Notas iniciais
O foco da história mesmo é criar a visão de cada raça ao longo dos anos e então, este é o primeiro capítulo que consegui encaixar dentro. Claro que vai haver situações em que não conseguirei encaixa-las e então serão como os primeiros, por situações. Boa leitura.

Sou branco, sou timbó, peso meia ou uma tonelada, sobrevivi nas guerras e batalhas para ser praticamente extinto com a modernização humana; quando a utilidade se perdeu.

Nos enxergaram novamente e hoje nos criam e exibem como troféus, avaliando, premiando e desclassificando por meios de estéticas, ignorantes a nós.

Talvez não precisássemos de vossas compaixões se não tivéssemos sido abandonados; porém nos preservaram e renascemos de seus interesses. Puxando carroças pelo Centro das cidades e quando não morremos esgotados, na maioria das vezes estamos felizes.

Carregando o arado pelo campo e transportando troncos, ao menos meu sangue sobrevive mantendo linhagem

Notas finais
Terceiro capítulo: Timbó. O Percheron não é uma raça predominantemente branca mas quando se escuta, le ou pesquisa sobre, é a pelagem branca que vem imediatamente. Deu uma batalha para decidir sobre qual raça escrever que poderia usar a palavra, dentre foram: Lippizaner: Que possuem uma história interessante e uma característica marcável. Lusitano: Que também não possui a pelagem branca predominante mas ligeiramente associamos esta cor a eles. American Cream Draft: É predominantemente branca e interessante também a história que carrega. E os Camargues que também foi uma das escolhas. Porém acabei optando pelo Percheron por ser uma raça que estou mais familiarizada. E de fato, o Percheron é um cavalo bastante desclassificados em quesitos de estéticas por conta de seu ser que possui contras, que os juízes das apresentações desclassificam. Espero que tenham gostado e feito sentido. >.