Notas iniciais
Olá meninas. Aqui estou eu de volta para mais um capítulo. Esse se refere ao episódio "O bom, o mal e a dominatrix". Espero que gostem. Obrigada pelos reviews maravilhosos. Boa leitura.

Sara saiu do laboratório assim que deixou seu relatório sobre a mesa de seu supervisor, ele não estava ali, o que ela secretamente agradeceu aos céus, pois não queria encara-lo naquele momento, não tinha forças para isso. Não quando seu coração estava prestes a se estilhaçar de dor.

Estacionou o carro na garagem de seu prédio, mas não teve coragem para subir para o apartamento que dividiam, então seguiu em direção a rua, caminhando sem destino certo, só precisava de um tempo para clarear a mente e conseguir pensar direito. Acabou entrando no parque, passou por várias famílias que, felizes, brincavam por ali e foi em direção ao bosque, parando em frente a um arvore. Seus olhos ardiam devido a pressão que as lágrimas, que tentava conter faziam neles.

Lembrou-se de todas as vezes em que estiveram ali e tocou a inscrição que ele havia esculpido na árvore no primeiro aniversário de namoro deles. Sem que ela percebesse as lágrimas começaram a deslizar por sua face. Faziam apenas duas semanas que comemoraram o segundo aniversário e estiveram ali, antes de partirem para a pequena viagem de três dias, que ele havia preparado em segredo, como presente para ela. Eles foram para um chalé nas montanhas e passaram a maior parte do tempo em que estiveram lá, se amando e trocando juras de amor eterno.

E agora aquele caso, que parecia ter surgido apenas para abalar seu relacionamento. Sentou-se aos pés da árvore e as lembranças daquela investigação envolvendo Lady Heather voltaram com força total.

Tudo começou com as palavras descontraídas de Cath sobre o relacionamento entre Gil e Heather, Sara tentou ignorar algumas observações dela e não se deixar abater, embora não tivesse gostado das palavras dela. Bom, ele tinha uma vida antes dela, pensou. Então foi até o hospital, recolher as evidências em Heather, suas roupas e suas digitais, e se surpreendera ao vê-lo na porta. Sentiu uma pontada em seu coração quando olhou em seus olhos. Seria culpa refletida naquela imensidão azul?

Como se tudo isso não bastasse ele passou a noite na casa daquela mulher. Ela tentava se convencer de não havia acontecido nada de mais, que ele tinha um bom motivo para não lhe falar sobre aquilo antes que todo mundo soubesse. Mas quando ele tentou lhe explicar e as palavras simplesmente não saíram, já era tarde demais. Os comentários sobre os dois já haviam chegado aos seus ouvidos e a seu coração, que parecia ter sido atropelado por um trem desgovernado.

Será que ele amava Heather? Será que estava com ela por que a outra o dispensara ou não quisera um relacionamento mais sério? Será que ela era uma segunda opção para ele? Ou talvez um opção mais aceitável dentro de seus conceitos morais e sociais?

Tantas perguntas e nenhuma resposta. Sempre achou que o conhecia bem, afinal tinham uma vida juntos, dividiam seus sonhos, suas alegria, seus temores e sua cama. E ele não era o tipo de homem que se contentaria com uma segunda opção, se ele quisesse Heather estaria com ela. Ou não? Apertou os joelhos contra o peito tentando sufocar a dor que dilacerava sua alma e seu coração.

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Grissom saiu da casa de Heather deixando-a sozinha com o ex-marido e a neta. Sentia uma sensação de dever cumprido em relação àquela mulher que era sua amiga e que confiava tanto nele. Seus pensamentos se voltaram para Sara. Ela estava magoada e a culpa era dele. Sabia disso e mais uma vez quebrara sua promessa. Suspirou e estacionou o carro ao lado do dela, ela já havia chegado, sabia que a conversa deles não seria fácil, mas tinha que enfrentar aquilo como um homem e assumir as consequências de seus atos. Subiu de elevador e entrou em casa.

– Sara? – chamou.

Hank latiu na lavanderia, mas o restante do apartamento continuou em silencio. Foi até o quarto, ela não estava lá, nem no banheiro, nem no quarto de hospedes, nem no escritório ou na cozinha. Voltou para o quarto e parou em frente as portas do guarda roupas, sentiu o peito oprimido pela angustia. Por favor, não permita que ela tenha ido embora, pensou.

Abriu as portas do guarda roupas e tudo estava exatamente como deveria estar, as roupas dela ao lado das suas. Um certo alívio tomou conta de seu ser. Mas se ela não estava em casa, onde estava? O carro estava na garagem, então ela só podia ter saído a pé. Ligou para o celular dela. Desligado. Desceu até a portaria e cumprimentou o porteiro.

– Oi John.

– Olá Sr. Grissom. Como vai?

– Bem. Você viu a Sara?

– A vi sair a pé há quase uma hora, foi em direção ao parque.

– Obrigado.

Ele foi para o parque, já imaginava onde ela estava. Minutos depois entrou no bosque e a avistou sentada sob a “árvore deles”. Ela estava encolhida, o queixo apoiado nos joelhos, o olhar perdido e lágrimas marcando seu rosto. Ele sentiu o coração se despedaçar diante daquela imagem. Respirou fundo e foi até ela, sentando-se ao seu lado, sem toca-la.

– Sara...

– Há quanto tempo tem um relacionamento com aquela mulher? – cortou ela sem olhar para ele.

– Não tenho um relacionamento com ela, Heather é apenas uma... amiga, que confia em mim.

– Uma amiga muito íntima, por sinal. Não é? – havia uma tristeza profunda em sua voz.

– Se você quer saber se já dormimos juntos, a resposta é sim. Mas foi há muito tempo, antes de você. Na verdade você estava com o Hank, naquela época. Foi só isso, uma noite, durante uma investigação que a envolvia, na manhã seguinte tive que pedir um mandato contra ela. Mesmo assim nos tornamos amigos e nunca mais houve nenhuma intimidade entre nós.

– Vocês sempre se encontram?

– Não. Esporadicamente algum caso nos leva a ela e nos encontramos uma vez em uma cafeteria, ela estava acompanhada, trocamos cumprimentos e algumas formalidades, nada mais.

Um silencio pesado pairou sobre eles, a tristeza dela era quase palpável.

– Você a ama? – ela quebrou o silencio e finalmente olhou-o nos olhos.

Doía fazer aquela pergunta, sentia com se um ferro em brasa estivesse sendo fincado em seu coração vagarosamente, mas precisava saber a verdade.

– Por Deus, Sara. Claro que não – disse um tanto desesperado com o rumo dos pensamentos dela. – Eu amo você. Acha mesmo que se eu amasse outra mulher eu estaria com você? Acredita que sou esse tipo de homem?

Ela não respondeu e ele continuou.

– Você acha que eu teria um namoro proibido com você, que eu arriscaria sua carreira e a minha se eu amasse outra mulher? Por que eu faria isso? – disse ele indignado.

– Talvez seja mais conveniente estar comigo do que com ela.

– Parece conveniência para você todas as vezes que fazemos amor? Tudo que conquistamos juntos, tudo que partilhamos?

– Não – ela respondeu, deixando mais lágrimas rolarem por sua face. – Mas você passou a noite com ela e eu tive que ouvir conversas e piadas sobre vocês dois durante todo o turno. Sabe o quanto isso dói, o quanto me magoou, quanta raiva eu senti por não poder dizer nada? — suas palavras soaram desesperadas.

– Me desculpe – pediu, finalmente entendendo o tamanho do seu erro e o quanto havia afetado ela. – Eu não medi as consequências da minha decisão de ir até lá. Mas eu tive um palpite e precisava descobrir por que tudo aquilo estava acontecendo com ela, precisava ajuda-la. Ficamos conversando a noite inteira e foi só, não houve nada entre nós.

– Por que não me avisou? Por que não me disse antes o que pretendia fazer? Você prometeu...

– Eu sei querida, eu prometi. E eu tentei avisar você, mas quando tive a ideia de procurar a Heather, você estava em campo. Depois, quando já estava lá, achei que não adiantava ligar, que conseguiria conversar com você assim que chegasse ao laboratório, mas não foi isso que aconteceu.

Sara apoiou a testa nos joelhos e começou a soluçar, as lágrimas caiam sem nenhum controle. Entendia e até aceitava a explicação dele, acreditava no que havia dito, mas isso não diminuía a dor que estava sentindo naquele momento. As palavras de Cath e dos outros sobre Grissom e Heather ainda ecoavam em seus ouvidos, ferindo ainda mais seu coração.

Sentiu os braços dele envolvendo seu corpo e deitou a cabeça em seu peito, ele escondeu o rosto em sua nuca tentando se controlar para não chorar também.

– Me perdoe querida. Me perdoe por magoar você mais uma vez – murmurava ele.

Quando ela se acalmou ergueu os olhos vermelhos e inchados, para ele.

– Eu perdoo você, sei que não tinha a intenção de me magoar, mas mesmo assim eu preciso de um tempo para assimilar tudo isso.

– Tempo? Como assim, vai me deixar, deixar a nossa casa? – perguntou desesperado com a possibilidade de perdê-la.

– Não, claro que não. Só preciso de um pouco de espaço, para entender tudo o que aconteceu – disse desvencilhando-se de seus braços.

– Eu entendo – havia dor nos olhos azuis, mas mesmo assim permitiu que ela se afastasse e sentiu como se seu peito estivesse sendo apertado por uma barra de ferro, sufocando-o.

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Grissom deu uma última olhada em seu apartamento, verificando se estava tudo em ordem, depois foi tomar seu banho. Ele havia decidido no dia anterior que precisava acabar com aquela situação. Depois que tiveram aquela conversa no bosque, ela havia se distanciado dele, falava apenas o necessário e sempre que ele chegava em casa depois do turno ela já estava dormindo.

Fizeram algumas refeições juntos, mas o silencio sempre se fazia presente e se ele tentava puxar um assunto ela respondia de forma curta e monossilábica. Aquilo o estava matando aos poucos, pareciam estranhos morando em uma mesma casa e o pior era na hora de dormir. Ela se deitava o mais distante dele possível, como se o toque dele fosse insuportável. E tudo isso já tinha cinco longos e dolorosos dias, a situação estava insustentável, por isso ele decidiu preparar aquela noite para eles, para que pudessem se acertar e voltar a ter aquele relacionamento de antes.

Ele foi até uma loja e comprou um lindo vestido azul para ela, depois passou em uma floricultura, onde escolheu um buquê de rosas vermelhas lindíssimas e por fim, o supermercado, onde comprou todos os ingredientes que precisava para preparar uma deliciosa lasanha vegetariana, receita de sua mãe. Saiu do banho, enrolou uma toalha na cintura e foi até o quarto. Pegando o celular discou o número dela.

– Sara.

– Oi querida.

– Oi Gil.

– Já está vindo para casa?

– Sim, estou deixando meu relatório na sua mesa agora.

– Ótimo, estou esperando. Eu amo você.

Ele desligou antes que ela lhe desse uma resposta. Voltou ao banheiro e ligou as torneiras da banheira, então terminou de se arrumar. Aquela noite seria perfeita

Sara estacionou o carro na garagem pensando que já estava mais do que na hora de dar um fim naquela distancia ridícula que havia imposto entre ela e Grissom, estava morrendo de saudades dele, de seus abraços, de seus beijos, de seu cheiro e de seu corpo se movimentando dentro dela. Seu telefone tocou.

– Oi Griss.

– Você já esta chegando?

Ele parecia ansioso em vê-la.

– Acabei de estacionar o carro na garagem do prédio.

– Perfeito – disse ele e mais uma vez desligou antes que ela falasse qualquer outra coisa.

Sara ficou olhando para o telefone em suas mãos. Mas o que será que havia com ele naquele dia? Com certeza estava aprontando alguma coisa, até saíra mais cedo do laboratório. Ela saiu do carro e entrou no elevador. Assim que saiu do elevador, no andar de seu apartamento, ela o avistou na porta.

Estava lindo em um terno preto risca de giz, camisa branca e uma gravata azul da cor de seus olhos com pequenas listras brancas. Os cabelos molhados bem penteados, a barba bem feita. Ela se aproximou e sentiu aquele perfume que lhe tirava a razão e o fôlego. Deus, ele estava maravilhoso, perfeito! Sentiu uma vontade imensa de se jogar em seus braços, mas se conteve.

– Nós vamos sair? — perguntou com dificuldade para articular as palavras.

– Não, mas esta será uma noite especial.

Ela ergueu uma sobrancelha enquanto ele se postava atrás dela.

– Poderia fechar os olhos, por favor, querida?

Ela fez o que ele lhe pedia e sentiu uma de suas mãos cobrir seus olhos fechados e a outra segurar sua mão. Eles entraram e ele parou um instante para trancar a porta, depois continuaram. Sara sentiu um cheiro delicioso invadir suas narinas, ele tirou a mão que cobria seus olhos e ela os abriu devagar.

O banheiro estava iluminado por pequenas velas, a banheira cheia, a água fumegante tinha sua superfície coberta de espuma e exalava o cheiro de seus sais de banho favoritos. Olhou para a bancada de mármore e viu ali uma linha completa com todos os produtos que ela usava para cuidar de seu corpo e seus cabelos.

– Gil... – ela murmurou sem saber como agradecer toda aquela atenção.

– Tome seu banho relaxante, demore o tempo que quiser, depois vá até o quarto. Sua roupa para esta noite está sobre a cama.

Ela olhou para ele com um sorriso travesso e tentou passar por ele em direção a porta. Ele riu e segurou-a pelos ombros.

– Nada disso mocinha. Não vale trapacear, você verá depois e eu ficarei aqui para garantir que entre na banheira.

O sorriso dela se tornou sensual e sem tirar os olhos dos dele, se despiu completamente. Depois passou os olhos por todo o corpo dele e mordeu o lábio inferior. Viu-o engolir em seco e admirar seu corpo nu, então baixou os olhos para o volume que parecia crescer dentro de sua calça. Ele se virou e saiu rapidamente do banheiro. Se ficasse ali com certeza a agarraria e acabaria estragando tudo o que havia preparado para aquela noite.

Sara se demorou no banho, depois vestiu um roupão, passou hidratante por todo o corpo, escovou os cabelos e aplicou uma leve maquiagem. Quando chegou ao quarto se surpreendeu com o que viu sobre a cama. O vestido azul ia até a altura dos joelhos, um decote insinuante e um broche prata, com pedras de estrass que pendia logo abaixo dos seios. Era lindo, de muito bom gosto. Sara o vestiu, colocou uma gargantilha que ele lhe dera e algumas gotas do perfume que adorava e calçou sandálias pretas de salto médio.

Olhou-se no espelho mais uma vez e saiu para o corredor, uma música suave chegou a seus ouvidos. Ela olhou a sala, estava iluminada somente por velas estrategicamente distribuídas pelo ambiente, deixando-o intimo e aconchegante.

Grissom se virou assim que sentiu seu perfume e sentiu o impacto que ela lhe causava com toda sua beleza. Perfeita! Destravou suas pernas e se aproximou com o buquê de rosas nas mãos.

Sara sentiu a garganta secar quando ele foi até ela com o olhar grudado no dela e com as rosas nas mãos. Aquele homem era divinamente belo e ela era completamente apaixonada por ele. Os último dias haviam sido uma tortura e ela se sentia uma estúpida por ter ficado tanto tempo longe dele.

– Para você querida — ele lhe estendeu as flores.

Grissom ficou observando ela pegar o buquê e levá-lo ao rosto, aspirando o perfume das rosas. Queria tanto beija-la, aperta-la em seus braços e sentir seu calor, mas tinha que esperar, o primeiro passo tinha que ser dela.

– Você está deslumbrante, Sara.

Ela ergueu o rosto e seus olhares se encontraram. Sara se aproximou mais dele e enlaçou seu pescoço com um braço, enquanto o outro segurava o buquê. Devagar, como em câmera lenta, seus lábios se encontraram em um beijo doce, lento e sensual, as línguas explorando o interior de suas bocas. Ela se afastou e limpou o batom que ficara na boca dele.

– Obrigada Griss, por tudo. Está perfeito.

– Mas ainda tem mais. Venha – ele a puxou pela mão até a sala de jantar.

Sara viu a mesa posta com esmero, um castiçal com duas velas iluminando o ambiente, um vaso de cristal onde ela depositou as flores antes que ele puxasse a cadeira para ela. Ela se sentou, ele os serviu e depois se sentou diante dela, lhes servindo um vinho delicioso que combinava perfeitamente com a lasanha que ele havia feito.

– Você fez esse prato na primeira vez que jantamos juntos – ela lembrou.

Ele sorriu e comeram em silencio, apenas trocando olhares e sorrisos. Quando terminaram Grissom a levou para sala e a envolveu em seus braços, movendo seus corpos no ritmo lento da música romântica.

Ela enterrou o rosto em seu pescoço e ele encostou a cabeça na dela. O perfume dele despertou o desejo em seu corpo e ela apertou mais seu corpo contra o dele. Ficaram um longo tempo assim, dançando bem juntinhos. A música acabou e Sara ergueu a cabeça fixando seu olhar no dele.

– Por que fez tudo isso Gil? – perguntou com um brilho emocionado nos olhos.

– Por que eu amo você, Sara. Você é a mulher mais importante da minha vida. Você é a única mulher que eu amei, que eu amo e que, mesmo se algum dia algo acontecer e viermos a nos separar, eu vou amar eternamente – ele viu duas lágrimas descerem pela face dela e as secou com pequenos beijos.

– Eu também amo você, Gil. Para sempre.

Eles voltaram a se beijar com mais intensidade e em instantes estavam no quarto se despindo, suas mãos exploraram seus corpos com sabedoria, tocando os lugares certos para dar mais prazer a ambos. Fizeram amor devagar, seus olhos fixos um no outro, ele deslizando dentro dela, levando-os ao delírio. Beijos molhados, quentes e cheios de paixão e amor. Por fim chegaram ao clímax e ele se deixou ficar sobre ela aproveitando seus últimos espasmos de prazer.

– Me desculpe ter ficado tantos dias longe, querido – disse acariciando seus cabelos.

– Você precisava de um tempo, eu entendo.

Ele ia deitar ao seu lado, mas ela não deixou, entrelaçou as pernas em suas costas e puxou-o novamente para dentro dela, tomando seus lábios em um beijo ardente e sensual. Ele entendeu o recado, ela queria mais e, sem saber como, ele estava pronto para ela mais uma vez. Então mergulhou naquela boca suculenta e amou-a pelo resto da noite. Já amanhecia quando finalmente se renderam ao cansaço, completamente saciados.

Notas finais
Até a próxima... Beijos...