Equally Different
20 Brave and Frozen
Todos os lordes foram para cima de Mor´du mas ele os jogou longe como se não fossem nada além de moscas. Fergus golpeou o urso no rosto:
—Venha!Eu acabo com você só com as minhas próprias mãos.- Nisso, Mor´du abocanhou sua perna de pau e o arremessou longe.
Meraud atirou algumas flechas mas isto só serviu para irritar o urso ainda mais.
—Que boa ideia cabelo de gengibre.-Jenny comentou sarcasticamente retirando sua espada assim que o urso avançou na direção deles.
Mor´du inclinou a pata para bater no príncipe e a morena entrou na frente bloqueando o golpe com a espada:
—Nem...pensar.-Claro que por se um urso ,Mor´du estava com vantagem, porém,a lâmina da espada começou a pulsar tomada por um brilho azulado e uma força invisível repeliu o urso. — Ual.-Jenny olhou brevemente para sua arma.
O inimigo não desistiu e em um descuido, ele conseguiu acertá-la fazendo com que a garota fosse arremessada contra um dos pilares de pedra.
—Ai…-A mesma começou.-Eu acho que mereci.
O próximo alvo de Mor´du foi Meraud, o urso rebateu o arco do ruivo e o prensou no chão rosnando alto contra sua face. Jenny se preparou para ajudar seu amigo mas Elinor foi mais rápida, vendo o filho em perigo, seus extintos de mãe falaram mais alto e ela se libertou avançando no urso.
—Mãe!-Meraud gritou preocupado.
—Meraud!-Jenny veio para o lado dele.
—Ela precisa de ajuda!-O ruivo gritou ao ver sua mãe recebendo um golpe no rosto.
—Eu tenho uma ideia.-Sua amiga correu para o lado da rainha.-Eu defendo e você ataca.-Ergueu sua espada e lâmina estava azul neon novamente.
Elinor acenou com a cabeça em entendimento.
Todos os homens assistiram, admirados, a luta que se seguia. Quando Mor´du ia atacar,Jenny entrava na frente com a espada forçando-o a recuar ,e uma vez que ele abaixava a aguarda, Elinor o esbofeteava. Houve, porém, uma falha na formação o que permitiu Mor´du lançar Elinor contra um dos rochedos, rochedo esse que quase quebrou, mas a enorme rachadura estava bem visível.
—Isso não é bom. -Meraud comentou ao pegar uma lança que estava perto do seu pé.
O urso correu para o mesmo, aparentemente o alvo principal dele era o príncipe escocês ruivo.
—Nem tente!-A capitã, mais uma vez, protegeu seu amigo colocando a lâmina na frente.
Mesmo sentindo sua cabeça queimar,Mor´du não afastou a testa do aço, ele insistia em tentar avançar.
Elinor aproveitou para devolver o ``favor´´ e o jogou para o pilar de pedra rachado, depois continuou batendo-o contra o mesmo tentando quebrar mais e mais a pedra. Mas Mor´du revidou com um soco que a rainha foi arremessada para longe.
—Mãe!-Meraud foi para a frente dela com a lança.-A senhora está bem?-Elinor acenou com a cabeça.-Precisamos de um plano.
—Não precisamos não.-Jenny guardou a espada.
—Ficou maluca?
Mor´du correu na direção deles, mas não chegou a tocar em nenhum, a pedra finalmente quebrou e caiu para frente o esmagando. Uma chama zulada saiu da pedra, uma luz mágica.
Meraud olhou para sua amiga , surpreso, e ela apenas deu de ombros:
—Eu já tinha visto a rachadura, com certeza ia cair.- Os olhos azuis avistaram um brilho familiar no horizonte.-O Sol está nascendo, precisa pegar a tapeçaria.
O ruivo arregalou os olhos em realização e se apressou em pega o tecido para colocá-lo em sua mãe. Elinor percebe nada está acontecendo, de fato, seus olhos se tornaram escuros como os de um urso de verdade.
—Mas?- Seu filho começou. Não estou entendendo. Eu ... — Ele começa a chorar e se ajoelha em frente a ela pedindo perdão. — Oh, mãe, eu sinto muito. Isto é tudo culpa minha. Eu fiz isso com você.- A essa altura,todos os presente estão tristes,era de cortar o coração,mesmo Jenny não podia deixar de sentir uma pitada de empatia,tanto que ela colocou a mão no ombro dele. -Perdão mãe!Você sempre esteve lá por mim. Você nunca desistiu de mim. — O rapaz abraçou o urso.- Eu quero você de volta, mamãe! Eu te amo!- Ele sente alguém tocar seus cabelos.
—Eu estou aqui,meu filho.-Elinor, agora humana, acaricia os cachos ruivos.
—Mãe?-Meraud olha para cima.-Mãe! Você está de volta! — A mulher ri e começa a beijar o seu rosto. — Você mudou.
—Oh, querido. Nós dois mudamos.
—Elinor! — Fergus vem (caindo) correndo na direção deles os puxando para um abraço.- Oh querida.- Ele encosta a testa na testa da esposa e depois a puxa para um beijo.
—Hã...Argh.-Meraud olha para o lado desconfortável.
Os lordes se aproximam felizes:
— Você voltou! Para nós!
Jenny segura a risada por um momento mas logo nota algo importante:
—An,majestade...-Ela se dirige a rainha.-Acho que precisa de roupas.
Elinor olha para baixo e percebe que esta nua,então ela puxa a tapeçaria se enrrolando mais:
—Querido...-Olha para o marido.-Me ajuda,preciso das minhas roupas.
—Hein?-Fergus questiona mas logo leva um tapa no ombro.
—Não fique me olhando!
O rei percebe o que está acontecendo e vê os lorde olhando confusos:
—Mas o que ? Olhem pro lado senhores, mostrem respeito!
Porem, não é só Elinor que precisa se vestir, os trigêmeos vieram correndo pelados para os braços de seus pais.
—Ok,todo mundo precisa de roupa aqui.-A capitã zombou.
—Há, há, muito engraçado.-Meraud se aproximou dela cruzando os braços.
—Eu achei.-A outra deu de ombros.
Meraud suspirou:
—Er…Bem, obrigado.
—Não precisa me agradecer, mas, se quiser fazer esse esforço, poderia me providenciar um navio para que eu possa voltar para casa?
—Oh...-Ele parecia decepcionado.
—O que foi?
—Eu esperava que você pudesse ficar mais um pouco, mas,ya,claro,eu vou cuidar disso.- Ele se virou e começou a andar na direção da sua família, mas parou soltando um longo suspiro e em seguida deu meia volta. -Escute, eu preciso te dizer uma coisa...eu...er...Eu gosto...-Não pode terminar a frase pois uma parede de gelo surgiu separando-os.-Mas o que diabos?!
—Afasta-se dela,agora!- Uma voz conhecida gritou.
Jenny engoliu a seco:
—Não pode ser.- Ela virou-se na direção da voz e lá estava ele,o Rei de Arendelle.- Elias.
Logo depois,Krista e Andrew apareceram montados em Sven.
—Atacar!-Andrew gritou e Sven correu no meio dos clãs os espantando.
—Mas hein?-Jenny olhou descrente como seus amigos se reuniram em volta dela em posição de ataque.-O que vocês estão fazendo aqui?
Elias correu para ela a abraçando:
—Oh céus!Eles te machucaram?
—O que?
—Ela deve estar em choque.-Krista comentou.
—Não se preocupe, viemos te resgatar.-Andrew olhou para os escoceses.
—Quem foi que disse que eu preciso de resgate?- A morena cruzou os braços.
—Eles não te sequestraram?-Elias arqueou uma sobrancelha.
Sua namorada suspirou e lhe deu um tapa na nuca:
—É claro que não!
—Mas o Kai disse que você não ia voltar.-Elias esfregou a nuca.
—Porque ela decidiu ficar por conta própria senhor.-Kai apareceu com Olaf.
—Mas que tipo de criatura é essa?-Um homem perguntou apontando para o boneco.
—Olá a todos,eu sou o Olaf e gosto de abraços quentinhos!-Olaf acenou para a multidão.
—Tudo bem...-Rei Fergus começou .-Acho que houve um mal-entendido.
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Jenny ficou aliviada quando Elias e os outros concordaram em ir para o castelo de Dunbroch em paz, assim, ela teve a oportunidade de explicar todo o ocorrido.
— Você o que?!-Seu rei gritou furioso ao saber sobre Mor´du.-Enlouqueceu? Era um urso! Você podia ter morrido.
—Mas não morri, a espada me protegeu, o que me lembra, talvez eu devesse falar com o vovô Pabbie sobre ela.
—Pode ser uma boa ideia.-Krista concordou.
— Então vamos voltar logo para casa.-Andrew estava animado, ele adorava aventura.
—Me deixem dizer adeus a Meraud primeiro.-Jenny sorriu e foi caçar seu amigo.
Elias bufou alto e começou a bater o pé com flocos de gelo caindo ao redor dele.
—E nem disfarça.-Andrew comentou fazendo seu irmão corar.
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Meraud estava exausto, ele decidiu tomar um bom banho para revigorar o corpo e o espírito. Contudo, apesar de a água quente fazer maravilhas, ela não conseguia afastar o incomodo de ter o Rei de Arendelle em sua casa, especialmente porque Elias veio buscar a capitã de suas tropas.
—Meraud.-Ironia da vida, a mesma estava batendo a sua porta.
—Já vou.- Ele enrolou a toalha na cintura e abriu a porta, mas apenas uma pequena brecha.-Aconteceu alguma coisa?
Jenny não demorou nem um segundo para sacar que, ignorando a toalha, ele estava praticamente nu:
—Cheguei em um momento ruim?
—O que?Oh!-A realização bateu no ruivo e ele deu um sorriso malicioso abrindo ainda mais a porta.-Não,não realmente.
—Não parece...-Apesar de sentir as maçãs do rostos aquecerem,a morena prosseguiu.- De qualquer forma eu vim me despedir.
—Ah...-O sorriso dele morreu.-Não tem jeito de você ficar, não é?
—Não, meu tempo estourou e precisam de mim lá em casa.-Deu-lhe um meio sorriso.
Um silêncio de instalou no local por alguns segundos,nenhum dos dois olhava diretamente para o outro.
—Jenny!-Olaf apareceu com aquele mesmo sorriso.- Esta ai?
—Oh, Olaf,aqui.-A garota acenou.
—Que isso?-Meraud olhou para a criatura falante.
—Oi,eu sou Olaf!E gosto de abraços quentinhos.-O boneco esticou os braços de madeira para o principe que recusou colocando a mão na frente.
—Sem abraços.
—Tuuudo bem!-Olaf ficou em silencio com aquele sorriso no rosto.
—Assustador.-O ruivo comentou.
—Então...-A capitã se meteu.-O que veio fazer aqui Olaf?
—Oh,é que Elias me pediu pra te apressar, acho que ele está ansioso pra voltar pra casa.
—Oh,sim,claro...Tchau Meraud,a gente se esbarra.- Revirando os olhos ela acenou para Meraud e desceu a escadaria.
Suspirando, o outro fechou a porta e começou a se arrumar.
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O porto estava cheio, os clãs estavam se retirando para suas terras, bem como nosso heróis de Arendelle. Elinor e Fergus estavam se despedindo dos amigos.
—Bom viagem querida.-Elinor abraçou Jenny com carinho.
—Muito obrigado majestade.
—Oh, por favor, pode dispensar as formalidades, você é dá família.
—É mesmo.-Fergus sorriu.-Estou muito grato por ter nos ajudado, você tem uma ótima influencia sobre meus filhos, tem certeza de que não pode ficar mais uns dias?
—Bem...-Ela foi interrompida pelo namorado.
—Nem pense nisso.-Elias estava ao seu lado com os braços cruzados e um olha gélido assustador.
—An...Eu acho que vou ….pro…navio?
—Faça isso.-Uma vez que a oura já estava dentro do transporte,Elias se virou para o casal real escocês.- Sinto muito pela minha grosseria, mas as vezes gosto de manter controle sobre meus soldados.
—Oh,não se preocupe,é perfeitamente compreensivo.-Elinor sorriu.
—Mas acho que vai precisar de muita ajuda para controlar essa ai.-Fergus brincou ganhando uma cotovelada da esposa.
O loiro suspirou:
—É,eu sei.-E embarcou
A cena muda e podemos ver todos os barcos afastando-se do porto,os lordes acenando em despedida e Fergus correspondendo:
—Adeus,boa viagem, que os ventos soprem a seu favor!-No entanto,o sorriso dele morre quando vê os trigêmeos em um mastro no barco de Macintosh.-Mas o que?Como? Quando? Ah,esses moleques!
Jenny ri conforme ela vê o grande Rei Fergus remando em um pequeno barquinho indo atrás do trio de pestinhas.
—Uh!-Olaf fala chamando a tenção de todos no navio.-O que é isso?-Ele aponta para a luz mágica azul.
—Cuidado,pode ser perigoso!-Krista fala.
—Oh meu Deus!-Andrew pega o mapa e se prepara atacar a chama.
—Esperem!-Jenny os interrompe se aproximando da luz.-Ela não é perigosa...-Olha para a mesma.-Olá ,o que você quer me mostrar dessa vez?
Eis que varias luzes aparecem fazendo o caminho para a parte superior traseira do navio,a morena segue a trilha com seus amigos logo atrás, bem, exceto Elias, ele prefere observar de longe. Uma vez que Jenny alcança a última luz, a pequena voa para longe na direção dos rochedos altos onde, podemos ver uma cabeleira ruiva ao vento. Meraud está montado em seu cavalo observando-os partir. A luz chega até ele e desaparece, o ruivo olha para frente com e acena para sua amiga.
—Tinha que ser o cabelo de gengibre.-Jenny sussurra acenando de volta.
De repente, nuvens tampa a visão de ambos e um vento forte sopra as velas.
—Andrew!-Elias chamou.- Você não disse que queria conduzir o barco novamente?
—Yup!-O mais novo salta de felicidade.
Jenny olha para os dois com um sorriso, no entanto, Elias se vira ignorando-a.
—Ai...-A garota suspira e puxa Andy para sussurrar-lhe algo.- Como é que eu faço o seu irmão voltar a falar comigo?
— E como é que eu vou saber, fiquei anos da minha vida sem se quer olhar pra ele,estou aprendendo igual a você.-Andy deu de ombros.-Mas tenho certeza de que você dará seu jeito,agora se me dá licença,eu tenho um navio para conduzir.
—Não é por nada não...-Krista começou se apoiando em Sven.- Mas da ultima vez que você tocou no leme nós quase morremos.
—Ei! A culpa não foi minha!
O resto da viagem seguiu-se assim,com Krista e Andrew discutindo o problema dele de navegação,Olaf e Sven assistindo as gaivotas no céu dando nomes pra mesmas, Elias lançando ventos nas velas e Jenny observando o horizonte tentando arquitetar um plano para resolver seu problema.
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Ah!Arendelle! Demorou,mais chegou!
Quando finalmente chegaram em casa, a primeira coisa que Jenny fez foi respirar fundo. Ela sentiu falta de casa, das colinas verdes e brancas, do castelo, das pessoas…E vejam só! A luz da lua parece mais viva.
—Minha querida!-Sua tia Gerda veio correndo em sua direção e a esmagou em um abraço.-Eu fiquei tão preocupada, eles não te machucaram?
—Não,não, eles foram ótimos. Me consideram como um membro da família.Agora se me dá licença,vou pro meu quarto tomar um banho e ah!...Vou pular o jantar.
—Acho que todo mundo vai.-Krista saiu com a face contorcida.-Eu disse que não era uma boa ideia você conduzir.-Apontou para o namorado.
—Tanto faz,eu preciso da minha cama.-Andrew gemeu.
—Pulamos o jantar Gerda,desculpe.-Elias suspirou dando uns tapinhas nas costas do irmão.
E foi assim que se dividiram...Príncipe Andrew tomou um chá de ervas e acabou dormindo mais rápido do que o previsto, Krista foi para os estábulos passar a noite com Sven e Olaf,Elias…Bem…Ele não sabia bem o que fazer. Parte dele estava com raiva e parte dele queria pedir desculpas para a namorada e no meio de tudo fica o orgulho.
—Vamos lá Elias, não pode ignorar as pessoas assim.-Fala para si mesmo no espelho.-É isso, eu vou lá.- Passou trinta segundos sem se mover.-Oh,por Deus, mexa-se Elias!-Beliscou-se.
Jenny havia acabado de por sua camisola,ela saiu do banheiro penteando o cabelo e saltou quando viu que o Rei de Arendelle estava sentado na sua cama:
—Mas o que diabos?!
—Eu bati na porta.-O loiro defendeu dando um sorriso nervoso.
— O que você quer aqui?
—Eu...an...
— Você?
—Eu vim pedir desculpa, ok?
—Ah,é mesmo? E por que?-A morena sorriu maliciosamente.
Revirando os olhos,Elias se levantou:
—Talvez eu tenha exagerado um pouco as coisas...-Foi interrompido.
—Um pouco?
—Ta bem, muito.-Suspirou.-Eu estava com medo de que você gostasse mais das aventuras de lá do que aqui, afinal,é uma terra nova, seu tipo de terra...E ai veio o ruivo.-Os olhos azuis se encheram de inveja pura.-Príncipe de Dunbroch,humpft!
—É ciúmes que eu detecto em sua voz?-A outra brincou cruzando os braços.
Elias zombou:
—Claro que não, eu só não gostei do sujeito, rude, imaturo...-Cruzou os braços fazendo bico.
—Sim,claro...-Jenny revirou os olhos.
—De qualquer forma..-O loiro se dirigiu a porta.-Eu já vou indo, já disse o que queria, então não preciso ficar aqui.
—Ah nananinanão!-A garota colocou-se entre a porta e ele.- Vossa alteza não vai sair assim.
—Ah é?-A expressão de Elias era de diversão.-E o que você vai fazer para me impedir?
A morena sorriu e puxou o laço da camisola fazendo com que o tecido fosse ao chão.
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Príncipe Andrew acordou com os chamados de Gerda, ao que parece, ele ia se atrasar para o café, mais uma vez.
—Atrasado como sempre, irmão.-Elias comentou ao ver o mais novo passar pela porta.Todos estavam reunidos para o café da manhã.
—Desculpem, eu tive um uma noite ruim.-Andy confessou.
—Serio?-Krista começou arrancado um pedaço das panquecas.-O que houve?
—Tive um pesadelo esquisito, sonhei que tinha alguém berrando, parecia até um macaco.
Jenny engasgou com o café enquanto Elias sorriu ao tomar o seu.
—Eu acho...-A capitã se recompôs.-Acho que vou fazer minha ronda agora, com licença.- Ela saiu sob o olhar maroto do rei.
—O que deu nela?-A loira perguntou.
—Eu não sei, você sabe de algo irmão?-Andrew olhou para o mais velho.
—Eu tenho uma ideia.-Elias apoiou a cabeça na mão direita e suspirou de forma sonhadora.-De qualquer forma, me passa outra fatia de pão, acordei com mais fome do que o habitual.
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