Luxxox toma um tiro mais Sterling acerta seu algoz.

Eles entram num corredor da base.

...

— Proteja bem isso. – diz um soldado para outro enquanto entrega uma grande maleta.

Sterling, Maximus e Malcoml entram na sala e atiram nos dois.

— Conseguimos a maleta e alguns Libertários que devem estar naquela cela.

Malcoml abre a maleta e observa todos os sabres.

***

Lorde Schultz aparece como se estivesse escondido atrás de uma arvore durante todo o tempo.

— Malditos, esse é Lorde Schultz. Ele foi pego enquanto tramava contra a vida de um protótipo de sith, do qual, Maximus, DeLarge e eu pudemos, ou melhor, tivemos a honra de conhecer e matar num bar na cidade de Krakoa. Ele é o líder do bando Libertário, um grupo de nativos que se revoltaram contra o Império. Nós tivemos trabalho em resgatá-lo, mas ele vai nos contar como isso valeu à pena.

— Sou Lorde Schultz e tenho um plano de destruir a Estrela da Morte que o Império estar construindo, o que causaria péssimas reações ao Império.

— Como você foi preso? – pergunta um dos Malditos, interrompendo Schultz.

— Bem, encontraram meu esconderijo e quando viram meu plano de destruir a Estrela da Morte por dentro usando apenas engenharia e reprogramação, eles me prenderam e tiveram o plano de me levar para a sede do Império e usar meus conhecimentos para “fechar as falhas” do projeto Estrela da Morte.

Schultz permanece quieto por alguns segundos e recomeça.

— Eles descobriram minha nave, a que eu usaria para ir à Estrela da Morte. Minha nave tem hiperpropulsor onde viaja a velocidade da luz, então nós a usaríamos para chegar à Estrela, meus companheiros fariam os engenheiros de reféns e eu a reprogramaria para explodir. Mas tanto a localização da nave e a Estrela da Morte estão com piores acessos. Por isso, proponho a invadirmos o local onde está minha nave, por granadas dentro dela e não pousar, mas acertar em cheio a Estrela da Morte. Todos sabem que se eu desse um soco usando a velocidade de luz, esse soco ganharia uma energia incomensurável, para vocês claro, que não saberiam calcular, mas imaginem o estrago que uma nave faria. Imagine quem poderia estar de perto supervisionando a construção da Estrela da Morte.

— Vader e Palpatine – sussurra para si mesmo.

— Então alguém terá que realizar essa missão suicida. Quem seria?

— Eu farei, sem problema, — diz Schultz.

— Mas precisamos de todos. Não será fácil conseguirmos a nave de volta.

— Eu tenho – diz Schultz – uma informação que amanhã Abur Faet terá um encontro com os lideres de Cochram e eu irei posicionar os sete que vocês libertaram para entrar nessa reunião disfarçados e armados para matar Faet. E quando isso ocorrer, haverá um reordenamento de soldados e a base onde guardam minha nave terá menos soldados. Ou mais, mas acredito que menos.

— Eu irei nessa reunião. – diz Maximus – Estou doido para usar esse sabre de luz em um verdadeiro Sith.

— Mas você é o Carrasco Jedi, eles podem reconhecê-lo.

—Não se preocupe – diz Schultz indo até Malcoml – Eu já fui um nobre, eu sei que eles não verão diferenças entre nativos de uniformes de empregados.

— Então Delarge, Malcoml, Schnor, Locus, Dan, Guebar, Schultz e eu, Sterling, iremos entrar na base onde fica a nave e colocaremos Schultz dentro dela. Maximus vai com os membros dos Libertários e os outros continuam com o trabalho.

— Que a “força” esteja conosco – finaliza Schultz.