Notas iniciais
Oieeeeeeee... To arrasada com o final da minha novela preferida, de meu casal apeguinho (Fabine) que foi tão perfeito que nem tem para quê escrever Fic, mas enfim... Tô aqui para postar mais um capítulo e compartilhar com vocês mais um momento de emoção. Preparem-se, que hoje muita coisa pode mudar, é só ler nas entrelinhas, porque o mundo gira, meu bem. Mas deixemos de reflexões e vamos ao que interessa.... Maaaas, antes tenho que fazer algo indispensável que é recomendar uma linda Fic BenFia de uma amiguxa que adora esse casal! Aqui o link: http://fanfiction.com.br/historia/431664/Subentendido A Annie *CofSei... ¬¬Cof* XD Ela já me deu alguns spoilers, e essa história promete. Bem, vamos lá!

– Meninas? Voltaram cedo!

– É, um professor nosso faltou. A gente vai subir tá, mãe?

– Já? Será que não podem me dar uma ajuda? Eu to atrapalhada com uma entrega de bolo e o almoço tá atrasado.

– Tá... – Sofia jogou a bolsa no sofá e olhou entediada para Flaviana que riu. As duas caminharam para a cozinha onde Vera lhes entregou dois aventais.

– Sei lá tia, mas não tem nada mais fashionzinho que isso não? – Perguntou Flaviana torcendo o nariz para a vestimenta com frutas desenhadas no tecido.

– A única coisa fashion nessa casa, sou eu Flaviana. E ainda assim sofro bullying por causa disso!

– Garotas, sem drama. Sofia você termina o almoço e a Flaviana me ajuda a terminar o bolo, sim?

– Sim, senhora general! – As duas bateram continência. Vera fez cara brava, mas acabou sorrindo. A mulher já estava acostumada com aquelas duas malucas que eram amigas inseparáveis. E ficava muito contente por isso, já que Sofia não tinha muitos amigos. Sua filha era... Quase que irascível com as pessoas, daí poucos se arriscavam a tê-la por perto.

– Aí, droga, lembrei que acabei de fazer as unhas!

– Nem vem tá, Falviana? Eu é que vou ter que cortar cebola, trate de fazer a sua parte!

– AFF... – Bufou a morena – Pelo menos, eu vou ocupar minha mente com algo que não está relacionado com o Martin. Passei a noite toda stalkeando ele nas redes sociais, acredita?... Sabe a quantidade de fotos que vi dele e da Micaela? – Uma nota aguda escapou da fala de Flaviana. Ela queria desdenhar, ser forte como Sofia era quando o mundo desabava sobre ela – Sem falar as mensagens apaixonadas, as declarações... Ele era um pegador, mas mudou por ela. Entende o que eu quero dizer? Ele mudou por ela.

– Eu te avisei! – Exclamou Sofia um pouco aborrecida. Não com Flaviana, mas com Martin e todos os garotos que não sabem ver o que perdem por serem tão cegos.

– Sofia! – Repreendeu Vera abraçando a morena e olhando torto para a filha – Seja mais solidária com a sua amiga!

– Foi mal – Desculpou-se – É que a gente já sabia que essa história já começou errado, né? Tá mais que na hora de você esquecer aqueles dois idiotas e ir viver a sua vida, Flaviana. Vai por mim, não dá para lutar contra o destino.

Sofia sorriu triste pelo o que disse. Ela mais que ninguém poderia dizer por experiência própria, que desejar algo não significa que vá se realizar, nem que amar alguém é motivo para essa pessoa te amar de volta. Ainda que você quisesse com todas as forças... Destino é uma coisa engraçada, ela pensou. Não importa o quanto você tente, só acontece se for para acontecer. E ela e Ben não estavam destinados, por isso não ficaram juntos. Embora que ela o amasse... Sofia balançou a cabeça para espantar os pensamentos idiotas. Ben era só mais um garoto, ela ia superar. Enquanto isso não acontecia, o jeito era juntar o que lhe restou e tentar não enlouquecer.

– Só para não dizer que sou insensível, eu vou fazer aquela mousse de chocolate que você adora. Ninguém chora quando come minha torta.

– Verdade? – Perguntou Flaviana enxugando as lágrimas – Ah, mas assim eu vou engordar! Além de ser chutada, eu vou te dar mais duro na academia?

– Vai valer a pena. – Sofia prendeu os cabelos e pôs a trabalhar.

A garota adorava cozinhar, só não o fazia porque os outros achavam que era uma obrigação sua, e ela não era mandada por ninguém. Além do que, no seu circulo social, conversar sobre receitas e ingredientes não era muito bem visto... Mas ela não tinha mais amigos mesmo. Que diferença fazia? Umas horas de distração era o que ela precisava e a companhia das únicas duas pessoas que ainda lhe queriam bem era perfeito para isso.

– X –

– Posso te acompanhar até em casa?

– Eu acho... Tudo bem – Anita sorriu timidamente para Ben.

– Até qualquer hora, Anita – Serguei deixou os dois sozinhos e se afastou com cara de poucos amigos.

– O que foi que deu nele?

– Não sei, ele anda estranho já algum tempo. Acho que ele tá apaixonado.

– E o que te faz pensar isso? Soube de alguma coisa?

– Não, mas os sinais são evidentes. A ultima vez que vi o Serguei agir assim foi na 7ª série quando ele estava apaixonado por uma colega nossa, mas não sabia como se declarar. O problema é que ela tinha namorado, por isso ele vivia de mau humor.

– Hum... – Ben olhou para o ruivo que já ia bem distante e pensou na possibilidade da tal ‘paixão’ dele ser Anita. “Será?” Pensou. Ben não quis admitir, mas não gostou dessa suposição, afinal ela era sua namorada até outro dia. E também era a garota mais incrível que ele conhecia, mas a quem ele não deu o devido valor.

– Vamos, parece que vai chover!

– Casal! – Chamou Giovanna acompanhada dos irmãos, Vitor e Pedro – Espera a gente!

– Aí, é o que eu to pensando? Vocês voltaram? – Perguntou Vitor alegre. Para ele, Anita era a garota ideal para o irmão mais velho e se não fosse por Sofia, eles estariam juntos ate hoje.

– Hey, vamos com calma, certo? Eu e a Anita somos amigos – Bem buscou apoio na garota que acenou afirmativamente – E por enquanto, isso é tudo o que vocês precisam saber.

– Podemos ir? – Perguntou Pedro, irritado. O menino andava muito estranho ultimamente, e Bem se culpava por isso. Ele, de certa forma, afastou o pequeno de Sofia.

– Vamos, sim.

– X –

– Sofia, sabe o ‘Lipe’ lá do codomino?

– Sei... O que é que tem ele? – Perguntou enquanto acabava de aprontar a mesa. O almoço tinha dado um pouco de trabalho, mas pelo aroma a menina sabia que tinha feito tudo certinho.

– Ele é gatinho, né? Acho que vou ver se tenho chance.

– Como assim? Ele é gay, Flaviana!

– E daí? Olha para mim e diz que qualquer carinha não ia ficar na minha?

– Daí que se você tá procurando sofrimento, eu posso dar com o rolo de macarrão na sua cabeça. Vai ter poupar lágrimas, e a mim, paciência. O que é que falta na sua lista? Pegador, carente, molambento, cabeleireiro... Agora gay? Amiga, do que você curte, ele adora uma cutucada!

– Amigona você hein? – Queixou-se a morena. Ela deu as costas à outra e se concentrou em terminar o bolo de Vera. A mulher tinha ido ao mercado comprar mais açúcar e deixado à cozinha sob a responsabilidade das duas.

– Eu sou uma ótima amiga sim, que fique bem claro... Melhor você esquecer essas bobagens e se concentrar em algo mais prazeroso como comprar, comprar e comprar... Ah, queria te dizer que encontrei uma música linda, Flaviana, você precisa escutar.

– É? Peraí, que eu não to conseguindo... FOI! – A morena bateu palminhas depois de pregar uma flor de glacê no bolo – Então, levo jeito para boleira?

Sofia inclinou a cabeça analisando o bolo em silêncio. Ouviu a morena suspirar e sorriu.

– Uhum... Não tá uma coisa maravilhosa, mas dá pro gasto.

– Para de ser chata, Sofia! Eu até que gostei, acredita? Apesar de ter acabado com as minhas roupas – Flaviana atirou um pano de prato da loira que riu alto.

Sofia passou a mão pelo rosto soado tirando os fios de cabelo que desprenderam-se do coque que ela havia feito.

– Argh! Já pensou se alguém nos visse assim? Eu preciso de um banho para ontem!

– Já que é assim... Toma!

Flaviana atirou farinha na loira, que desviou, mas não saiu completamente ilesa. As duas riram alto e não viram os demais moradores do casarão chegar.

Ben parou ao ver o sorriso iluminando o rosto da Sofia e sentiu o tempo parar como sempre acontecia quando ela sorria... Anita do seu lado olhou as duas garotas e a bagunça que elas fizeram na cozinha e logo interviu.

– Posso saber o que tá rolando aqui? Que sujeira é essa, Sofia?

O sorriso morreu nos lábios de Sofia quando ela viu a irmã e quem a acompanhava: Ben. Ela se quer prestou atenção nos outros três jovens que vinham logo atrás, na sua mente corria o pensamento de que eles, Ben e Anita, tinham voltado da escola juntos... Juntos. Ela odiou o significado dessa palavra, porque só existia um motivo para isso... Eles se entenderam. E Sofia odiou-se por não ser imune a Ben.

– A gente tava dando uma força a sua mãe. Ela saiu, mas daqui a pouco tá aí – Disse Flaviana com um sorriso ansioso. A tensão no ambiente era palpável, uma corrente elétrica cortando a sala.

– Ajudando? Pois não parece. Olhem só para isso tudo – Ela apontou a louça suja sobre a pia, o chão coberto de farinha e os aventais repletos de manchas – Quem vai limpar agora?

– Que tal você? Não me enche o saco, Anita! – Exasperou-se Sofia. Ela tirou o avental e jogou na cara da irmã – Acha que só você tem competência pra fazer as coisas certas? Pois, aproveita e usa a tua língua para esfregar o chão. Eu to vazando!

– Que garota grossa! – Disse Giovanna.

– Tá com TPM, aposta quanto? – Brincou Vitor.

– Porque vocês todos não vão para o inferno?

A jovem andou em direção as escadas, mas Ben a puxou pelo braço. Ela o fuzilou com o olhar. O ‘Príncipe’ iria defender DE NOVO a ‘Princesa’.

– O que você tá fazendo?

– Você não precisava falar assim com ela.

– Precisava sim! Sabe por quê? Porque ela me irrita, assim como você – Ela olhou para Anita e depois para Ben e sentiu o estomago embrulhar – Agora me solta... Ou tá esperando um beijo meu?

Ele a largou imediatamente fazendo a garota dar dois passos para trás. Sofia riu e se aproximou de Ben sem se importar com Anita ou os outros ali presentes. Ela elevou o rosto ao dele sem que o rapaz reagisse.

– Se quiser me beijar, é só dizer.

– Nunca, tá me ouvindo? Nunca.

Anita sorriu internamente pela resposta do ex. A irmã não tinha mesmo concerto e mereceu o fora que levou. Embora fosse mesquinha da sua parte, Anita não poderia estar mais feliz.

– UI, essa deve ter doído! – Vitor riu. Pedro se jogou no sofá, calado.

– Essa patricinha se acha o ser mais desejável do mundo, só pode! Toma, merecia coisa pior! – Giovanna tava mais era afim de ver o circo pegar fogo.

– Isso é o que você acha, Giovanna – Ela se virou para Benjamim – Nunca é muito tempo. Cuidado para não se arrepender depois.

– Eu não vou. Eu posso ter uma pessoa muito melhor comigo, alguém que eu admiro e respeito. E essa pessoa não é você.

Ele se foi ate Anita e segurou a mão dela. Vitor e Giovanna riram, e Anita não pode conter a satisfação. Flaviana observava a cena, pasma, sem condições de tomar uma atitude. Todos daquela casa estavam contra a sua amiga e pela postura de Sofia, ela sabia que faltava pouco para a garota explodir, mas contrariando suas expectativas, ela a viu seguir pelas escadas sem nada dizer.

Sofia bateu com força a porta do seu quarto. Seu, porque era somente dela. Um presente de Flaviana. A amiga tinha pagado uma reforma de um dos quartos do casarão para que a loira pudesse ter um pouco de paz, um espaço só dela. Era tão difícil enfrentar os alunos, os vizinhos, ela tinha que ter uma folga na própria casa. Vera e Ronaldo não se opuseram, e em menos de um mês Sofia podia dizer que tinha um cantinho para si. O quarto tornou-se um abrigo onde ela podia se esconder do mundo lá fora. Lá, não existia Anita, Giovanna, Ben ou qualquer outra pessoa lhe jogando o seu desprezo. Era um refúgio para sua alma e coração feridos, onde ela chorava todas as noites por horas intermináveis, sem ter medo ou vergonha de ser vista.

– X –

– Desculpa por isso, eu... Eu quis dar uma lição nela.

– Eu sei o quanto a Sofia pode tirar uma pessoa do sério... E fiquei feliz em saber que me admira. Apesar de todos os nossos problemas, eu também te admiro muito Ben.

– Valeu, Anita.

– Ah, eu to morto de fome!

– E quando é que você não está? – Implicou a ruiva jogando uma almofada no irmão. Vitor fez careta.

– Vem cá, é isso mesmo que eu to vendo? Vocês não tem vergonha do que fizeram? – Flaviana se pronunciou contra o ‘casal’ e os outros – Eu e a Sofia estávamos na nossa, entendeu? Você, Anita, atacou ela e ainda tem coragem de falar mal da minha amiga?! Não me admira ela ter tentando tanto sair daqui, eu não suportaria viver numa casa onde as pessoas me destratam o tempo todo sem o mínimo motivo! Deve ser... Eu nem sei. Eu achava que era exagero dela, mas vendo vocês hoje, todos vocês contra ela... Acham que ela não tem motivos para fazer o que faz? Qual é o problema de vocês?!

– Você não sabe do que tá falando, Flaviana.

– Não, Anita, eu sei muito bem. Vocês são um bando de falsos moralistas que acusam a minha amiga, mas nunca pararam para se colocar no lugar dela. Pelo contrario, a agridem, a maltratam... Sabe, se ser uma pessoa legal é ser como vocês, eu prefiro ser errada.

Flaviana subiu as escadas com pressa. Ela precisava saber como Sofia estava.

– A Flaviana tá viajando, né? A gente não... – Vitor pensou no que havia acontecido – Será que não pegamos pesado?

– ‘Pelamorde’, né gente? Crise de consciência por causa da Sofia? É a Sofia! Nada pode atingir aquela garota, ela precisaria ter um coração para isso. E a Flaviana é amiga dela, sabe-se lá porque, é claro que ela tinha que defender a amiguinha. A Flaviana é a rainha do drama!

– Eu... É melhor a gente dá um jeito nessa bagunça antes que a mamãe volte.

Anita pegou a vassoura e começou a varrer o chão. Em silêncio, os outros seguiram o exemplo da garota e foram organizar a cozinha.

– X –

– Oi... – Flaviana andou hesitante ate a loira que olhava a chuva cair pela janela – Como ‘cê’ tá?

– Bem, por que não estaria? – Sofia tinha o semblante entediado e a calma da garota preocupou Flaviana. Era a calmaria antes da tempestade.

– Sofia... – A morena ergueu o braço para tocar a amiga, mas ela se desvencilhou.

– Eu tenho uma coisa para te mostrar, espera.

Sofia subiu numa cadeira e tirou uma caixa de cima do guarda roupas e a colocou sobre a cama.

– Eu ainda não te agradeci pelo quarto, né?... Eu sei que não é muito, mas eu fiz pensando em você. Eu tenho tido muito tempo para pensar, sabe? Ser inimiga Nº 1 do Grajaú me deixa com muito tempo livre. Sem amigos, sem compromissos sociais, sem... Acho que é isso, abre.

Ela fez o que a garota pediu e abriu a caixa. Dentro havia um vestido, ou o que parecia ser um, mas na verdade era dividido em duas partes, na cor branca feito de tafetá. Pedras coloridas foram cuidadosamente presas na parte superior dando a ilusão de ser um colar. Era tomara que caia e chegava à altura do joelho.

Flaviana pegou a peça nas mãos sentindo o tecido escorregar... Era lindo. E a amiga havia feito especialmente para ela e se não soubesse, a morena juraria que tinha saído de uma das lojas de grife que ela costumava frequentar.

– É lindo. Não precisava, Sofia.

– Você me conhece, eu não gosto de dever nada a ninguém... Sei que não se compara ao quanto você gastou, mas você não faz ideia do que fez por mim – Ela sentou-se na cama, os olhos marejados – E enquanto eu fazia esse vestido eu não pensava no quanto eu... To sozinha.

– Você não está sozinha, você me tem. Eu sempre, sempre vou estar do seu lado, não importa o que aconteça – Para enfatizar o que dizia, ela segurou a mão da loira com força. Flaviana sentiu-se arrasada pela tristeza refletida nos olhos de Sofia. Nunca, desde que conhecia a garota, a viu tão mal. Nunca – Você é a irmã que eu não tive. A garota que aguenta meus acessos de choro, que me consola quando meus pais esquecem meu aniversário e enfrenta os carinhas que partem meu coração. E que me empresta a tia Vera pra ser um pouquinho minha mãe... Você é a melhor amiga que eu poderia ter e se ninguém mais vê o quanto você é maravilhosa, azar o deles.

– Lembra-se de quando nós conhecemos? Você esbarrou em mim e me chamou de estúpida e eu disse que você era brega. Foi antipatia à primeira vista.

– E por isso nos gostamos tanto, né? Porque nem eu ou você abaixamos a cabeça uma para outra. Porque sabemos que não importa o que digam, somos leais uma a outra. E topamos qualquer parada se for para a felicidade de qualquer uma das duas.

– Olha só ate aonde chegamos – Sofia abraçou a amiga.

– É... Eu não seria eu se não fosse você. Tenho que confessar que naquela época eu não entendia muito de muita coisa, mas graças a você eu me transformei, e hoje sou essa gata que vos fala.

– Metiiiiiida!

– Só porque eu posso! – As lágrimas que a loira tentava segurar, escaparam dos olhos. E assim como ela, Flaviana deixou que as suas escorressem livremente – Vem cá – Ela apoiou a cabeça de Sofia no colo e começou a afagar seus longos cabelos loiros – Eu sempre vou estar aqui para você.

– Flaviana... Será que um dia isso vai passar? O amor não deveria ser assim, deveria? Eu amo tanto ele, tanto... É como uma doença tomando conta de mim, me roubando os pensamentos, tirando a minha paz. E quanto mais eu tendo me afastar, mais eu em sinto ligada a ele... Eu sou uma burra, ele é só um fracassado, um idiota. Eu não deveria amá-lo, não queria... Eu falei o que sinto, duas vezes, mas ele não acreditou. Ninguém nunca acredita em mim.

– Eu não imaginei que você gostasse tanto dele.

– Nem eu... Eu não sei o que fazer.

Notas finais
Awn... Apertinho no coração pela Sofia, cara! Esses malas são o Ó e não dão trégua para a garota. Pelo menos, ela tem a Flaviana que é uma amigona para dar aquele apoio. Adoro a relação delas, demaiiiiiiis! Bem, é isso... Mereço reviews? Até semana que vem, e já vou avisando que postarei 2 caps para a nooooooooooooooooooooooossa alegria! ;)